{"id":17708,"date":"2010-03-12T22:38:07","date_gmt":"2010-03-12T22:38:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=17708"},"modified":"2010-03-12T15:26:19","modified_gmt":"2010-03-12T15:26:19","slug":"avioes-naotripulados-o-piloto-sumiu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/03\/12\/avioes-naotripulados-o-piloto-sumiu\/","title":{"rendered":"Avi\u00f5es n\u00e3o-tripulados: o piloto sumiu"},"content":{"rendered":"<p><em>Jatos de combate n\u00e3o-tripulados t\u00eam lugar garantido nas guerras do futuro. Cada vez mais inteligentes, eles podem desempenhar importante papel em miss\u00f5es de alto risco<\/p>\n<p><\/em>As guerras de hoje t\u00eam caracter\u00edsticas muito diferentes das de 30 ou 40 anos atr\u00e1s. Al\u00e9m de serem muito mais r\u00e1pidas, em fun\u00e7\u00e3o da maior efici\u00eancia das armas e da agilidade na transfer\u00eancia de informa\u00e7\u00f5es, existe a necessidade de se ter o apoio popular para a campanha. Basta lembrar a consterna\u00e7\u00e3o p\u00fablica causada, em 1999, pela derrubada de um ca\u00e7a F-16 na opera\u00e7\u00e3o dos aliados na antiga Iugosl\u00e1via. Al\u00e9m disso, h\u00e1 tamb\u00e9m o problema do custo do treinamento dos pilotos. Dados da For\u00e7a A\u00e9rea norte-americana mostram que, para formar um \u00fanico piloto de combate, \u00e9 preciso cerca de 1 milh\u00e3o de d\u00f3lares, sem contar o custo das modernas aeronaves, que pode chegar a 60 milh\u00f5es de d\u00f3lares. <\/p>\n<p>Uma forma de evitar esses problemas \u00e9 desenvolver avi\u00f5es sem piloto, tamb\u00e9m chamados de UAV (unmanned air vehicle ou ve\u00edculo a\u00e9reo n\u00e3o-tripulado). Inicialmente, esses avi\u00f5es eram usados para reconhecimento e guiados por controle remoto. Mais tarde, na Segunda Guerra Mundial, surgiram modelos controlados por r\u00e1dio. Mas suas fun\u00e7\u00f5es eram bastante limitadas em fun\u00e7\u00e3o da tecnologia dispon\u00edvel. Com a evolu\u00e7\u00e3o dos sistemas computadorizados, esses avi\u00f5es tornaram-se cada vez mais sofisticados, dando origem a aeronaves como o General Atomics RQ\/MQ-1 Predator, de 1994. Usado para reconhecimento t\u00e1tico, ele possui c\u00e2meras, sensores infravermelhos e radar de abertura sint\u00e9tica, que informam a posi\u00e7\u00e3o das tropas e equipamentos inimigos. <\/p>\n<p><strong>M\u00e1quinas em combate<\/strong> <\/p>\n<p>Mas a necessidade de preservar o piloto n\u00e3o se restringe \u00e0s miss\u00f5es de reconhecimento. \u00c9 preciso tamb\u00e9m evitar a perda de pilotos em a\u00e7\u00e3o, da\u00ed a import\u00e2ncia do desenvolvimento de avi\u00f5es n\u00e3o-tripulados que pudessem ser usados em combate. Em fevereiro de 2001, um Predator foi armado com o m\u00edssil antitanque Hellfire C, guiado a laser, e utilizado num teste em que o alvo foi destru\u00eddo com sucesso. Assim, o Predator cruzou a fronteira entre avi\u00f5es sem piloto (UAV) e avi\u00f5es de combate sem piloto (Ucav, unmanned combat air vehicle, ve\u00edculo a\u00e9reo de combate n\u00e3o-tripulado). Em novembro de 2002, no I\u00eamen, um Predator lan\u00e7ou um m\u00edssil Hellfire contra um ve\u00edculo civil suspeito de levar terroristas. O ataque foi um sucesso e mostrou o potencial desses avi\u00f5es em combate. <\/p>\n<p>Animada pelo \u00eaxito dessa miss\u00e3o, a Ag\u00eancia de Estudos de Projetos Avan\u00e7ados dos Estados Unidos (Darpa) levou adiante um projeto para desenvolver um Ucav avan\u00e7ado, dedicado ao ataque. A Boeing foi escolhida para construir dois prot\u00f3tipos, chamados de X-45 A, e a apresenta\u00e7\u00e3o do primeiro ocorreu em setembro de 2001. O X-45 \u00e9 operado por um piloto em terra, em qualquer lugar do mundo, e a comunica\u00e7\u00e3o entre o controlador e o avi\u00e3o \u00e9 feita por sat\u00e9lite. Mas os projetistas escondiam uma grande novidade na manga: \u00e9 poss\u00edvel program\u00e1-lo para atacar alvos em terra autonomamente \u2013 uma revolu\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao que temos hoje. Sempre que for atacar um alvo, no entanto, o sistema pede permiss\u00e3o ao piloto para lan\u00e7ar suas armas. <\/p>\n<p>O X-45 A \u00e9 uma aeronave tail less, ou seja, n\u00e3o tem superf\u00edcies de comando vertical, como