{"id":18268,"date":"2010-05-26T22:45:49","date_gmt":"2010-05-26T22:45:49","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=18268"},"modified":"2010-05-26T11:50:27","modified_gmt":"2010-05-26T11:50:27","slug":"veja-as-rupturas-de-ti-que-mudarao-as-empresas-no-futuro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/05\/26\/veja-as-rupturas-de-ti-que-mudarao-as-empresas-no-futuro\/","title":{"rendered":"Veja as rupturas de TI que mudar\u00e3o as empresas no futuro"},"content":{"rendered":"<p><em>Mobilidade, computa\u00e7\u00e3o em nuvem e geolocaliza\u00e7\u00e3o est\u00e3o entre os conceitos que determinar\u00e3o os rumos do mundo <br \/>\n<\/em><br \/>\nH\u00e1 quantos anos a m\u00e1quina de escrever deixou de fazer parte da realidade dos principais escrit\u00f3rios no Brasil? Quantos faxes voc\u00ea enviava h\u00e1 uns dez anos e quantos envia e recebe atualmente? Voc\u00ea se lembra quando a telefonia m\u00f3vel chegou ao Brasil? Na \u00e9poca, conseguia imaginar que aqueles aparelhos de design duvidoso se converteriam em smartphones complexos e conectados \u00e0 internet? Talvez voc\u00ea nem tenha se dado conta que estes epis\u00f3dios influenciaram sua vida, mas eles integram uma s\u00e9rie de (r)evolu\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas que vem mudando a forma como as pessoas trabalham e se relacionam E este processo n\u00e3o para. <\/p>\n<p>\u00c9 claro que nada ocorre da noite para o dia. Mesmo quando um especialista apresenta uma novidade, como foi o caso da internet, os impactos na rotina s\u00e3o sentidos aos poucos &#8211; e as altera\u00e7\u00f5es s\u00e3o mais bem percept\u00edveis quando observadas no todo, ao se olhar para tr\u00e1s. Contudo, quanto mais avan\u00e7amos, mais r\u00e1pida \u00e9 a absor\u00e7\u00e3o de uma determinada tecnologia e as grandes rupturas n\u00e3o demoram mais d\u00e9cadas para acontecer. Vinton Cerf, evangelista do Google, fala, por exemplo, em web interplanet\u00e1ria. <\/p>\n<p>Mas, se por um lado as inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas mudam o dia a dia das pessoas, por outro respondem aos anseios da sociedade e at\u00e9 criam necessidades. Nesta via de m\u00e3o dupla, alguns exemplos dos impactos s\u00e3o muito claros. Compare como se trabalhava h\u00e1 15 anos e hoje. Agora, olhe para o futuro. J\u00e1 se sabe que na empresa do amanh\u00e3 o escrit\u00f3rio f\u00edsico perder\u00e1 sua import\u00e2ncia. A flexibilidade na rotina do trabalho decorre dos avan\u00e7os da tecnologia. &#8220;\u00c9 algo que vir\u00e1. As pessoas estar\u00e3o conectadas e com internet dispon\u00edvel em todo lugar. Com isto, ser\u00e3o criados novos tipos de corpora\u00e7\u00f5es e um novo corporativismo&#8221;, corrobora Michael Cusumano, professor de administra\u00e7\u00e3o e engenharia de sistemas do Massachussets Institute of Technology (MIT) e integrante do grupo de inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica da institui\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>A mobilidade veio para ficar, mas ela est\u00e1 apenas come\u00e7ando. Levantamentos apontam que, at\u00e9 2015, ser\u00e3o 15 bilh\u00f5es de m\u00e1quinas conectadas, podendo ser desde um celular at\u00e9 uma geladeira. A IDC acredita que em 2013 o mundo ter\u00e1 um bilh\u00e3o de dispositivos m\u00f3veis conectados e a internet m\u00f3vel ser\u00e1 usada cada vez mais para compras e acesso a aplica\u00e7\u00f5es corporativas. Tais n\u00fameros evidenciam a for\u00e7a que a mobilidade exercer\u00e1 dentro de alguns anos. Os profissionais da gera\u00e7\u00e3o Y contribuem para esta revolu\u00e7\u00e3o por conta do perfil comportamental, no qual a qualidade de vida se torna crucial, mesmo num mundo altamente competitivo. <\/p>\n<p>Um estudo apresentado em 2008 pela Pew Internet and American Life Projetc revelou que, para 77% dos 1.196 entrevistados, at\u00e9 2020, os