{"id":18493,"date":"2010-07-05T22:48:49","date_gmt":"2010-07-05T22:48:49","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=18493"},"modified":"2010-07-05T14:27:36","modified_gmt":"2010-07-05T14:27:36","slug":"a-guerra-de-sao-paulo-pela-democracia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/07\/05\/a-guerra-de-sao-paulo-pela-democracia\/","title":{"rendered":"A guerra de S\u00e3o Paulo pela democracia"},"content":{"rendered":"<p>Derrota militar, vit\u00f3ria pol\u00edtica. Os paulistas que se levantaram contra a ditadura de Get\u00falio Vargas foram vencidos nos campos de batalha, mas a Revolu\u00e7\u00e3o Constitucionalista de 1932, que custou cerca de mil mortos dos dois lados, depois de 87 dias de combates, imp\u00f4s suas ideias e plantou sementes para a conquista de seu principal objetivo, a democratiza\u00e7\u00e3o do Pa\u00eds. <\/p>\n<p>\n&#8220;Entrego o governo de S\u00e3o Paulo aos revolucion\u00e1rios de 1932&#8221;, declarou o presidente da Rep\u00fablica, em agosto de 1933, ao nomear interventor do Estado o engenheiro Armando de Salles Oliveira, um dos l\u00edderes civis da conspira\u00e7\u00e3o que levantou S\u00e3o Paulo em defesa de uma nova Constitui\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>O conflito se iniciou no dia 9 de julho, quando o coronel Euclides Figueiredo assumiu o comando das opera\u00e7\u00f5es do movimento, sob as ordens do general Isidoro Dias Lopes, um dos chefes da Revolu\u00e7\u00e3o de 1924, na revolta dos paulistas contra o presidente Artur Bernardes. <\/p>\n<p>&#8220;Est\u00e1 vitorioso, em todo o Estado, o movimento revolucion\u00e1rio de car\u00e1ter constitucionalista&#8221;, anunciou a manchete de O Estado de S. Paulo, na manh\u00e3 do dia 10, domingo, iniciando a extensa e entusiasta cobertura que faria at\u00e9 29 de setembro, quando os ex\u00e9rcitos combatentes assinaram um armist\u00edcio. <\/p>\n<p>&#8220;Por que homens s\u00e9rios como os l\u00edderes da Revolu\u00e7\u00e3o embarcaram nessa luta,tendo certeza de que n\u00e3o poderiam vencer?&#8221;, pergunta escritor e historiador Hern\u00e2ni Donato, autor de A Revolu\u00e7\u00e3o de 32, lembrando o empenho de revolucion\u00e1rios como Julio de Mesquita Filho que insistiram na guerra, acreditando ainda numa vit\u00f3ria, quando os chefes militares optaram pela rendi\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>O coronel Euclides Figueiredo tamb\u00e9m achava que havia possibilidade de obter, sen\u00e3o a vit\u00f3ria, ao menos resultados satisfat\u00f3rios pela causa. Responsabilizado pela derrota, pelo fato de n\u00e3o ter avan\u00e7ado logo com as tropas para o Rio, o coronel culpou os pol\u00edticos. Ele n\u00e3o foi adiante, conforme alegou, porque recebeu ordem de aguardar o general Bertholdo Klinger, que viria de Mato Grosso com 6 mil homens. O general desembarcou em S\u00e3o Paulo com meia d\u00fazia de oficiais. <\/p>\n<p>Estudioso do movimento, o advogado Ant\u00f4nio Penteado Mendon\u00e7a, neto de Ant\u00f4nio Mendon\u00e7a e sobrinho-neto dos Mesquita, conspiradores e combatentes de 1932, interpreta a decis\u00e3o radical dos civis como uma imposi\u00e7\u00e3o das circunst\u00e2ncias pol\u00edticas. &#8220;Eles n\u00e3o tinham como vencer, mas tamb\u00e9m n\u00e3o tiveram como n\u00e3o embarcar na Revolu\u00e7\u00e3o, um acidente de percurso na hist\u00f3ria de S\u00e3o Paulo&#8221;, disse Mendon\u00e7a, depois de lembrar como Get\u00falio Vargas tentou esvaziar politicamente o Estado e como tratou de desarmar o aliado que, em 1930, apoiou sua ascens\u00e3o ao poder. <\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o do jornalista Ant\u00f4nio Carlos Pereira, autor de Folha Dobrada, hist\u00f3ria da Revolu\u00e7\u00e3o publicada pelo Estado em 1982, os paulistas acreditaram na vit\u00f3ria pelo menos at\u00e9 a segunda quinzena de julho, quando ainda se esperava que o coronel Figueiredo avan\u00e7asse para o Rio, onde teria a ades\u00e3o de unidades do Ex\u00e9rcito. <\/p>\n<p>&#8220;Boa parte dos l\u00edderes acreditou at\u00e9 quase o final&#8221;, afirma o historiador Jos\u00e9 Alfredo Vidigal Pontes, autor do livro 1932, o Brasil se Revolta (Editora Terceiro Nome, 2004), atribuindo a confian\u00e7a na vit\u00f3ria, sobretudo entre os soldados, \u00e0 propaganda constitucionalista de jornais e r\u00e1dios. A esperan\u00e7a de derrotar as tropas governistas, apesar de evidente despropor\u00e7\u00e3o de for\u00e7as, era t\u00e3o grande que, at\u00e9 o fim, n\u00e3o deixaram de se apresentar volunt\u00e1rios para a luta. Segundo Donato, entre 48 mil e 55 mil homens se inscreveram nos postos de alistamento