{"id":18801,"date":"2010-08-03T22:52:32","date_gmt":"2010-08-03T22:52:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=18801"},"modified":"2010-08-03T14:14:50","modified_gmt":"2010-08-03T14:14:50","slug":"betume-nacional-e-adequado-para-armazenar-rejeito-radioativo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/08\/03\/betume-nacional-e-adequado-para-armazenar-rejeito-radioativo\/","title":{"rendered":"Betume nacional \u00e9 adequado para armazenar rejeito radioativo"},"content":{"rendered":"<p>A engenheira qu\u00edmica Marcia Flavia Righi Guzella, da Unicamp, desenvolveu um processo in\u00e9dito para imobiliza\u00e7\u00e3o de rejeitos radioativos provenientes de usinas nucleares, utilizando uma matriz de betume nacional. <\/p>\n<p>O objetivo \u00e9 a obten\u00e7\u00e3o de produtos monol\u00edticos, homog\u00eaneos, mec\u00e2nica e quimicamente est\u00e1veis e com baixas taxas de lixivia\u00e7\u00e3o, um problema que consiste na perda de componentes sol\u00faveis atrav\u00e9s da passagem de uma solu\u00e7\u00e3o pela matriz &#8211; a chuva, por exemplo. <\/p>\n<p><strong>Rejeito nuclear<\/strong> <\/p>\n<p>Especialista em energia Nuclear, Guzella avaliou positivamente dois betumes produzidos no Brasil evitando, dessa maneira, a importa\u00e7\u00e3o do produto de outros pa\u00edses, como aconteceria na Usina Angra 2. <\/p>\n<p>&#8220;Esse dado \u00e9 bastante importante porque a alta porcentagem de rejeito incorporada em betume reduz muito o custo de armazenamento dos rejeitos de usinas&#8221;, afirmou a pesquisadora, cujo trabalho contou com participa\u00e7\u00e3o de Elizabete Jord\u00e3o e Vanderley de Vasconcelos. <\/p>\n<p>Guzella explica que a lixivia\u00e7\u00e3o, que \u00e9 um dos m\u00e9todos de caracteriza\u00e7\u00e3o do produto de rejeito, \u00e9 um experimento bastante demorado, que chega a durar um ano. Em um recipiente, o produto \u00e9 coberto com \u00e1gua e, de acordo com um per\u00edodo pr\u00e9-determinado, essa \u00e1gua \u00e9 trocada e analisada. &#8220;Essa medi\u00e7\u00e3o \u00e9 muito importante porque determina se o rejeito est\u00e1 incorporado ao betume&#8221;. <\/p>\n<p>Segundo comenta a engenheira qu\u00edmica, a Usina Angra 1 \u00e9 uma central de tecnologia norte-americana que utiliza cimento para incorporar os rejeitos gerados. J\u00e1 a Usina Angra 2 tem tecnologia alem\u00e3 e j\u00e1 utiliza o betume para armazenar seus rejeitos. <\/p>\n<p><strong>Lixo nuclear no betume<\/strong> <\/p>\n<p>Utilizar o betume significa uma incorpora\u00e7\u00e3o de at\u00e9 40% em massa de rejeitos, o que gera uma economia muito grande tanto em embalagens para o armazenamento quanto em espa\u00e7o f\u00edsico no futuro dep\u00f3sito. <\/p>\n<p>Mas, para que essa incorpora\u00e7\u00e3o seja eficiente, os betumes devem atender algumas caracter\u00edsticas espec\u00edficas. Ponto de amolecimento, ponto de fulgor, penetra\u00e7\u00e3o e viscosidade s\u00e3o algumas propriedades avaliadas e fundamentais no processo. No caso dos betumes brasileiros avaliados por Guzella, os pontos de amolecimento est\u00e3o em 71,8\u00b0C e 91,3\u00b0C, respectivamente. <\/p>\n<p>O rejeito selecionado foi o concentrado de evaporador portador das caracter\u00edsticas dos rejeitos l\u00edquidos gerados em uma usina nuclear do tipo PWR (Pressurized Water Reactor). Guzella argumenta que a escolha do rejeito foi feita em raz\u00e3o do grande volume deste tipo gerado em usinas nucleares. <\/p>\n<p>Ademais, os dois betumes nacionais foram avaliados com a finalidade de evitar a importa\u00e7\u00e3o da matriz inicialmente especificada para outras usinas nucleares da Europa que utilizam esta tecnologia. &#8220;O betume possui caracter\u00edsticas diferentes em cada pa\u00eds, portanto, comprar de outros lugares poderia comprometer o