dispositivos m\u00f3veis ter\u00e3o mais capacidade de processamento e se tornar\u00e3o a primeira plataforma de acesso \u00e0 internet. Enquanto isso, Tomi Ahonen, especialista em mobilidade reconhecido mundialmente, projeta para daqui a dez anos que, em muitos pa\u00edses, metade da economia transitar\u00e1 em pagamentos efetuados por telefones m\u00f3veis. <\/p>\n<p>O diretor do centro de tecnologia e sociedade da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV) no Rio de Janeiro, Ronaldo Lemos, concorda com essa tend\u00eancia, no entanto \u00e0queles que pregam a morte do escrit\u00f3rio tradicional o especialista aposta em um modelo h\u00edbrido. Ou seja, a empresa como hoje \u00e9 conhecida se tornaria um ponto de encontro, n\u00e3o necessariamente o principal, estando conectada com outros hubs. &#8220;O home office \u00e9 uma realidade, mas n\u00e3o substitui o escrit\u00f3rio f\u00edsico e n\u00e3o substituir\u00e1 nos pr\u00f3ximos dez anos. Acredito no modelo onde as pessoas se re\u00fanem no local f\u00edsico para troca de informa\u00e7\u00f5es e depois seguem em campo.&#8221; <\/p>\n<p>Dentro desse contexto, continuariam cumprindo uma rotina di\u00e1ria nas corpora\u00e7\u00f5es aqueles que possuem fun\u00e7\u00e3o bra\u00e7al e justificam uma ida at\u00e9 a sede. Entrariam em cena rob\u00f4s, automatizando ainda mais as linhas de produ\u00e7\u00e3o. A evolu\u00e7\u00e3o da rob\u00f3tica permitir\u00e1 esta guinada. O jornal China Daily soltou previs\u00e3o, de acordo com o Centro de Gest\u00e3o de Estudos Estrat\u00e9gicos (CGEE), em Bras\u00edlia, que at\u00e9 2018 rob\u00f4s assumir\u00e3o fun\u00e7\u00e3o de cozinheiros nas casas. Isso tem ainda rela\u00e7\u00e3o direta com o envelhecimento da popula\u00e7\u00e3o. H\u00e1 pesquisas que indicam que, at\u00e9 2050, haver\u00e1 mundialmente mais pessoas com idade superior a 60 anos que indiv\u00edduos de 14 anos, elevando a necessidade de automa\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os que exigem muito esfor\u00e7o f\u00edsico. <\/p>\n<p>\u00c9 a tecnologia atendendo \u00e0s necessidades da sociedade. Contudo, para as transforma\u00e7\u00f5es ocorrerem em sua totalidade, quest\u00f5es como mudan\u00e7as na legisla\u00e7\u00e3o trabalhista, que precisar\u00e1 ser mais flex\u00edvel, e regras de aposentaria tamb\u00e9m precisar\u00e3o ser revistas. Afinal, aos 60 anos, um profissional poder\u00e1 estar no auge de sua capacidade intelectual e contribuindo com as empresas. <\/p>\n<p><strong>Novos modelos&nbsp;<\/p>\n<p><\/strong>A mudan\u00e7a no estilo do trabalho ou mesmo na ado\u00e7\u00e3o mais acentuada do home office \u00e9 apenas uma parte de uma s\u00e9rie de paradigmas que poder\u00e3o ser quebrados nos pr\u00f3ximos anos a partir de tecnologias existentes, como a computa\u00e7\u00e3o em nuvem. Cezar Taurion, gerente de novas tecnologias aplicadas da IBM, acredita que cloud deve se tornar algo mais normal j\u00e1 em 2012, al\u00e9m de conceitos que se agregam a ela como software como servi\u00e7o (SaaS, da sigla em ingl\u00eas), causando rupturas na ind\u00fastria de TI, na forma como as corpora\u00e7\u00f5es administram seus dados e tamb\u00e9m na maneira como negociam a compra de softwares. <\/p>\n<p>Isso inclui a tend\u00eancia muito forte &#8211; e sem volta &#8211; de transformar praticamente tudo em servi\u00e7o. O lado cruel \u00e9 que especialistas apontam que diversas companhias, principalmente fornecedores de TI, talvez n\u00e3o sobrevivam a tais mudan\u00e7as, sucumbindo ou sendo adquiridas por players maiores. &#8220;Tudo depende do segmento de atua\u00e7\u00e3o, mas, certamente, a ind\u00fastria de software ser\u00e1 bastante modificada. Jornais, livros, ag\u00eancias de viagem, livrarias, sofrer\u00e3o muitas rupturas nos pr\u00f3ximos quinze anos e isto est\u00e1 se acelerando&#8221;, pontua Cusumano, do MIT. <\/p>\n<p>J\u00e1 