{"id":18646,"date":"2010-07-20T22:50:46","date_gmt":"2010-07-20T22:50:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=18646"},"modified":"2010-07-20T17:31:35","modified_gmt":"2010-07-20T17:31:35","slug":"escolas-demais-engenheiros-de-menos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/07\/20\/escolas-demais-engenheiros-de-menos\/","title":{"rendered":"Escolas demais, engenheiros de menos"},"content":{"rendered":"<p>Em novembro de 2009 o Estado estampou a mat\u00e9ria Minist\u00e9rio espera dobrar a oferta em 6 a 8 anos, em que o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC) apontava incentivos \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de novos cursos de Engenharia para suprir a necessidade de mais engenheiros. Dentre as raz\u00f5es apresentadas, citava que a excessiva quantidade de denomina\u00e7\u00f5es dos cursos de Engenharia limita a expans\u00e3o da \u00e1rea! <\/p>\n<p>De fato, temos um exagero de denomina\u00e7\u00f5es nos cursos, mas nem de longe essa \u00e9 a raz\u00e3o de tal limita\u00e7\u00e3o. O causa principal do excesso de denomina\u00e7\u00f5es dos cursos, fruto da tend\u00eancia especialista praticada pelas escolas de Engenharia na d\u00e9cada de 1970, foi prejudicar sobremaneira a mobilidade de nossos formandos nesse campo. N\u00e3o tem sentido atribuir nomes a cursos que o pr\u00f3prio setor produtivo n\u00e3o conhece, mais ainda, que os pr\u00f3prios alunos do ensino m\u00e9dio n\u00e3o t\u00eam a m\u00ednima ideia do seu significado. V\u00e1rias especialidades foram criadas para acomodar diverg\u00eancias internas nas universidades p\u00fablicas e\/ou para atrair novos alunos com denomina\u00e7\u00f5es de cursos ilus\u00f3rias, oriundas mais de a\u00e7\u00f5es de marketing do que da real necessidade da Na\u00e7\u00e3o. N\u00e3o s\u00e3o poucos os estudantes que tiveram sua contrata\u00e7\u00e3o cancelada simplesmente pelo fato de que o nome de seu curso n\u00e3o coincidia com o nome colocado no edital, apesar de sua especialidade ser uma \u00eanfase da modalidade exigida. <\/p>\n<p>A Europa j\u00e1 resolveu essa quest\u00e3o via tratado de Bolonha, que limitou em 14 as denomina\u00e7\u00f5es dos cursos europeus; na Am\u00e9rica do Sul, a Argentina j\u00e1 fez a sua li\u00e7\u00e3o de casa, reduzindo-as a 22. No Brasil a discuss\u00e3o \u00e9 intensa e estamos longe de chegar a bom termo, pois s\u00e3o grandes as rea\u00e7\u00f5es contr\u00e1rias \u00e0 proposta. Esquecem os dirigentes que os benef\u00edcios oriundos dessa redu\u00e7\u00e3o para os estudantes ser\u00e3o sens\u00edveis, sobretudo quanto \u00e0 facilidade decorrente das mudan\u00e7as de rumo de sua carreira e \u00e0 expans\u00e3o do leque de op\u00e7\u00f5es p\u00f3s-formatura, al\u00e9m de possibilitar uma revis\u00e3o em nossos cursos no sentido de lev\u00e1-los a um conceito mais generalista, como parece ser a tend\u00eancia atual em todo o planeta. <\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o aos n\u00fameros, o Brasil apresenta quase 1.500 cursos de Engenharia, que oferecem aproximadamente 150 mil vagas por ano. Apesar de tal oferta generosa, temos apenas 300 mil estudantes nessa \u00e1rea (dever\u00edamos ter 750 mil!) e apenas 30 mil se formam anualmente. A realidade \u00e9 que a evas\u00e3o nos cursos de Engenharia \u00e9 vergonhosa, tudo isso sem contar que recentes avalia\u00e7\u00f5es apontam que apenas um quarto desse contingente tem n\u00edvel de forma\u00e7\u00e3o considerado satisfat\u00f3rio. <\/p>\n<p>Por essas raz\u00f5es, podemos concluir que n\u00e3o estamos com d\u00e9ficit em n\u00famero de cursos, mas o rendimento de nossas escolas de Engenharia \u00e9 muito baixo. As universidades p\u00fablicas paulistas, estas, sim, poderiam fazer um esfor\u00e7o adicional para aumentar suas vagas nas Engenharias ? h\u00e1 espa\u00e7o para isso, pois nessas institui\u00e7\u00f5es de ensino superior apenas cerca de 25% de suas vagas s\u00e3o destinadas \u00e0s carreiras