{"id":17545,"date":"2010-02-11T22:35:36","date_gmt":"2010-02-11T22:35:36","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=17545"},"modified":"2010-02-11T14:14:44","modified_gmt":"2010-02-11T14:14:44","slug":"novas-tecnologias-a-razao-de-sucesso-ou-de-fracasso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/02\/11\/novas-tecnologias-a-razao-de-sucesso-ou-de-fracasso\/","title":{"rendered":"Novas tecnologias: a raz\u00e3o de sucesso ou de fracasso"},"content":{"rendered":"<p>Em geral, os ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o gostam de novas tecnologias. Aquelas que, exatamente por serem novas, despertam certo fasc\u00ednio nos leitores e expectadores. Nada melhor do que mostrar o novo celular, o nov\u00edssimo game, a mais recente TV e o mais moderno computador. Ou at\u00e9 mesmo um novo engenho com uso meio indefinido. Vale qualquer coisa, desde que seja novidade. \u00c9 garantia certa de audi\u00eancia em leitura, aten\u00e7\u00e3o ou n\u00famero de clicks no site da Internet. Por isso, quando recebo um pedido para conversar com os meios de comunica\u00e7\u00e3o, sei que a maioria das perguntas vai na dire\u00e7\u00e3o do que vem por a\u00ed no futuro. <\/p>\n<p>No entanto, recentemente conversei com uma jornalista que queria saber justo o contr\u00e1rio: em vez de falar de futuro, ela buscava entender o passado e por que certas novas tecnologia simplesmente n\u00e3o \u201cemplacam\u201d. Queria tamb\u00e9m saber por que certas tecnologias, intuitivamente entendidas como a solu\u00e7\u00e3o perfeita para um determinado problema, simplesmente n\u00e3o decolam. Como abordagem jornal\u00edstica, achei a solicita\u00e7\u00e3o, no m\u00ednimo, inovadora. Como sempre, fui me preparar para dar respostas bem fundamentadas. Aprendi um monte. Agora, divido aqui com voc\u00eas parte desses achados. Alguns s\u00e3o bem \u00f3bvios, outros nem tanto. S\u00f3 que, neste caso, mesmo o \u00f3bvio adquire uma import\u00e2ncia maior porque \u00e9 identificado por m\u00e9todos de pesquisa e n\u00e3o por puro \u201cachismo\u201d. <\/p>\n<p>Desde muito tempo, quando comecei a lidar com tecnologia de ponta, aquela que est\u00e1 sempre na vanguarda, percebi que nem sempre o que faz sucesso no laborat\u00f3rio tem sucesso garantido com o p\u00fablico. A comprova\u00e7\u00e3o dessa observa\u00e7\u00e3o um tanto emp\u00edrica est\u00e1 nos armaz\u00e9ns dos laborat\u00f3rios de pesquisa. Por l\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel encontrar um monte de coisas que s\u00e3o essencialmente geniais, mas que acabaram cobertas de p\u00f3. Nunca chegaram ao mercado. Jamais foram usadas. Esse \u00e9 um primeiro est\u00e1gio de insucesso em novas tecnologias. Mas, nesse caso, os consumidores nem notam que um certo engenho existe, simplesmente porque, ainda que genial, nunca saiu dos limites dos departamentos de Pesquisa &amp; Desenvolvimento. E a\u00ed, nem \u00e9 muito dif\u00edcil identificar as causas desse suposto insucesso: na maioria das vezes, a rota comercial para levar um novo produto ao mercado \u00e9 invi\u00e1vel; ou o pre\u00e7o do produto seria muito alto; ou a manuten\u00e7\u00e3o exigida para um bom funcionamento seria muito cara. Esse cen\u00e1rio \u00e9 conhecido nas empresas como o tal do \u201cbusiness case que n\u00e3o fecha\u201d. Ou ent\u00e3o, como ocorre algumas vezes, o produto \u00e9 t\u00e3o complicado de usar que, de fato, n\u00e3o ser\u00e1 usado. Um engenho