{"id":17550,"date":"2010-02-12T22:35:41","date_gmt":"2010-02-12T22:35:41","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=17550"},"modified":"2010-02-12T10:43:06","modified_gmt":"2010-02-12T10:43:06","slug":"raios-e-mudancas-climaticas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/02\/12\/raios-e-mudancas-climaticas\/","title":{"rendered":"Raios e mudan\u00e7as clim\u00e1ticas"},"content":{"rendered":"<p>Nos \u00faltimos dez anos, o Brasil recebeu cerca de 57 milh\u00f5es de raios e 1.321 pessoas morreram v\u00edtimas desse fen\u00f4meno natural. Esses n\u00fameros, reunidos pelo Grupo de Eletricidade Atmosf\u00e9rica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), colocam o pa\u00eds no topo da lista mundial de incid\u00eancia de descargas atmosf\u00e9ricas e indicam que o fen\u00f4meno est\u00e1 aumentando. <\/p>\n<p>O aumento no n\u00famero de raios pode estar relacionado com altera\u00e7\u00f5es no clima do planeta. Pesquisadores estimam que cada grau a mais registrado na temperatura global pode ocasionar um aumento de 10% a 20% na incid\u00eancia de raios. Mas, por enquanto, isso \u00e9 apenas uma hip\u00f3tese. <\/p>\n<p>Fazer um amplo estudo sobre os fatores clim\u00e1ticos que podem afetar a ocorr\u00eancia de raios no pa\u00eds \u00e9 a proposta do Projeto Tem\u00e1tico \u201cImpacto das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas sobre a incid\u00eancia de descargas atmosf\u00e9ricas no Brasil\u201d, apoiado pela FAPESP. Iniciado em dezembro passado e com previs\u00e3o para durar at\u00e9 o fim de 2013, a pesquisa \u00e9 liderada por Osmar Pinto J\u00fanior, coordenador do Elat. <\/p>\n<p>Segundo o pesquisador, a motiva\u00e7\u00e3o do trabalho surgiu em 2007, ap\u00f3s uma confer\u00eancia do Painel Interngovernamental de Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas (IPCC) da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas. \u201cNo encontro, foi levantada a hip\u00f3tese de que os raios aumentariam o efeito estufa ao provocar mais inc\u00eandios em florestas, que por sua vez liberariam mais di\u00f3xido de carbono, alimentando um ciclo cont\u00ednuo\u201d, disse. <\/p>\n<p>O que incomodou o grupo do Elat foi n\u00e3o haver evid\u00eancias conclusivas para confirmar ou derrubar a hip\u00f3tese, nem dados sobre a rela\u00e7\u00e3o entre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e o aumento no n\u00famero de raios. <\/p>\n<p>Para investigar a quest\u00e3o, o projeto tomar\u00e1 como base tr\u00eas fontes principais de dados: a Rede Integrada Nacional de Detec\u00e7\u00e3o de Descargas Atmosf\u00e9ricas (Rindat), informa\u00e7\u00f5es de sat\u00e9lite e registros do n\u00famero de dias de tempestade. \u201cCada uma dessas fontes tem vantagens e desvantagens que devem ser consideradas\u201d, disse Pinto J\u00fanior. <\/p>\n<p>Segundo ele, a Rindat oferece informa\u00e7\u00f5es precisas, mas a rede mudou ao longo do tempo e, por isso, h\u00e1 dados de tipos diferentes a analisar. Al\u00e9m disso, o sistema \u00e9 recente, tem apenas dez anos, e cobre apenas parte do pa\u00eds \u2013 as regi\u00f5es Sul e Sudeste e parte do Centro-Oeste. <\/p>\n<p>Do espa\u00e7o, ser\u00e3o coletados dados pelo sat\u00e9lite Tropical Rainfall Measuring Mission (TRMM, ou, em portugu\u00eas, \u201cmiss\u00e3o de mensura\u00e7\u00e3o de chuva tropical\u201d), que apresenta cobertura nacional e informa\u00e7\u00f5es uniformes ao longo do tempo. Mas, assim como a Rindat, o TRMM tem um acervo de apenas dez anos de coleta, o que \u00e9 pouco para fazer