{"id":18536,"date":"2010-07-08T22:49:22","date_gmt":"2010-07-08T22:49:22","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=18536"},"modified":"2010-07-08T16:06:03","modified_gmt":"2010-07-08T16:06:03","slug":"brasil-tera-equipamento-de-ponta-para-geologia-do-petroleo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/07\/08\/brasil-tera-equipamento-de-ponta-para-geologia-do-petroleo\/","title":{"rendered":"Brasil ter\u00e1 equipamento de ponta para geologia do petr\u00f3leo"},"content":{"rendered":"<p>Microssonda i\u00f4nica de alta resolu\u00e7\u00e3o &#8211; este \u00e9 nome do novo aparelho que equipar\u00e1 o Centro de Pesquisas Geocronol\u00f3gicas (CPGeo) do Instituto de Geoci\u00eancias da Universidade de S\u00e3o Paulo (IGc-USP). <\/p>\n<p>A um custo de US$ 3 milh\u00f5es, o equipamento colocar\u00e1 o Brasil no grupo de nove pa\u00edses que contam com tal aparelho no mundo &#8211; atualmente, existem apenas 14 sondas desse tipo. <\/p>\n<p><strong>Geologia isot\u00f3pica<\/strong> <\/p>\n<p>Fruto de um investimento conjunto entre a FAPESP e a Petrobras, a m\u00e1quina beneficiar\u00e1 v\u00e1rias \u00e1reas da investiga\u00e7\u00e3o geol\u00f3gica. <\/p>\n<p>Ela ser\u00e1 especialmente empregada na geologia isot\u00f3pica, que se utiliza de is\u00f3topos radioativos para fazer data\u00e7\u00f5es de rochas, uma importante ferramenta utilizada na explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo. <\/p>\n<p>&#8220;Ser\u00e1 o principal equipamento da \u00e1rea na Am\u00e9rica Latina&#8221;, disse Colombo Celso Gaeta Tassinari, diretor do IGc-USP. Essa microssonda \u00e9 capaz de fornecer a composi\u00e7\u00e3o isot\u00f3pica de gr\u00e3os retirados de uma rocha sedimentar. A an\u00e1lise \u00e9 feita em um ponto de um gr\u00e3o, da ordem de at\u00e9 cinco micr\u00f4metros (mil\u00e9simos de mil\u00edmetro), mostrando as diferentes fases de crescimento dos cristais que se formaram em \u00e9pocas distintas. <\/p>\n<p>&#8220;Para saber sobre o potencial de se encontrar petr\u00f3leo \u00e9 muito importante determinar quando cada sedimento foi depositado e qual a rocha da qual se originou&#8221;, disse Tassinari. <\/p>\n<p><strong>Rochas sedimentares<\/strong> <\/p>\n<p>As rochas sedimentares s\u00e3o formadas pelo ac\u00famulo dos sedimentos vindos de outras forma\u00e7\u00f5es minerais, chamadas de rochas fonte. Ao longo do tempo, os sedimentos se desprendem dessas rochas, carregados pela \u00e1gua ou pelo vento. <\/p>\n<p>Ao fazer a data\u00e7\u00e3o das amostras, a an\u00e1lise permite inferir a possibilidade de haver petr\u00f3leo em uma regi\u00e3o. &#8220;Existe maior potencial em uma bacia se suas rochas fonte s\u00e3o de uma determinada idade&#8221;, disse Tassinari. <\/p>\n<p>Duas informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o particularmente importantes: a da forma\u00e7\u00e3o das rochas sedimentares e a idade daquelas que lhe deram origem. <\/p>\n<p>Muitas vezes, entre as camadas de rochas sedimentares h\u00e1 n\u00edveis de rochas vulc\u00e2nicas ricas em zirc\u00e3o, um mineral f\u00e1cil de ser datado por meio de um m\u00e9todo chamado de ur\u00e2nio-chumbo. A data\u00e7\u00e3o das camadas vulc\u00e2nicas permite estimar a idade das rochas sedimentares entre elas. As que estiverem abaixo s\u00e3o mais antigas, assim como os sedimentos encontrados acima da fatia vulc\u00e2nica t\u00eam uma forma\u00e7\u00e3o mais recente. <\/p>\n<p>Por ser bastante resistente, o mesmo zirc\u00e3o \u00e9 utilizado em outro par\u00e2metro importante para a pesquisa geol\u00f3gica em petr\u00f3leo: a caracteriza\u00e7\u00e3o das rochas origem. Ao ser separado dos demais sedimentos, o zirc\u00e3o fornece a idade da rocha que cedeu esse mineral \u00e0 bacia sedimentar. <\/p>\n<p>&#8220;Ao caracterizar rochas sedimentares e suas fontes, constru\u00edmos um potencial petrol\u00edfero para aquela bacia&#8221;, disse o professor do IGc, explicando que essas data\u00e7\u00f5es s\u00e3o apenas parte dos par\u00e2metros utilizados na an\u00e1lise. <\/p>\n<p><strong>Hist\u00f3ria t\u00e9rmica<\/strong> <\/p>\n<p>Outro m\u00e9todo que tamb\u00e9m est\u00e1 sendo desenvolvido pelos pesquisadores brasileiros por meio de outros equipamentos \u00e9 o levantamento da