{"id":17707,"date":"2010-03-12T22:38:06","date_gmt":"2010-03-12T22:38:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=17707"},"modified":"2010-03-12T15:16:21","modified_gmt":"2010-03-12T15:16:21","slug":"satelites-sao-poderosas-ferramentas-de-estrategia-militar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/03\/12\/satelites-sao-poderosas-ferramentas-de-estrategia-militar\/","title":{"rendered":"Sat\u00e9lites s\u00e3o poderosas ferramentas de estrat\u00e9gia militar"},"content":{"rendered":"<p>As imagens captadas por sat\u00e9lites s\u00e3o informa\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas preciosas, que se tornam cada vez mais imprescind\u00edveis nas opera\u00e7\u00f5es de defesa internacionais, bem como nas decis\u00f5es t\u00e1ticas da guerra moderna. \u00c9 tal a depend\u00eancia, que esses artefatos passaram a ser conhecidos como os olhos e ouvidos da intelig\u00eancia militar. <\/p>\n<p>Se j\u00e1 \u00e9 grande a capacidade de resolu\u00e7\u00e3o dos sat\u00e9lites comerciais, que observam o dia-a-dia das cidades, o rastreamento efetuado por um sat\u00e9lite militar de uso exclusivo do Pent\u00e1gono (o minist\u00e9rio da Defesa norte-americano), pode atingir impressionante visualiza\u00e7\u00e3o, fornecendo localiza\u00e7\u00f5es geogr\u00e1ficas para m\u00edsseis e bombas e dando suporte a todas as a\u00e7\u00f5es militares. Sem os sat\u00e9lites, seria imposs\u00edvel manter conectadas todas as for\u00e7as b\u00e9licas. Avi\u00f5es, submarinos, navios e tanques s\u00f3 se comunicam porque os sat\u00e9lites funcionam como antenas, captando e retransmitindo informa\u00e7\u00f5es traduzidas por impulsos el\u00e9tricos. <\/p>\n<p>Esses verdadeiros espi\u00f5es eletr\u00f4nicos s\u00e3o lan\u00e7ados ao espa\u00e7o por foguetes e milhares est\u00e3o em \u00f3rbita no espa\u00e7o, mas n\u00e3o h\u00e1 estat\u00edsticas oficiais. H\u00e1 ve\u00edculos de v\u00e1rias nacionalidades, russos, israelenses, chineses, franceses, at\u00e9 brasileiros. A maior parte, entretanto, \u00e9 norte-americana. Desde o lan\u00e7amento do Corona, primeiro sat\u00e9lite de reconhecimento usado pela CIA, em 1958, foi impressionante o desenvolvimento cient\u00edfico e tecnol\u00f3gico da \u00e1rea. <\/p>\n<p>A resolu\u00e7\u00e3o das imagens obtidas por sat\u00e9lites militares sempre foi um segredo guardado a sete chaves. Mas, desde 1994, quando os servi\u00e7os de imageamento por sensoriamento remoto deixaram de ser um privil\u00e9gio das institui\u00e7\u00f5es militares e ag\u00eancias de espionagem internacionais, essas imagens foram ficando cada vez mais acess\u00edveis para quem tiver poder aquisitivo para comprar.&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos sat\u00e9lites Landsat e Ikonos, cuja explora\u00e7\u00e3o \u00e9 militar e comercial, existem sat\u00e9lites especializados em observa\u00e7\u00e3o puramente militar, como o Lacrosse, o USA 144 e o Keyhole (buraco da fechadura, em ingl\u00eas, conhecido pela sigla KH) que s\u00e3o capazes de recolher imagens em movimento quase em tempo real, pois s\u00e3o equipados com c\u00e2maras que possuem capturadores eletro\u00f3pticos e infravermelhos, e t\u00eam uma capacidade de defini\u00e7\u00e3o (menor detalhe identific\u00e1vel) que chega a 10 