{"id":17597,"date":"2010-02-25T22:36:22","date_gmt":"2010-02-25T22:36:22","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=17597"},"modified":"2010-02-25T11:42:23","modified_gmt":"2010-02-25T11:42:23","slug":"ipea-brasil-forma-muitos-engenheiros-nas-faculdades-mas-poucos-trabalham-na-profissao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/02\/25\/ipea-brasil-forma-muitos-engenheiros-nas-faculdades-mas-poucos-trabalham-na-profissao\/","title":{"rendered":"Ipea: Brasil forma muitos engenheiros nas faculdades, mas poucos trabalham na profiss\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>De cada 3,5 engenheiros formados no Brasil, apenas um est\u00e1 formalmente empregado em ocupa\u00e7\u00f5es t\u00edpicas da profiss\u00e3o. Isso mostra que o pa\u00eds n\u00e3o tem um n\u00famero suficiente de engenheiros para dar conta dos novos postos que devem surgir com o crescimento econ\u00f4mico. \u00c9 necess\u00e1rio que aumente a propor\u00e7\u00e3o de profissionais dedicados \u00e0s \u00e1reas espec\u00edficas da engenharia, para que o pa\u00eds d\u00ea conta de acompanhar os cen\u00e1rios mais otimistas.\u00a0<\/p>\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 do Ipea (Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada) e <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.ipea.gov.br\/sites\/000\/2\/pdf\/100224_Rada6_apres_Escassez_EngenheirosDISET.pdf\">consta da sexta edi\u00e7\u00e3o do boletim Radar: Tecnologia, Produ\u00e7\u00e3o e Com\u00e9rcio Exterior<\/a>. Segundo o Ipea, o estudo foi motivado pela possibilidade de n\u00e3o haver n\u00famero suficiente de engenheiros no pa\u00eds para dar conta da demanda que dever\u00e1 surgir com o crescimento econ\u00f4mico. Isso, assinala a institui\u00e7\u00e3o, poderia resultar em um &#8220;apag\u00e3o de m\u00e3o de obra qualificada&#8221;, caso a economia venha a crescer a taxas mais altas ou por causa de mudan\u00e7as tecnol\u00f3gicas, principalmente em alguns setores, como o do pr\u00e9-sal. <\/p>\n<p>De acordo com o Ipea, a demanda tem superado o aumento de oferta de m\u00e3o de obra no mercado. O ponto que mais preocupa seria a baixa propor\u00e7\u00e3o de formados que est\u00e3o formalmente empregados em ocupa\u00e7\u00f5es t\u00edpicas da profiss\u00e3o. <\/p>\n<p>Para realizar o estudo, o Ipea identificou o requerimento t\u00e9cnico por engenheiro &#8211; quantidade de profissionais com essa compet\u00eancia requerida tecnicamente para atender a um determinado n\u00edvel de produ\u00e7\u00e3o &#8211; para forma\u00e7\u00e3o do PIB (Produto Interno Bruto). Al\u00e9m disso, projetou a quantidade de engenheiros potencialmente necess\u00e1rios a cada ano, entre 2009 e 2022. <\/p>\n<p>Em 2008, o estoque de graduados em engenharia foi de cerca de 750 mil, enquanto o requerimento t\u00e9cnico por esses profissionais foi de 211.713 profissionais. No ano anterior, o total de graduados foi de 188.654 e em 2006, 174.183. <\/p>\n<p>Tr\u00eas cen\u00e1rios distintos, em rela\u00e7\u00e3o ao crescimento do PIB &#8211; 3%, 5% e 7% ao ano &#8211; foram analisados. As proje\u00e7\u00f5es levaram em conta apenas empregados em ocupa\u00e7\u00f5es identificadas como pr\u00f3prias de engenheiros, arquitetos e outros profissionais correlatos e pondera que h\u00e1 muitos diplomados em engenharia que exercem outras ocupa\u00e7\u00f5es e n\u00e3o foram inclu\u00eddos no estudo. <\/p>\n<p>Baseadas nos n\u00fameros de pessoas que conclu\u00edram os cursos de engenharia, na produ\u00e7\u00e3o e na constru\u00e7\u00e3o no Brasil, al\u00e9m da proje\u00e7\u00e3o dos formandos, o Ipea estima que em 2015 haver\u00e1 1,099 milh\u00e3o de engenheiros dispon\u00edveis no mercado. <\/p>\n<p>O estudo constata tamb\u00e9m que, \u00e0 primeira vista, a disponibilidade de engenheiros seria suficiente para enfrentar a demanda, desde que o crescimento do PIB se mantenha em 3% ao ano e a propor\u00e7\u00e3o entre formados, na compara\u00e7\u00e3o com os formalmente empregados, caia para tr\u00eas por um &#8211; atualmente, de cada 3,5 engenheiros formados apenas um est\u00e1 empregado formalmente em ocupa\u00e7\u00f5es t\u00edpicas. <\/p>\n<p>No patamar tr\u00eas por um, a demanda estaria em 1,001 milh\u00e3o de profissionais em 2015. N\u00famero abaixo dos 1,099 milh\u00e3o de engenheiros que dever\u00e3o estar atuando no mercado, segundo o Ipea. <\/p>\n<p>Caso o crescimento do PIB fique a 5% ao ano, ser\u00e3o necess\u00e1rios 1,155 milh\u00f5es de profissionais &#8211; n\u00famero ligeiramente maior do que o previsto (1,099 milh\u00e3o). E, com crescimento de 7% ao ano, ser\u00e3o necess\u00e1rios 1,462 milh\u00e3o de engenheiros. <\/p>\n<p>J\u00e1 a proje\u00e7\u00e3o para 2022 aponta que haver\u00e1 1,565 milh\u00f5es de engenheiros em ocupa\u00e7\u00f5es t\u00edpicas &#8211; n\u00famero suficiente para dar conta da demanda caso o PIB cres\u00e7a 3% ou 5% ao ano. Mas para isso ser\u00e1 necess\u00e1rio que se aumente a propor\u00e7\u00e3o de profissionais dedicados a atuar nas ocupa\u00e7\u00f5es t\u00edpicas de engenharia, e de cada dois formados, um esteja dedicado a elas. <\/p>\n<p>Caso se mantenha o quadro atual &#8211; de 3,5 formados, um atua em emprego t\u00edpico-, a demanda ser\u00e1 de 1,861 milh\u00e3o de engenheiros, para o caso de um PIB com crescimento de 3% ao ano; e de 2,48 milh\u00f5es de engenheiros para o caso de se registrar crescimento do PIB em 5% ao ano. <\/p>\n<p>Na propor\u00e7\u00e3o de 3 para um, ficar\u00e3o bem pr\u00f3ximas a demanda e a oferta de profissionais no ano de 2022, ser\u00e3o necess\u00e1rios 1,595 milh\u00e3o de engenheiros para um mercado que dever\u00e1 ser de 1,565 engenheiros, caso de o PIB cres\u00e7a 3% ao ano. Caso cres\u00e7a 5% ser\u00e3o necess\u00e1rios 2,125 milh\u00f5es de engenheiros; e 3,405 milh\u00f5es, caso o PIB tenha crescimento anual de 7%. <\/p>\n<p><b>Autor: O Globo<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De cada 3,5 engenheiros formados no Brasil, apenas um est\u00e1 formalmente empregado em ocupa\u00e7\u00f5es t\u00edpicas da profiss\u00e3o. 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