tecnol\u00f3gicas, o que mostra um desequil\u00edbrio em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s demais carreiras. <\/p>\n<p>Levantamentos indicam tamb\u00e9m que mais de 50% de nossos estudantes abandonam o curso ao final do segundo ano por n\u00e3o conseguirem acompanh\u00e1-lo, seja pela dificuldade inerente \u00e0 forma\u00e7\u00e3o ou por quest\u00f5es financeiras, visto que o curso de Engenharia \u00e9 caro, entre outros motivos, pela exig\u00eancia de laborat\u00f3rios especializados, que precisam de cont\u00ednua renova\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>O MEC, por sua vez, precisa encontrar uma solu\u00e7\u00e3o para mitigar esse baixo rendimento, que ocorre apenas nas carreiras tecnol\u00f3gicas. J\u00e1 apontamos em outros artigos que uma das raz\u00f5es est\u00e1 ligada \u00e0 pouca import\u00e2ncia que o ensino m\u00e9dio d\u00e1 \u00e0s mat\u00e9rias de F\u00edsica, Qu\u00edmica e Matem\u00e1tica, vetores de incentivo \u00e0 carreira tecnol\u00f3gica.<\/p>\n<p>&nbsp;Adicionalmente, o Pa\u00eds apresenta um d\u00e9ficit de mais de 150 mil professores dessas mat\u00e9rias, de modo que temos mais de 150 mil profissionais que ministram F\u00edsica, Qu\u00edmica e Matem\u00e1tica sem forma\u00e7\u00e3o na \u00e1rea, que transformam essas tr\u00eas disciplinas num &#8220;bicho de sete cabe\u00e7as&#8221; que afasta os nossos jovens das carreiras tecnol\u00f3gicas, sobretudo da Engenharia.&nbsp;<\/p>\n<p>J\u00e1 foi apontado tamb\u00e9m que a baixa carga hor\u00e1ria de F\u00edsica, Qu\u00edmica e Matem\u00e1tica no ensino m\u00e9dio \u00e9 outra quest\u00e3o que precisa ser revista, pois, se o Pa\u00eds pretende atingir um patamar de desenvolvimento superior, suportado por uma tecnologia pr\u00f3pria e de alto n\u00edvel, apenas uma forma\u00e7\u00e3o s\u00f3lida nessas disciplinas garantir\u00e1 a seguran\u00e7a que buscamos no futuro, sen\u00e3o continuaremos fadados a ser apenas exportadores de commodities, e n\u00e3o de produtos manufaturados. Acontece, no entanto, que as a\u00e7\u00f5es para resolver essas quest\u00f5es levar\u00e3o algumas d\u00e9cadas, mesmo que as atitudes corretivas sejam tomadas de imediato.&nbsp;<\/p>\n<p>Apesar de algumas d\u00e9cadas serem um tempo muito curto para uma Na\u00e7\u00e3o, s\u00e3o, no entanto, demasiado longo para a Engenharia nacional, de modo que precisamos de a\u00e7\u00f5es emergenciais, dado o volume de investimentos projetados para os pr\u00f3ximos anos. <\/p>\n<p>Dentre essas a\u00e7\u00f5es, julgamos que um plano de acompanhamento dos estudantes dos primeiros anos das Engenharias seja fundamental. As escolas investem recursos e esfor\u00e7os substanciais para atra\u00ed-los, mas n\u00e3o para mant\u00ea-los. O governo, considerando a dificuldade do momento, pode injetar recursos nas escolas de Engenharia para atualiza\u00e7\u00e3o de laborat\u00f3rios, revis\u00e3o de estruturas curriculares, atualiza\u00e7\u00e3o da base de T, I &amp; C para acelerar o processo de ensino e aprendizagem e garantir uma boa forma\u00e7\u00e3o. Quanto aos professores, devem entender que a Engenharia mudou. Est\u00e1 mais centrada na gest\u00e3o do que no projeto, de modo que a estrutura curricular deve contemplar esta evolu\u00e7\u00e3o sentida pela nossa profiss\u00e3o. <\/p>\n<p><strong>Diretor da Escola Polit\u00e9cnica da USP, \u00e9 coordenador do Conselho Tecnol\u00f3gico do Sindicato dos Engenheiros do Estado de S\u00e3o Paulo.<\/strong><\/p>\n<p><b>Autor: Jos\u00e9 Roberto Cardoso &#8211; O Estado de S.Paulo<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em novembro de 2009 o Estado estampou a mat\u00e9ria Minist\u00e9rio espera dobrar a oferta em 6 a 8 anos, em que o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC) apontava incentivos \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de novos cursos de Engenharia para suprir a necessidade de mais engenheiros. 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