{"id":17578,"date":"2010-02-22T22:36:07","date_gmt":"2010-02-22T22:36:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=17578"},"modified":"2010-02-22T15:30:40","modified_gmt":"2010-02-22T15:30:40","slug":"empresas-de-engenharia-avancam-no-exterior","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/02\/22\/empresas-de-engenharia-avancam-no-exterior\/","title":{"rendered":"Empresas de engenharia avan\u00e7am no exterior"},"content":{"rendered":"<p>Empresas de brasileiras de engenharia ganham for\u00e7a no exterior e come\u00e7am a dar um salto em novos neg\u00f3cios, seguindo o exemplo de grandes players, como Odebrecht, Camargo Corr\u00eaa e Andrade Gutierrez, que lideram em projetos fora do Pa\u00eds. Um exemplo \u00e9 a Alusa Engenharia, que est\u00e1 acelerando sua expans\u00e3o na Am\u00e9rica Latina e na Am\u00e9rica Central, com projetos na \u00e1rea de energia na Argentina, no Chile, no Peru e na Costa Rica. Este ano, a empresa espera ampliar de 10% para 25% a participa\u00e7\u00e3o da receita de obras no exterior e prev\u00ea crescer 20% em rela\u00e7\u00e3o ao faturamento do ano passado (R$ 900 milh\u00f5es). &#8220;Mapeamos alguns pa\u00edses em que vemos mercado e estabilidade e vemos oportunidades de fechar novos neg\u00f3cios no Chile, no Peru, na Costa Rica e no Panam\u00e1. J\u00e1 temos alguns projetos em prospec\u00e7\u00e3o, para a constru\u00e7\u00e3o de linhas de transmiss\u00e3o e gera\u00e7\u00e3o&#8221;, afirma Guilherme Godoy, vice-presidente da Alusa. <\/p>\n<p>A expertise do grupo na \u00e1rea de energia est\u00e1 impulsionando a internacionaliza\u00e7\u00e3o da empresa, destaca o executivo. Bra\u00e7o de engenharia da Alusa Holding, a Alusa Engenharia atua em projetos de energia, constru\u00e7\u00e3o civil e \u00f3leo e g\u00e1s. O grupo tamb\u00e9m atua nos segmentos de transmiss\u00e3o e gera\u00e7\u00e3o de energia, representados pela Alupar Investimentos, de concess\u00f5es nestas \u00e1reas, e est\u00e1 dividido desta forma h\u00e1 tr\u00eas anos, ap\u00f3s ter passado por uma reestrutura\u00e7\u00e3o. &#8220;O mercado brasileiro \u00e9 enorme, o que fez com que as empresas brasileiras adquirissem experi\u00eancia, que agrega valor em outros pa\u00edses. Por isso vimos que existia oportunidade de entrar em projetos pioneiros para alguns pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina, mas que j\u00e1 tiv\u00e9ssemos desenvolvido no Brasil. No Peru, eles est\u00e3o come\u00e7ando a fazer projetos de 500 kV s\u00f3 agora, enquanto n\u00f3s j\u00e1 fazemos h\u00e1 muito tempo&#8221;, diz. <\/p>\n<p>A empresa acaba de finalizar obras de amplia\u00e7\u00e3o da rede de distribui\u00e7\u00e3o de energia na Costa Rica e no Chile que receberam investimentos de US$ 36 milh\u00f5es e dar\u00e1 in\u00edcio a obras para Sociedad Austral de Electricidad SA (Saesa), Anglo American e Empresa El\u00e9ctrica del Norte Grande S.A. (Eldelnor) no Chile, com uma soma de aportes de aproximadamente US$ 70 milh\u00f5es. Na Argentina, a Alusa tamb\u00e9m est\u00e1 participando de um cons\u00f3rcio para a constru\u00e7\u00e3o de uma subesta\u00e7\u00e3o em San Rafael, cidade localizada na prov\u00edncia de Mendoza. <\/p>\n<p>No Brasil, a empresa se consolidou a partir da privatiza\u00e7\u00e3o dos setores de telecomunica\u00e7\u00f5es, transmiss\u00e3o e gera\u00e7\u00e3o de energia no in\u00edcio dos anos 90. &#8220;Temos 50 anos de experi\u00eancia na \u00e1rea de engenharia, especialmente no segmento de distribui\u00e7\u00e3o de energia. Com a privatiza\u00e7\u00e3o, entramos forte na \u00e1rea de concess\u00f5es, que ficou com a Alupar. A constru\u00e7\u00e3o de linhas de transmiss\u00e3o \u00e9 uma das \u00e1reas em que a Alusa Engenharia mais cresceu nos \u00faltimos anos&#8221;, explica Guilherme Godoy. <\/p>\n<p>No Pa\u00eds, atualmente a empresa est\u00e1 envolvida em quatro projetos de Pequenas Centrais Hidroel\u00e9tricas (PCHs), que devem entrar em opera\u00e7\u00e3o em 2010 e tiveram investimento