{"id":17838,"date":"2010-03-25T22:39:53","date_gmt":"2010-03-25T22:39:53","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=17838"},"modified":"2010-03-25T14:47:25","modified_gmt":"2010-03-25T14:47:25","slug":"uso-da-terra-em-questao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/03\/25\/uso-da-terra-em-questao\/","title":{"rendered":"Uso da terra em quest\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>A substitui\u00e7\u00e3o de 25% da gasolina utilizada no planeta por biocombust\u00edveis \u2013 dos quais o mais cotado \u00e9 o etanol de cana-de-a\u00e7\u00facar \u2013 poder\u00e1 se tornar uma realidade, satisfazendo boa parte da demanda energ\u00e9tica no futuro. Mas muita pesquisa ainda \u00e9 necess\u00e1ria para calcular com exatid\u00e3o o impacto desse novo cen\u00e1rio nas mudan\u00e7as de uso da terra e, consequentemente, na economia. <\/p>\n<p>Essas foram algumas das conclus\u00f5es apresentadas nesta quarta-feira (24\/3) por especialistas em bioenergia na Conven\u00e7\u00e3o Latino-Americana do projeto Global Sustainable Bioenergy (GSB), realizada na sede da FAPESP, em S\u00e3o Paulo. <\/p>\n<p>O principal desafio proposto pelo GSB consiste em responder, de forma consistente, se \u00e9 poss\u00edvel substituir 25% do petr\u00f3leo utilizado no setor de transportes por biocombust\u00edveis, sem comprometer a produ\u00e7\u00e3o de alimentos e os habitats naturais. <\/p>\n<p>Para Roldolfo Quintero, professor da Universidade Aut\u00f4noma Metropolitana (M\u00e9xico), um grande n\u00famero de estudos, levando em conta diferentes cen\u00e1rios, indica que \u00e9 poss\u00edvel realizar a substitui\u00e7\u00e3o de 25% de biocombust\u00edveis em todo o mundo. <\/p>\n<p>\u201cAcredito ser mesmo poss\u00edvel atingir essa marca com um esfor\u00e7o cient\u00edfico que aumente a produtividade dos insumos utilizados para fazer o biocombust\u00edvel. \u00c9 necess\u00e1rio, no entanto, que nos afastemos das culturas empregadas na alimenta\u00e7\u00e3o. Entre os biocombust\u00edveis, o etanol \u00e9 a melhor op\u00e7\u00e3o, mas o etanol feito de milho n\u00e3o \u00e9, definitivamente, uma boa resposta para o problema\u201d, disse. <\/p>\n<p>Segundo Quintero, h\u00e1 um consenso geral em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 capacidade dos biocombust\u00edveis para contribuir com a seguran\u00e7a energ\u00e9tica, com a mitiga\u00e7\u00e3o das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e com o desenvolvimento social e rural. <\/p>\n<p>\u201cNa minha opini\u00e3o, o foco deve ser o etanol, que hoje corresponde a 77% da produ\u00e7\u00e3o de biocombust\u00edveis. Essa produ\u00e7\u00e3o \u00e9 liderada pelos Estados Unidos e pelo Brasil, que, juntos, dominam 81% dos biocombust\u00edveis e 91% do etanol. No entanto, precisamos observar que a porcentagem de redu\u00e7\u00e3o de gases de efeito estufa obtida com o etanol de cana-de-a\u00e7\u00facar \u00e9 expressivamente maior do que a obtida com o etanol de milho\u201d, disse. <\/p>\n<p>Os questionamentos relacionados \u00e0s mudan\u00e7as no uso da terra provocadas pelo etanol \u2013 cuja produ\u00e7\u00e3o poderia substituir o uso da terra para agricultura \u2013 s\u00e3o decorrentes unicamente do uso de milho para fabrica\u00e7\u00e3o do biocombust\u00edvel, na opini\u00e3o do mexicano. \u201cS\u00f3 o etanol de milho amea\u00e7a a agricultura e a seguran\u00e7a alimentar\u201d, afirmou. <\/p>\n<p>Segundo ele, os Estados Unidos s\u00e3o os maiores exportadores do mundo de milho, vendendo o produto para mais de 90 pa\u00edses. \u201cEsses pa\u00edses importadores podem sofrer as consequ\u00eancias se a produ\u00e7\u00e3o de etanol de milho tentar suprir a demanda mundial de etanol\u201d, disse. <\/p>\n<p>O M\u00e9xico, segundo Quintero, importa dos Estados Unidos 10 milh\u00f5es de toneladas anuais de milho \u2013 o equivalente a um ter\u00e7o do consumo mexicano do cereal. \u201cEm 2009, os Estados Unidos produziram 10,6 bilh\u00f5es de gal\u00f5es de etanol, o que necessitou de 18 milh\u00f5es de acres de plantio de milho, ou cerca de 21% da \u00e1rea total