{"id":18450,"date":"2010-06-25T22:48:15","date_gmt":"2010-06-25T22:48:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=18450"},"modified":"2010-06-25T14:22:50","modified_gmt":"2010-06-25T14:22:50","slug":"terrenos-calcarios-areas-de-risco-geologico-para-a-engenharia-e-para-o-meio-ambiente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/06\/25\/terrenos-calcarios-areas-de-risco-geologico-para-a-engenharia-e-para-o-meio-ambiente\/","title":{"rendered":"Terrenos calc\u00e1rios: \u00e1reas de risco geol\u00f3gico para a engenharia e para o meio ambiente"},"content":{"rendered":"<p>\nEm 1981, na cidade de Mairinque &#8211; SP, v\u00e1rias edifica\u00e7\u00f5es apresentaram trincas e afundamentos de piso. <br \/>\nEm 12 de agosto de 1986, o bairro Lavrinhas, em Cajamar, munic\u00edpio integrante da Regi\u00e3o Metropolitana de S\u00e3o Paulo, foi afetado por fen\u00f4menos de colapso e subsid\u00eancia de grandes propor\u00e7\u00f5es, especialmente impactantes por ocorrerem em plena \u00e1rea urbana. Cerca de 60 dias ap\u00f3s os primeiros sinais, na principal \u00e1rea atingida tr\u00eas casas haviam sido tragadas em uma cratera de cerca de 30 metros de di\u00e2metro e 15 metros de profundidade, enquanto recalques e trincas afetaram dezenas de outros im\u00f3veis at\u00e9 dist\u00e2ncias de 400 metros do local.\u00a0<\/p>\n<p>Em mar\u00e7o de 1988, no munic\u00edpio de Sete Lagoas, Regi\u00e3o Metropolitana de Belo Horizonte, um afundamento de cerca de 20 metros de di\u00e2metro e 5 de profundidade tragou parte da arquibancadas do Est\u00e1dio Municipal, muros e paredes de edifica\u00e7\u00f5es pr\u00f3ximas, sendo que sinais de movimenta\u00e7\u00e3o foram observados em edifica\u00e7\u00f5es situadas em um raio de 40 metros.\u00a0<\/p>\n<p>Em meados de 1992, no munic\u00edpio de Almirante Tamandar\u00e9, Regi\u00e3o Metropolitana de Curitiba, foram observados v\u00e1rios pequenos afundamentos de terreno, trincas de edifica\u00e7\u00f5es, inclina\u00e7\u00f5es de edifica\u00e7\u00f5es, descolamento entre alvenaria e pe\u00e7as estruturais, rebaixamento do n\u00edvel d\u2019\u00e1gua em po\u00e7os, cacimbas e pequenos lagos.\u00a0<\/p>\n<p>A partir de 1992 a empresa Votorantin iniciou a minera\u00e7\u00e3o subterr\u00e2nea de zinco no munic\u00edpio de Vazantes MG o que tem implicado em um intens\u00edssimo bombeamento da \u00e1gua subterr\u00e2nea. Esse procedimento provocou a potencializa\u00e7\u00e3o do dolinamento abrupto na regi\u00e3o, assim como o rebaixamento regional do len\u00e7ol fre\u00e1tico, com evidentes preju\u00edzos para a atividade agr\u00edcola.\u00a0<\/p>\n<p>Em 28 de dezembro de 1999, \u00e0 Rua Simpl\u00edcio Mendes, regi\u00e3o central da cidade de Teresina &#8211; PI, verificou-se grande afundamento com comprometimento total de v\u00e1rias edifica\u00e7\u00f5es. <br \/>\nEm 1999, no munic\u00edpio de Cajamar &#8211; SP, parte das edifica\u00e7\u00f5es da moderna f\u00e1brica da Natura (Cosm\u00e9ticos) sofreu danos estruturais advindos de afundamentos em suas funda\u00e7\u00f5es.\u00a0<\/p>\n<p>Em meados de junho de 2007, no munic\u00edpio de Almirante Tamandar\u00e9, Regi\u00e3o Metropolitana de Curitiba, ocorreu um dos maiores afundamentos de que se tem not\u00edcia na regi\u00e3o, com forma elipsoidal, 50 metros de comprimento, 40 metros de largura e cerca de 30 metros de profundidade.