{"id":18050,"date":"2010-04-23T22:42:54","date_gmt":"2010-04-23T22:42:54","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=18050"},"modified":"2010-04-23T14:32:29","modified_gmt":"2010-04-23T14:32:29","slug":"desafios-da-cana-sustentavel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/04\/23\/desafios-da-cana-sustentavel\/","title":{"rendered":"Desafios da cana sustent\u00e1vel"},"content":{"rendered":"<p>Como qualquer cultura, a da cana-de-a\u00e7\u00facar tamb\u00e9m apresenta custos ao ambiente que precisam ser avaliados. O consumo de \u00e1gua, o uso de fertilizantes e a participa\u00e7\u00e3o da cultura da cana na din\u00e2mica dos gases de efeito estufa s\u00e3o os principais desafios ambientais a serem enfrentados no cultivo da mat\u00e9ria-prima do etanol, segundo Heitor Cantarella, pesquisador do Instituto Agron\u00f4mico (IAC) e um dos coordenadores do Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN). <\/p>\n<p>Para Cantarella, pesa sobre a cana uma responsabilidade ambiental ainda maior, uma vez que a cultura faz parte da cadeia de um biocombust\u00edvel importante e do qual se espera uma contribui\u00e7\u00e3o para mitigar o efeito estufa no planeta. <\/p>\n<p>Com planta\u00e7\u00f5es concentradas em \u00e1reas com boa distribui\u00e7\u00e3o de chuvas, o cultivo da cana-de-a\u00e7\u00facar na maior parte do Brasil n\u00e3o precisa de irriga\u00e7\u00e3o, segundo apontou Cantarella durante a conven\u00e7\u00e3o latino-americana do projeto Global Sustainable Bioenergy (GSB), realizada em mar\u00e7o na sede da FAPESP. Al\u00e9m disso, a planta necessita de menos \u00e1gua em rela\u00e7\u00e3o a outros vegetais, como soja e caf\u00e9. Trata-se de uma \u00f3tima not\u00edcia, na opini\u00e3o do pesquisador, uma vez que a \u00e1gua tem se tornado um recurso escasso. <\/p>\n<p>Mesmo nas regi\u00f5es em que \u00e9 necess\u00e1ria, como no Brasil central, a irriga\u00e7\u00e3o da cana n\u00e3o precisa ser intensiva. \u201cEm Estados como Goi\u00e1s, por exemplo, \u00e9 necess\u00e1ria a chamada irriga\u00e7\u00e3o de salva\u00e7\u00e3o para provocar a germina\u00e7\u00e3o ou a brota\u00e7\u00e3o da planta\u201d, explicou. <\/p>\n<p>Mesmo assim, esse procedimento se faz necess\u00e1rio somente na \u00e9poca de inverno, o per\u00edodo de seca. No restante do ano, o Estado mostra \u00edndices pluviom\u00e9tricos semelhantes aos de S\u00e3o Paulo. <\/p>\n<p>Por outro lado, a irriga\u00e7\u00e3o constante pode aumentar muito a produtividade. Cantarella apontou uma variedade da planta desenvolvida pelo pesquisador Marcos Guimar\u00e3es de Andrade Landell no IAC, em Ribeir\u00e3o Preto, que alcan\u00e7ou uma produtividade de mais de 300 toneladas por hectare ao ser cultivada sem limite de \u00e1gua ou de nutrientes. <\/p>\n<p>\u201cEsse aumento de produtividade pode reduzir a \u00e1rea plantada e diminuir outros impactos ambientais\u201d, disse o cientista, afirmando ser necess\u00e1rio ponderar sobre o dilema de se utilizar \u00e1gua em locais em que seu suprimento \u00e9 limitado. <\/p>\n<p>O uso de \u00e1gua pelas usinas tamb\u00e9m foi considerado. Cantarella conta que, no Estado de S\u00e3o Paulo, esse consumo vem se reduzindo ao longo dos \u00faltimos 20 anos, caindo de 5,6 metros c\u00fabicos por tonelada de cana processada para o atual 1,8 metro c\u00fabico. Essa redu\u00e7\u00e3o, segundo ele, j\u00e1 \u00e9 um esfor\u00e7o