{"id":17638,"date":"2010-03-04T22:37:00","date_gmt":"2010-03-04T22:37:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=17638"},"modified":"2010-03-04T10:23:39","modified_gmt":"2010-03-04T10:23:39","slug":"profissionais-no-limite","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/03\/04\/profissionais-no-limite\/","title":{"rendered":"Profissionais no limite"},"content":{"rendered":"<p>Os profissionais de m\u00e9dio e alto escal\u00e3o das construtoras brasileiras t\u00eam vivido em uma panela de press\u00e3o. Fora a responsabilidade t\u00e9cnica inerente ao ato de construir, h\u00e1 mais pressa para desengavetar projetos, cobran\u00e7as para produzir com efici\u00eancia e gerar retorno financeiro, sem contar a consolida\u00e7\u00e3o das empresas ainda em curso, o que significa uma ind\u00fastria sujeita a dr\u00e1sticas mudan\u00e7as. Juntos ou isoladamente, esses fatores desencadeiam estresse, ansiedade e frustra\u00e7\u00f5es que causam impactos f\u00edsicos e emocionais a gerentes e diretores das construtoras. Ins\u00f4nia, press\u00e3o alta, irritabilidade e fadiga s\u00e3o alguns dos sintomas apresentados pelos profissionais que sofrem de estresse patol\u00f3gico, doen\u00e7a que, al\u00e9m do desgaste f\u00edsico e mental, \u00e9 motivo de afastamentos de executivos e de preju\u00edzos econ\u00f4micos \u00e0s empresas.&nbsp;<\/p>\n<p>O estresse pode ser explicado como uma rea\u00e7\u00e3o do organismo a alguma solicita\u00e7\u00e3o que, por princ\u00edpio, capacidade ou cren\u00e7a, difere daquilo que a pessoa consegue ou quer fazer. &#8220;A press\u00e3o desmedida acaba fazendo com que os melhores talentos pe\u00e7am demiss\u00e3o ao identificarem que os princ\u00edpios da empresa n\u00e3o s\u00e3o compat\u00edveis com os seus&#8221;, afirma Andr\u00e9 Glogowsky, presidente da Hochtief no Brasil (veja boxe com entrevista do executivo). S\u00e3o pessoas que v\u00e3o buscar satisfa\u00e7\u00e3o em outra companhia, ou at\u00e9 mesmo, em outra atividade.&nbsp;<\/p>\n<p>Embora construtoras j\u00e1 comecem a dar aten\u00e7\u00e3o a essa quest\u00e3o, a tend\u00eancia \u00e9 a press\u00e3o por resultados aumentar ainda mais. &#8220;At\u00e9 o 4\u00ba trimestre de 2009, os investimentos ficaram praticamente estagnados. Agora, \u00e9 preciso dar velocidade para atender \u00e0 demanda reprimida&#8221;, explica Fl\u00e1vio Staudohar, diretor da Search Consultoria em RH. Com isso, o contexto tem sido de apreens\u00e3o, ainda mais porque o processo de produ\u00e7\u00e3o da constru\u00e7\u00e3o civil possui flexibilidade limitada. \u00c9 preciso tempo para projetar, lan\u00e7ar, aprovar e construir, o que nem sempre vai ao encontro do imediatismo requerido pelo mercado.&nbsp;<\/p>\n<p>Para dar conta disso tudo, os turnos de trabalho das construtoras acabam sendo sacrificados, per\u00edodos de lazer e descanso s\u00e3o negligenciados, levando os profissionais ao esgotamento e, em casos mais graves, a desistirem da profiss\u00e3o. &#8220;Horas extras s\u00e3o cada vez mais comuns nos escrit\u00f3rios e, nas obras, \u00e9 muito comum vermos engenheiros que passam 12 horas seguidas em um canteiro contornando problemas. Isso n\u00e3o \u00e9 satisfat\u00f3rio para ningu\u00e9m&#8221;, comenta Salvador Benevides, que por muitos anos atuou diretamente em construtoras, mas que agora dirige uma empresa fornecedora de f\u00f4rmas para concreto, a Formaplan.&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m da corrida para atender aos prazos e n\u00e3o comprometer a qualidade, a press\u00e3o por pre\u00e7os baixos, a car\u00eancia de m\u00e3o de obra e as perspectivas de novas fus\u00f5es e aquisi\u00e7\u00f5es no mercado nacional t\u00eam pressionado muitos gestores. &#8220;Atualmente, muitas empresas t\u00eam sido obrigadas a reestruturar departamentos, equipes e projetos, gerando ainda mais ansiedade e desmotiva\u00e7\u00e3o nas pessoas&#8221;, comenta Jos\u00e9 Roberto Castro, s\u00f3cio-diretor da Metropolitana RH.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Esmagamento em cadeia&nbsp;<br \/>\n<\/strong><br \/>\nUma das principais causas de tens\u00e3o para os executivos da constru\u00e7\u00e3o civil tem sido o despreparo da m\u00e3o de obra operacional. &#8220;A base da pir\u00e2mide deve sustentar o topo, o que n\u00e3o est\u00e1 ocorrendo j\u00e1 h\u00e1 algum tempo&#8221;, lamenta Benevides.