Taurion, da IBM, fala sobre essa mudan\u00e7a de modelo numa tentativa de n\u00e3o criar um alarde. Para o executivo haver\u00e1, sim, uma grande mudan\u00e7a de filosofia, inclusive chegando at\u00e9 a parte de estabelecimento de um novo mecanismo para premia\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de vendas. Nada, entretanto, que as companhias n\u00e3o possam se adaptar. &#8220;Leva algum tempo? Sim. At\u00e9 para as empresas que t\u00eam modelo estruturado na forma atual, mas isto n\u00e3o \u00e9 radical. N\u00e3o \u00e9 reinventar algo, mas mudar o modelo de neg\u00f3cio&#8221;, avalia.&nbsp;<\/p>\n<p>Antes, no entanto, Taurion havia confessado que, quando se parte para um modelo de servi\u00e7o, a responsabilidade do fornecedor aumenta, uma vez que o software estar\u00e1 na nuvem do fabricante, que responder\u00e1 por qualquer problema de acesso ou de seguran\u00e7a. Por outro lado, a vida do cliente \u00e9 facilitada, pois ele poder\u00e1 cancelar o servi\u00e7o como faz com uma linha de celular. <\/p>\n<p>O modelo de servi\u00e7os \u00e9 algo que as companhias precisar\u00e3o aprender. &#8220;A solu\u00e7\u00e3o \u00e9 transformar produtos em servi\u00e7os, em assinaturas, como a Apple pensa com o tablet e a Amazon, com o Kindle. Voc\u00ea pode fazer com smartphones tamb\u00e9m&#8221;, sinaliza o professor do MIT. Embora argumente desta maneira, Cusumano enxerga o futuro destas empresas com um pouco de incerteza. &#8220;N\u00e3o temos uma solu\u00e7\u00e3o ainda. O The New York Times anunciou que ir\u00e1 cobrar pelo conte\u00fado online, n\u00e3o se sabe o que vai acontecer. Muitos jornais e companhias de m\u00eddias foram desafiados pelo Google que captou bilh\u00f5es em receita publicit\u00e1ria&#8221;, pontua, trazendo para a discuss\u00e3o a tend\u00eancia de se oferecer as coisas gratuitamente, embora nem tudo e nem sempre seja completamente sem custo. <\/p>\n<p>Reverter a gratuidade para pagamento \u00e9 algo quase improv\u00e1vel em sua totalidade. O professor Lemos, da FGV, lembra que nem todos v\u00e3o querer pagar por um conte\u00fado, j\u00e1 que a internet deixa dispon\u00edvel uma gama de p\u00e1ginas informativas muito grande. &#8220;Voc\u00ea n\u00e3o consegue que todos paguem, mesmo com micropagamentos. Acredito em um modelo \u2018freemium&#8221;, onde parte \u00e9 gratuita e os servi\u00e7os premium s\u00e3o cobrados.&#8221; <\/p>\n<p><strong>Os pilares<\/strong>&nbsp;<\/p>\n<p>Questionado sobre os principais conceitos que trariam rupturas nos pr\u00f3ximos cinco ou dez anos, Cusumano, do MIT, citou quatro pontos: mobilidade (nos pr\u00f3ximos dez anos); banda larga m\u00f3vel (dispon\u00edvel em todo lugar e gratuitamente nas ruas); aplicativos de geolocaliza\u00e7\u00e3o; e servi\u00e7os (como modelo de neg\u00f3cio). &#8220;O SaaS \u00e9 um exemplo de como transformar um produto em servi\u00e7o e ele se tornar\u00e1 muito popular. Hoje, 3% ou 4% das empresas mundialmente t\u00eam aplica\u00e7\u00f5es como servi\u00e7o, mas, em cinco anos, deve chegar a 30%.&#8221; <\/p>\n<p>Entretanto, o cen\u00e1rio no Brasil e tamb\u00e9m em outros pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina diferencia-se um pouco. Ser\u00e1 realidade ao observar as grandes corpora\u00e7\u00f5es, mas, em geral, como argumentou Lemos, da FGV, a regi\u00e3o precisar\u00e1 evoluir muito. &#8220;Ele [Cusumano] tem toda raz\u00e3o quando cita os quatro pontos, por\u00e9m, no Brasil e na AL, nos pr\u00f3ximos dez anos, o avan\u00e7o da inclus\u00e3o digital far\u00e1 a grande diferen\u00e7a&#8221;, ressalta Lemos. &#8220;Cloud e mobilidade pressup\u00f5em infraestrutura de rede instalada e isto passar\u00e1 pela inclus\u00e3o digital.