{"id":18570,"date":"2010-07-13T22:49:49","date_gmt":"2010-07-13T22:49:49","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=18570"},"modified":"2010-07-13T15:50:33","modified_gmt":"2010-07-13T15:50:33","slug":"vazamentos-de-petroleo-afetam-a-nigeria-ha-cinco-decadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/07\/13\/vazamentos-de-petroleo-afetam-a-nigeria-ha-cinco-decadas\/","title":{"rendered":"Vazamentos de petr\u00f3leo afetam a Nig\u00e9ria h\u00e1 cinco d\u00e9cadas"},"content":{"rendered":"<p><em>Fauna e flora da regi\u00e3o do Delta do N\u00edger est\u00e3o seriamente afetadas. <br \/>\nCausa do desastre \u00e9 creditada, em parte, \u00e0 regulamenta\u00e7\u00e3o ineficiente.\u00a0<\/p>\n<p><\/em>Grandes vazamentos de petr\u00f3leo n\u00e3o s\u00e3o mais novidade nesta vasta terra tropical. Segundo estimativas, faz 50 anos que o delta do rio N\u00edger, onde a riqueza subterr\u00e2nea \u00e9 desproporcional \u00e0 pobreza da superf\u00edcie, tolera, todo ano, o equivalente ao vazamento do Valdes Exxon. Quase toda semana ocorre vazamento e alguns p\u00e2ntanos est\u00e3o sem vida h\u00e1 muito tempo. <\/p>\n<p>Talvez nenhum lugar do planeta tenha sido t\u00e3o destru\u00eddo pelo petr\u00f3leo, alegam os especialistas, deixando os moradores surpresos com a aten\u00e7\u00e3o incessante dada ao vazamento no Golfo do M\u00e9xico, a meio mundo de dist\u00e2ncia. H\u00e1 algumas semanas, segundo eles, uma tubula\u00e7\u00e3o da Royal Dutch Shell, que estava estourada em um manguezal, foi finalmente fechada depois de dois meses de vazamento: agora, nenhum ser vivo se mexe mais nesse mundo preto e marrom, que j\u00e1 foi uma vez cheio de camar\u00f5es e caranguejos. <\/p>\n<p>N\u00e3o muito longe dali, no afluente Gio Creek, ainda h\u00e1 manchas pretas provenientes de um vazamento que ocorreu em abril, e, logo na divisa do estado, em Akwa Ibom, os pescadores se aborrecem com suas redes manchadas de \u00f3leo, duplamente in\u00fateis em um mar est\u00e9ril, destru\u00eddas por um vazamento de uma tubula\u00e7\u00e3o costeira da Exxon Mobil, que durou semanas. <\/p>\n<p>O \u00f3leo sai de tubula\u00e7\u00f5es enferrujadas e velhas, ignoradas, segundo os analistas, por uma regulamenta\u00e7\u00e3o ineficiente ou conivente, e auxiliadas pela manuten\u00e7\u00e3o prec\u00e1ria e sabotagem. <\/p>\n<p>Apesar dessa mar\u00e9 negra, os protestos s\u00e3o raros \u2013 no m\u00eas passado, os soldados que cuidam da instala\u00e7\u00e3o da Exxon Mobil agrediram as mulheres que estavam protestando no local \u2013, mas h\u00e1 muito ressentimento.\u00a0<\/p>\n<p>Crian\u00e7as nadam no estu\u00e1rio polu\u00eddo, pescadores levam seus pequenos barcos cada vez mais longe \u2013\u201cN\u00e3o conseguimos pescar nada aqui\u201d, lamenta Pius Doron, em cima de seu barco\u2013 e mulheres comerciantes arrastam-se pelos riachos repletos de \u00f3leo. <\/p>\n<p>\u201cTem \u00f3leo da Shell no meu corpo\u201d, reclamou Hannah Baage, ao sair do Gio Creek segurando um fac\u00e3o para cortar a mandioca que equilibrava na sua cabe\u00e7a. <\/p>\n<p>Que o desastre no Golfo do M\u00e9xico assombrou um pa\u00eds e um presidente que muitos admiram \u00e9 motivo de surpresa para o povo daqui, que