{"id":18040,"date":"2010-04-23T22:42:45","date_gmt":"2010-04-23T22:42:45","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=18040"},"modified":"2010-04-23T11:52:01","modified_gmt":"2010-04-23T11:52:01","slug":"teoria-de-einstein-derruba-dois-competidores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/04\/23\/teoria-de-einstein-derruba-dois-competidores\/","title":{"rendered":"Teoria de Einstein derruba dois competidores"},"content":{"rendered":"<p>Dois novos estudos independentes puseram a Teoria da Relatividade Geral de Einstein \u00e0 prova como nunca fora feito antes. <\/p>\n<p>Os experimentos, feitos com a ajuda do Telesc\u00f3pio Espacial Chandra, da NASA, que observa o Universo na frequ\u00eancia dos raios X, mostraram, talvez sem muita surpresa, que a teoria de Einstein ainda \u00e9 a melhor ferramenta dispon\u00edvel para entender o Universo. <\/p>\n<p><strong>Teorias alternativas da gravidade<\/strong> <\/p>\n<p>As duas equipes de cientistas usaram extensas observa\u00e7\u00f5es de aglomerados de gal\u00e1xias, os maiores objetos do Universo unidos pela gravidade. <\/p>\n<p>Um dos resultados questiona um modelo da gravidade concorrente com a Relatividade Geral, enfraquecendo os argumentos da hip\u00f3tese conhecida como &#8220;gravidade f(R)&#8221;. <\/p>\n<p>O outro estudo mostra que a teoria de Einstein funciona para uma vasta gama de tempos e dist\u00e2ncias em todo o cosmos. <\/p>\n<p>&#8220;Se a Relatividade Geral \u00e9 o campe\u00e3o dos pesos-pesados, esta outra teoria estava tentando ser o desafiante,&#8221; disse Fabian Schmidt, do Instituto de Tecnologia da Calif\u00f3rnia, que liderou o estudo. &#8220;Nosso trabalho mostra que suas chances de vir a superar o atual campe\u00e3o s\u00e3o muito pequenas.&#8221; <\/p>\n<p><strong>Acelera\u00e7\u00e3o da expans\u00e3o do universo<\/strong> <\/p>\n<p>Nos \u00faltimos anos, os f\u00edsicos t\u00eam voltado sua aten\u00e7\u00e3o para as teorias concorrentes \u00e0 Relatividade Geral em busca de uma poss\u00edvel explica\u00e7\u00e3o para a acelera\u00e7\u00e3o da expans\u00e3o do universo. <\/p>\n<p>Atualmente, a explica\u00e7\u00e3o mais popular para a expans\u00e3o acelerada do Universo \u00e9 a chamada constante cosmol\u00f3gica, que pode ser entendida como a energia que existe no espa\u00e7o vazio. <\/p>\n<p>Esta energia \u00e9 denominada energia escura para enfatizar que ela n\u00e3o pode ser detectada diretamente. <\/p>\n<p><strong>Gravidade f(R)<\/strong> <\/p>\n<p>No teoria f(R), a acelera\u00e7\u00e3o c\u00f3smica n\u00e3o vem de uma forma ex\u00f3tica de energia, mas de uma modifica\u00e7\u00e3o da for\u00e7a gravitacional. A for\u00e7a modificada tamb\u00e9m afeta a taxa na qual pequenos aglomerados de mat\u00e9ria podem crescer ao longo das eras para se tornarem grandes aglomerados de gal\u00e1xias, abrindo a possibilidade de um teste da teoria. <\/p>\n<p>Schmidt e seus colegas usaram as estimativas de massa de 49 aglomerados de gal\u00e1xias no Universo local, a partir de observa\u00e7\u00f5es do Chandra, e compararam-nas com as previs\u00f5es do modelo te\u00f3rico, com estudos de supernovas, da radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica de fundo e da distribui\u00e7\u00e3o em grande escala das gal\u00e1xias. <\/p>\n<p>Eles n\u00e3o encontraram nenhuma evid\u00eancia de que a gravidade seja diferente do previsto pela Relatividade Geral em escalas maiores do que 130 milh\u00f5es de anos-luz. Este limite corresponde a uma melhoria de cem vezes sobre os limites do alcance da for\u00e7a gravitacional modificada que podem ser estabelecidos sem o uso dos dados dos aglomerados gal\u00e1cticos. <\/p>\n<p>&#8220;Esta \u00e9 a mais forte restri\u00e7\u00e3o j\u00e1 feita sobre uma teoria alternativa para a Relatividade Geral nessas grandes escalas de dist\u00e2ncia&#8221;, disse Schmidt. &#8220;Nossos resultados mostram que podemos sondar rigorosamente a gravidade em escalas cosmol\u00f3gicas por meio das observa\u00e7\u00f5es de aglomerados de gal\u00e1xias.