&#8221; <\/p>\n<p>O especialista brasileiro tamb\u00e9m acredita que a realidade dos grandes grupos empresariais seja diferenciada, ainda assim, alerta que, para colocar tudo em cloud computing, tais companhias precisar\u00e3o contar com uma banda larga de qualidade, al\u00e9m de resolver pontos relacionados \u00e0 seguran\u00e7a de dados. E os desafios que o Brasil possui em internet r\u00e1pida s\u00e3o claros. A velocidade provida \u00e9 baixa e a qualidade, dependendo da regi\u00e3o, duvidosa. Na \u00e1rea m\u00f3vel, falta leil\u00e3o de banda e pesquisas para teste com tecnologias mais avan\u00e7adas como Long Term Evolution (LTE). Certamente, a previs\u00e3o do Reino Unido de internet banda larga dispon\u00edvel em qualquer lugar at\u00e9 2015 n\u00e3o ser\u00e1 a mesma para a realidade brasileira. <\/p>\n<p>O diretor de desenvolvimento de tecnologia da Intel para Am\u00e9rica Latina, Reinaldo Afonso, v\u00ea como desafio na computa\u00e7\u00e3o em nuvem o desenvolvimento de um protocolo de troca de informa\u00e7\u00f5es entre as nuvens dos diversos fornecedores que surgirem, levando assim mais liberdade aos clientes. &#8220;Por que n\u00e3o usar o melhor de cada prestador? Isto demora por depender de padroniza\u00e7\u00e3o. No in\u00edcio, haver\u00e1 mais conservadorismo, mas depois muda. Quando a necessidade for identificada, se desenvolve rapidamente.&#8221; <\/p>\n<p>A ideia do executivo \u00e9 que a companhia tenha um CRM na nuvem X, um storage com Y e alguns aplicativos na W &#8211; tudo conversando e trocando informa\u00e7\u00f5es. Existem iniciativas neste sentido como a do Open Cloud Manifesto, que discute ado\u00e7\u00e3o de par\u00e2metros para o conceito. &#8220;Hoje, quando se fala em tecnologia, pensa-se em um servidor e por meio do PC acessa-se \u00e0s informa\u00e7\u00f5es. Em dez anos, ser\u00e1 com cloud e mobilidade. As mudan\u00e7as e rupturas transformam exponencialmente, mas no dia a dia voc\u00ea n\u00e3o v\u00ea&#8221;, divaga Taurion, da IBM. &#8220;Nuvem \u00e9 capacidade computacional em qualquer lugar, voc\u00ea n\u00e3o precisar\u00e1 de uma m\u00e1quina potente, o armazenamento poder\u00e1 estar em cloud. A jun\u00e7\u00e3o mobilidade e nuvem ser\u00e1 o modelo que demonstrar\u00e1 o paradigma computacional.&#8221; <\/p>\n<p>Uma das previs\u00f5es feita por Ahonen, especialista em mobile, para 2020 congrega o discurso de mobilidade e computa\u00e7\u00e3o em nuvem levantado por Taurion. Para Ahonen, os celulares se converter\u00e3o em uma esp\u00e9cie de concierge. Ou seja, o aparelho ter\u00e1 a capacidade de coletar dados &#8220;da nuvem&#8221; e trabalh\u00e1-los de forma a ajudar o dono do aparelho. Para agendar uma reuni\u00e3o, por exemplo, o sistema puxar\u00e1 foto do Facebook, trar\u00e1 o perfil no Linkedin etc. Ele lembra, contudo, que, para isto acontecer, ser\u00e1 necess\u00e1ria banda larga mais r\u00e1pida e de melhor qualidade que a atual 3G. A Pyramid Research acredita que at\u00e9 2015 ser\u00e3o 100 milh\u00f5es de assinantes de 4G com tecnologia LTE. <\/p>\n<p><strong>Surgimento do inesperado<\/strong>&nbsp;<\/p>\n<p>Diante da realidade desenhada pelos especialistas ouvidos por InformationWeek Brasil, chama aten\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m algo alertado pelo diretor do centro de tecnologia e sociedade da FGV. Lemos afirma que, em na\u00e7\u00f5es como o Brasil, onde o avan\u00e7o tecnol\u00f3gico segue etapas diferenciadas dos pa\u00edses ricos, n\u00e3o \u00e9 de surpreender o surgimento de modelos alternativos. <\/p>\n<p>Ele cita como exemplo um grupo de Bel\u00e9m (PA) que utilizou a tecnologia para criar e distribuir m\u00fasica, driblando os percal\u00e7os da ind\u00fastria de entretenimento. Seguindo a mesma linha, ele acredita que as redes sociais, especialmente no Brasil, s\u00e3o pontos de evolu\u00e7\u00e3o e que merecem muita aten\u00e7\u00e3o. &#8220;H\u00e1 empresas de pequeno porte que surgiram dentro do Orkut&#8221;, comenta. &#8220;O uso inovador das redes ter\u00e1 muita import\u00e2ncia e \u00e9 crescente. N\u00e3o se pode ignorar, no Brasil, o poder delas. Tem a caracter\u00edstica da socializa\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m gera modelos inesperados e locais.