hist\u00f3ria t\u00e9rmica da bacia ao longo do tempo geol\u00f3gico. <\/p>\n<p>O objetivo \u00e9 descobrir as temperaturas \u00e0s quais as rochas sedimentares e seu embasamento foram submetidos desde a sua forma\u00e7\u00e3o at\u00e9 os dias de hoje. <\/p>\n<p>Caso uma bacia tenha sido submetida a temperaturas muito elevadas, o petr\u00f3leo ali existente pode ter-se perdido. Portanto, uma bacia deve apresentar uma hist\u00f3ria t\u00e9rmica de baixa temperatura para ter condi\u00e7\u00f5es de armazenar petr\u00f3leo. <\/p>\n<p>Esse perfil t\u00e9rmico \u00e9 levantado por meio de v\u00e1rios m\u00e9todos anal\u00edticos, que os pesquisadores tamb\u00e9m desenvolvem, entre eles: o arg\u00f4nio-arg\u00f4nio, o ur\u00e2nio-t\u00f3rio-h\u00e9lio e o tra\u00e7o de fiss\u00e3o. <\/p>\n<p><strong>Geocronologia<\/strong> <\/p>\n<p>Todas essas pesquisas s\u00e3o desenvolvidas no Instituto de Desenvolvimento de T\u00e9cnicas Anal\u00edticas Inovadoras para Explora\u00e7\u00e3o de Petr\u00f3leo e G\u00e1s (INCT-Petrotec), um dos Institutos Nacionais de Ci\u00eancia e Tecnologia apoiados no Estado de S\u00e3o Paulo pela FAPESP e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq). <\/p>\n<p>Em 2009, no primeiro ano de atividade do INCT, foram aprimorados m\u00e9todos anal\u00edticos importantes como o ur\u00e2nio-chumbo. At\u00e9 ent\u00e3o a an\u00e1lise pontual dos gr\u00e3os por esse m\u00e9todo n\u00e3o era poss\u00edvel: os minerais tinham de ser quimicamente dilu\u00eddos e a solu\u00e7\u00e3o resultante era analisada. &#8220;O m\u00e9todo in situ aumentou a precis\u00e3o e o poder interpretativo dos dados&#8221;, disse Tassinari. <\/p>\n<p>A experi\u00eancia brasileira em geocronologia, por\u00e9m, \u00e9 anterior ao projeto do instituto. Os trabalhos conjuntos que lhe deram origem surgiram em 2004 com a cria\u00e7\u00e3o da rede Geochronos, que uniu laborat\u00f3rios existentes em quatro universidades para trabalhar em rede. <\/p>\n<p>Para realizar as an\u00e1lises, cada um dos centros participantes da rede foi equipado com um espectr\u00f4metro de massa de alta resolu\u00e7\u00e3o com extra\u00e7\u00e3o a laser ICP-MS (sigla em ingl\u00eas para &#8220;espectrometria de massas com fonte de plasma de acoplamento indutivo&#8221;), que custa cerca de R$ 2 milh\u00f5es. <\/p>\n<p>&#8220;Na USP, o ICP-MS foi adquirido com apoio da FAPESP por meio do Projeto Tem\u00e1tico &#039;A Am\u00e9rica do Sul no contexto dos supercontinentes&#039;, coordenado pelo professor Miguel Basei, tamb\u00e9m do IGc-USP&#8221;, contou Tassinari. Com an\u00e1lises pontuais com di\u00e2metros da ordem de 30 m\u00edcrons, o ICP-MS tem ajudado a aprimorar a pesquisa nacional em geocronologia. <\/p>\n<p><strong>Data\u00e7\u00e3o de rochas<\/strong> <\/p>\n<p>Al\u00e9m desses m\u00e9todos, outros come\u00e7am a surgir no Brasil. Entre eles est\u00e3o as t\u00e9cnicas para datar rochas geradoras de petr\u00f3leo e rochas reservat\u00f3rio. Isso porque o \u00f3leo \u00e9 formado em um lugar e fica armazenado em outro. A pesquisa nacional tamb\u00e9m tem conseguido determinar a \u00e9poca em que o petr\u00f3leo migrou de um para outro. <\/p>\n<p>&#8220;Esperamos que esses m\u00e9todos estejam sendo feitos rotineiramente no Brasil at\u00e9 2014, quando est\u00e1 previsto o fim de nosso Projeto Tem\u00e1tico&#8221;, disse Tassinari. O pesquisador ressalta a import\u00e2ncia de n\u00e3o depender de laborat\u00f3rios estrangeiros para isso e de deter importantes tecnologias voltadas ao setor de petr\u00f3leo. <\/p>\n<p>A pesquisa brasileira na \u00e1rea tem contribu\u00eddo na an\u00e1lise de riscos explorat\u00f3rios, o que ajuda a ind\u00fastria petroleira a reduzir incertezas na hora de determinar os locais a serem perfurados. &#8220;A pesquisa brasileira em geologia isot\u00f3pica est\u00e1 entre as melhores do mundo&#8221;, afirmou Tassinari. <\/p>\n<p><b>Autor: Ag\u00eancia Fapesp<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Microssonda i\u00f4nica de alta resolu\u00e7\u00e3o &#8211; este \u00e9 nome do novo aparelho que equipar\u00e1 o Centro de Pesquisas Geocronol\u00f3gicas (CPGeo) do Instituto de Geoci\u00eancias da Universidade de S\u00e3o Paulo (IGc-USP). 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