{"id":17671,"date":"2010-03-09T22:37:31","date_gmt":"2010-03-09T22:37:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=17671"},"modified":"2010-03-09T09:18:49","modified_gmt":"2010-03-09T09:18:49","slug":"a-descoberta-de-uma-nova-amazonia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/03\/09\/a-descoberta-de-uma-nova-amazonia\/","title":{"rendered":"A descoberta de uma nova Amaz\u00f4nia"},"content":{"rendered":"<p>Apesar de todos os superlativos que a Amaz\u00f4nia envolve, em termos de extens\u00e3o ,riquezas naturais e import\u00e2ncia para o clima do planeta, h\u00e1 vastas \u00e1reas da regi\u00e3o que ainda n\u00e3o foram devidamente mapeadas. Numa \u00e1rea de 1,8 milh\u00e3o de quil\u00f4metros quadrados, equivalente a tr\u00eas Fran\u00e7as, n\u00e3o se conhecem ao certo o relevo do terreno e o percurso dos rios. Ignoram-se o potencial mineral do subsolo e detalhes do ecossistema. Esse desconhecimento geogr\u00e1fico de um peda\u00e7o t\u00e3o grande do Brasil decorre do fato de que o \u00faltimo levantamento cartogr\u00e1fico da amaz\u00f4nia foi feito em 1980, utilizando-se t\u00e9cnicas hoje obsoletas. Os mapas atualmente dispon\u00edveis, elaborados por meio de fotografias a\u00e9reas, trazem poucos detalhes e muitas imprecis\u00f5es. Num per\u00edodo de trinta anos, o curso dos rios de porte m\u00e9dio e pequeno, por exemplo, sofre altera\u00e7\u00f5es significativas. Agora, por iniciativa do Ex\u00e9rcito brasileiro, est\u00e1 em andamento um novo levantamento cartogr\u00e1fico da Amaz\u00f4nia, que vai revelar os detalhes de seus trechos quase desconhecidos. Os novos mapas ter\u00e3o papel essencial no planejamento estrat\u00e9gico da regi\u00e3o, tanto na preserva\u00e7\u00e3o da floresta quanto na explora\u00e7\u00e3o das riquezas naturais e nos investimentos em obras de infraestrutura como estradas e gasodutos. <\/p>\n<p>O novo mapeamento da amaz\u00f4nia, que custar\u00e1 80 milh\u00f5es de reais, usa radares transportados por avi\u00f5es. Ao contr\u00e1rio do que ocorre com as c\u00e2meras fotogr\u00e1ficas, mesmo aquelas instaladas em sat\u00e9lites, os radares conseguem enxergar al\u00e9m das nuvens e das \u00e1rvores. Os aparelhos funcionam em duas frequ\u00eancias de ondas eletromagn\u00e9ticas. A primeira, chamada de banda X, reflete-se na copa das \u00e1rvores. A segunda, a banda P, atravessa a vegeta\u00e7\u00e3o e chega ao solo. O cruzamento das informa\u00e7\u00f5es colhidas pelas duas bandas fornece as curvas de n\u00edvel do solo, o tamanho das \u00e1rvores e outros dados necess\u00e1rios para elaborar um mapa preciso. <\/p>\n<p>Essa tecnologia foi desenvolvida por uma empresa privada brasileira, a OrbiSat, usando como base equipamentos militares americanos. Os pilotos utilizam um GPS para percorrer linhas retas de 180 quil\u00f4metros, captando as ondas dos radares. Soldados do Ex\u00e9rcito complementam o trabalho em terra, instalando refletores no meio da floresta. Esses refletores garantem a precis\u00e3o da localiza\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica do trecho do mapeamento. Depois de processadas em computadores, as informa\u00e7\u00f5es produzem imagens com resolu\u00e7\u00e3o de 1 para 50 000 \u2013 contra uma resolu\u00e7\u00e3o de 1 para 100 000 dos mapas feitos com fotografias. \u201cAo olhar a Amaz\u00f4nia do alto, a impress\u00e3o que se tem \u00e9 a de um grande tapete verde, mas as altera\u00e7\u00f5es topogr\u00e1ficas s\u00e3o enormes e s\u00f3 agora ser\u00e3o dimensionadas\u201d, diz o general Pedro Ronalt, respons\u00e1vel pelo projeto de mapeamento. <\/p>\n<p>O novo levantamento cartogr\u00e1fico da amaz\u00f4nia dever\u00e1 ficar pronto em quatro anos. Com ele, ser\u00e1 poss\u00edvel evitar equ\u00edvocos como o ocorrido na constru\u00e7\u00e3o da hidrel\u00e9trica de Balbina, no Amazonas. Como n\u00e3o se sabia ao certo a topografia da regi\u00e3o, uma \u00e1rea maior que a necess\u00e1ria foi inundada. O conhecimento detalhado do curso dos rios vai ajudar a prevenir enchentes como a que inundou Manaus no ano passado. \u201cConhecer em detalhes a hidrografia tamb\u00e9m \u00e9 importante para estancar os vazamentos de \u00f3leo, comuns na regi\u00e3o, porque \u00e9 poss\u00edvel prever por onde ele vai se espalhar\u201d, diz o engenheiro Jo\u00e3o Moreira Neto, que desenvolveu os radares usados no projeto. O Minist\u00e9rio de Minas e Energia tamb\u00e9m vai utilizar a nova cartografia da amaz\u00f4nia. O objetivo ser\u00e1 fazer o mapeamento geol\u00f3gico da regi\u00e3o. Sensores instalados em avi\u00f5es v\u00e3o medir a densidade, o magnetismo e a radioatividade das rochas, estimando que tipo de min\u00e9rio existe no subsolo. <\/p>\n<p>O alcance do projeto de cartografia da Amaz\u00f4nia evoca o esfor\u00e7o pioneiro do marechal C\u00e2ndido Rondon (1865- 1958), o engenheiro que, no in\u00edcio do s\u00e9culo passado, chefiou uma miss\u00e3o que levou trinta anos mapeando 50 000 quil\u00f4metros do territ\u00f3rio brasileiro, principalmente na amaz\u00f4nia e no Pantanal. Viajando a cavalo, em carro de boi ou a p\u00e9, a miss\u00e3o atualizou mapas que ainda datavam do per\u00edodo colonial. Alguns dos mapas de Rondon foram usados at\u00e9 os anos 70, quando as fotografias a\u00e9reas e as informa\u00e7\u00f5es obtidas por sat\u00e9lites modernizaram os levantamentos cartogr\u00e1ficos. Com o atual projeto de mapeamento, ser\u00e1 poss\u00edvel conhecer melhor a amaz\u00f4nia e suas riquezas, tanto aquelas fornecidas pela floresta quanto as que repousam no subsolo. <\/p>\n<p><b>Autor: Veja<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apesar de todos os superlativos que a Amaz\u00f4nia envolve, em termos de extens\u00e3o ,riquezas naturais e import\u00e2ncia para o clima do planeta, h\u00e1 vastas \u00e1reas da regi\u00e3o que ainda n\u00e3o foram devidamente mapeadas. 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