vive entre estu\u00e1rios margeados por palmeiras em condi\u00e7\u00f5es t\u00e3o miser\u00e1veis como as outras partes da Nig\u00e9ria, segundo a ONU. Embora a regi\u00e3o contribua com quase 80% da receita do governo, eles se beneficiam muito pouco dela. Aqui, a expectativa de vida \u00e9 a mais baixa da Nig\u00e9ria. <\/p>\n<p>\u201cO presidente Obama est\u00e1 preocupado com aquele\u201d, disse Claytus Kanyie, uma autoridade local, sobre o vazamento no golfo, em meio aos manguezais sem vida, na lama de \u00f3leo fora de Bodo. \u201cNingu\u00e9m est\u00e1 preocupado com este. Nossa vida aqu\u00e1tica est\u00e1 morrendo. <\/p>\n<p>Costum\u00e1vamos ter camar\u00e3o. Eles se foram\u201d <\/p>\n<p>Ao longe, a fuma\u00e7a subia do que Kanyie e ativistas ambientais dizem ser uma refinaria ilegal dirigida por ladr\u00f5es de petr\u00f3leo locais e protegida, segundo eles, pelas for\u00e7as de seguran\u00e7a nigerianas. O p\u00e2ntano estava deserto e silencioso, nem p\u00e1ssaros cantavam mais. Segundo Kanyie, antes dos vazamentos, as mulheres de Bodo ganhavam a vida pegando moluscos e crust\u00e1ceos nos manguezais. <\/p>\n<p>Com as novas estimativas de que, diariamente, 2,5 milh\u00f5es de gal\u00f5es de petr\u00f3leo podem estar vazando no Golfo do M\u00e9xico, o delta do N\u00edger de repente se tornou um alerta para os Estados Unidos. <\/p>\n<p>N\u00e3o menos que 546 milh\u00f5es de gal\u00f5es de petr\u00f3leo vazaram no delta do N\u00edger nas \u00faltimas cinco d\u00e9cadas, o equivalente a quase 11 milh\u00f5es de gal\u00f5es por ano, foi o que concluiu uma equipe de especialistas do governo nigeriano e grupos ambientais locais e internacionais em um relat\u00f3rio de 2006. Como compara\u00e7\u00e3o, em 1989, o vazamento do Exxon Valdez despejou cerca de 10.8 milh\u00f5es de gal\u00f5es de petr\u00f3leo nas \u00e1guas do Alasca. <\/p>\n<p>Assim, a popula\u00e7\u00e3o daqui fica incomodada com a aten\u00e7\u00e3o dada ao vazamento no golfo. <br \/>\n\u201cTemos pena deles, mas \u00e9 o que vem acontecendo aqui h\u00e1 50 anos\u201d, explicou Emman Mbong, uma autoridade em Eket. <\/p>\n<p>Aqui, os vazamentos s\u00e3o mais devastadores porque esta regi\u00e3o, \u00famida e ecologicamente sens\u00edvel, fonte de 10% do petr\u00f3leo importado pelos EUA, concentra a maior parte dos manguezais da \u00c1frica e, assim como a costa da Louisiana, alimentou, por gera\u00e7\u00f5es, o interior com sua abund\u00e2ncia de peixes, mariscos, fauna e flora e colheitas. <\/p>\n<p>Ambientalistas locais v\u00eam denunciando a destrui\u00e7\u00e3o h\u00e1 anos, mas nada \u00e9 feito. <\/p>\n<p>\u201cO ambiente est\u00e1 morto\u201d, disse Patrick Naagbanton, do Centro para o Meio Ambiente, Direitos Humanos e Desenvolvimento em Port Harcourt, a principal cidade da regi\u00e3o de explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo. <\/p>\n<p>Embora muita coisa tenha sido destru\u00edda aqui, ainda restam muitas \u00e1reas verdes vibrantes. Os ambientalistas alegam que com uma intensa restaura\u00e7\u00e3o, o Delta do N\u00edger ainda pode voltar a ser como era antes. <\/p>\n<p>S\u00f3 no ano passado, a Nig\u00e9ria produziu mais de 2 milh\u00f5es de barris de petr\u00f3leo por dia, e, em