{"id":18085,"date":"2010-04-29T22:43:23","date_gmt":"2010-04-29T22:43:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=18085"},"modified":"2010-04-29T09:13:57","modified_gmt":"2010-04-29T09:13:57","slug":"fisicos-brasileiros-tiram-energia-do-nada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/04\/29\/fisicos-brasileiros-tiram-energia-do-nada\/","title":{"rendered":"F\u00edsicos brasileiros tiram energia do nada"},"content":{"rendered":"<p>A f\u00edsica qu\u00e2ntica deixa muita gente confusa quando afirma que \u00e9 imposs\u00edvel existir o nada absoluto: o espa\u00e7o vazio puro. A constata\u00e7\u00e3o de que o v\u00e1cuo possui uma energia pr\u00f3pria, por\u00e9m, j\u00e1 foi provada experimentalmente, e s\u00f3 n\u00e3o percebemos isso no dia-a-dia porque esse &#8220;conte\u00fado&#8221; do nada \u00e9 muito pequeno. Uma dupla de te\u00f3ricos brasileiros, por\u00e9m, acaba de descobrir um modo de fazer com que a energia do v\u00e1cuo aumente sem controle, num fen\u00f4meno de alta viol\u00eancia. <\/p>\n<p>Essa energia n\u00e3o serviria para iluminar cidades ou mover carros, mas pode ajudar a entender alguns dos pontos mais obscuros da f\u00edsica moderna. <\/p>\n<p>A ideia, descrita em um artigo de Daniel Vanzella e William Lima, do Instituto de F\u00edsica de S\u00e3o Carlos, conquistou espa\u00e7o na revista &#8220;Physical Review Letters&#8221;, uma das mais disputadas da \u00e1rea. No trabalho, a dupla descreve como sacou a energia &#8220;do nada&#8221; usando um ingrediente inusitado: a gravidade, for\u00e7a de atra\u00e7\u00e3o que os f\u00edsicos consideram fraca. <\/p>\n<p>Desdenhar o poder da gravita\u00e7\u00e3o pode parecer piada, mas os f\u00edsicos sabem que ela perde de longe para outras for\u00e7as. O exemplo cl\u00e1ssico usado para ilustrar isso \u00e9 o do \u00edm\u00e3 que ergue uma moeda: o magnetismo do \u00edm\u00e3 vence a gravidade de toda a Terra. Por isso \u00e9 que o trabalho brasileiro chamou tanta aten\u00e7\u00e3o ao misturar o v\u00e1cuo qu\u00e2ntico com a gravidade. <\/p>\n<p>&#8220;S\u00e3o dois conceitos que, se isolados, normalmente n\u00e3o desempenham papel muito dram\u00e1tico nas experi\u00eancias do dia-a-dia, mas descobrimos que, em alguns contextos, um pode ajudar o outro a ficar dominante&#8221;, explicou Vanzella \u00e0 Folha. <\/p>\n<p>O que ele e Lima fizeram foi aplicar as equa\u00e7\u00f5es da energia do v\u00e1cuo a um espa\u00e7o onde a gravidade \u00e9 fort\u00edssima: uma estrela de n\u00eautrons. \u00c9 um tipo de astro extremamente compacto. Se uma estrela com duas vezes a massa do Sol fosse prensada at\u00e9 ficar com um cent\u00e9simo de mil\u00e9simo do tamanho, meros 25 km de di\u00e2metro, ela seria uma estrela de n\u00eautrons. <\/p>\n<p>O que os f\u00edsicos de S\u00e3o Carlos fizeram foi mostrar que a gravidade perto de um objeto desses iria interagir com o v\u00e1cuo de forma t\u00e3o violenta que campos de energia extremamente fracos seriam amplificados exponencialmente. Uma vez com o resultado nas m\u00e3os, por\u00e9m, os f\u00edsicos se perguntaram que tipo de energia contida no v\u00e1cuo poderia sofrer essa explos\u00e3o. <\/p>\n<p>Desse exerc\u00edcio surgiram muitas perguntas e nenhuma resposta, mas um dos questionamentos levou Vanzella e Lima a um caminho promissor. <\/p>\n<p>Os f\u00edsicos verificaram que o eletromagnetismo, o tipo de energia cuja forma mais conhecida \u00e9 a luz, n\u00e3o seria afetado pela gravidade de uma estrela de n\u00eautrons da forma brutal como os f\u00edsicos previam. <\/p>\n<p>Vanzella imaginou se o efeito que ele previu poderia causar essa expans\u00e3o de energia eletromagn\u00e9tica de outra forma, agindo n\u00e3o no contexto de uma \u00fanica estrela de n\u00eautrons, mas no contexto cosmol\u00f3gico. <\/p>\n<p><strong>Energia escura<\/strong> <\/p>\n<p>O maior desafio da cosmologia hoje \u00e9 entender o que \u00e9 a chamada &#8220;energia escura&#8221;, for\u00e7a que faz o Universo se expandir aceleradamente. F\u00edsicos n\u00e3o sabem dizer por que o Big Bang, a explos\u00e3o que deu origem ao cosmo, n\u00e3o est\u00e1 desacelerando, o que seria de esperar -j\u00e1 que a gravidade das gal\u00e1xias as atrai umas \u00e0s outras. J\u00e1 se postulou at\u00e9 a exist\u00eancia de tipos de campo de for\u00e7a desconhecidos para tentar explicar a energia escura, sem sucesso. <\/p>\n<p>&#8220;Se o efeito que n\u00f3s verificamos realmente se manifesta no caso eletromagn\u00e9tico em contexto cosmol\u00f3gico, por\u00e9m, seria uma poss\u00edvel explica\u00e7\u00e3o para a energia escura&#8221;, diz Vanzella. &#8220;Mas isso tamb\u00e9m j\u00e1 \u00e9 muito especulativo da nossa parte, porque ainda estamos no meio das nossas contas.&#8221; <\/p>\n<p>O f\u00edsico diz, por\u00e9m, estar confiante em que, de um jeito ou de outro, a teoria chegar\u00e1 a algum tipo de previs\u00e3o que pode ser colocada sob teste em observa\u00e7\u00f5es astrof\u00edsicas num futuro pr\u00f3ximo. <\/p>\n<p><b>Autor: Folha On Line<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A f\u00edsica qu\u00e2ntica deixa muita gente confusa quando afirma que \u00e9 imposs\u00edvel existir o nada absoluto: o espa\u00e7o vazio puro. 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