&nbsp;<\/p>\n<p>Para complicar, os pre\u00e7os ca\u00edram exponencialmente, motivando pr\u00e1ticas de mercado predat\u00f3rias que s\u00f3 servem para tornar a situa\u00e7\u00e3o dos gestores ainda mais dif\u00edcil, segundo Benevides. Afinal, sempre que h\u00e1 press\u00e3o para redu\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os ou prazos, est\u00e1-se criando um fator de estresse. &#8220;Esse mal est\u00e1 se espalhando por toda a cadeia, tanto que \u00e9 muito dif\u00edcil destacarmos qual \u00e9 a posi\u00e7\u00e3o mais suscet\u00edvel a tais press\u00f5es dentro do organograma das empresas&#8221;, avalia o diretor da Formaplan.&nbsp;<\/p>\n<p>Ainda que de forma velada, a press\u00e3o ocorre tamb\u00e9m porque o contratante acaba querendo determinar o quanto quer pagar e exigindo em quanto tempo quer a obra. Para Andr\u00e9 Glogowsky, esse tipo de conflito entre os anseios do contratante e a capacidade de resposta das \u00e1reas t\u00e9cnicas \u00e9 um dos embates mais desgastantes na gest\u00e3o de uma construtora.&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m das manifesta\u00e7\u00f5es f\u00edsicas e psicol\u00f3gicas nos indiv\u00edduos, esse estado de nervos se reflete em um clima organizacional ruim, que por sua vez leva \u00e0 perda de talentos por parte das empresas.&nbsp;<\/p>\n<p>Um destino comum para profissionais infelizes e que percebem estar perto de um colapso tem sido abandonar a constru\u00e7\u00e3o em busca de oportunidades em outros setores da economia, at\u00e9 como forma de adquirir novos conhecimentos e de se colocar em novos desafios. Outra op\u00e7\u00e3o recorrente tem sido aproveitar o conhecimento adquirido ao longo dos anos a servi\u00e7o de empresas fornecedoras. &#8220;Nesses casos, o estresse ainda existe, mas certamente \u00e9 menor, j\u00e1 que as interfaces e a quantidade de insumos a administrar em uma empresa fornecedora \u00e9 bem menor do que em uma construtora&#8221;, revela Salvador Benevides.&nbsp;<\/p>\n<p>Em um momento em que o mercado carece de talentos, essa movimenta\u00e7\u00e3o pode ser bastante cr\u00edtica. Para o consultor Fl\u00e1vio Staudohar, a gest\u00e3o de recursos humanos \u00e9 um calcanhar-de-aquiles conhecido da constru\u00e7\u00e3o civil, que precisa de solu\u00e7\u00e3o, se a ind\u00fastria quiser ser capaz de produzir na intensidade desejada. Ele explica que a reten\u00e7\u00e3o de colaboradores passa pela cria\u00e7\u00e3o de condi\u00e7\u00f5es que ofere\u00e7am \u00e0s pessoas perspectivas de carreira, de aprendizado e, principalmente, de reconhecimento.&nbsp;<\/p>\n<p>Mas ainda que n\u00e3o seja poss\u00edvel eliminar por completo o estresse dentro das construtoras, pequenas atitudes podem ajudar a amenizar sofrimentos. Promover a pr\u00e1tica de esportes e de atividades de lazer s\u00e3o algumas delas. Investir em gest\u00e3o de conhecimento, implementar mecanismos de valoriza\u00e7\u00e3o dos profissionais e, principalmente, um sistema de bonifica\u00e7\u00e3o equilibrado, tamb\u00e9m tende a surtir efeitos positivos nas pessoas.&nbsp;<\/p>\n<p>O mais importante \u00e9 que as pr\u00e1ticas comecem pelo board das empresas, por exemplo, com respeito ao planejamento preestabelecido, com a cria\u00e7\u00e3o de disciplinas para que as reuni\u00f5es sejam produtivas, impedindo que os executivos vendam suas f\u00e9rias e rompendo com a cultura de exigir prazos nos quais ningu\u00e9m acredita e descontos imposs\u00edveis. &#8220;Na Fran\u00e7a, a ind\u00fastria automobil\u00edstica teve que se ajustar ap\u00f3s a ocorr\u00eancia de uma s\u00e9rie de suic\u00eddios. Esperamos que as empresas brasileiras ajam r\u00e1pido e n\u00e3o esperem esse tipo de trag\u00e9dia acontecer para mudar suas atitudes&#8221; , conclui Glogowsky. <\/p>\n<p><b>Autor: Constru\u00e7\u00e3o e Mercado<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os profissionais de m\u00e9dio e alto escal\u00e3o das construtoras brasileiras t\u00eam vivido em uma panela de press\u00e3o. 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