de adequa\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria diante de um cen\u00e1rio de escassez. <\/p>\n<p>Recentemente, a legisla\u00e7\u00e3o estadual imp\u00f4s restri\u00e7\u00f5es quanto ao uso da \u00e1gua que variam de acordo com a regi\u00e3o no Estado. As novas plantas industriais, por exemplo, podem consumir, no m\u00e1ximo 1 metro c\u00fabico de \u00e1gua por tonelada de cana. <\/p>\n<p>Estudos indicam que a ind\u00fastria da cana-de-a\u00e7\u00facar tem se preocupado com a preserva\u00e7\u00e3o das \u00e1guas superficiais e len\u00e7\u00f3is fre\u00e1ticos. Subprodutos contaminantes, como a vinha\u00e7a, n\u00e3o podem ser jogados em rios e s\u00e3o reaproveitados como fertilizantes, que tamb\u00e9m s\u00e3o submetidos a limites de aplica\u00e7\u00e3o a fim de que n\u00e3o haja contamina\u00e7\u00e3o por excesso. <\/p>\n<p>Outra preocupa\u00e7\u00e3o ambiental \u00e9 a contamina\u00e7\u00e3o por f\u00f3sforo e nitrato, causada pelo excesso de fertilizantes. \u201cPor ser extremamente sol\u00favel, o nitrato penetra no subsolo com muita facilidade e o excesso de f\u00f3sforo provoca a eutrofiza\u00e7\u00e3o, que \u00e9 a prolifera\u00e7\u00e3o de algas na \u00e1gua\u201d, explicou Cantarella. Segundo ele, ambos os problemas t\u00eam sido pouco encontrados no Brasil, ao contr\u00e1rio de outros pa\u00edses. <\/p>\n<p>Depend\u00eancia dos fertilizantes <\/p>\n<p>O pesquisador do IAC destaca que os fertilizantes s\u00e3o uma preocupa\u00e7\u00e3o de ordem estrat\u00e9gica para o pa\u00eds. \u201cO Brasil importou, em 2008, 83% do fertilizante consumido nas lavouras. A cultura da cana \u00e9 respons\u00e1vel por cerca de 13% do total utilizado na agricultura no pa\u00eds\u201d, disse. <\/p>\n<p>Segundo Cantarella, essa depend\u00eancia brasileira de insumos estrangeiros \u00e9 uma quest\u00e3o que merece muita aten\u00e7\u00e3o. Citou um epis\u00f3dio de 2007 em que a China elevou o imposto de exporta\u00e7\u00e3o para garantir o seu suprimento de fertilizantes e causou a preocupa\u00e7\u00e3o mundial de que outros produtores de insumos fizessem o mesmo. <\/p>\n<p>Embora n\u00e3o exista nenhum pa\u00eds no mundo autossuficiente na produ\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas principais fertilizantes (nitrog\u00eanio, f\u00f3sforo e pot\u00e1ssio), uma vez que as reservas est\u00e3o espalhadas pelo mundo, o Brasil tem alta depend\u00eancia de todos eles, importando 75% do nitrog\u00eanio, 50% do f\u00f3sforo e 92% do pot\u00e1ssio que utiliza. <\/p>\n<p>No entanto, os biocombust\u00edveis utilizam somente 2,4% dos fertilizantes consumidos em toda a agricultura mundial. No caso da cana-de-a\u00e7\u00facar, a produtividade por quantidade de fertilizante utilizada \u00e9 ainda mais vantajosa. <\/p>\n<p>Cantarella conta que, mesmo apresentando produ\u00e7\u00f5es equivalentes de etanol no ano de 2008, Brasil e Estados Unidos consumiram quantidades muito diferentes de fertilizantes em suas planta\u00e7\u00f5es de cana-de-a\u00e7\u00facar e milho, respectivamente. A lavoura brasileira gastou 910 mil toneladas desses insumos, praticamente um ter\u00e7o dos 2,8 milh\u00f5es de toneladas empregadas na produ\u00e7\u00e3o do milho norte-americano no mesmo per\u00edodo. <\/p>\n<p>Etanol e efeito estufa <\/p>\n<p>A contribui\u00e7\u00e3o da cultura da cana nas emiss\u00f5es de gases de efeito estufa \u00e9 um dos pontos