{"id":18505,"date":"2010-07-06T22:48:57","date_gmt":"2010-07-06T22:48:57","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=18505"},"modified":"2010-07-06T11:31:46","modified_gmt":"2010-07-06T11:31:46","slug":"estudo-propoe-industria-nacional-de-energia-nuclear","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/07\/06\/estudo-propoe-industria-nacional-de-energia-nuclear\/","title":{"rendered":"Estudo prop\u00f5e ind\u00fastria nacional de energia nuclear"},"content":{"rendered":"<p>O Centro de Gest\u00e3o e Estudos Estrat\u00e9gicos (CGEE) e a Comiss\u00e3o Nacional de Energia Nuclear (CNEN) se uniram para identificar as condi\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para implantar no pa\u00eds uma cadeia de suprimento qualificada para a produ\u00e7\u00e3o de energia nuclear. <\/p>\n<p>Essa cadeia deve ser capaz de atender \u00e0s necessidades postas pelo Programa Nuclear Brasileiro (PNB), em sua expans\u00e3o prevista para at\u00e9 2030. <\/p>\n<p>A parceria resultou em um estudo &#8211; encomendado pelo Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia e Tecnologia (MCT) ao CGEE &#8211; que posteriormente possibilitar\u00e1 encontros entre especialistas, representantes governamentais e do setor empresarial com vistas ao levantamento de propostas e recomenda\u00e7\u00f5es que embasem a formula\u00e7\u00e3o de uma pol\u00edtica industrial e tecnol\u00f3gica para o setor. <\/p>\n<p>A cadeia de suprimento para gera\u00e7\u00e3o de eletricidade a partir de usinas nucleares tem prioridade no estudo conduzido pelo CGEE. No entanto, tamb\u00e9m s\u00e3o abordadas as \u00e1reas de sa\u00fade, de produ\u00e7\u00e3o industrial e do agroneg\u00f3cio. <\/p>\n<p><strong>Radiof\u00e1rmacos<\/strong> <\/p>\n<p>Na \u00e1rea de sa\u00fade os radiof\u00e1rmacos e cong\u00eaneres t\u00eam importantes aplica\u00e7\u00f5es em diagn\u00f3sticos e terapias por parte das cl\u00ednicas e hospitais do Brasil. Ampliar sua utiliza\u00e7\u00e3o dever\u00e1 contribuir para a melhoria da qualidade destes servi\u00e7os. <\/p>\n<p>J\u00e1 no agroneg\u00f3cio e na ind\u00fastria, a quest\u00e3o \u00e9 competitividade. <\/p>\n<p>O emprego das tecnologias de irradia\u00e7\u00e3o em alimentos melhora suas condi\u00e7\u00f5es de conserva\u00e7\u00e3o e qualidade, fator determinante para o acesso dos produtos brasileiros a alguns mercados externos. <\/p>\n<p>Aceita\u00e7\u00e3o da energia nuclear <\/p>\n<p>A energia nuclear \u00e9 cada vez mais aceita pela opini\u00e3o p\u00fablica e por grupos ambientalistas. No Brasil, pesquisas de opini\u00e3o p\u00fablica revelam uma aceita\u00e7\u00e3o que varia, em m\u00e9dia, de 60% a 80% da popula\u00e7\u00e3o brasileira. <\/p>\n<p>Entre os motivos que levaram a uma percep\u00e7\u00e3o positiva do setor nos \u00faltimos anos se incluem o aumento da seguran\u00e7a nos procedimentos de produ\u00e7\u00e3o e os fatores ambientais, j\u00e1 que a gera\u00e7\u00e3o de eletricidade com base em energia nuclear n\u00e3o emite gases causadores de efeito estufa. <\/p>\n<p>A op\u00e7\u00e3o por um modelo que n\u00e3o polui a atmosfera \u00e9 uma das vantagens competitivas da energia nuclear. &#8220;Mas a principal vantagem mesmo \u00e9 econ\u00f4mica&#8221;, afirma o presidente da CNEN, Odair Gon\u00e7alves. &#8220;A energia nuclear \u00e9 mais barata que o \u00f3leo, e o valor se equipara ao do carv\u00e3o e do g\u00e1s natural. Al\u00e9m disso, exige pouco espa\u00e7o de armazenamento de combust\u00edvel, j\u00e1 que 10 g de ur\u00e2nio