{"id":18831,"date":"2010-08-06T22:52:56","date_gmt":"2010-08-06T22:52:56","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=18831"},"modified":"2010-08-06T16:38:09","modified_gmt":"2010-08-06T16:38:09","slug":"industria-naval-brasileira-precisa-recuperar-o-atraso-tecnologico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/08\/06\/industria-naval-brasileira-precisa-recuperar-o-atraso-tecnologico\/","title":{"rendered":"Ind\u00fastria naval brasileira precisa recuperar o atraso tecnol\u00f3gico"},"content":{"rendered":"<p>Depois de d\u00e9cadas em crise, a ind\u00fastria brasileira de constru\u00e7\u00e3o naval est\u00e1 passando por um momento de recupera\u00e7\u00e3o proporcionada, em grande parte, pelos investimentos que est\u00e3o sendo realizados no setor de \u00f3leo e g\u00e1s no Pa\u00eds. <\/p>\n<p>Mas, para n\u00e3o sofrer um novo rev\u00e9s, os estaleiros nacionais ter\u00e3o que reparar e n\u00e3o repetir os mesmos erros que cometeram no passado, quando tamb\u00e9m se apoiaram no mercado interno e em um \u00fanico setor para viabilizarem seus projetos, alerta o professor Floriano Carlos Martins Pires Junior, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). <\/p>\n<p>&#8220;O Brasil j\u00e1 aprendeu a li\u00e7\u00e3o de que n\u00e3o se pode contar somente com a demanda dom\u00e9stica e de um \u00fanico setor para consolidar as atividades de uma ind\u00fastria naval em longo prazo&#8221;, afirma Pires Junior. &#8220;\u00c9 preciso diversificar a atua\u00e7\u00e3o para outros segmentos de transporte mar\u00edtimo e aproveitar essa nova oportunidade para aumentar a competitividade internacional&#8221;, indica o especialista que abordar\u00e1 esse assunto em uma confer\u00eancia que far\u00e1 na 62\u00aa Reuni\u00e3o Anual da SBPC. <\/p>\n<p>Hist\u00f3ria da ind\u00fastria naval brasileira <\/p>\n<p>De acordo com Pires Junior, o modelo de desenvolvimento da ind\u00fastria de constru\u00e7\u00e3o naval adotado pelo Brasil na d\u00e9cada de 80, quando o setor viveu um de seus melhores momentos, provocou efeitos desastrosos e que perduram at\u00e9 hoje. Extremamente protecionista, o plano se baseou em uma pol\u00edtica de substitui\u00e7\u00e3o de importa\u00e7\u00e3o que previa a constru\u00e7\u00e3o de navios no Pa\u00eds para atenderem \u00e0 demanda interna da marinha mercante. <\/p>\n<p>Por\u00e9m, com a desregulamenta\u00e7\u00e3o do setor de navega\u00e7\u00e3o, a abertura do mercado nacional e a entrada de competidores internacionais, a maioria dos estaleiros brasileiros entrou em crise e fechou as portas por falta de encomendas no mercado interno e porque n\u00e3o tinham tecnologia para competir no exterior. <\/p>\n<p>Os poucos estaleiros nacionais que sobreviveram \u00e0 quebradeira passaram a atender o mercado offshore, de pequenas embarca\u00e7\u00f5es. E nos \u00faltimos anos, com as encomendas que est\u00e3o sendo feitas, principalmente pela Petrobras, come\u00e7aram a vislumbrar a possibilidade de voltarem a fabricar navios de grande porte e de atender uma significativa demanda por embarca\u00e7\u00f5es mais sofisticadas, como plataformas e navios sondas, utilizados para perfura\u00e7\u00e3o de po\u00e7os submarinos. <\/p>\n<p>Entretanto, para isso, o professor afirma que eles precisar\u00e3o recuperar o atraso tecnol\u00f3gico em rela\u00e7\u00e3o aos concorrentes internacionais. <\/p>\n<p>&#8220;Depois de tantos anos sem fabricar grandes embarca\u00e7\u00f5es a dist\u00e2ncia tecnol\u00f3gica entre os estaleiros brasileiros e os principais fabricantes mundiais aumentou muito&#8221;, diz. &#8220;O perfil de profissional que n\u00f3s temos hoje no Brasil atuando nesse setor \u00e9 o mesmo das d\u00e9cadas de 70 e 80. Ser\u00e1 preciso qualificar e aumentar a quantidade de recursos humanos para atender \u00e0 demanda do setor nos pr\u00f3ximos anos tanto nas \u00e1reas de produ\u00e7\u00e3o e operacional como de engenharia&#8221;. <\/p>\n<p>Participa\u00e7\u00e3o das empresas <\/p>\n<p>Segundo o professor, as institui\u00e7\u00f5es de pesquisa e forma\u00e7\u00e3o de recursos humanos para o setor naval no Brasil, como a Coppe\/URFJ, o Instituto de Pesquisas Tecnol\u00f3gicas (IPT) e o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Petrobras (Cenpes), est\u00e3o se mobilizando e tomando iniciativas para suprirem as defici\u00eancias tecnol\u00f3gicas e de recursos humanos do setor. <\/p>\n<p>Mas ainda falta um maior engajamento das ind\u00fastrias em participar e se envolver diretamente nesse processo. <\/p>\n<p>De acordo com Pires Junior, os estaleiros brasileiros t\u00eam capacita\u00e7\u00e3o em processo e planejamento de constru\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o no controle de produ\u00e7\u00e3o e na fabrica\u00e7\u00e3o de grandes embarca\u00e7\u00f5es. Para ele, essas defici\u00eancias podem ser supridas por interm\u00e9dio de parcerias como as que a maioria deles est\u00e1 celebrando com fabricantes da Coreia e Jap\u00e3o &#8211; os dois pa\u00edses que dominam as tecnologias de produto e processo de fabrica\u00e7\u00e3o de navios. <\/p>\n<p>Mas ele chama a aten\u00e7\u00e3o para a necessidade de as ind\u00fastrias brasileiras desenvolverem paralelamente sua pr\u00f3pria capacita\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica. &#8220;Esse tipo de parceria tecnol\u00f3gica entre estaleiros brasileiros e internacionais \u00e9 muito limitada, porque as tecnologias de processo e de projeto, na realidade, n\u00e3o s\u00e3o transferidas&#8221;, diz. <\/p>\n<p>O especialista estima que, com atual recupera\u00e7\u00e3o, a ind\u00fastria brasileira de constru\u00e7\u00e3o naval n\u00e3o disputar\u00e1 com os principais fabricantes de navios, que s\u00e3o os chineses, seguidos dos coreanos e japoneses. Poder\u00e3o, no entanto, aumentar sua participa\u00e7\u00e3o para 5% no mercado mundial naval, contra 0% que registra hoje. &#8220;Eu n\u00e3o diria que o Brasil pode ambicionar ser um grande fabricante de navios. Mas uma ind\u00fastria naval com o tamanho do mercado brasileiro precisa tomar alguns cuidados para ser competitiva internacionalmente ou ficar, literalmente, a ver navios&#8221;, conclui. <\/p>\n<p><b>Autor: SPBC <\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Depois de d\u00e9cadas em crise, a ind\u00fastria brasileira de constru\u00e7\u00e3o naval est\u00e1 passando por um momento de recupera\u00e7\u00e3o proporcionada, em grande parte, pelos investimentos que est\u00e3o sendo realizados no setor de \u00f3leo e g\u00e1s no Pa\u00eds. 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