mais de 50 anos, milhares de quil\u00f4metros de oleodutos foram colocados nos p\u00e2ntanos. A Shell, a principal personagem, opera em milhares de quil\u00f4metros quadrados no territ\u00f3rio, segundo a Anistia Internacional. Conhecidas como \u00e1rvores de Natal, as colunas envelhecidas de v\u00e1lvulas de po\u00e7os de petr\u00f3leo aparecem, inacreditavelmente, em clareiras entre as palmeiras. \u00c0s vezes sai \u00f3leo delas, mesmo os po\u00e7os estando desativados. <\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/nigeria_2.jpg\" \/><\/p>\n<p>\u201cO \u00f3leo jorrava para o ar e ia at\u00e9 o c\u00e9u\u201d, lembrou Amstel M. Gbarakpor, presidente da juventude em Kegbara Dere, do vazamento que ocorreu em abril, no Gio Creek. \u201cLevaram tr\u00eas semanas para fechar o po\u00e7o.\u201d <\/p>\n<p>A quantidade de vazamentos causados por ladr\u00f5es de petr\u00f3leo ou sabotagem ligada ao movimento militante ativo no delta do N\u00edger, ou causados pela m\u00e1 conserva\u00e7\u00e3o de antigas tubula\u00e7\u00f5es s\u00e3o motivos de grande disc\u00f3rdia entre as comunidades, ambientalistas e empresas petrol\u00edferas. <\/p>\n<p>Caroline Wittgen, porta-voz da Shell em Lagos, disse: \u201cN\u00f3s n\u00e3o discutimos vazamentos individuais\u201d, mas argumentou que \u201ca grande maioria\u201d foi causada por sabotagem ou roubo, sendo apenas 2% devido \u00e0 falha de equipamentos ou erro humano. <\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o acredito que sejamos irrespons\u00e1veis, mas, sim, operamos em um ambiente singular, onde seguran\u00e7a e desrespeito \u00e0 lei s\u00e3o os principais problemas\u201d, argumentou Wittgen. <\/p>\n<p>As petrol\u00edferas tamb\u00e9m alegam que limpam a maior parte do que \u00e9 perdido. Nigel A. Cookey-Gam, porta-voz da Exxon Mobil em Lagos, disse que o recente vazamento da empresa despejou apenas cerca de 8.400 gal\u00f5es e que \u201ctudo foi praticamente limpo\u201d. <\/p>\n<p>Mas muitos especialistas e autoridades locais afirmam que as empresas atribuem os fatos \u00e0 sabotagem para diminuir sua responsabilidade. Em um relat\u00f3rio de 2008, Richard Steiner, consultor sobre vazamentos de petr\u00f3leo, concluiu que, historicamente, \u201ca taxa de falha de um oleoduto na Nig\u00e9ria \u00e9 muito maior do que as encontradas em qualquer lugar do mundo\u201d, e acrescentou que at\u00e9 mesmo a Shell reconheceu que \u201cquase todo ano\u201d um vazamento pode ser relacionado a uma tubula\u00e7\u00e3o corro\u00edda. <\/p>\n<p>Na praia em Ibeno, os poucos pescadores estavam deprimidos. O petr\u00f3leo est\u00e1 vazando de uma tubula\u00e7\u00e3o da Exxon Mobil h\u00e1 semanas. <\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o encontramos lugar para pescar, tem petr\u00f3leo no mar\u201d, disse Patrick Okoni.<\/p>\n<p><b>Autor: G1<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fauna e flora da regi\u00e3o do Delta do N\u00edger est\u00e3o seriamente afetadas. Causa do desastre \u00e9 creditada, em parte, \u00e0 regulamenta\u00e7\u00e3o ineficiente.\u00a0 Grandes vazamentos de petr\u00f3leo n\u00e3o s\u00e3o mais novidade nesta vasta terra tropical. 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