de R$ 500 milh\u00f5es. Duas delas est\u00e3o nos Munic\u00edpios de Queluz e Lavrinhas, na fronteira entre os Estados do Rio de Janeiro e de S\u00e3o Paulo, com 30 megawatts (MW) cada uma. Ambas foram constru\u00eddas para empresas do setor privado. <\/p>\n<p>As duas maiores s\u00e3o Ju\u00ed Energia e Foz do Rio Claro Energia, no Rio Grande do Sul e em Foz do Rio Claro, com 51 MW e 67 MW, respectivamente, arrematadas pela Alupar em leil\u00f5es de energia do governo federal. &#8220;Queremos crescer na \u00e1rea de gera\u00e7\u00e3o. J\u00e1 temos muitos projetos em perspectiva, que ser\u00e3o iniciados assim que as usinas que est\u00e3o em obras entrarem em opera\u00e7\u00e3o&#8221;, afirma o executivo da empresa. <\/p>\n<p>A Alusa tamb\u00e9m afirma estar focada na conquista de novos contratos na \u00e1rea de \u00f3leo e g\u00e1s, \u00e1rea em que j\u00e1 atua prestando servi\u00e7os para a Petrobras. &#8220;Temos projetos em refinarias e co-gera\u00e7\u00e3o. Dentro desse segmento, acreditamos que este setor tem muito a oferecer&#8221;, acredita. <\/p>\n<p><strong>Financiamento<\/strong> <\/p>\n<p>Outro grupo que tamb\u00e9m est\u00e1 de olho em neg\u00f3cios nos pa\u00edses vizinhos \u00e9 o Advento, holding que re\u00fane a construtora Serpal, Vecotec (sistemas de climatiza\u00e7\u00e3o), Vox Engenharia e a Temar Tecnologia e que em 2009 faturou R$ 770 milh\u00f5es e espera chegar a R$ 1 bilh\u00e3o este ano. &#8220;Estamos or\u00e7ando hospitais p\u00fablicos e privados, pr\u00e9dios corporativos e infraestrutura de aeroportos e portos no Chile, Peru e Col\u00f4mbia&#8221;, como afirmou Juan Quir\u00f3s, presidente do Grupo Advento. <\/p>\n<p>Para dar impulso \u00e0 expans\u00e3o, o empres\u00e1rio ressalta que o principal desafio \u00e9 obter financiamento, e v\u00ea oportunidades em projetos de menor porte, como a constru\u00e7\u00e3o de um aeroporto em La Paz, por exemplo. &#8220;Nosso esfor\u00e7o externo ser\u00e1 aplicado s\u00f3 em projetos que agreguem experi\u00eancia e em \u00e1reas que n\u00e3o atuamos no Brasil, como infraestrutura de aeroportos e portos. L\u00e1 fora, tem aeroportos que n\u00e3o interessam para as grandes multinacionais brasileiras&#8221;, explica. <\/p>\n<p>O empres\u00e1rio defende ainda a cria\u00e7\u00e3o de uma forte pol\u00edtica p\u00fablica de exporta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os que amplie o universo de empresas beneficiadas. &#8220;Hoje apenas cinco grandes construtoras est\u00e3o tendo apoio financeiro para participar de licita\u00e7\u00f5es internacionais. \u00c9 preciso ter um novo projeto de exporta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os, que leve empresas de m\u00e9dio e grande porte a participar juntas de licita\u00e7\u00f5es&#8221;, opina. <\/p>\n<p>Uma das dificuldades apontadas pela Alusa, em 2009, foi a obten\u00e7\u00e3o de financiamento. &#8220;Para n\u00f3s, a crise chegou em capital de giro. T\u00ednhamos os contratos e sentimos dificuldade em captar dinheiro. A alternativa foi apostar em capitaliza\u00e7\u00f5es com o nosso capital de giro, e por isso, chegamos bem capitalizados em 2010&#8221;, ressalta. Segundo o executivo, a empresa tem feito investimentos com o pr\u00f3prio capital de giro, sem financiamento p\u00fablico. <\/p>\n<p>Nos \u00faltimos sete anos, os valores liberados para aumentar a competitividade das companhias nacionais nas grandes licita\u00e7\u00f5es da regi\u00e3o deram um salto no Brasil. S\u00f3 o BNDES, por exemplo, que elevou a libera\u00e7\u00e3o de US$ 42 milh\u00f5es em 2002 para US$ 1,26 bilh\u00e3o em 2009. <\/p>\n<p><b>Autor: DCI<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Empresas de brasileiras de engenharia ganham for\u00e7a no exterior e come\u00e7am a dar um salto em novos neg\u00f3cios, seguindo o exemplo de grandes players, como Odebrecht, Camargo Corr\u00eaa e Andrade Gutierrez, que lideram em projetos fora do Pa\u00eds. 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