enriquecido produzem a mesma eletricidade que 1.200 kg de carv\u00e3o ou 700 kg de \u00f3leo&#8221;, diz. <\/p>\n<p>&#8220;Num momento de intensas discuss\u00f5es sobre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e aquecimento global, as alternativas tecnol\u00f3gicas de produ\u00e7\u00e3o de energia v\u00eam sendo repensadas pelas sociedades, e os avan\u00e7os na tecnologia nuclear permitiram um olhar diferente sobre este modelo de gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica&#8221;, afirma a assessora do CGEE, Liliane Rank, l\u00edder do estudo. <\/p>\n<p>No come\u00e7o da d\u00e9cada, pesquisas mostravam que menos de 30% dos brasileiros apoiavam ou confiavam na produ\u00e7\u00e3o de energia nuclear. Al\u00e9m das vantagens competitivas de apelo ambiental e econ\u00f4mico, a virada na opini\u00e3o ocorreu a partir de 2003. &#8220;Neste ano, passamos a priorizar a transpar\u00eancia das informa\u00e7\u00f5es sobre o setor&#8221;, explica Gon\u00e7alves, da CNEN. <\/p>\n<p>Em refer\u00eancia \u00e0 quest\u00e3o ambiental, \u00e9 positivo o fato de que as usinas nucleares ocupam terrenos relativamente pequenos quando comparados \u00e0s extensas \u00e1reas inundadas para a instala\u00e7\u00e3o de usinas hidrel\u00e9tricas. <\/p>\n<p><strong>Expans\u00e3o Nuclear <br \/>\n<\/strong><br \/>\nA primeira etapa do estudo liderado por Liliane Rank, conclu\u00edda em novembro de 2009, deu origem a um relat\u00f3rio final, &#8220;Estudo da Cadeia de Suprimento do Programa Nuclear Brasileiro: contextualiza\u00e7\u00e3o e perspectivas do setor de produ\u00e7\u00e3o de energia nuclear no Brasil&#8221;. <\/p>\n<p>De acordo com Liliane, a segunda fase, iniciada no primeiro semestre de 2010, deve especificar e dimensionar a demanda de suprimentos, fundamentada na expans\u00e3o prevista para o setor, al\u00e9m de estabelecer um di\u00e1logo entre oferta e demanda para identificar oportunidades de investimentos que fortale\u00e7am a base industrial do pa\u00eds. <\/p>\n<p>O Plano Nacional de Energia do governo brasileiro trabalha com cinco cen\u00e1rios de pot\u00eancia instalada no pa\u00eds at\u00e9 2030. A energia nuclear, segundo o plano, passaria dos atuais 2,1% de participa\u00e7\u00e3o para 3% no cen\u00e1rio mais modesto para a produ\u00e7\u00e3o de origem nuclear. Ou, no cen\u00e1rio mais favor\u00e1vel, para uma fatia de at\u00e9 5% em 2030. <\/p>\n<p><strong>Novas usinas nucleares no Brasil<\/strong> <\/p>\n<p>Para alcan\u00e7ar esses objetivos, o Brasil construir\u00e1 entre quatro e oito novas usinas nucleares em seu territ\u00f3rio nos pr\u00f3ximos 20 anos. As obras da usina de Angra 3 come\u00e7am em 2010, de acordo com a CNEN. O governo definir\u00e1, ainda este ano, a localiza\u00e7\u00e3o da quarta planta, que dever\u00e1 ser instalada na regi\u00e3o Nordeste, provavelmente no estado de Pernambuco. <\/p>\n<p>&#8220;Por isso o estudo \u00e9 primordial&#8221;, afirma Odair Gon\u00e7alves. &#8220;Precisamos dominar a produ\u00e7\u00e3o de algumas ligas met\u00e1licas. O estudo \u00e9 fundamental principalmente para as \u00e1reas de insumos e infraestrutura&#8221;, diz. Segundo Gon\u00e7alves, a expectativa \u00e9 que a ind\u00fastria nacional domine toda a cadeia de suprimento at\u00e9 2015. <\/p>\n<p>O Brasil ostenta uma situa\u00e7\u00e3o confort\u00e1vel no setor, j\u00e1 que \u00e9 um dos tr\u00eas pa\u00edses que ao mesmo tempo det\u00eam reservas de ur\u00e2nio e dominam o processo de enriquecimento, ao lado de Estados Unidos e