{"id":17715,"date":"2010-03-15T22:38:13","date_gmt":"2010-03-15T22:38:13","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=17715"},"modified":"2010-03-15T13:12:10","modified_gmt":"2010-03-15T13:12:10","slug":"para-a-ford-o-brasil-era-o-pais-do-futuro-agora-e-o-pais-do-presente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/03\/15\/para-a-ford-o-brasil-era-o-pais-do-futuro-agora-e-o-pais-do-presente\/","title":{"rendered":"Para a Ford, o Brasil era o pa\u00eds do futuro; agora \u00e9 o pa\u00eds do presente"},"content":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s duas d\u00e9cadas na Toyota, onde era considerado um guru do marketing, Jim Farley foi para a Ford no fim de 2007, convidado por Alan Mulally. Aos 47 anos, ele responde agora pela \u00e1rea global de marketing da empresa e tamb\u00e9m pelas unidades do Canad\u00e1, M\u00e9xico e Am\u00e9rica do Sul. Em entrevista, diz que a matriz antes via o Brasil como o pa\u00eds do futuro. &#8220;Agora, dizemos que o Brasil \u00e9 o pa\u00eds do presente.&#8221; A seguir, os principais trechos da entrevista. <\/p>\n<p>\nComo a Ford escapou do terremoto que abala outras montadoras nos EUA? <\/p>\n<p>Fomos favorecidos por termos garantido um empr\u00e9stimo de US$ 23 bilh\u00f5es antes que os mercados de cr\u00e9dito come\u00e7assem a se comportar de maneira diferente. Isso ajudou a garantir um fluxo constante de investimentos em produtos, mesmo com a economia come\u00e7ando a enfraquecer. O mais importante, por\u00e9m, \u00e9 que j\u00e1 t\u00ednhamos um plano &#8211; que chamamos de One Ford (Uma Ford). Fizemos uma reestrutura\u00e7\u00e3o agressiva para operar lucrativamente. Nos adequamos \u00e0 atual demanda e mudan\u00e7a da prefer\u00eancia do consumidor. Aceleramos o desenvolvimento de produtos que os clientes realmente querem e valorizam, com valor agregado e alta qualidade. Priorizamos a efici\u00eancia e economia de combust\u00edvel, seguran\u00e7a e tecnologias inteligentes. Financiamos nosso plano e melhoramos os resultados da Ford. Aproveitamos os recursos globais da Ford, tais como nossas plataformas de produtos mundiais. Ter esse plano, e ter aderido a ele, fez toda a diferen\u00e7a. Finalmente, estamos num caminho para crescimento lucrativo. <\/p>\n<p>Em fevereiro, a Ford foi l\u00edder em vendas nos EUA. \u00c9 uma posi\u00e7\u00e3o que ser\u00e1 mantida? <\/p>\n<p>N\u00e3o estamos preocupados com listas. Estamos trabalhando por um crescimento rent\u00e1vel. Se isso ocorrer e vier a nos colocar como l\u00edder em termos de tamanho, tanto melhor. <\/p>\n<p>Como o sr. v\u00ea a filial brasileira? <\/p>\n<p>Dentro da Ford, costum\u00e1vamos dizer que o Brasil era o pa\u00eds do futuro. Agora, dizemos que o Brasil \u00e9 o pa\u00eds do presente. N\u00e3o \u00e9 apenas um mercado em crescimento, mas aqui os clientes querem o mesmo produto com o mesmo desempenho daqueles vendidos em outras \u00e1reas do mundo. Isso gera ainda mais um case de neg\u00f3cios para nossos produtos globais, como voc\u00ea j\u00e1 viu com o Focus, Fiesta e o Edge. Al\u00e9m disso, a Ford Brasil ajuda a refor\u00e7ar nossos planos de plataformas globais. Por exemplo, recentemente anunciamos que os motores 1.6 fabricados no Brasil equipar\u00e3o o novo Fiesta na Am\u00e9rica do Norte. <\/p>\n<p>No Brasil, a Ford n\u00e3o consegue sair do quarto lugar no ranking de vendas. O sr. espera alguma mudan\u00e7a nessa posi\u00e7\u00e3o? <\/p>\n<p>Mais uma vez, digo que n\u00e3o estamos interessados em saber qu\u00e3o grande somos. Estamos focados em como somos rent\u00e1veis. Esta \u00e9 uma grande mudan\u00e7a, por\u00e9m um passo importante. Nosso neg\u00f3cio vai crescer \u00e0 medida que continuamos a fornecer ve\u00edculos de qualidade mais alta, com efici\u00eancia de combust\u00edvel e que as pessoas queiram comprar. <\/p>\n<p>Como ser\u00e1 a ind\u00fastria automobil\u00edstica daqui a dez anos? <\/p>\n<p>Ainda mais competitiva e, provavelmente, mais consolidada. As mudan\u00e7as que acompanhamos em 2009 sugerem que poder\u00edamos ver uma ind\u00fastria completamente diferente em 2020. O mais prov\u00e1vel, por\u00e9m, \u00e9 que os l\u00edderes automotivos de amanh\u00e3 ir\u00e3o abra\u00e7ar mais ainda a globaliza\u00e7\u00e3o de seus portf\u00f3lios de produtos. <\/p>\n<p>O mercado americano vendeu pouco mais de 10 milh\u00f5es de ve\u00edculos em 2009, volume de 30 anos atr\u00e1s. Este ser\u00e1 o patamar daqui em diante? <\/p>\n<p>O tempo dir\u00e1. N\u00e3o podemos controlar isso. O que podemos fazer \u00e9 assegurar que a Ford est\u00e1 apta para competir &#8211; e ser bem sucedida &#8211; no caso da ind\u00fastria manter-se nestes n\u00edveis, ou retornar aos volumes anteriores, de 17 milh\u00f5es de unidades por ano. Novamente, a chave para conseguir isso \u00e9 atrav\u00e9s de grandes produtos. <\/p>\n<p>O mundo automotivo ser\u00e1 para carros el\u00e9tricos? <\/p>\n<p>Os ve\u00edculos el\u00e9tricos j\u00e1 existem h\u00e1 mais de 100 anos. O que os torna mais desej\u00e1veis agora \u00e9 que a tecnologia continua a melhorar. Se a infraestrutura de apoio a carros el\u00e9tricos continuar melhorando, haver\u00e1 uma porcentagem crescente de consumidores e eles se tornar\u00e3o mais atrativos. No curto prazo, provavelmente ser\u00e1 ainda um porcentual relativamente pequeno. A Ford vai oferecer ao mercado quatro novos ve\u00edculos el\u00e9tricos at\u00e9 2012. <\/p>\n<p>Como o sr. avalia a atual situa\u00e7\u00e3o da Toyota, empresa em que trabalhou, e que surpreendeu o mercado com problemas de qualidade? <\/p>\n<p>N\u00e3o nos cabe opinar sobre esse tema. \/ C.S. <\/p>\n<p><b>Autor: O Estado de S.Paulo<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s duas d\u00e9cadas na Toyota, onde era considerado um guru do marketing, Jim Farley foi para a Ford no fim de 2007, convidado por Alan Mulally. Aos 47 anos, ele responde agora pela \u00e1rea global de marketing da empresa e tamb\u00e9m pelas unidades do Canad\u00e1, M\u00e9xico e Am\u00e9rica do Sul. 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