&#8221; <\/p>\n<p>A raz\u00e3o para esse ganho dram\u00e1tico em precis\u00e3o \u00e9 a forte atua\u00e7\u00e3o da gravidade sobre os aglomerados gal\u00e1cticos, em contraste com a expans\u00e3o universal de fundo. A t\u00e9cnica tamb\u00e9m promete ser um bom teste de outros cen\u00e1rios modificados da gravidade, como os modelos fundamentados em teorias de v\u00e1rias dimens\u00f5es e na teoria das cordas. <\/p>\n<p><strong>Relatividade Geral em escala c\u00f3smica<\/strong> <\/p>\n<p>O segundo estudo, sem liga\u00e7\u00e3o com o primeiro, tamb\u00e9m refor\u00e7a o poder explicativo da Relatividade Geral ao test\u00e1-la diretamente atrav\u00e9s de dist\u00e2ncias e tempos cosmol\u00f3gicos. <\/p>\n<p>At\u00e9 agora, a Relatividade Geral tinha sido testada somente atrav\u00e9s de experimentos de laborat\u00f3rio para as escalas do Sistema Solar, deixando a porta aberta para a possibilidade de que a Relatividade Geral n\u00e3o funcionasse em escalas muito maiores. <\/p>\n<p>O grupo da Universidade de Stanford comparou as observa\u00e7\u00f5es do Chandra de qu\u00e3o rapidamente os aglomerados de gal\u00e1xias t\u00eam crescido ao longo do tempo, com as previs\u00f5es da Relatividade Geral. <\/p>\n<p>O resultado \u00e9 uma concord\u00e2ncia quase perfeita entre a observa\u00e7\u00e3o e a teoria. <\/p>\n<p>&#8220;A teoria de Einstein teve sucesso de novo, desta vez no c\u00e1lculo de quantos aglomerados maci\u00e7os se formaram pela atra\u00e7\u00e3o gravitacional ao longo dos \u00faltimos cinco bilh\u00f5es de anos,&#8221; disse David Rapetti, que liderou o estudo. &#8220;Os nossos resultados representam o teste de consist\u00eancia da Relatividade Geral mais robusto j\u00e1 realizado em escalas cosmol\u00f3gicas.&#8221; <\/p>\n<p><strong>Aglomerados de gal\u00e1xias<\/strong> <\/p>\n<p>Os aglomerados de gal\u00e1xias s\u00e3o objetos importantes na busca por uma maior compreens\u00e3o do Universo. Como as observa\u00e7\u00f5es da massa dos aglomerados de gal\u00e1xias s\u00e3o diretamente sens\u00edveis \u00e0s propriedades da gravidade, elas fornecem informa\u00e7\u00f5es cruciais. <\/p>\n<p>Outras t\u00e9cnicas, como as observa\u00e7\u00f5es de supernovas ou a distribui\u00e7\u00e3o das gal\u00e1xias ao longo de dist\u00e2ncias c\u00f3smicas, dependem apenas da taxa de expans\u00e3o do universo. <\/p>\n<p>J\u00e1 a t\u00e9cnica utilizada por Rapetti e seus colegas mede tamb\u00e9m a taxa de crescimento da estrutura c\u00f3smica, que \u00e9 dirigida pela gravidade. <\/p>\n<p>&#8220;A acelera\u00e7\u00e3o c\u00f3smica representa um grande desafio para a nossa compreens\u00e3o da f\u00edsica,&#8221; disse Adam Mantz, do Centro Espacial Goddard, da NASA, coautor do estudo. &#8220;As medi\u00e7\u00f5es da acelera\u00e7\u00e3o t\u00eam destacado o qu\u00e3o pouco sabemos sobre a gravidade em escalas c\u00f3smicas, mas agora estamos come\u00e7ando a empurrar a nossa ignor\u00e2ncia para mais longe.&#8221; <\/p>\n<p><b>Autor: Inova\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dois novos estudos independentes puseram a Teoria da Relatividade Geral de Einstein \u00e0 prova como nunca fora feito antes. 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