associa\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas. <\/p>\n<p>Outro por\u00e9m do sat\u00e9lite \u00e9 sua \u00f3rbita. Por circundar todo o planeta, o TRMM n\u00e3o monitora o Brasil o tempo todo, o que provoca lacunas de informa\u00e7\u00e3o quando o equipamento est\u00e1 sobre outras \u00e1reas do mundo. O ideal, segundo Pinto J\u00fanior, \u00e9 que o sat\u00e9lite fosse geoestacion\u00e1rio, ou seja, que permanecesse em cima do pa\u00eds. <\/p>\n<p>A terceira fonte de dados para a pesquisa, os registros de dias de tempestade, oferece as mais antigas informa\u00e7\u00f5es sobre incid\u00eancias de raios no Brasil. Os primeiros registros datam de 1780 na cidade do Rio de Janeiro. <\/p>\n<p>\u201cApesar da longa cobertura, os registros n\u00e3o s\u00e3o constantes e apresentam v\u00e1rias lacunas ao longo desses mais de dois s\u00e9culos de registros. Alguns trabalhos de monitoramento foram simplesmente abandonados ap\u00f3s alguns anos, porque n\u00e3o se imaginava que o clima mudaria\u201d, disse Pinto J\u00fanior. <\/p>\n<p>Para os analistas da \u00e9poca, o levantamento feito ao longo de 10 ou 15 anos poderia ser extrapolado e valeria indefinidamente, uma vez que o clima seria sempre est\u00e1vel, segundo se imaginava. <\/p>\n<p>\u201cColher dados dessas nota\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m \u00e9 uma tarefa dif\u00edcil. Elas relatam dias de tempestade e n\u00e3o necessariamente raios. Portanto, muitos dados t\u00eam de ser inferidos, sendo medidos indiretamente. Sem contar que v\u00e1rias anota\u00e7\u00f5es s\u00e3o subjetivas e n\u00e3o apresentam o rigor e o padr\u00e3o das observa\u00e7\u00f5es atmosf\u00e9ricas atuais\u201d, explicou Pinto J\u00fanior. <\/p>\n<p>Para analisar essa montanha de informa\u00e7\u00f5es, o Inpe disp\u00f5e de parcerias com quatro institui\u00e7\u00f5es dos Estados Unidos: a Ag\u00eancia Espacial Norte-Americana (Nasa), o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), a Administra\u00e7\u00e3o Nacional Oce\u00e2nica e Atmosf\u00e9rica (NOAA) e a Universidade do Arizona. \u201cOs pesquisadores dessas institui\u00e7\u00f5es v\u00e3o discutir conosco as interpreta\u00e7\u00f5es dos dados\u201d, disse. <\/p>\n<p><strong>Novos sensores<\/strong> <\/p>\n<p>Outro bra\u00e7o do Projeto Tem\u00e1tico pretende aprimorar a rede de monitoramento de raios no Estado de S\u00e3o Paulo. Novos sensores detectar\u00e3o tamb\u00e9m os raios intranuvens, que passam de uma nuvem a outra. Os sensores atuais s\u00f3 detectam as descargas que descem ao solo. <\/p>\n<p>\u201cAo mesmo tempo, a amplia\u00e7\u00e3o da Rindat dever\u00e1 melhorar a qualidade dos dados. Com 53 sensores atualmente espalhados pelo Brasil, a rede dever\u00e1 instalar seis novos equipamentos de detec\u00e7\u00e3o este m\u00eas, no Mato Grosso. Com eles, a regi\u00e3o Centro-Oeste ser\u00e1 totalmente monitorada\u201d, disse Pinto J\u00fanior. <\/p>\n<p>O pesquisador indica que existe uma previs\u00e3o de que a regi\u00e3o Nordeste esteja coberta com sensores at\u00e9 o fim de 2011. E h\u00e1 esfor\u00e7os para levar esta\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m ao Norte do pa\u00eds, que apresenta desafios log\u00edsticos devido \u00e0 sua grande extens\u00e3o e \u00e0 vegeta\u00e7\u00e3o amaz\u00f4nica. <\/p>\n<p>A densidade dessas redes de detec\u00e7\u00e3o de raios \u00e9 fundamental para a qualidade das informa\u00e7\u00f5es coletadas. \u201cO alcance de cada sensor \u00e9 de 600 quil\u00f4metros, mas \u00e9 importante que cada raio seja registrado por mais de um equipamento para que a qualidade