cent\u00edmetros. <\/p>\n<p>Como os sat\u00e9lites foram utilizados no Afeganist\u00e3o <\/p>\n<p>A ca\u00e7ada a Osama Bin Laden e seus seguidores da Al Qaeda, no Afeganist\u00e3o, foi feita por uma constela\u00e7\u00e3o de sat\u00e9lites militares e comerciais. Assim como o acompanhamento das tropas das for\u00e7as de pa\u00edses que apoiavam o Taleban, como o Iraque, o Ir\u00e3 e o Paquist\u00e3o, foram monitoradas pela intelig\u00eancia militar dos EUA por meio de sat\u00e9lites de espionagem. <\/p>\n<p>Apesar de seus pr\u00f3prios sat\u00e9lites serem capazes de obter imagens muito precisas, o Departamento de Defesa norte-americano, adquiriu direitos exclusivos de imagens feitas por sat\u00e9lites comerciais do territ\u00f3rio do Afeganist\u00e3o. O objetivo era obter uma vis\u00e3o completa do territ\u00f3rio afeg\u00e3o e impedir que qualquer outro pa\u00eds ou ve\u00edculo de imprensa, tivesse acesso \u00e0s imagens da zona de conflito. <\/p>\n<p>Segundo a Ag\u00eancia Estado, foi firmado um contrato com a empresa Space Imaging Inc., com sede em Denver, da ordem de milh\u00f5es de d\u00f3lares, para o fornecimento de imagens feitas pelo sat\u00e9lite comercial Ikonos, contratado com exclusividade. Um executivo da empresa afirmou que os EUA pagaram n\u00e3o apenas pelos direitos exclusivos, mas pelo tempo que o sat\u00e9lite esteve sobre a \u00e1rea de conflito, o que impede que qualquer pessoa possa ter acesso a essas fotos. As melhores imagens feitas pelo sat\u00e9lite Ikonos t\u00eam precis\u00e3o de um metro, o que significa que se pode distinguir objetos com essa dimens\u00e3o m\u00e1xima. O sat\u00e9lite opera a 680km de altura e d\u00e1 uma volta ao redor da Terra em 98 minutos. <\/p>\n<p>Com tanta tecnologia, estariam contados os dias de Bin Laden? N\u00e3o, respondem unanimemente os especialistas, citando o ocorrido na Guerra do Golfo quando Saddam Hussein sempre escapou dos olhos eletr\u00f4nicos. &#8220;Do espa\u00e7o, tem-se uma vis\u00e3o vertical. Os sat\u00e9lites v\u00eaem principalmente o topo da cabe\u00e7a de algu\u00e9m. Identificar uma pessoa do alto n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel&#8221;, explica Steven Aftergood, da Federa\u00e7\u00e3o de Cientistas Americanos (FAS). <\/p>\n<p>Tecnologia n\u00e3o est\u00e1 isenta de falhas <\/p>\n<p>Hoje em dia as guerras s\u00e3o administradas a milhares de quil\u00f4metros do front. S\u00e3o os sat\u00e9lites espi\u00f5es que decidem qual \u00e1rea deve ser atacada. O bombardeio s\u00f3 come\u00e7a depois das regi\u00f5es serem fotografadas. O piloto de um avi\u00e3o bombardeiro tem autonomia pr\u00f3xima a zero para identificar e lan\u00e7ar um alvo, ou seja, n\u00e3o \u00e9 ele quem toma as decis\u00f5es. <\/p>\n<p>Os ataques s\u00e3o realizados pelas chamadas bombas inteligentes, guiadas por GPS (Global Positioning System) ou laser. Estas armas recebem dados continuamente enquanto voam em dire\u00e7\u00e3o ao alvo e t\u00eam uma margem de erro de dois metros. Qualquer atraso na transmiss\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es, interfer\u00eancia eletr\u00f4nica ou simplesmente perda do sinal, no entanto, pode significar um erro capaz de mandar as bombas a quil\u00f4metros do destino original. <\/p>\n<p>Esse foi o caso do ca\u00e7a