processo&#8221;, afirmou a pesquisadora. <\/p>\n<p><strong>Avalia\u00e7\u00e3o do betume<\/strong> <\/p>\n<p>Para realizar os testes de incorpora\u00e7\u00f5es, a engenheira qu\u00edmica utilizou o Sistema de Betuminiza\u00e7\u00e3o do CDTN. As porcentagens de rejeito incorporado ao betume variaram de 30% a 40% em massa, valores estes considerados compat\u00edveis com os dados obtidos na literatura e, tamb\u00e9m, da opera\u00e7\u00e3o de usinas nucleares que utilizam este processo para o tratamento dos rejeitos. <\/p>\n<p>Tanto para o betume quanto para os produtos de rejeito foram avaliadas as propriedades consideradas importantes, visando garantir a opera\u00e7\u00e3o segura do sistema e a seguran\u00e7a dos operadores, al\u00e9m da qualidade dos produtos obtidos, que s\u00e3o desenvolvidos para serem armazenados por longos per\u00edodos. <\/p>\n<p>Foram objeto de an\u00e1lise a penetra\u00e7\u00e3o, o ponto de amolecimento, o ponto de fulgor, o teor de \u00e1gua e as taxas de lixivia\u00e7\u00e3o. Guzella demonstrou que a integridade e a durabilidade dos produtos de rejeito tamb\u00e9m est\u00e3o relacionadas com as taxas de lixivia\u00e7\u00e3o dos elementos que constituem o rejeito. <\/p>\n<p>Ainda, os procedimentos para determinar estas taxas est\u00e3o estabelecidos em normas internacionais e a an\u00e1lise destes dados foi utilizada para investigar os mecanismos de lixivia\u00e7\u00e3o, que podem ser a difus\u00e3o, a dissolu\u00e7\u00e3o ou a parti\u00e7\u00e3o, permitindo, dessa maneira, prever a performance do produto e a modelagem dos ensaios. &#8220;Esta avalia\u00e7\u00e3o deve ser feita antes da disposi\u00e7\u00e3o final dos rejeitos e tem grande import\u00e2ncia para a an\u00e1lise de seguran\u00e7a dos reposit\u00f3rios&#8221;, ressaltou a pesquisadora. <\/p>\n<p><strong>Betume nacional <br \/>\n<\/strong><br \/>\nA pesquisa, segundo Guzella, contribuiu n\u00e3o apenas para o desenvolvimento do processo de incorpora\u00e7\u00e3o de rejeitos em betume, mas tamb\u00e9m para as melhorias do Sistema de Betuminiza\u00e7\u00e3o do CDTN e para a implanta\u00e7\u00e3o dos ensaios e m\u00e9todos para as caracteriza\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias. &#8220;N\u00e3o h\u00e1 d\u00favidas de que os betumes nacionais estudados podem ser usados para a imobiliza\u00e7\u00e3o de rejeitos de usinas nucleares brasileiras, pois foram obtidos produtos com as propriedades requeridas para o armazenamento nos dep\u00f3sitos&#8221;, pontuou. <\/p>\n<p>A engenheira qu\u00edmica revelou ainda um dado importante que n\u00e3o consta de sua tese, mas que foi fundamental para corroborar os resultados obtidos. Toda a pesquisa foi feita no Brasil e, al\u00e9m dos betumes nacionais, ela trabalhou com dezenas de marcas diferentes, importando algumas qualifica\u00e7\u00f5es, com o \u00fanico objetivo de comparar os dados obtidos. <\/p>\n<p>Segundo a pesquisadora, existe a previs\u00e3o do governo federal para a \u00e1rea energ\u00e9tica nos pr\u00f3ximos dez anos, de implanta\u00e7\u00e3o de outras usinas nucleares na regi\u00e3o Nordeste do Brasil. &#8220;Hoje \u00e9 uma energia complementar, polui menos, diminui a devasta\u00e7\u00e3o de \u00e1reas ambientais, a inunda\u00e7\u00e3o de cidades e, em termos de pre\u00e7o, est\u00e3o competitivas. A partir desse ponto de vista \u00e9 fundamental pensar como tratar os rejeitos&#8221;, concluiu Guzella. <\/p>\n<p><b>Autor: Jornal da Unicamp <\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A engenheira qu\u00edmica Marcia Flavia Righi Guzella, da Unicamp, desenvolveu um processo in\u00e9dito para imobiliza\u00e7\u00e3o de rejeitos radioativos provenientes de usinas nucleares, utilizando uma matriz de betume nacional. 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