&#8221; O fen\u00f4meno do Orkut no Pa\u00eds fez com que o Google transferisse o comando da rede social para a subsidi\u00e1ria brasileira. No Twitter, o Brasil s\u00f3 perde para os Estados Unidos e a ado\u00e7\u00e3o do Facebook est\u00e1 em alta. <\/p>\n<p>\u00c9 dif\u00edcil garantir que qualquer proje\u00e7\u00e3o seja concretizada. \u00c9 fato, entretanto, que algumas a\u00e7\u00f5es discutidas na reportagem integram, de certa forma, a realidade. Para Taurion, da IBM, a revolu\u00e7\u00e3o, a ruptura, \u00e9 algo exponencial quando se olha o todo, mas, na rotina, \u00e9 como um tratamento seguindo doses homeop\u00e1ticas. A mobilidade, por exemplo, tem sua bandeira levantada h\u00e1 alguns bons anos e agora se come\u00e7a a construir algo mais concreto e de valor, devendo causar uma revolu\u00e7\u00e3o na troca de informa\u00e7\u00f5es nos pr\u00f3ximos anos. Cloud est\u00e1 acontecendo, mas h\u00e1 muito o que evoluir. Banda larga, nem se fala. O Brasil \u00e9 um pa\u00eds que ainda considera internet r\u00e1pida toda conex\u00e3o acima de 256 Kbps, algo inimagin\u00e1vel nos cen\u00e1rios colocados pelos entrevistados. <\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o aos modelos de neg\u00f3cios, as rupturas est\u00e3o em curso e, passo a passo, as companhias se aventuram com lan\u00e7amentos que pisam em terrenos desconhecidos. O mesmo que ocorreu em civiliza\u00e7\u00f5es anteriores, que sucumbiram \u00e0s coloniza\u00e7\u00f5es, guerras e avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos veremos acontecer no mundo empresarial. Em dez ou quinze anos, ao avaliar o todo, teremos uma no\u00e7\u00e3o mais exata de como todas as previs\u00f5es concretizadas causaram imensas altera\u00e7\u00f5es na forma de ser, pensar e agir. <\/p>\n<p><b>Autor: IT Web<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mobilidade, computa\u00e7\u00e3o em nuvem e geolocaliza\u00e7\u00e3o est\u00e3o entre os conceitos que determinar\u00e3o os rumos do mundo H\u00e1 quantos anos a m\u00e1quina de escrever deixou de fazer parte da realidade dos principais escrit\u00f3rios no Brasil? Quantos faxes voc\u00ea enviava h\u00e1 uns dez anos e quantos envia e recebe atualmente? Voc\u00ea se lembra quando a telefonia m\u00f3vel [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6,40],"tags":[],"class_list":{"0":"post-18268","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-noticias","7":"category-tecnologia"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.7 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Veja as rupturas de TI que mudar\u00e3o as empresas no futuro - Instituto de Engenharia<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/05\/26\/veja-as-rupturas-de-ti-que-mudarao-as-empresas-no-futuro\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Veja as rupturas de TI que mudar\u00e3o as empresas no futuro - Instituto de Engenharia\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Mobilidade, computa\u00e7\u00e3o em nuvem e geolocaliza\u00e7\u00e3o est\u00e3o entre os conceitos que determinar\u00e3o os rumos do mundo H\u00e1 quantos anos a m\u00e1quina de escrever deixou de fazer parte da realidade dos principais escrit\u00f3rios no Brasil? Quantos faxes voc\u00ea enviava h\u00e1 uns dez anos e quantos envia e recebe atualmente? Voc\u00ea se lembra quando a telefonia m\u00f3vel [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/05\/26\/veja-as-rupturas-de-ti-que-mudarao-as-empresas-no-futuro\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Instituto de Engenharia\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2010-05-26T22:45:49+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"TMax