{"id":17559,"date":"2010-02-18T22:35:47","date_gmt":"2010-02-18T22:35:47","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=17559"},"modified":"2010-02-18T09:47:37","modified_gmt":"2010-02-18T09:47:37","slug":"estrelas-primitivas-sao-descobertas-fora-da-via-lactea","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/02\/18\/estrelas-primitivas-sao-descobertas-fora-da-via-lactea\/","title":{"rendered":"Estrelas primitivas s\u00e3o descobertas fora da Via L\u00e1ctea"},"content":{"rendered":"<p>Durante anos, as estrelas mais primitivas do Universo, situadas fora da Via L\u00e1ctea, conseguiram esconder-se dos olhos indiscretos dos humanos e seus telesc\u00f3pios cada vez melhores. Mas agora, elas foram finalmente desmascaradas. <\/p>\n<p>Novas observa\u00e7\u00f5es, utilizando o Very Large Telescope, localizado nas montanhas do Chile, solucionaram um importante problema astrof\u00edsico relativo \u00e0s estrelas mais antigas na nossa vizinhan\u00e7a gal\u00e1ctica &#8211; um problema crucial para compreender as estrelas que se formaram quando o Universo ainda era muito jovem. <\/p>\n<p><strong>Estrelas primitivas <br \/>\n<\/strong><br \/>\n&#8220;Na realidade, descobrimos uma falha nos m\u00e9todos utilizados at\u00e9 agora,&#8221; conta Else Starkenburg, autora principal do artigo que descreve as descobertas. &#8220;O nosso m\u00e9todo mais desenvolvido permitiu-nos descobrir as estrelas primitivas escondidas no meio de todas as outras estrelas mais comuns.&#8221; <\/p>\n<p>Acredita-se que as estrelas primitivas se formaram a partir da mat\u00e9ria forjada pouco depois do Big Bang, h\u00e1 13,7 mil milh\u00f5es de anos. Estas estrelas t\u00eam, tipicamente, menos que uma mil\u00e9sima parte da quantidade de elementos qu\u00edmicos mais pesados que o hidrog\u00eanio e o h\u00e9lio, encontrados no Sol &#8211; por isso s\u00e3o chamadas de &#8220;estrelas extremamente pobres em metais&#8221;. <\/p>\n<p>De acordo com a defini\u00e7\u00e3o usada em astronomia, &#8220;metais&#8221; s\u00e3o todos os elementos com exce\u00e7\u00e3o do hidrog\u00e9nio e do h\u00e9lio. Todos estes metais, exceto alguns elementos qu\u00edmicos leves menores, foram criados pelas diversas gera\u00e7\u00f5es de estrelas. <\/p>\n<p>As estrelas primitivas agora observadas pertencem a uma das primeiras gera\u00e7\u00f5es de estrelas do Universo. Extremamente raras, podem ser observadas principalmente na Via L\u00e1ctea. <\/p>\n<p><strong>Gal\u00e1xias an\u00e3s<\/strong> <\/p>\n<p>Os astr\u00f4nomos acreditam que as gal\u00e1xias maiores, como a Via L\u00e1ctea, formaram-se a partir da fus\u00e3o de gal\u00e1xias menores. A popula\u00e7\u00e3o de estrelas extremamente pobres em metais &#8211; ou &#8220;primitivas&#8221; &#8211; da Via L\u00e1ctea deveria estar j\u00e1 presente nas gal\u00e1xias an\u00e3s que lhe deram origem e, por isso, popula\u00e7\u00f5es similares deveriam estar igualmente presentes noutras gal\u00e1xias an\u00e3s. <\/p>\n<p>&#8220;At\u00e9 agora, evid\u00eancias dessas popula\u00e7\u00f5es t\u00eam sido escassas,&#8221; diz a coautora Giuseppina Battaglia. &#8220;Enormes levantamentos feitos nos \u00faltimos anos mostraram continuamente que as popula\u00e7\u00f5es estelares mais antigas da Via L\u00e1ctea e de gal\u00e1xias an\u00e3s n\u00e3o coincidem, um fato que n\u00e3o \u00e9 de todo esperado segundo os modelos cosmol\u00f3gicos.