{"id":18648,"date":"2010-07-21T22:50:48","date_gmt":"2010-07-21T22:50:48","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=18648"},"modified":"2010-07-21T13:36:33","modified_gmt":"2010-07-21T13:36:33","slug":"descoberta-a-maior-estrela-do-universo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/07\/21\/descoberta-a-maior-estrela-do-universo\/","title":{"rendered":"Descoberta a maior estrela do Universo"},"content":{"rendered":"<p>Combinando medi\u00e7\u00f5es feitas por instrumentos do Very Large Telescope do ESO (Observat\u00f3rio Europeu do Sul), astr\u00f4nomos descobriram as estrelas de maior massa conhecidas at\u00e9 hoje, inclusive aquela que agora merece o t\u00edtulo de &#8220;maior estrela do Universo&#8221;. <\/p>\n<p>Chamada pelos cientistas, na falta de hiperlativos, de &#8220;estrela hipergigante&#8221;, ela tem mais de 300 vezes a massa do Sol &#8211; isto \u00e9 duas vezes mais do que os astr\u00f4nomos acreditavam at\u00e9 hoje ser o tamanho m\u00e1ximo de uma estrela, que se calculava ser de 150 massas solares. <\/p>\n<p>A exist\u00eancia dessas estrelas monstruosas &#8211; milh\u00f5es de vezes mais luminosas do que o Sol, e que perdem massa atrav\u00e9s de poderosos ventos estelares &#8211; reabre a quest\u00e3o, mas tamb\u00e9m poder\u00e1 ajudar a responder a pergunta &#8220;Qual \u00e9 o tamanho m\u00e1ximo que uma estrela pode ter?&#8221; Por enquanto, elas podem ser t\u00e3o grandes quanto a maior que pudemos encontrar. <\/p>\n<p>A R136a1 n\u00e3o \u00e9 apenas a estrela de maior massa j\u00e1 encontrada, mas \u00e9 tamb\u00e9m a que apresenta a maior luminosidade, sendo cerca de 10 milh\u00f5es de vezes mais brilhante do que o Sol. <\/p>\n<p>&#8220;Devido \u00e0 raridade de tais objetos, penso que ser\u00e1 bastante improv\u00e1vel que este novo recorde seja batido rapidamente,&#8221; diz Paul Crowther, da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, que chefiou a equipe que fez a descoberta.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>F\u00e1bricas c\u00f3smicas<\/strong> <\/p>\n<p>Os astr\u00f4nomos utilizaram imagens do VLT e do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble para estudar detalhadamente dois enxames estelares jovens, NGC 3603 e RMC 136a. <\/p>\n<p>O NGC 3603 \u00e9 uma f\u00e1brica c\u00f3smica, onde novas estrelas formam-se em um ritmo fren\u00e9tico a partir das extensas nuvens de g\u00e1s e poeira da nebulosa, situada a cerca de 22.000 anos-luz de dist\u00e2ncia. <\/p>\n<p>O RMC 136a (mais conhecido por R136) \u00e9 outro enxame estelar composto por estrelas jovens, quentes e de grande massa, que se situa no interior da Nebulosa da Tar\u00e2ntula, numa das nossas gal\u00e1xias vizinhas, a Grande Nuvem de Magalh\u00e3es, a cerca de 165.000 anos-luz de dist\u00e2ncia. <\/p>\n<p>Durante a pesquisa, a equipe encontrou v\u00e1rias estrelas com temperaturas superficiais de mais de 40.000 graus Celsius, ou seja, mais de sete vezes mais quentes do que o nosso Sol, algumas dezenas de vezes maiores e v\u00e1rios milh\u00f5es de vezes mais brilhantes. <\/p>\n<p><strong>Maior estrela do Universo<\/strong> <\/p>\n<p>Compara\u00e7\u00f5es com modelos estelares levaram \u00e0 conclus\u00e3o de que v\u00e1rias destas estrelas nasceram com massas superiores a 150 massas solares. <\/p>\n<p>A estrela R136a1, encontrada no enxame R136, \u00e9 a estrela de maior massa conhecida at\u00e9 agora, com uma massa atual de cerca de 265 massas solares e com uma massa de 320 vezes a massa do Sol na \u00e9poca do seu nascimento. <\/p>\n<p>No NGC 3603, os astr\u00f4nomos puderam tamb\u00e9m medir diretamente a massa de duas estrelas que pertencem a um sistema de estrela dupla, de modo a validar os modelos utilizados. As estrelas A1, B e C neste enxame t\u00eam massas estimadas, no momento do seu nascimento, acima ou pr\u00f3ximas de 150 massas solares. <\/p>\n<p>A estrela A1 do NGC 3603 \u00e9 uma estrela dupla, com um per\u00edodo orbital de 3,77 dias. As duas estrelas do sistema t\u00eam, respectivamente, 120 e 92 vezes a massa do Sol, o que significa que se formaram com as massas respectivas de 148 e 106 massas solares.&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"550\" height=\"186\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/maior-estrela(1).jpg\" \/><br \/>\nO RMC 136a, o lar da maior estrela do Universo, \u00e9 um enxame estelar composto por estrelas jovens, quentes e de grande massa, que se situa no interior da Nebulosa da Tar\u00e2ntula, numa das nossas gal\u00e1xias vizinhas, a Grande Nuvem de Magalh\u00e3es, a cerca de 165.000 anos-luz de dist\u00e2ncia.