Tecnologia\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@iengenharia\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@iengenharia\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"TMax Tecnologia\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"12 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2010\\\/05\\\/26\\\/veja-as-rupturas-de-ti-que-mudarao-as-empresas-no-futuro\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2010\\\/05\\\/26\\\/veja-as-rupturas-de-ti-que-mudarao-as-empresas-no-futuro\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"TMax Tecnologia\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f\"},\"headline\":\"Veja as rupturas de TI que mudar\u00e3o as empresas no futuro\",\"datePublished\":\"2010-05-26T22:45:49+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2010\\\/05\\\/26\\\/veja-as-rupturas-de-ti-que-mudarao-as-empresas-no-futuro\\\/\"},\"wordCount\":2483,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#organization\"},\"articleSection\":[\"Not\u00edcias\",\"Tecnologia\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2010\\\/05\\\/26\\\/veja-as-rupturas-de-ti-que-mudarao-as-empresas-no-futuro\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2010\\\/05\\\/26\\\/veja-as-rupturas-de-ti-que-mudarao-as-empresas-no-futuro\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2010\\\/05\\\/26\\\/veja-as-rupturas-de-ti-que-mudarao-as-empresas-no-futuro\\\/\",\"name\":\"Veja as rupturas de TI que mudar\u00e3o as empresas no futuro - Instituto de Engenharia\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#website\"},\"datePublished\":\"2010-05-26T22:45:49+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2010\\\/05\\\/26\\\/veja-as-rupturas-de-ti-que-mudarao-as-empresas-no-futuro\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2010\\\/05\\\/26\\\/veja-as-rupturas-de-ti-que-mudarao-as-empresas-no-futuro\\\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2010\\\/05\\\/26\\\/veja-as-rupturas-de-ti-que-mudarao-as-empresas-no-futuro\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Veja as rupturas de TI que mudar\u00e3o as empresas no futuro\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/\",\"name\":\"Instituto de Engenharia\",\"description\":\"O Instituto de Engenharia promove a Engenharia em benef\u00edcio do desenvolvimento e da qualidade de vida da sociedade.\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#organization\",\"name\":\"Instituto de Engenharia\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2019\\\/03\\\/logo-novo-IE2018-1.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2019\\\/03\\\/logo-novo-IE2018-1.jpg\",\"width\":1486,\"height\":1879,\"caption\":\"Instituto de Engenharia\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\"},\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/www.facebook.com\\\/institutodeengenharia\",\"https:\\\/\\\/x.com\\\/iengenharia\",\"https:\\\/\\\/www.instagram.com\\\/institutodeengenharia\\\/\",\"https:\\\/\\\/www.linkedin.com\\\/company\\\/instituto-de-engenharia\\\/\",\"https:\\\/\\\/www.youtube.com\\\/channel\\\/UCXiCAlsSMe977vamW915HxA\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f\",\"name\":\"TMax Tecnologia\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"TMax Tecnologia\"},\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/author\\\/tmax\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Veja as rupturas de TI que mudar\u00e3o as empresas no futuro - Instituto de Engenharia","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/05\/26\/veja-as-rupturas-de-ti-que-mudarao-as-empresas-no-futuro\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Veja as rupturas de TI que mudar\u00e3o as empresas no futuro - Instituto de Engenharia","og_description":"Mobilidade, computa\u00e7\u00e3o em nuvem e geolocaliza\u00e7\u00e3o est\u00e3o entre os conceitos que determinar\u00e3o os