do dado seja maior\u201d, disse. <\/p>\n<p><strong>Temperaturas oce\u00e2nicas <br \/>\n<\/strong><br \/>\nUma rela\u00e7\u00e3o j\u00e1 tra\u00e7ada pelo Elat \u00e9 o da temperatura dos oceanos na incid\u00eancia de raios. O grupo de pesquisa levantou, por exemplo, que os anos em que ocorreram mais mortes por raios, 2001 e 2008, coincidiram com o fen\u00f4meno do resfriamento das \u00e1guas do Pac\u00edfico, conhecido como La Ni\u00f1a. <\/p>\n<p>\u201cSabemos que quando ocorre a La Ni\u00f1a aumenta a incid\u00eancia de raios nas regi\u00f5es Norte e Nordeste. Nos per\u00edodos de El Ni\u00f1o [aquecimento do Pac\u00edfico], as descargas aumentam na regi\u00e3o Sul. J\u00e1 nas regi\u00f5es sudeste e centro-oeste os efeitos s\u00e3o mais dif\u00edceis de serem previstos\u201d, disse Pinto J\u00fanior. Somados esses efeitos explicariam a concentra\u00e7\u00e3o dos recordes de mortes na temporada da La Ni\u00f1a, segundo ele. <\/p>\n<p>Apesar de not\u00f3ria, a influ\u00eancia da temperatura dos oceanos na incid\u00eancia de raios n\u00e3o conta com muitos estudos, segundo Pinto J\u00fanior. Al\u00e9m disso, o acompanhamento das temperaturas do Pac\u00edfico \u00e9 muito mais antigo do que as medi\u00e7\u00f5es feitas no Oceano Atl\u00e2ntico. <\/p>\n<p>Isso se deve a uma quest\u00e3o econ\u00f4mica. Os efeitos causados pelo El Ni\u00f1o e pela La Ni\u00f1a na pesca peruana fizeram com que os pescadores daquele pa\u00eds acompanhassem de perto as oscila\u00e7\u00f5es de temperatura do oceano. H\u00e1 registros de mais de 150 anos e que poder\u00e3o ser comparados \u00e0s anota\u00e7\u00f5es de tempestades observadas no Brasil. <\/p>\n<p>Como desafio, o Projeto Tem\u00e1tico procurar\u00e1 verificar como os raios respondem \u00e0s temperaturas oce\u00e2nicas, em especial \u00e0s do Atl\u00e2ntico. \u201cAs tempestades no Brasil, especialmente, devem sofrer grande influ\u00eancia do Oceano Atl\u00e2ntico, mas n\u00e3o h\u00e1 estudos nesse sentido\u201d, disse o coordenador do Elat. <\/p>\n<p>Em mesmo sabendo que oceanos podem provocar precipita\u00e7\u00f5es, isso n\u00e3o \u00e9 suficiente para relacion\u00e1-los aos raios. \u201cN\u00e3o h\u00e1 uma rela\u00e7\u00e3o direta entre volume de chuvas e raios, como muitos imaginam\u201d, disse o pesquisador, que relata casos de muita chuva e poucos raios e de muitas descargas el\u00e9tricas com pouca ou nenhuma precipita\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>O projeto ainda pretende ir al\u00e9m da atmosfera e analisar um consider\u00e1vel fator de influ\u00eancia no clima do planeta: o Sol. Em ciclos de cerca de 11 anos aumentam as manchas na superf\u00edcie solar e com elas o fluxo de radia\u00e7\u00e3o lan\u00e7ado pela estrela. <\/p>\n<p>Na Terra, isso \u00e9 sentido por meio de altera\u00e7\u00f5es das part\u00edculas da atmosfera. \u201cS\u00e3o elas que facilitam ou n\u00e3o a forma\u00e7\u00e3o de gelo nas nuvens e os raios s\u00f3 ocorrem quando existe gelo no interior das nuvens\u201d, disse. <\/p>\n<p>Pinto J\u00fanior conta que a pr\u00f3xima ocorr\u00eancia de aumento das manchas solares est\u00e1 prevista para 2012, ano em que a equipe do Tem\u00e1tico poder\u00e1 aproveitar para analisar o quanto o Sol tem a ver com a incid\u00eancia de raios no Brasil. <\/p>\n<p><b>Autor: Ag\u00eancia FAPESP<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nos \u00faltimos dez anos, o Brasil recebeu cerca de 57 milh\u00f5es de raios e 1.321 pessoas morreram v\u00edtimas desse fen\u00f4meno natural. 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