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Estrelas superpesadas <br \/>\n<\/strong><br \/>\nSe a R136a1 substitu\u00edsse o Sol no nosso Sistema Solar &#8211; mantidas as dist\u00e2ncias relativas &#8211; ela seria mais brilhante do que o Sol na mesma propor\u00e7\u00e3o que o Sol \u00e9 mais brilhante que a Lua Cheia. <\/p>\n<p>&#8220;A sua elevada massa reduziria o tamanho do ano na Terra de cerca de tr\u00eas semanas, e a Terra seria banhada por uma radia\u00e7\u00e3o ultravioleta incrivelmente intensa, o que tornaria imposs\u00edvel a exist\u00eancia de vida no nosso planeta,&#8221; diz Raphael Hirschi, da Universidade de Keele, tamb\u00e9m pertencente \u00e0 equipe. <\/p>\n<p>Estas estrelas superpesadas s\u00e3o extremamente raras, formando-se apenas no interior dos enxames estelares mais densos. Distinguir estrelas individuais &#8211; o que foi agora conseguido pela primeira vez &#8211; requer uma resolu\u00e7\u00e3o extraordin\u00e1ria, s\u00f3 alcan\u00e7ada pelos modernos instrumentos infravermelhos do VLT. <\/p>\n<p>A equipe tamb\u00e9m estimou a massa m\u00e1xima poss\u00edvel das estrelas pertencentes a estes enxames e o n\u00famero relativo de estrelas de maior massa. <\/p>\n<p>&#8220;As estrelas menores t\u00eam um limite inferior para a massa de aproximadamente oitenta vezes a massa de J\u00fapiter, limite abaixo do qual se tornam &#039;estrelas falidas&#039; ou an\u00e3s-castanhas,&#8221; diz Olivier Schnurr, do Astrophysikalisches Institut Potsdam. &#8220;Os nossos novos resultados apoiam a ideia anterior de que tamb\u00e9m existe um limite superior para a massa das estrelas, embora os resultados subam este limite por um fator de dois, para cerca de 300 massas solares.&#8221; <\/p>\n<p><strong>Ventos das estrelas<\/strong> <\/p>\n<p>Estrelas de grande massa produzem ventos muito poderosos, por meio dos quais elas v\u00e3o aos poucos perdendo massa. <\/p>\n<p>&#8220;Contrariamente aos humanos, estas estrelas nascem muito pesadas e v\u00e3o perdendo peso \u00e0 medida que envelhecem,&#8221; diz Paul Crowther. &#8220;Com um pouco mais de um milh\u00e3o de anos, a maior delas, a R136a1, encontra-se j\u00e1 na &#039;meia-idade&#039; e passou por um intenso regime de perda de peso, tendo j\u00e1 perdido um quinto da sua massa inicial nesse per\u00edodo, o que corresponde a mais de cinquenta massas solares.&#8221; <\/p>\n<p>No interior do R136, apenas quatro estrelas pesavam mais do que 150 massas solares no momento do seu nascimento. No entanto, sozinhas, elas s\u00e3o respons\u00e1veis por praticamente metade do vento estelar e da radia\u00e7\u00e3o liberada por todo o enxame. <\/p>\n<p>A R136a1 libera energia para o meio ao seu redor cinquenta vezes maior do que o enxame da Nebulosa de \u00d3rion, a regi\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o de estrelas de grande massa mais pr\u00f3xima da Terra. <\/p>\n<p><strong>Supernovas inst\u00e1veis <br \/>\n<\/strong><br \/>\nCompreender a forma\u00e7\u00e3o de estrelas de grande massa \u00e9, por si s\u00f3, algo muito complexo, devido \u00e0s suas vidas muito curtas e seus ventos poderosos. <\/p>\n<p>Se n\u00e3o fosse o suficiente, a identifica\u00e7\u00e3o de casos t\u00e3o extremos como a R136a1 complica ainda mais o j\u00e1 elevado desafio posto \u00e0s teorias. &#8220;Ou estas estrelas se formaram j\u00e1 muito grandes ou ent\u00e3o estrelas menores fundiram-se para as produzirem,&#8221; explica Crowther. <\/p>\n<p>Estrelas com massas entre 8 e 150 massas solares explodem no final das suas curtas vidas sob a forma de supernovas, das quais restam objetos ex\u00f3ticos, como estrelas de n\u00eautrons ou buracos negros. <br \/>\nTendo agora estabelecido a exist\u00eancia de estrelas com massas compreendidas entre 150 e 300 massas solares, os astr\u00f4nomos levantam a hip\u00f3tese da exist\u00eancia de objetos excepcionalmente brilhantes, &#8220;supernovas inst\u00e1veis&#8221;, que explodiriam completamente, sem deixar restos de esp\u00e9cie alguma, e que liberariam at\u00e9 cerca de dez massas solares de ferro para o meio interestelar. <\/p>\n<p><b>Autor: Inova\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Combinando medi\u00e7\u00f5es feitas por instrumentos do Very Large Telescope do ESO (Observat\u00f3rio Europeu do Sul), astr\u00f4nomos descobriram as estrelas de maior massa conhecidas at\u00e9 hoje, inclusive aquela que agora merece o t\u00edtulo de &#8220;maior estrela do Universo&#8221;. 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