{"id":18089,"date":"2010-04-29T22:43:26","date_gmt":"2010-04-29T22:43:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=18089"},"modified":"2010-04-29T11:23:27","modified_gmt":"2010-04-29T11:23:27","slug":"estaleiro-atlantico-sul-quer-competir-com-coreanos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/04\/29\/estaleiro-atlantico-sul-quer-competir-com-coreanos\/","title":{"rendered":"Estaleiro Atl\u00e2ntico Sul quer competir com coreanos"},"content":{"rendered":"<p>Todas as manh\u00e3s, \u00c2ngelo Bellelis, presidente do estaleiro Atl\u00e2ntico Sul, troca o terno por um macac\u00e3o de oper\u00e1rio. Coloca um capacete, deixa seu escrit\u00f3rio na sede da empresa, instalado no porto pernambucano de Suape, e segue direto para a \u00e1rea industrial, a poucos metros dali. Sua meta \u00e9 ver de perto a constru\u00e7\u00e3o de um navio petroleiro Suezmax, o primeiro do estaleiro. <\/p>\n<p>O movimento de trabalhadores e o barulho das m\u00e1quinas s\u00e3o incessantes. Ainda assim, o executivo faz perguntas aos executivos que vai encontrando pelo caminho. Ouve com especial aten\u00e7\u00e3o o engenheiro naval Reique Abe, o diretor industrial. Aos 66 anos, Abe \u00e9 um dos executivos mais experientes do grupo. Fez carreira no estaleiro Ishibr\u00e1s, no Rio de Janeiro, filial brasileira da japonesa Ishikawagima, \u00edcone do setor nos anos 1970 quando o Brasil chegou a ser o segundo maior fabricante de navios do mundo. \u201cH\u00e1 muito em jogo aqui e nada pode dar errado\u201d, diz Bellelis. \u201cEstamos participando do renascimento e da diversifica\u00e7\u00e3o da industrial naval brasileira &#8211; e criando um novo polo global de produ\u00e7\u00e3o.\u201d <\/p>\n<p><strong>Suape Global<\/strong> <\/p>\n<p>O Atl\u00e2ntico Sul \u00e9 uma das \u00e2ncoras do chamado Suape Global, projeto que pretende instalar no porto pernambucano polos internacionais nos setores naval, de petr\u00f3leo e de g\u00e1s. A proposta \u00e9 arrojada e atrai um grande n\u00famero de fornecedores desses segmentos para v\u00e1rios estados do Nordeste. <\/p>\n<p>Belellis sabe que al\u00e9m das fronteiras brasileiras o jogo \u00e9 pesado para a ind\u00fastria naval &#8211; da\u00ed suas visitas di\u00e1rias \u00e0 \u00e1rea industrial. O estaleiro prepara-se para medir for\u00e7as com os asi\u00e1ticos, especialmente com a ind\u00fastria da Coreia, hoje a maior, melhor e mais bem equipada do mundo nessa \u00e1rea. As estrat\u00e9gias do estaleiro para marcar posi\u00e7\u00e3o no mercado externo d\u00e3o uma dimens\u00e3o do n\u00edvel de moderniza\u00e7\u00e3o que a regi\u00e3o Nordeste, em particular Pernambuco, vive neste momento. <\/p>\n<p>O estaleiro buscou o que havia de melhor no setor. Associou-se \u00e0 Samsung Heavy, um dos mais importantes fabricantes navais da Coreia, que prev\u00ea transfer\u00eancia de tecnologias. Tamb\u00e9m investiu em equipamentos de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o. O Atl\u00e2ntico Sul j\u00e1 opera com o primeiro de seus dois guindastes Golias (o segundo est\u00e1 em fase de implanta\u00e7\u00e3o). Um Golias tem 100 metros de altura, o equivalente ao pr\u00e9dio de 30 andares, e \u00e9 capaz de erguer de uma vez s\u00f3 1.500 toneladas, algo como mil carros da marca Gol. N\u00e3o h\u00e1 outros Golias no continente americano, o que conta pontos a favor do estaleiro brasileiro. Quanto maior a carga que um guindaste consegue erguer, mais partes de um navio \u00e9 capaz de i\u00e7ar ao mesmo tempo e mais r\u00e1pido se conclui a constru\u00e7\u00e3o da embarca\u00e7\u00e3o. Como ocorre em outros setores, a agilidade pode definir o fracasso ou sucesso de um fabricante. <\/p>\n<p><strong>Dekasseguis repatriados<\/strong> <\/p>\n<p>estaleiro tamb\u00e9m se preocupou em disseminar entre os funcion\u00e1rios a cultura da ind\u00fastria naval. Mais de 80% deles s\u00e3o pernambucanos sem viv\u00eancia no setor. Para cobrir essa lacuna, o estaleiro buscou no Jap\u00e3o, outra refer\u00eancia na constru\u00e7\u00e3o naval, 80 dekasseguis que trabalhavam em estaleiros japoneses. A meta \u00e9 repatriar mais 120 brasileiros. Esse grupo foi destacado para supervisionar as equipes e transmitir experi\u00eancias sua viv\u00eancia. <\/p>\n<p>Um desse dekasseguis \u00e9 Hamilton Hitisuo Mike, paulista que trabalhou por 14 anos em estaleiros japoneses. Mike aceitou a proposta do estaleiro brasileiro depois de visit\u00e1-lo. \u201cQuando vim conhecer o estaleiro fiquei impressionado com os equipamentos\u201d, diz Mike. \u201cFalam que o Jap\u00e3o est\u00e1 30 anos \u00e0 frente do Brasil na ind\u00fastria naval, mas encontrei em Pernambuco m\u00e1quinas que os japoneses ainda n\u00e3o t\u00eam. S\u00f3 isso j\u00e1 faz uma enorme diferen\u00e7a nesse mercado.\u201d <\/p>\n<p>Enquanto se posiciona no mercado internacional, o Atl\u00e2ntico Sul cumpre a miss\u00e3o para a qual foi constitu\u00eddo. O estaleiro nasceu 2005, na esteira das descobertas de petr\u00f3leo no Brasil por meio de uma associa\u00e7\u00e3o entre as empreiteiras Camargo Correia, Queiroz Galv\u00e3o e PJMR Empreendimentos. Sua constru\u00e7\u00e3o deu-se quase que em paralelo \u00e0 constru\u00e7\u00e3o do primeiro navio. O que n\u00e3o lhe falta \u00e9 trabalho. Suas encomendas somam 14 embarca\u00e7\u00f5es e o casco de uma plataforma de petr\u00f3leo. Os pedidos fazem parte do Programa de Moderniza\u00e7\u00e3o e Expans\u00e3o da Frota brasileira. Alimentada pelo pr\u00e9-sal, a carteira total de pedidos no Brasil soma quase 50 navios &#8211; \u00e9 hoje a quinta maior do mundo. <\/p>\n<p><b>Autor: \u00daltimo Segundo<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Todas as manh\u00e3s, \u00c2ngelo Bellelis, presidente do estaleiro Atl\u00e2ntico Sul, troca o terno por um macac\u00e3o de oper\u00e1rio. 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