que t\u00eam recebido aten\u00e7\u00e3o em estudos internacionais. Nesse balan\u00e7o ambiental, os fertilizantes nitrogenados t\u00eam um papel importante, pois liberam \u00f3xido nitroso (N2O), considerado 300 vezes mais potente que o carbono na contribui\u00e7\u00e3o para o efeito estufa. Cerca de 1% do fertilizante empregado acaba sendo disperso na atmosfera em forma de g\u00e1s. <\/p>\n<p>No entanto, esse valor \u00e9 um tema controverso e algumas pesquisas chegaram a dados discrepantes. \u201cHouve at\u00e9 um estudo que apontou a propor\u00e7\u00e3o de 4% de g\u00e1s liberado por nitrog\u00eanio aplicado, uma quantidade t\u00e3o alta que amea\u00e7aria as vantagens do etanol como mitigador do efeito estufa\u201d, disse Cantarella, lembrando que o valor foi considerado exagerado por outras avalia\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p>Para melhorar esse aspecto, pesquisas no Brasil procuram desenvolver bact\u00e9rias fixadoras de nitrog\u00eanio. \u201cAinda n\u00e3o sabemos se os microrganismos v\u00e3o substituir parte substancial da aduba\u00e7\u00e3o nitrogenada nem a sua efici\u00eancia, mas \u00e9 um potencial interessante\u201d, disse. <\/p>\n<p>O mais abundante g\u00e1s estufa, o di\u00f3xido de carbono (CO2), tamb\u00e9m est\u00e1 sendo considerado na avalia\u00e7\u00e3o ambiental da cana. H\u00e1 mais carbono na camada superficial do solo do planeta do que na atmosfera. Isso faz com que qualquer atividade de manejo do solo tenha um potencial de libera\u00e7\u00e3o de CO2. <\/p>\n<p>Mais uma vez Cantarella apontou que a cana-de-a\u00e7\u00facar apresenta vantagens nessa quest\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a outras culturas. A estrutura da planta \u00e9 favor\u00e1vel nesse sentido, pois concentra a parte seca e mais rica em carbono na parte inferior e na raiz do vegetal, o que mant\u00e9m o CO2 sob o solo. <\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, como a cana produz grande quantidade de mat\u00e9ria seca, parte desse material retorna ao solo repondo carbono. A colheita da cana crua, sem a queima, eleva ainda mais a devolu\u00e7\u00e3o desse elemento ao solo e pode, inclusive, aumentar o teor de carbono na terra e com isso, eventualmente, mitigar o efeito estufa, segundo o cientista. <\/p>\n<p>Os subprodutos como a vinha\u00e7a e a torta de filtro retornam ao campo como adubos. J\u00e1 a colheita da cana crua vem crescendo gradualmente por for\u00e7a de lei. A legisla\u00e7\u00e3o do Estado de S\u00e3o Paulo prev\u00ea a extin\u00e7\u00e3o da colheita com fogo at\u00e9 2031. Al\u00e9m de manter a palha no campo, a cana crua n\u00e3o libera o CO2 inerente \u00e0 queima. <\/p>\n<p>Outro atestado \u201cverde\u201d da cadeia sucroalcooleira \u00e9 a sua grande capacidade de reciclar nutrientes, segundo lembrou Cantarella. \u201cSe analisarmos as estruturas moleculares dos dois principais produtos da cana, a sacarose e o etanol, veremos que elas cont\u00eam somente carbono, hidrog\u00eanio e oxig\u00eanio, ou seja, boa parte dos minerais contidos nos fertilizantes pode ser reciclada, permanecendo no campo\u201d, disse. <\/p>\n<p><b>Autor: Ag\u00eancia Fapesp<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Como qualquer cultura, a da cana-de-a\u00e7\u00facar tamb\u00e9m apresenta custos ao ambiente que precisam ser avaliados. 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