dedicada \u00e0 cultura\u201d, afirmou. <\/p>\n<p>Quintero acrescentou que o desenvolvimento tecnol\u00f3gico ter\u00e1 um papel crucial no futuro dos biocombust\u00edveis. \u201cA tecnologia tem muito potencial nesse campo. Se a segunda gera\u00e7\u00e3o de biocombust\u00edveis entrar em cena nos pr\u00f3ximos anos, o cen\u00e1rio ser\u00e1 consideravelmente alterado. H\u00e1 grande progresso nesse sentido. O n\u00famero de patentes relacionadas a biocombust\u00edveis cresceu de 147, em 2002, para 1.045 em 2007. J\u00e1 existem mais de 60 plantas piloto para testes com etanol celul\u00f3sico em pa\u00edses como Brasil, Estados Unidos, Canad\u00e1, Espanha, Alemanha, Dinamarca, Su\u00e9cia e Jap\u00e3o\u201d, destacou. <\/p>\n<p><strong>Relev\u00e2ncia da economia<\/strong> <\/p>\n<p>Para Andr\u00e9 Meloni Nassar, diretor-geral do Instituto de Estudos do Com\u00e9rcio e Negocia\u00e7\u00f5es Internacionais (Icone), a utiliza\u00e7\u00e3o de modelos econ\u00f4micos \u00e9 absolutamente necess\u00e1ria para avaliar de forma eficiente as mudan\u00e7as de uso da terra que ser\u00e3o causadas pela futura produ\u00e7\u00e3o em larga escala de biocombust\u00edveis. <\/p>\n<p>\u201cA an\u00e1lise econ\u00f4mica \u00e9 imprescind\u00edvel para a an\u00e1lise da mudan\u00e7a do uso da terra, porque n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel explicar as causas e efeitos dessas mudan\u00e7as sem considerar as altera\u00e7\u00f5es dos pre\u00e7os dos produtos em quest\u00e3o. Por outro lado, \u00e9 preciso dispor de dados locais para alimentar os modelos econom\u00e9tricos. Se usarmos dados gen\u00e9ricos de organiza\u00e7\u00f5es internacionais, teremos um n\u00famero t\u00e3o grande de hip\u00f3teses que dificilmente ser\u00e1 poss\u00edvel estimar as mudan\u00e7as no uso da terra\u201d, afirmou. <\/p>\n<p>Sob coordena\u00e7\u00e3o de Nassar, o Icone desenvolveu um novo modelo econom\u00e9trico que, ao contr\u00e1rio dos utilizados anteriormente, leva em conta a realidade brasileira no que diz respeito \u00e0 modifica\u00e7\u00e3o do uso da terra pelo aumento da demanda de produ\u00e7\u00e3o de etanol. <\/p>\n<p>O modelo demonstrou que o etanol brasileiro reduz as emiss\u00f5es de gases de efeito estufa em 61% \u2013 e n\u00e3o em 26%, como estabeleciam os c\u00e1lculos anteriores \u2013, convencendo a Ag\u00eancia Norte-Americana de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental (EPA, na sigla em ingl\u00eas) a reconsiderar sua avalia\u00e7\u00e3o sobre o etanol de cana-de-a\u00e7\u00facar, classificando o produto brasileiro como \u201cbiocombust\u00edvel avan\u00e7ado\u201d. <\/p>\n<p>A quest\u00e3o dos pre\u00e7os, segundo Nassar, \u00e9 crucial. \u201cNo caso do Brasil, a discuss\u00e3o sobre o impacto do aumento de produ\u00e7\u00e3o de biocombust\u00edveis sobre a disponibilidade de alimentos, em longo prazo, n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o importante como parece, porque mesmo que haja substitui\u00e7\u00e3o do uso da terra h\u00e1 ainda disponibilidade de terras agricult\u00e1veis e a produ\u00e7\u00e3o de alimentos pode ser transferida. O verdadeiro problema nessa quest\u00e3o s\u00e3o os efeitos de curto prazo dessa din\u00e2mica, decorrentes dos pre\u00e7os.\u201d <\/p>\n<p>De acordo com Nassar, para que os modelos sejam bem-sucedidos, \u00e9 preciso combinar a an\u00e1lise econ\u00f4mica a dados geoespaciais. \u201cConstruir um modelo n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o dif\u00edcil \u2013 com uma equipe de quatro pessoas conseguimos fazer em apenas dois anos um modelo bem-sucedido\u201d, disse. <\/p>\n<p>\u201cO mais dif\u00edcil \u00e9 conseguir os dados para explicar os padr\u00f5es de mudan\u00e7as do uso da terra. O principal desafio \u00e9 que n\u00e3o se pode usar dados globais. E fazer isso em n\u00edvel nacional exige grande esfor\u00e7o, com uso de imagens de sat\u00e9lite e informa\u00e7\u00f5es georreferenciadas\u201d, afirmou. <\/p>\n<p><b>Autor: Ag\u00eancia Fapesp<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A substitui\u00e7\u00e3o de 25% da gasolina