americano que lan\u00e7ou bombas de 450 quilogramas sobre tr\u00eas armaz\u00e9ns da Cruz Vermelha em Cabul. As cruzes de tr\u00eas metros de comprimento por tr\u00eas de largura, pintadas em vermelho nos telhados dos pr\u00e9dios, n\u00e3o foram suficientes para poup\u00e1-los do chamado &#8220;fogo amigo&#8221;. <\/p>\n<p>Erros assim, que acabam por ferir e matar civis, n\u00e3o s\u00e3o novidade e t\u00eam se tornado bem mais freq\u00fcentes do que seria desej\u00e1vel. Especialistas em estrat\u00e9gia militar garantem que, por mais desenvolvida que seja a tecnologia de guerra, os chamados &#8220;danos colaterais&#8221; ocorrem por falhas no planejamento, limita\u00e7\u00f5es do equipamento, influ\u00eancia das condi\u00e7\u00f5es atmosf\u00e9ricas que podem causar interfer\u00eancia de nuvens, fuma\u00e7a ou chuva forte e por erro humano &#8211; como foi o caso da Cruz Vermelha, segundo admitiu o Pent\u00e1gono. <\/p>\n<p>As mil e uma utilidades dos sat\u00e9lites militares e o Sivam <\/p>\n<p>Segundo informa\u00e7\u00f5es divulgadas pela Comiss\u00e3o do Parlamento Europeu de Estrasburgo &#8211; criada para investigar a extens\u00e3o da espionagem industrial e comercial norte-americana sobre seus aliados da Uni\u00e3o Europ\u00e9ia &#8211; a chamada rede Echelon, dispon\u00edvel aos estrategistas militares americanos, \u00e9 um conjunto de sat\u00e9lites capazes de registrar pequenos detalhes em terra. <\/p>\n<p>O projeto Echelon, considerado a maior e mais sofisticada de todas as opera\u00e7\u00f5es de espionagem, \u00e9 um sistema de vigil\u00e2ncia global que utiliza uma combina\u00e7\u00e3o de 120 sat\u00e9lites e sens\u00edveis esta\u00e7\u00f5es de escuta, que captam e analisam conversas e comunica\u00e7\u00f5es eletr\u00f4nicas que cruzam o mundo &#8211; telefonemas, fax, telex, correio eletr\u00f4nico &#8211; al\u00e9m de sinais de r\u00e1dio. <\/p>\n<p>Ela inicialmente foi implantada para recolher o m\u00e1ximo de informa\u00e7\u00f5es sobre a Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica e seus aliados. Com a queda do bloco sovi\u00e9tico pensou-se que o Echelon seria paralisado ou desativado, mas o sistema n\u00e3o s\u00f3 n\u00e3o foi desativado como, pelo contr\u00e1rio, cresceu e refinou-se. Administrado pela supersecreta NSA (National Security Agency) dos EUA e operado com a colabora\u00e7\u00e3o de ag\u00eancias similares da Inglaterra (GCHQ &#8211; Government Communications Headquarters), Austr\u00e1lia, Canad\u00e1, e Nova Zel\u00e2ndia, ele \u00e9 capaz de processar, diariamente, at\u00e9 2 bilh\u00f5es de dados, filtrando-os por meio de um sistema de intelig\u00eancia artificial. <\/p>\n<p>O relat\u00f3rio dessa Comiss\u00e3o menciona ainda que, gra\u00e7as ao sofisticado sistema de intercepta\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es, empresas dos Estados Unidos ganharam supercontratos que disputavam com grupos franceses. Um deles foi o do Sistema de Vigil\u00e2ncia da Amaz\u00f4nia (Sivam), que causou tanta pol\u00eamica no Brasil e acabou favorecendo a empresa Raytheon na concorr\u00eancia com a Thomson francesa. A Raytheon, que ganhou o contrato para instalar as bases do Sivam no valor de US$ 1,4 bilh\u00e3o, \u00e9 quem faz a montagem e manuten\u00e7\u00e3o de todas as bases da NSA e