rumos do mundo H\u00e1 quantos anos a m\u00e1quina de escrever deixou de fazer parte da realidade dos principais escrit\u00f3rios no Brasil? Quantos faxes voc\u00ea enviava h\u00e1 uns dez anos e quantos envia e recebe atualmente? Voc\u00ea se lembra quando a telefonia m\u00f3vel [&hellip;]","og_url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/05\/26\/veja-as-rupturas-de-ti-que-mudarao-as-empresas-no-futuro\/","og_site_name":"Instituto de Engenharia","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia","article_published_time":"2010-05-26T22:45:49+00:00","author":"TMax Tecnologia","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@iengenharia","twitter_site":"@iengenharia","twitter_misc":{"Escrito por":"TMax Tecnologia","Est. tempo de leitura":"12 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/05\/26\/veja-as-rupturas-de-ti-que-mudarao-as-empresas-no-futuro\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/05\/26\/veja-as-rupturas-de-ti-que-mudarao-as-empresas-no-futuro\/"},"author":{"name":"TMax Tecnologia","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f"},"headline":"Veja as rupturas de TI que mudar\u00e3o as empresas no futuro","datePublished":"2010-05-26T22:45:49+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/05\/26\/veja-as-rupturas-de-ti-que-mudarao-as-empresas-no-futuro\/"},"wordCount":2483,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization"},"articleSection":["Not\u00edcias","Tecnologia"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/05\/26\/veja-as-rupturas-de-ti-que-mudarao-as-empresas-no-futuro\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/05\/26\/veja-as-rupturas-de-ti-que-mudarao-as-empresas-no-futuro\/","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/05\/26\/veja-as-rupturas-de-ti-que-mudarao-as-empresas-no-futuro\/","name":"Veja as rupturas de TI que mudar\u00e3o as empresas no futuro - Instituto de Engenharia","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website"},"datePublished":"2010-05-26T22:45:49+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/05\/26\/veja-as-rupturas-de-ti-que-mudarao-as-empresas-no-futuro\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/05\/26\/veja-as-rupturas-de-ti-que-mudarao-as-empresas-no-futuro\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/05\/26\/veja-as-rupturas-de-ti-que-mudarao-as-empresas-no-futuro\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Veja as rupturas de TI que mudar\u00e3o as empresas no futuro"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/","name":"Instituto de Engenharia","description":"O Instituto de Engenharia promove a Engenharia em benef\u00edcio do desenvolvimento e da qualidade de vida da sociedade.","publisher":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization","name":"Instituto de Engenharia","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg","width":1486,"height":1879,"caption":"Instituto de Engenharia"},"image":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia","https:\/\/x.com\/iengenharia","https:\/\/www.instagram.com\/institutodeengenharia\/","https:\/\/www.linkedin.com\/company\/instituto-de-engenharia\/","https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCXiCAlsSMe977vamW915HxA"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f","name":"TMax Tecnologia","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","caption":"TMax Tecnologia"},"url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/author\/tmax\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18268","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18268"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18268\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18268"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18268"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18268"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}