utilizada no planeta por biocombust\u00edveis \u2013 dos quais o mais cotado \u00e9 o etanol de cana-de-a\u00e7\u00facar \u2013 poder\u00e1 se tornar uma realidade, satisfazendo boa parte da demanda energ\u00e9tica no futuro. Mas muita pesquisa ainda \u00e9 necess\u00e1ria para calcular com exatid\u00e3o o impacto desse novo cen\u00e1rio nas mudan\u00e7as de uso [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[31,6],"tags":[],"class_list":{"0":"post-17838","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-meio-ambiente","7":"category-noticias"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Uso da terra em quest\u00e3o - Instituto de Engenharia<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/03\/25\/uso-da-terra-em-questao\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Uso da terra em quest\u00e3o - Instituto de Engenharia\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"A substitui\u00e7\u00e3o de 25% da gasolina utilizada no planeta por biocombust\u00edveis \u2013 dos quais o mais cotado \u00e9 o etanol de cana-de-a\u00e7\u00facar \u2013 poder\u00e1 se tornar uma realidade, satisfazendo boa parte da demanda energ\u00e9tica no futuro. Mas muita pesquisa ainda \u00e9 necess\u00e1ria para calcular com exatid\u00e3o o impacto desse novo cen\u00e1rio nas mudan\u00e7as de uso [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/03\/25\/uso-da-terra-em-questao\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Instituto de Engenharia\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2010-03-25T22:39:53+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"TMax Tecnologia\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@iengenharia\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@iengenharia\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"TMax Tecnologia\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"5 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/03\/25\/uso-da-terra-em-questao\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/03\/25\/uso-da-terra-em-questao\/\"},\"author\":{\"name\":\"TMax Tecnologia\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f\"},\"headline\":\"Uso da terra em quest\u00e3o\",\"datePublished\":\"2010-03-25T22:39:53+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/03\/25\/uso-da-terra-em-questao\/\"},\"wordCount\":1056,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization\"},\"articleSection\":[\"Meio Ambiente\",\"Not\u00edcias\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/03\/25\/uso-da-terra-em-questao\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/03\/25\/uso-da-terra-em-questao\/\",\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/03\/25\/uso-da-terra-em-questao\/\",\"name\":\"Uso da terra em quest\u00e3o - Instituto de Engenharia\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website\"},\"datePublished\":\"2010-03-25T22:39:53+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/03\/25\/uso-da-terra-em-questao\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/03\/25\/uso-da-terra-em-questao\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/03\/25\/uso-da-terra-em-questao\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Uso da terra em quest\u00e3o\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/\",\"name\":\"Instituto de Engenharia\",\"description\":\"O Instituto de Engenharia promove a Engenharia em benef\u00edcio do desenvolvimento e da qualidade de vida da sociedade.\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization\",\"name\":\"Instituto de Engenharia\",\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg\",\"width\":1486,\"height\":1879,\"caption\":\"Instituto de Engenharia\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/\"},\"sameAs\":[\"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia\",\"https:\/\/x.com\/iengenharia\",\"https:\/\/www.instagram.com\/institutodeengenharia\/\",\"https:\/\/www.linkedin.com\/company\/instituto-de-engenharia\/\",\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCXiCAlsSMe977vamW915HxA\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f\",\"name\":\"TMax