R\u00fassia. Al\u00e9m disso, a tecnologia de enriquecimento de ur\u00e2nio \u00e9 conhecida e aplicada comercialmente por apenas sete pa\u00edses: Brasil, EUA, Fran\u00e7a, R\u00fassia, Reino Unido, Alemanha, Jap\u00e3o e Holanda. <\/p>\n<p>Diferentemente de outros pa\u00edses, como Estados Unidos, Fran\u00e7a, R\u00fassia e Reino Unido, o Brasil enriquece ur\u00e2nio com finalidade estritamente pac\u00edfica, como prev\u00ea a Constitui\u00e7\u00e3o do pa\u00eds. Essa posi\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica credenciou o governo brasileiro a participar, nos \u00faltimos meses, da busca de uma solu\u00e7\u00e3o para o impasse entre o Ir\u00e3 e a comunidade internacional sobre o enriquecimento de ur\u00e2nio pelos iranianos. <\/p>\n<p><strong>Recomenda\u00e7\u00f5es para o setor nuclear<\/strong> <\/p>\n<p>O resultado das a\u00e7\u00f5es propostas no estudo conduzido pelo CGEE contribuir\u00e1 para promover a mobiliza\u00e7\u00e3o do complexo industrial nuclear brasileiro, para que ele esteja preparado para fornecer servi\u00e7os, materiais e equipamentos em grau crescente de nacionaliza\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Assim, de acordo com o estudo, o parque industrial do pa\u00eds ter\u00e1 condi\u00e7\u00f5es de atender ao Programa Nuclear Brasileiro (PNB) e de contribuir para o aprimoramento da gest\u00e3o de longo prazo da implanta\u00e7\u00e3o de novas usinas, bem como o delineamento futuro de pol\u00edticas p\u00fablicas de incentivo a este setor. <\/p>\n<p>O documento lista uma s\u00e9rie de sugest\u00f5es que devem ser adotadas pelo setor produtivo, pelo governo e por institui\u00e7\u00f5es brasileiras a partir de 2010: fazer um levantamento da matriz de demanda versus oferta do setor nuclear; promover uma busca na produ\u00e7\u00e3o nacional de enxofre; verificar os montantes dos d\u00e9ficits projetados no tempo, em uma compara\u00e7\u00e3o entre a capacidade de produ\u00e7\u00e3o agregada ao sistema e a expans\u00e3o das usinas em opera\u00e7\u00e3o, para verificar as ordens de servi\u00e7os externas necess\u00e1rias at\u00e9 2030. <\/p>\n<p>Outras recomenda\u00e7\u00f5es incluem identificar e promover a capacita\u00e7\u00e3o de empresas de consultoria na sele\u00e7\u00e3o de locais adequados para implanta\u00e7\u00e3o de centrais nucleares, na prepara\u00e7\u00e3o de relat\u00f3rios de seguran\u00e7a para o licenciamento e na elabora\u00e7\u00e3o de estudos de impacto ambiental para instala\u00e7\u00f5es nucleares. <\/p>\n<p>Uma nova etapa do estudo ter\u00e1 por objetivo se aprofundar em temas como a produ\u00e7\u00e3o de radiof\u00e1rmacos, visando o incremento nas suas aplica\u00e7\u00f5es na \u00e1rea de sa\u00fade, e na fabrica\u00e7\u00e3o de irradiadores nacionais, mapeando a demanda para a purifica\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o de alimentos como frutas, j\u00e1 que alguns pa\u00edses, entre eles Estados Unidos e Jap\u00e3o, exigem biosseguran\u00e7a para os produtos que importam de outras na\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p><b>Autor: CGEE<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Centro de Gest\u00e3o e Estudos Estrat\u00e9gicos (CGEE) e a Comiss\u00e3o Nacional de Energia Nuclear (CNEN) se uniram para identificar as condi\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para implantar no pa\u00eds uma cadeia de suprimento qualificada para a produ\u00e7\u00e3o de energia nuclear. 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