\u00a0<\/p>\n<p>Em 14 de agosto de 2007, tamb\u00e9m no Paran\u00e1, no Bairro de Campininha do Capivari, Munic\u00edpio de Bocaiuva do Sul, um outro colapso com uma cratera de 5 metros de di\u00e2metro e 5 metros de profundidade.\u00a0<\/p>\n<p>Muitos outros eventos similares de afundamentos de terrenos j\u00e1 aconteceram por todo o pa\u00eds, e que, por n\u00e3o terem causado danos maiores, n\u00e3o obtiveram repercuss\u00e3o de m\u00eddia e a devida aten\u00e7\u00e3o de especialistas para sua an\u00e1lise e registro t\u00e9cnicos.\u00a0<\/p>\n<p>Dois fatos em comum em todos esses eventos: foram no passado precedidos de eventos semelhantes em suas regi\u00f5es e todos eles aconteceram em terrenos calc\u00e1rios. <br \/>\nEsse \u00faltimo tra\u00e7o comum expressa ainda uma especificidade: terrenos calc\u00e1rios com fei\u00e7\u00f5es c\u00e1rsticas, ou seja, rochas calc\u00e1rias que apresentam fei\u00e7\u00f5es superficiais (cavernas, lapas, drenagens intermitentes, sumidouros e ressurg\u00eancias, dolinas &#8211; depress\u00f5es de relevo circunscritas, vales secos&#8230;) e subterr\u00e2neas (cavernas, fendas, vazios e canais subterr\u00e2neos intercomunicantes) originadas de processos lentos de dissolu\u00e7\u00e3o qu\u00edmica da rocha calc\u00e1ria.\u00a0<\/p>\n<p>As regi\u00f5es de Cajamar e Mairinque afetadas pelos abatimentos est\u00e3o situadas em rochas calc\u00e1rias do Grupo S\u00e3o Roque, as de Sete Lagoas e Vazantes em calc\u00e1rios do Grupo Bambu\u00ed, as de Almirante Tamandar\u00e9 em calc\u00e1rios do Grupo A\u00e7ungui e as de Teresina, provavelmente em bancos calc\u00e1rios da Bacia Sedimentar do Parna\u00edba (para esse caso em particular, faltam ainda estudos mais conclusivos).\u00a0<\/p>\n<p>As rochas calc\u00e1rias s\u00e3o rochas carbon\u00e1ticas, em que predominam os carbonatos de c\u00e1lcio (CaCO3) e magn\u00e9sio (MgCO3), que as comp\u00f5em em diferentes propor\u00e7\u00f5es, formando ent\u00e3o os calc\u00e1rios calc\u00edferos (mais ricos em carbonato de c\u00e1lcio) e os calc\u00e1rios dolom\u00edticos (mais ricos em carbonato de magn\u00e9sio). As \u00e1guas de chuva (H2O) interagem com o g\u00e1s carb\u00f4nico (CO2) do ar produzindo um \u00e1cido fraco, o \u00e1cido carb\u00f4nico (H2CO3). Essas \u00e1guas assim levemente acidificadas, ao encontrar um maci\u00e7o calc\u00e1rio fraturado, penetram por essas descontinuidades e v\u00e3o lentamente, atrav\u00e9s do tempo geol\u00f3gico, dissolvendo a rocha e produzindo vazios que podem evoluir para grandes fendas, cavernas e canais por onde fluem as \u00e1guas interiores. A maior parte das famosas e belas cavernas brasileiras, com suas estalactites e estalagmites, s\u00e3o fei\u00e7\u00f5es originadas desse fen\u00f4meno de dissolu\u00e7\u00e3o de rochas calc\u00e1rias.\u00a0<\/p>\n<p>O principal fen\u00f4meno c\u00e1rstico de interesse da engenharia \u00e9 o afundamento, brusco ou lento, de terrenos. Esses afundamentos, que podem destruir por completo edifica\u00e7\u00f5es de superf\u00edcie, colocando em risco patrim\u00f4nios e vidas humanas, s\u00e3o decorrentes do colapso de um teto de caverna (que pode estar a dezenas de metros de profundidade) ou da cont\u00ednua migra\u00e7\u00e3o de solo para o interior de fendas ou cavernas subterr\u00e2neas, o que, com o tempo, vai tamb\u00e9m determinar um afundamento em superf\u00edcie. Em boa parte do territ\u00f3rio brasileiro, por decorr\u00eancia de seu clima tropical \u00famido, as rochas calc\u00e1rias c\u00e1rsticas est\u00e3o cobertas por uma camada de solos de espessura variada, os chamados carstes cobertos, o que torna muito comum o abatimento decorrente da migra\u00e7\u00e3o de solo para o interior de fendas e cavernas.