para combater ao lado de batalh\u00f5es da For\u00e7a P\u00fablica (atual Pol\u00edcia Militar) e de contingentes do Ex\u00e9rcito. <\/p>\n<p>Volunt\u00e1rios. A mobiliza\u00e7\u00e3o foi geral. Formavam-se batalh\u00f5es nas cidades do interior, onde milhares de inscritos se aglomeravam nas esta\u00e7\u00f5es \u00e0 espera de condu\u00e7\u00e3o para a capital. Muita disposi\u00e7\u00e3o, mas faltavam treinamento, armas e muni\u00e7\u00f5es. N\u00e3o havia fuzis para todos, ou eram fuzis velhos e descalibrados. Em 15 de junho, quando os primeiros tiros foram disparados na regi\u00e3o do T\u00fanel, divisa de S\u00e3o Paulo com Minas, os paulistas contavam com 20 mil volunt\u00e1rios, 13 mil soldados da For\u00e7a P\u00fablica e 3.612 homens do Ex\u00e9rcito. At\u00e9 o fim do conflito, teriam sido alistados 60 mil volunt\u00e1rios &#8211; ou 200 mil, segundo alguns historiadores -, mas nunca mais de 40 mil tiveram condi\u00e7\u00f5es de lutar. <\/p>\n<p>Al\u00e9m do desequil\u00edbrio de for\u00e7as, S\u00e3o Paulo enfrentou a contrapropaganda do governo que considerou separatista o movimento pela constitucionaliza\u00e7\u00e3o do Pa\u00eds, uma aspira\u00e7\u00e3o nacional. A ditadura de Vargas divulgou tamb\u00e9m que, sob a dire\u00e7\u00e3o do italiano &#8220;presidente Matarazzo&#8221;, os paulistas iam expulsar os nordestinos de seu territ\u00f3rio. Essa inven\u00e7\u00e3o levou Cear\u00e1, Para\u00edba e Bahia a recrutar volunt\u00e1rios para combater os constitucionalistas. N\u00e3o foi f\u00e1cil desfazer a mentira, porque de fato havia um pequeno grupo radical do Partido Republicano Paulista (PRP) que defendia o separatismo. <\/p>\n<p>Cercado pelas for\u00e7as federais e impedido de comprar armamento no exterior, S\u00e3o Paulo inovou. Engenheiros da Escola Polit\u00e9cnica fabricaram balas, obuseus e &#8211; seu maior feito &#8211; trens blindados. Na retaguarda, mulheres ocupavam na ind\u00fastria as vagas deixadas pelos homens que estavam nas trincheiras e confeccionavam, em casa ou em oficinas de costura, milhares de fardas, ataduras e perneiras para os soldados. Os jornais publicavam apelos para a doa\u00e7\u00e3o de bin\u00f3culos e arrecada\u00e7\u00e3o de ouro para a guerra. <\/p>\n<p>&#8220;As centenas de milhares de brasileiros envolvidos na luta confrontaram-se em 64 combates principais e em outros tantos de menor envergadura&#8221;, escreve Donato. O Governo Provis\u00f3rio, que tinha 24 avi\u00f5es militares para enfrentar a avia\u00e7\u00e3o constitucionalista, de apenas sete aparelhos civis mal adaptados, chegou a mobilizar 350 mil homens e 250 canh\u00f5es. Em 22 de agosto, no c\u00e9u de Cruzeiro, foco do conflito no Vale do Para\u00edba, ocorreu o primeiro combate a\u00e9reo do Pa\u00eds, entre dois avi\u00f5es paulistas e dois federais. &#8220;As infantarias suspenderam o combate para acompanhar o espet\u00e1culo&#8221;, registra Donato. <\/p>\n<p>A for\u00e7a a\u00e9rea governista bombardeou Campinas e outras cidades do interior e do litoral. Num hotel do Guaruj\u00e1, Santos Dumont teria assistido a um bombardeio de Cubat\u00e3o e por isso se teria enforcado, desgostoso com o emprego militar de seu invento. Em 14 de julho, o Estado publicou uma mensagem de Santos Dumont que apoiava os constitucionalistas e fazia um apelo \u00e0 uni\u00e3o nacional. S\u00e3o Paulo lutava sozinho, apesar de ter recebido manifesta\u00e7\u00f5es de solidariedade de simpatizantes de sua causa no Rio Grande do Sul, em Minas, em Mato Grosso e na Amaz\u00f4nia, com movimenta\u00e7\u00e3o militar. Houve ainda protestos de estudantes contra o governo em Salvador, Belo Horizonte e Rio. A esperada ades\u00e3o de ga\u00fachos e mineiros n\u00e3o se concretizou. <\/p>\n<p>Ap\u00f3s a rendi\u00e7\u00e3o paulista, os principais l\u00edderes da Revolu\u00e7\u00e3o de 1932, civis e militares, foram presos e exilados. Entre eles, os irm\u00e3os Julio e Francisco Mesquita, Ant\u00f4nio Mendon\u00e7a, Guilherme de Almeida, Paulo Duarte, general Bertholdo Klinger, general Isidoro Dias Lopes e coronel Euclides Figueiredo. Retornaram um ano depois, quando Get\u00falio decretou a anistia. A convite do novo interventor, depois eleito governador, Armando de Salles Oliveira, seu cunhado, Julio de Mesquita Filho coordenou em 1934 a cria\u00e7\u00e3o da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), antigo sonho seu e de outros revolucion\u00e1rios. <\/p>\n<p>\n&#65279;<\/p>\n<p><b>Autor: O Estado de S.Paulo<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Derrota militar, vit\u00f3ria pol\u00edtica. 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