Tecnologia\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"TMax Tecnologia\"},\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/author\/tmax\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Uso da terra em quest\u00e3o - Instituto de Engenharia","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/03\/25\/uso-da-terra-em-questao\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Uso da terra em quest\u00e3o - Instituto de Engenharia","og_description":"A substitui\u00e7\u00e3o de 25% da gasolina utilizada no planeta por biocombust\u00edveis \u2013 dos quais o mais cotado \u00e9 o etanol de cana-de-a\u00e7\u00facar \u2013 poder\u00e1 se tornar uma realidade, satisfazendo boa parte da demanda energ\u00e9tica no futuro. Mas muita pesquisa ainda \u00e9 necess\u00e1ria para calcular com exatid\u00e3o o impacto desse novo cen\u00e1rio nas mudan\u00e7as de uso [&hellip;]","og_url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/03\/25\/uso-da-terra-em-questao\/","og_site_name":"Instituto de Engenharia","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia","article_published_time":"2010-03-25T22:39:53+00:00","author":"TMax Tecnologia","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@iengenharia","twitter_site":"@iengenharia","twitter_misc":{"Escrito por":"TMax Tecnologia","Est. tempo de leitura":"5 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/03\/25\/uso-da-terra-em-questao\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/03\/25\/uso-da-terra-em-questao\/"},"author":{"name":"TMax Tecnologia","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f"},"headline":"Uso da terra em quest\u00e3o","datePublished":"2010-03-25T22:39:53+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/03\/25\/uso-da-terra-em-questao\/"},"wordCount":1056,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization"},"articleSection":["Meio Ambiente","Not\u00edcias"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/03\/25\/uso-da-terra-em-questao\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/03\/25\/uso-da-terra-em-questao\/","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/03\/25\/uso-da-terra-em-questao\/","name":"Uso da terra em quest\u00e3o - Instituto de Engenharia","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website"},"datePublished":"2010-03-25T22:39:53+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/03\/25\/uso-da-terra-em-questao\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/03\/25\/uso-da-terra-em-questao\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/03\/25\/uso-da-terra-em-questao\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Uso da terra em quest\u00e3o"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/","name":"Instituto de Engenharia","description":"O Instituto de Engenharia promove a Engenharia em benef\u00edcio do desenvolvimento e da qualidade de vida da sociedade.","publisher":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization","name":"Instituto de Engenharia","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg","width":1486,"height":1879,"caption":"Instituto de Engenharia"},"image":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia","https:\/\/x.com\/iengenharia","https:\/\/www.instagram.com\/institutodeengenharia\/","https:\/\/www.linkedin.com\/company\/instituto-de-engenharia\/","https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCXiCAlsSMe977vamW915HxA"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f","name":"TMax Tecnologia","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","caption":"TMax Tecnologia"},"url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/author\/tmax\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17838","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17838"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17838\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17838"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17838"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17838"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}