&#8221; <\/p>\n<p><strong>Espectro das estrelas<\/strong> <\/p>\n<p>A abund\u00e2ncia dos elementos qu\u00edmicos nas estrelas \u00e9 medida a partir dos espectros eletromagn\u00e9ticos &#8211; os diversos comprimentos de onda da luz das estrelas &#8211; que nos fornecem as impress\u00f5es digitais qu\u00edmicas das estrelas. <\/p>\n<p>Como demonstrado por qualquer arco-\u00edris, a luz branca pode dividir-se em diferentes cores. Os astr\u00f4nomos separam artificialmente a luz que recebem de objetos distantes nas suas diferentes cores (ou comprimentos de onda). <\/p>\n<p>No entanto, enquanto n\u00f3s distinguimos sete cores no arco-\u00edris, os astr\u00f4nomos mapeiam centenas de nuances coloridas, produzindo um espectro &#8211; o registro das diferentes quantidades de radia\u00e7\u00e3o que o objeto emite em cada banda de cor estreita. <\/p>\n<p>Os detalhes de um espectro &#8211; mais radia\u00e7\u00e3o emitida em determinadas cores e menos noutras &#8211; fornece sinais inequ\u00edvocos acerca da composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica da mat\u00e9ria que produz essa radia\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Os pesquisadores utilizaram o Very Large Telescope (VLO) para medir o espectro de cerca de 2.000 estrelas gigantes individuais em quatro das gal\u00e1xias an\u00e3s vizinhas \u00e0 Via L\u00e1ctea: Fornax, Escultor, Sextante e Carina. <\/p>\n<p>Como as gal\u00e1xias an\u00e3s est\u00e3o a dist\u00e2ncias t\u00edpicas de 300.000 anos-luz &#8211; o que corresponde a cerca de tr\u00eas vezes o tamanho da Via L\u00e1ctea &#8211; apenas riscas e bandas intensas no espectro puderam ser medidas, e mesmo estas aparecem como uma impress\u00e3o digital t\u00eanue e borrada. <\/p>\n<p><strong>Impress\u00f5es digitais<\/strong> <\/p>\n<p>A equipe descobriu que nenhuma das impress\u00f5es digitais espectrais parecia pertencer \u00e0 classe de estrelas que procuravam, as raras estrelas extremamente pobres em metais encontradas na Via L\u00e1ctea. <\/p>\n<p>Mas eles conseguiram resultados interessantes ao comparar cuidadosamente os espectros com modelos computacionais. Apenas diferen\u00e7as muito sutis distinguem a impress\u00e3o digital qu\u00edmica de uma estrela pobre em metais normal e de uma estrela extremamente pobre em metais, e explica porque \u00e9 que os m\u00e9todos anteriores n\u00e3o foram bem-sucedidos na identifica\u00e7\u00e3o destas estrelas. <\/p>\n<p>Os astr\u00f4nomos confirmaram tamb\u00e9m o estado &#8220;quase imaculado&#8221; de v\u00e1rias estrelas extremamente pobres em metais, gra\u00e7as aos espectros muito detalhados obtidos por um dos instrumentos montados no VLO. <\/p>\n<p>&#8220;Comparadas com as impress\u00f5es digitais muito t\u00eanues que t\u00ednhamos anteriormente, estas assemelham-se \u00e0 impress\u00e3o digital vista ao microsc\u00f3pio,&#8221; explica Vanessa Hill, membro da equipe. &#8220;Infelizmente, apenas um pequeno n\u00famero de estrelas pode ser observado desta maneira devido a esta ser uma observa\u00e7\u00e3o que demora muito tempo&#8221;. <\/p>\n<p>&#8220;Entre as novas estrelas extremamente pobres em metais descobertas nestas gal\u00e1xias an\u00e3s, tr\u00eas t\u00eam uma quantidade relativa de elementos qu\u00edmicos entre apenas 1\/3.000 e 1\/10.000 da que \u00e9 observada no Sol, incluindo a estrela que det\u00e9m o atual recorde da mais primitiva encontrada fora da Via L\u00e1ctea,&#8221; diz Martin Tafelmeyer, membro da equipe. <\/p>\n<p>&#8220;O nosso trabalho n\u00e3o s\u00f3 revelou algumas das muito interessantes primeiras estrelas destas gal\u00e1xias, como ainda fornece uma nova e poderosa t\u00e9cnica de detec\u00e7\u00e3o de estrelas deste tipo,&#8221; conclui Starkenburg. &#8220;A partir de agora as estrelas j\u00e1 n\u00e3o t\u00eam mais onde se esconder!&#8221; <\/p>\n<p><b>Autor: Inova\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Durante anos, as estrelas mais primitivas do Universo, situadas fora da Via L\u00e1ctea, conseguiram esconder-se dos olhos indiscretos dos humanos e seus telesc\u00f3pios cada vez melhores. 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