\u00a0<\/p>\n<p>Quase sempre a acelera\u00e7\u00e3o de um processo de afundamento de terreno em regi\u00f5es c\u00e1rsticas est\u00e1 associada a algum tipo de interfer\u00eancia humana no len\u00e7ol fre\u00e1tico, especialmente a um seu rebaixamento mais intenso decorrente de uma excessiva explora\u00e7\u00e3o de \u00e1gua subterr\u00e2nea atrav\u00e9s de po\u00e7os profundos.\u00a0<\/p>\n<p>Um outro grande risco advindo da ocupa\u00e7\u00e3o de terrenos c\u00e1rsticos est\u00e1 relacionado \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de grandes reservat\u00f3rios de \u00e1gua (barragens para produ\u00e7\u00e3o de energia ou abastecimento). As \u00e1guas do reservat\u00f3rio podem migrar em grande vaz\u00e3o para os vazios da rocha calc\u00e1ria, n\u00e3o s\u00f3 impedindo o completo enchimento do lago, como provocando varia\u00e7\u00f5es de n\u00edvel, fluxo e press\u00f5es no len\u00e7ol subterr\u00e2neo, o que, de sua parte, coloca em risco a pr\u00f3pria obra da barragem, como tamb\u00e9m outras edifica\u00e7\u00f5es pr\u00f3ximas.\u00a0<\/p>\n<p>Do ponto de vista ambiental, os terrenos c\u00e1rsticos, pela franca e r\u00e1pida drenagem com que podem propiciar a comunica\u00e7\u00e3o entre \u00e1guas superficiais e \u00e1guas subterr\u00e2neas, obrigam um redobrado cuidado para que se evite a contamina\u00e7\u00e3o do len\u00e7ol fre\u00e1tico por poluentes urbanos, industriais ou rurais de superf\u00edcie.\u00a0<\/p>\n<p>Depreende-se que os terrenos calc\u00e1rios, pela possibilidade de apresentar fei\u00e7\u00f5es c\u00e1rsticas, devem ser entendidos como t\u00edpicas \u00e1reas de risco para o meio ambiente e para a ocupa\u00e7\u00e3o humana por obras de engenharia: cidades, barragens, termoel\u00e9tricas, instala\u00e7\u00f5es industriais, estradas, linhas de transmiss\u00e3o, etc., sugerindo, portanto, cuidadosa investiga\u00e7\u00e3o anterior a qualquer decis\u00e3o de engenharia. De tal forma que, detectadas fei\u00e7\u00f5es c\u00e1rsticas, ou o empreendimento humano em quest\u00e3o possa ser deslocado para situa\u00e7\u00f5es geologicamente mais seguras ou, impedido ou desaconselhado esse deslocamento, possa-se adotar as medidas necess\u00e1rias para que acidentes e futuros problemas venham a ser evitados.\u00a0<\/p>\n<p>Uma das medidas que comumente \u00e9 cogitada para o tratamento de terrenos c\u00e1rsticos \u00e9 a inje\u00e7\u00e3o de calda de cimento, com o que se procuraria obturar os vazios subterr\u00e2neos. A experi\u00eancia tem mostrado que essa medida raramente traz algum sucesso, uma vez que os volumes necess\u00e1rios para se conseguir a desejada obtura\u00e7\u00e3o s\u00e3o exageradamente grandes e de quase imposs\u00edvel quantifica\u00e7\u00e3o anterior exata. Um outro aspecto que recomenda muita pondera\u00e7\u00e3o para se decidir pela alternativa de inje\u00e7\u00e3o de calda de cimento \u00e9 a possibilidade de se interferir negativamente no escoamento da \u00e1gua subterr\u00e2nea da regi\u00e3o, implicando em reflexos que podem ser muito problem\u00e1ticos para \u00e1reas pr\u00f3ximas.