do Echelon no mundo. <\/p>\n<p>A Raytheon Company \u00e9 especialista no desenvolvimento dos chamados &#8220;Sistemas Eletr\u00f4nicos de Defesa&#8221;, tendo sido a primeira empresa a desenvolver os sistemas de m\u00edsseis teleguiados, com capacidade para atingir alvos em movimento, em 1948. Foi ela tamb\u00e9m que desenvolveu o sistema computacional do ve\u00edculo espacial, que levou os astronautas, Neil Armstrong e Edwin Aldrin, a dar o primeiro passeio na Lua em sua hist\u00f3rica jornada. <\/p>\n<p>Um dos seus principais produtos, resultante de nove anos de pesquisas contratadas pelo governo americano, foram os m\u00edsseis de defesa Patriots (PAC-1\/2), que fizeram sucesso na Guerra do Golfo em 1991 ao interceptar e destruir os m\u00edsseis &#8220;Scud&#8221; usados pelo Iraque. Uma das suas principais colaboradoras \u00e9 a empresa Space Imaging do sat\u00e9lite Ikonos. <\/p>\n<p>S\u00e3o os bens e servi\u00e7os fornecidos pela Raytheon que v\u00e3o controlar e defender o territ\u00f3rio, o espa\u00e7o a\u00e9reo e o meio ambiente da Amaz\u00f4nia brasileira. Seus programas de defesa estar\u00e3o uma vez mais em a\u00e7\u00e3o. Outra de suas parceiras \u00e9 a Atech &#8211; Funda\u00e7\u00e3o Aplica\u00e7\u00e3o de Tecnologias Cr\u00edticas, a institui\u00e7\u00e3o respons\u00e1vel pela integra\u00e7\u00e3o geral do projeto Sivam. A Atech, que faz o desenvolvimento do sistema, da modelagem operacional e institucional, e a implementa\u00e7\u00e3o da infra-estrutura e da rede de telecomunica\u00e7\u00f5es do Sivam, \u00e9 controlada nos EUA pela Amazon Technologies Company. Ela foi contratada sem licita\u00e7\u00e3o pelo governo brasileiro por raz\u00f5es de seguran\u00e7a, uma vez que \u00e9 ela que vai centralizar as informa\u00e7\u00f5es colhidas pelos equipamentos. <\/p>\n<p>Em virtude das nebulosidades deste complexo jogo de interesses e preocupados com a prote\u00e7\u00e3o ao patrim\u00f4nio estrat\u00e9gico nacional, a C\u00e2mara dos Deputados em Bras\u00edlia, instalou uma Comiss\u00e3o Parlamentar de Inqu\u00e9rito (CPI), para apurar o tr\u00e1fico de influ\u00eancia e a corrup\u00e7\u00e3o ativa na implanta\u00e7\u00e3o do Sistema de Vigil\u00e2ncia da Amaz\u00f4nia, tendo em vista as acusa\u00e7\u00f5es feitas contra o embaixador J\u00falio C\u00e9sar Gomes dos Santos, suspeito de tr\u00e1fico de influ\u00eancia a favor da Raytheon. <\/p>\n<p>As den\u00fancias sobre o caso Sivam foram divulgadas pela revista Isto\u00c9, em 1995, a partir da grava\u00e7\u00e3o de fitas feitas pela pol\u00edcia federal de conversas telef\u00f4nicas entre o empres\u00e1rio Jos\u00e9 Afonso Assump\u00e7\u00e3o, dono da L\u00edder T\u00e1xi A\u00e9reo, representante dos interesses da empresa norte-americana Raytheon no Brasil, e Santos, ent\u00e3o coordenador de apoio e de cerimonial da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica. As empresas estavam envolvidas na implanta\u00e7\u00e3o do projeto que foi concebido pelo Minist\u00e9rio da Aeron\u00e1utica e pela Secretaria de Assuntos Estrat\u00e9gicos, com o prop\u00f3sito de vigiar, fiscalizar e controlar permanentemente a Amaz\u00f4nia Legal (que compreende a Regi\u00e3o Norte do Brasil, o estado do Mato Grosso e parte do estado do Maranh\u00e3o). <\/p>\n<p>Depois de