{"id":18322,"date":"2010-06-09T22:46:28","date_gmt":"2010-06-09T22:46:28","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=18322"},"modified":"2010-06-09T15:16:21","modified_gmt":"2010-06-09T15:16:21","slug":"brasil-decide-ate-2011-nova-tecnologia-para-usinas-nucleares","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/06\/09\/brasil-decide-ate-2011-nova-tecnologia-para-usinas-nucleares\/","title":{"rendered":"Brasil decide at\u00e9 2011 nova tecnologia para usinas nucleares"},"content":{"rendered":"<p>O governo brasileiro dever\u00e1 definir at\u00e9 o pr\u00f3ximo ano qual tecnologia usar\u00e1 no seu novo programa de energia nuclear, depois que a parceria com a Alemanha foi encerrada com o in\u00edcio da constru\u00e7\u00e3o de Angra 3. <\/p>\n<p>A disputa promete ativar o apetite internacional para acordos com o Brasil, a exemplo do se viu na quest\u00e3o da concorr\u00eancia para a compra de ca\u00e7as pelo Minist\u00e9rio da Defesa. <\/p>\n<p>A Fran\u00e7a dever\u00e1 estar presente, al\u00e9m de R\u00fassia, Estados Unidos e Alemanha, poss\u00edveis candidatos por dominarem a tecnologia. <\/p>\n<p>&#8220;Angra 2 e 3 era com projeto da Alemanha e agora temos que criar novo programa nuclear, onde tem que especificar a tecnologia e o tipo de nacionaliza\u00e7\u00e3o que voc\u00ea vai querer&#8221;, afirmou o ministro de Minas e Energia, Marcio Zimmermann, em entrevista para jornalistas estrangeiros nesta segunda-feira. <\/p>\n<p>&#8220;Voc\u00ea hoje tem m\u00e1quinas modernas da Toshiba, est\u00e3o montando uma na China que dizem que \u00e9 novidade, vamos ver isso tudo&#8221;, explicou o ministro. <\/p>\n<p>Al\u00e9m da tecnologia, o Brasil dever\u00e1 aumentar suas reservas provadas de ur\u00e2nio para atender as novas usinas, que pelo Plano Decenal divulgado este ano poder\u00e3o ser entre 4 e 8 unidades at\u00e9 2020. At\u00e9 2060, esse n\u00famero pode saltar para 50, disse o ministro. <\/p>\n<p>&#8220;O custo da usina nuclear \u00e9 baixo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s t\u00e9rmicas&#8230; e o Brasil tem a tecnologia do enriquecimento (de ur\u00e2nio) e tem mat\u00e9ria-prima&#8221;, justificou, confirmando declara\u00e7\u00f5es do ex-ministro Edison Lob\u00e3o de que o Brasil poderia construir uma usina nuclear por ano nos pr\u00f3ximos 50 anos. <\/p>\n<p>Segundo o ministro, ser\u00e1 necess\u00e1rio mapear o Brasil para estimar melhor as reservas de ur\u00e2nio, que segundo estimativas do Minist\u00e9rio podem chegar a 800 mil toneladas. Com isso, o pa\u00eds se tornaria a primeira ou segunda maior reserva mundial. <\/p>\n<p>Atualmente, o Brasil \u00e9 o sexto maior em ur\u00e2nio, com reservas provadas de 300 mil toneladas. De acordo com Zimmermann, at\u00e9 hoje as perfura\u00e7\u00f5es para a busca de ur\u00e2nio atingiram o limite de 100 metros de profundidade, o que dever\u00e1 ser aprofundado. <\/p>\n<p>Zimmermann contestou preocupa\u00e7\u00f5es de ordem ambiental sobre o aumento da energia nuclear no pa\u00eds. Apesar de ser considerada limpa, do ponto de vista de emiss\u00e3o de carbono, a usina nuclear preocupa pelos dejetos, como as pastilhas usadas de ur\u00e2nio. <\/p>\n<p>De acordo com o ministro, a armazenagem dos res\u00edduos nucleares tamb\u00e9m ser\u00e1 baseada em tecnologia j\u00e1 conhecida por grandes pot\u00eancias que utilizam essa energia. <\/p>\n<p>&#8220;Vamos usar no Brasil o que tem de mais atual no mundo, com tecnologia de enterrar em n\u00e3o sei quantos metros no solo&#8221;, informou, lembrando que enquanto o Brasil gera 2 mil megawatts de energia nuclear os EUA e a R\u00fassia geram mais de 130 mil megawatts cada um. <\/p>\n<p>Zimmermann justificou a op\u00e7\u00e3o nuclear citando o Plano Decenal energ\u00e9tico brasileiro divulgado este ano pelo governo, no qual a previs\u00e3o \u00e9 de que a necessidade de energia el\u00e9trica no pa\u00eds em 2019 seja de 189 mil megawatts, contra os 112 mil MW instalados at\u00e9 o momento. O plano prev\u00ea ainda que essa necessidade salte para algo em torno de 500 mil MW em 2060, sendo que 10 por cento dever\u00e1 ser de energia nuclear. <\/p>\n<p>&#8220;Foi isso que o ministro (Lob\u00e3o) levou em conta, e n\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil imaginar que o Brasil tenha esse n\u00famero de usinas daqui a 50 anos&#8221;, esclareceu. <\/p>\n<p>Depois de percorrer o Nordeste para identificar lugares adequados para a instala\u00e7\u00e3o das usinas, Zimmermann disse que vai pesquisar o Sudeste e o Sul. <\/p>\n<p>&#8220;Depois defino eletricamente onde \u00e9 o melhor s\u00edtio&#8221;, explicou. <\/p>\n<p>S\u00f3 depois de definido o local o governo brasileiro dever\u00e1 buscar a parceria internacional para as novas usinas, informou o ministro. <\/p>\n<p><strong>MARCO REGULAT\u00d3RIO <br \/>\n<\/strong><br \/>\nZimmermann disse que o Minist\u00e9rio de Minas e Energia ainda est\u00e1 em conversas com o Minist\u00e9rio da Fazenda para definir novos impostos para o setor, e que este ano nada dever\u00e1 ser alterado. <\/p>\n<p>Ele afirmou desconhecer tamb\u00e9m qualquer evolu\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao projeto para a elabora\u00e7\u00e3o de um novo marco regulat\u00f3rio para o setor, que entre outras medidas cria uma ag\u00eancia reguladora para a minera\u00e7\u00e3o. Segundo ele, o projeto foi entregue pelo ex-ministro Lob\u00e3o \u00e0 Casa Civil e &#8220;muito provavelmente&#8221; n\u00e3o ir\u00e1 ser votado este ano &#8220;por conta do pr\u00e9-sal, das elei\u00e7\u00f5es&#8221;, explicou. <\/p>\n<p>O aumento dos impostos, que foi retirado do projeto, tamb\u00e9m deve ficar para o pr\u00f3ximo governo, ressaltou Zimmermann. <\/p>\n<p>&#8220;Esse (aumento de impostos) foi o que menos andou, implica em discuss\u00f5es com o Minist\u00e9rio da Fazenda&#8221;, afirmou, ressaltando que &#8220;qualquer que seja a decis\u00e3o vai respeitar os atuais contratos e atrair investimento externo&#8221;, concluiu. <\/p>\n<p><b>Autor: O Globo<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O governo brasileiro dever\u00e1 definir at\u00e9 o pr\u00f3ximo ano qual tecnologia usar\u00e1 no seu novo programa de energia nuclear, depois que a parceria com a Alemanha foi encerrada com o in\u00edcio da constru\u00e7\u00e3o de Angra 3. 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