a cauda, normalmente encontrada num projeto cl\u00e1ssico de avi\u00e3o. Trata-se de um leg\u00edtimo avi\u00e3o stealth, pois seu desenho \u00e9 claramente feito com t\u00e9cnicas de oculta\u00e7\u00e3o ou furtividade, para despistar os radares inimigos. <br \/>\n<strong>A\u00e7\u00e3o em equipe<\/strong> <\/p>\n<p>Os testes com os prot\u00f3tipos do X-45 foram incrivelmente bem-sucedidos. Um que chamou a aten\u00e7\u00e3o foi o que aconteceu em 4 de fevereiro de 2005. Dois X-45, voando autonomamente, receberam informa\u00e7\u00f5es a respeito de um alvo em terra que deveria ser atacado. Ao receber tais dados, os avi\u00f5es calcularam os diversos fatores que precisariam ser analisados para o cumprimento do ataque, como a posi\u00e7\u00e3o do alvo, a carga de combate a ser usada, o combust\u00edvel restante e a rota de fuga. Ap\u00f3s esses c\u00e1lculos, realizados pelos pr\u00f3prios avi\u00f5es, eles mudaram o curso e, pouco depois, um dos X-45 lan\u00e7ou uma bomba que acertou o alvo em cheio. Como se n\u00e3o bastasse, quando os avi\u00f5es executavam o ataque, um segundo alvo apareceu e foi logo abatido pelo outro X-45. O teste demonstrou a capacidade dos avi\u00f5es de operar em equipe. <\/p>\n<p>A Marinha dos Estados Unidos tamb\u00e9m estava interessada no conceito do Ucav, embora ainda n\u00e3o tivesse solicitado um prot\u00f3tipo para opera\u00e7\u00f5es navais. Mesmo assim, a empresa Northrop Grumman construiu, por sua pr\u00f3pria conta e risco, um Ucav-N (de opera\u00e7\u00f5es navais) chamado X-47 Pegasus. O pequeno avi\u00e3o realizou apenas dois v\u00f4os de testes. Para facilitar o desenvolvimento dos projetos e diminuir custos, o Departamento de Defesa norte-americano decidiu juntar os programas da For\u00e7a A\u00e9rea e da Marinha, criando o J-Ucas (Joint Unmanned Combat Air Systems). O modelo para a For\u00e7a A\u00e9rea foi batizado de X-45C, enquanto a vers\u00e3o da Marinha foi chamada de X-47B. As diferen\u00e7as mais vis\u00edveis entre as duas vers\u00f5es estavam no formato das asas. O modelo naval mostrava uma envergadura maior, para melhor controle nas opera\u00e7\u00f5es de pouso embarcado. <\/p>\n<p><strong>Revolu\u00e7\u00e3o no ar<\/strong> <\/p>\n<p>Esses novos modelos de Ucav eram maiores e tinham autonomia de 2 400 quil\u00f4metros. A carga de armas era de 8 bombas GBU-39 SDB guiadas por GPS, com 125 quilos. Embora o peso dessas bombas seja muito menor que o das tradicionais, sua precis\u00e3o permite que elas destruam at\u00e9 alvos protegidos por obst\u00e1culos como hangares. Al\u00e9m dessas bombas, o J-Ucas deveria ser capaz de transportar duas MK-82 (227 quilos), MK-83 (450 quilos) e MK-84 (907 quilos). A principal miss\u00e3o desses avi\u00f5es \u00e9 o ataque a alvos mais fortificados pela defesa inimiga, em geral nos primeiros dias de guerra. <\/p>\n<p>O projeto J-Ucas foi suspenso em 2006, ap\u00f3s a revis\u00e3o quadrienal de defesa, que criou o LRSP (Long Range Strategic Bomber), um programa para desenvolver um bombardeiro estrat\u00e9gico de longo alcance, que poderia ser um Ucav. Para esse novo projeto, a Lockheed Martin apresentou, durante a feira a\u00e9rea Farnboroug 2006, um Ucav chamado P-175 Polecat. Foi uma surpresa para todos a revela\u00e7\u00e3o da exist\u00eancia desse modelo, que ser\u00e1 utilizado para o estudo das caracter\u00edsticas do v\u00f4o sem as superf\u00edcies de controle verticais (tail less), um desenho que poder\u00e1 ser adotado na proposta da Lockheed para o programa LRSP.&nbsp;<\/p>\n<p>Veja v\u00eddeo&nbsp;<\/p>\n<p><object style=\"height: 344px; width: 425px\"><param name=\"movie\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/7Dxn_qEs_p8\"><param name=\"allowFullScreen\" value=\"true\"><param name=\"allowScriptAccess\" value=\"always\"><embed src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/7Dxn_qEs_p8\" type=\"application\/x-shockwave-flash\" allowfullscreen=\"true\" allowScriptAccess=\"always\" width=\"425\" height=\"344\"><\/object><\/p>\n<p><b>Autor: Aventuras na hist\u00f3ria<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jatos de combate n\u00e3o-tripulados t\u00eam lugar garantido nas guerras do futuro. 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