seguidos adiamentos foi aprovado no dia 04 de junho, com o voto contr\u00e1rio em separado do deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), o relat\u00f3rio final da CPI do Sivam, apresentado pelo deputado Conf\u00facio Moura (PMDB-RO). O documento afirma a insufici\u00eancia de provas contra o embaixador e n\u00e3o esclarece as liga\u00e7\u00f5es entre as empresas envolvidas no projeto. Nesse sentido, a comiss\u00e3o apenas aprovou um requerimento para anexar ao parecer a an\u00e1lise dos autos de Chinaglia, que apresentou novas den\u00fancias segundo as quais o projeto foi produzido pela pr\u00f3pria empresa Raytheon e depois vendido ao governo brasileiro. &#8220;H\u00e1 quest\u00f5es que a CPI deixou de analisar, h\u00e1 ind\u00edcios de que o projeto n\u00e3o leva em conta os interesses nacionais&#8221;, disse o parlamentar sobre as informa\u00e7\u00f5es avaliadas pela CPI. <\/p>\n<p>O Sivam \u00e9 uma rede de coleta e processamento de informa\u00e7\u00f5es obtidas por cada \u00f3rg\u00e3o governamental que trabalha na Amaz\u00f4nia. Ter\u00e1 uma infra-estrutura comum de meios t\u00e9cnicos destinados \u00e0 aquisi\u00e7\u00e3o e tratamento de dados para a visualiza\u00e7\u00e3o e difus\u00e3o de imagens, mapas e previs\u00f5es. Esses meios abrangem o sensoriamento remoto, a monitora\u00e7\u00e3o ambiental e meteorol\u00f3gica, a explora\u00e7\u00e3o de comunica\u00e7\u00f5es, a vigil\u00e2ncia por radares, recursos computacionais e meios de telecomunica\u00e7\u00f5es. O sistema dever\u00e1 entrar em opera\u00e7\u00e3o dia 25 de julho de 2002, ap\u00f3s cinco anos de implementa\u00e7\u00e3o. A inaugura\u00e7\u00e3o ser\u00e1 em Manaus, no Complexo que engloba o Centro Regional de Vigil\u00e2ncia de Manaus (CRV) e o Centro de Vigil\u00e2ncia A\u00e9rea (CVA). <\/p>\n<p>Apesar do assunto ser tratado abundantemente no exterior, no Brasil, quando o tema \u00e9 vigil\u00e2ncia por sat\u00e9lites e seus procedimentos operacionais relativos \u00e0 obten\u00e7\u00e3o, an\u00e1lise e dissemina\u00e7\u00e3o controlada de informa\u00e7\u00f5es relevantes sobre amea\u00e7as \u00e0 seguran\u00e7a e\/ou defesa do pa\u00eds, ele ainda \u00e9 tabu. Sinal disso \u00e9 a declara\u00e7\u00e3o do Ministro de Estado do Gabinete de Seguran\u00e7a Institucional da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica, Alberto Mendes Cardoso, respondendo a indaga\u00e7\u00f5es dos deputados da Comiss\u00e3o Especial de Seguran\u00e7a P\u00fablica, em agosto do ano passado. O ministro disse textualmente: &#8220;Sobre o Echelon, \u00e9 assunto da \u00e1rea da intelig\u00eancia, que infelizmente n\u00e3o posso comentar publicamente com V.Exas. Talvez em algum momento possamos discuti-lo&#8221;. <\/p>\n<p><b>Autor: Guerra e Ci\u00eancia<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As imagens captadas por sat\u00e9lites s\u00e3o informa\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas preciosas, que se tornam cada vez mais imprescind\u00edveis nas opera\u00e7\u00f5es de defesa internacionais, bem como nas decis\u00f5es t\u00e1ticas da guerra moderna. \u00c9 tal a depend\u00eancia, que esses artefatos passaram a ser conhecidos como os olhos e ouvidos da intelig\u00eancia militar. 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