\u00a0<\/p>\n<p>O melhor objetivo que se pode esperar das inje\u00e7\u00f5es de calda de cimento est\u00e1 na interrup\u00e7\u00e3o do processo de migra\u00e7\u00e3o de solo para o interior de cavidades atrav\u00e9s do selamento dos condutos abertos e conseq\u00fcente interrup\u00e7\u00e3o de fluxos descendentes ou ascendentes de \u00e1gua. Em vazios preenchidos com solo mole, h\u00e1 a alternativa t\u00e9cnica de se estruturar a cavidade com colunas obtidas pela t\u00e9cnica jet-grouting ou t\u00e9cnicas similares.\u00a0<\/p>\n<p>No Brasil s\u00e3o abundantes os terrenos calc\u00e1rios, e nesses terrenos s\u00e3o abundantes as fei\u00e7\u00f5es c\u00e1rsticas. A identifica\u00e7\u00e3o dessas fei\u00e7\u00f5es, pelo levantamento do hist\u00f3rico regional e por exame superficial dos terrenos, \u00e9 um procedimento f\u00e1cil e corriqueiro para a geologia. Como tamb\u00e9m s\u00e3o conhecidas e eficientes as t\u00e9cnicas geol\u00f3gicas diretas (sondagens mec\u00e2nicas) e indiretas (sondagens geof\u00edsicas el\u00e9tricas) para o mapeamento das condi\u00e7\u00f5es subterr\u00e2neas dos maci\u00e7os calc\u00e1rios, identificando a exist\u00eancia ou n\u00e3o de vazios, sua distribui\u00e7\u00e3o, seu comportamento hidrogeol\u00f3gico, etc. No entanto, falta ainda que esses procedimentos sejam definitivamente incorporados como uma provid\u00eancia normal e corriqueira aos estudos preliminares de obras de engenharia, como tamb\u00e9m aos planos de gest\u00e3o urbana de cidades j\u00e1 instaladas sobre esse tipo de terreno.\u00a0<\/p>\n<p>De modo que, nesse \u00faltimo caso, esses planos de gest\u00e3o incorporem, por sua vez, a\u00e7\u00f5es de monitoramento permanente e de cuidados preventivos (por exemplo, a n\u00e3o explora\u00e7\u00e3o da \u00e1gua subterr\u00e2nea, ou ao menos sua explora\u00e7\u00e3o em condi\u00e7\u00f5es controladas e limitadas), assim como planos contingenciais de Defesa Civil e um C\u00f3digo de Obras limitante, por exemplo, da constru\u00e7\u00e3o de edifica\u00e7\u00f5es com mais de dois pavimentos na regi\u00e3o afetada. No aspecto especificamente ambiental, dever\u00e1 ser severamente evitada a instala\u00e7\u00e3o em terrenos c\u00e1rsticos de empreendimentos geradores de riscos de contamina\u00e7\u00e3o da \u00e1gua subterr\u00e2nea, como ind\u00fastrias utilizadoras ou produtoras de produtos qu\u00edmicos perigosos, disposi\u00e7\u00e3o prec\u00e1ria de lixo urbano ou industrial, dep\u00f3sitos de subst\u00e2ncias contaminantes, etc. <\/p>\n<p><em>*\u00c1lvaro Rodrigues dos Santos, ge\u00f3logo,\u00a0 Ex-Diretor de Planejamento e Gest\u00e3o do IPT e Ex-Diretor da Divis\u00e3o de Geologia do IPT,\u00a0 Pesquisador S\u00eanior V pelo IPT,\u00a0 Autor dos livros \u201cGeologia de Engenharia: Conceitos, M\u00e9todo e Pr\u00e1tica\u201d, \u201cA Grande Barreira da Serra do Mar\u201d, \u201cCubat\u00e3o\u201d e \u201cDi\u00e1logos Geol\u00f3gicos\u201d <br \/>\n\u2022 Consultor em Geologia de Engenharia, Geotecnia e Meio Ambiente;\u00a0Criador da t\u00e9cnica Cal-Jet de prote\u00e7\u00e3o de solos contra a eros\u00e3o <\/p>\n<p>Contato: <\/em><a href=\"mailto:santosalvaro@uol.com.br\"><em>santosalvaro@uol.com.br<\/em><\/a><\/p>\n<p><a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.ie.org.br\/site\/noticia.php?id_sessao=5&#038;id_noticia=3858\">Clique aqui<\/a> e veja mais artigos do autor.<\/p>\n<p><b>Autor: *\u00c1lvaro Rodrigues dos Santos<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 1981, na cidade de Mairinque &#8211; SP, v\u00e1rias edifica\u00e7\u00f5es apresentaram trincas e afundamentos de piso. 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