genial que&#8230; nasceu morto. <\/p>\n<p>\u00c0s vezes, a coisa rola de um jeito um pouco diferente: a nova tecnologia nasce no laborat\u00f3rio, a \u00e1rea comercial faz um \u201cbusiness case\u201d redondinho e o produto aparece nas prateleiras das lojas, mas n\u00e3o vende. E n\u00e3o vende porque chegou muito cedo ao mercado. Acontece quando os cientistas pensaram r\u00e1pido demais e criaram algo que resolve um problema sim, mas o mercado ainda n\u00e3o sentiu o inc\u00f4modo do problema. Por isso, ainda n\u00e3o percebe a necessidade de uma solu\u00e7\u00e3o. Eu mesmo j\u00e1 vivi uma situa\u00e7\u00e3o parecida, quando participei de um desenvolvimento de uma tecnologia que tinha tudo para ser um sucesso, como de fato foi. S\u00f3 que esse sucesso s\u00f3 aconteceu uns oito anos depois do que hav\u00edamos previsto. E quando isso ocorreu eu j\u00e1 estava em outra praia. Chegar muito cedo ao mercado \u00e9 um pre\u00e7o caro que a Pesquisa &amp; Desenvolvimento em ind\u00fastria sempre paga por estar na vanguarda. <\/p>\n<p>Mas a situa\u00e7\u00e3o mais intrigante de todas \u00e9 aquela em que a ci\u00eancia e a pesquisa criam uma inova\u00e7\u00e3o, a novidade \u00e9 incorporada a um produto, o produto vai ao mercado, o consumidor compra, mas&#8230; n\u00e3o usa. <\/p>\n<p>Parte desse cen\u00e1rio pode ser explicada pelo fasc\u00ednio da novidade. No mundo da tecnologia, tudo que \u00e9 novo tem certo fasc\u00ednio para o consumidor, que se p\u00f5e com aquela cara meio abobalhada de apaixonado em frente \u00e0 vitrine da loja, encantado com a novidade. E da paix\u00e3o \u00e0 compra \u00e9 s\u00f3 uma quest\u00e3o de dinheiro. Aperta a despesa daqui, puxa uns trocados dali, estica o d\u00e9bito no cart\u00e3o de cr\u00e9dito e pronto! L\u00e1 est\u00e1 o consumidor com uma nova engenhoca que ele acha d-e-m-a-i-s! \u00c9 a ultima novidade! \u00c9 a entrega de si ao fasc\u00ednio do canto de sereia da tecnologia. Passa um tempo e o nosso amigo (a) nota que a coisa est\u00e1 l\u00e1, mas \u00e9 pouco usada. Querem um exemplo? A discagem de celulares por comando de voz! \u00c9 bem prov\u00e1vel que todos os celulares de quem l\u00ea este artigo tenham incorporado a tecnologia que permite discagem por comando de voz. Tipo voc\u00ea dizer \u201cmam\u00e3e\u201d e o celular ligar para a sua mama. Recentemente, tive a oportunidade de fazer uma enquete r\u00e1pida com uma tribo muito acostumada ao uso de tecnologias, principalmente as novas. O resultado foi bem previs\u00edvel: todos os membros dessa tribo tinham celulares com tecnologia de discagem por comando de voz e&#8230; muito pouca gente usava! <\/p>\n<p>E j\u00e1 que usamos tanto o verbo \u201cusar\u201d, \u00e9 hora de dizer que, nesse mesmo verbo, est\u00e1 boa parte do sucesso \u2013 ou fracasso \u2013 das novas tecnologias. A conclus\u00e3o \u00e9 simples: ter\u00e1 sucesso a nova tecnologia que tiver usabilidade! Usabilidade \u00e9 a medida da possibilidade de algo ser usado. Algo ser\u00e1 usado apenas se for us\u00e1vel. E a gente s\u00f3 vai usar o que nos for \u00fatil. <\/p>\n<p>\u00c9 dessa constata\u00e7\u00e3o bem pr\u00e1tica que tirei a regra b\u00e1sica para orientar o meu trabalho como cientista no campo da tecnologia: ela s\u00f3 se justifica se estiver a servi\u00e7o das pessoas. E s\u00f3 vai estar a servi\u00e7o das pessoas se for \u00fatil, portanto us\u00e1vel e assim, ser usada. Do contr\u00e1rio, n\u00e3o voa! <\/p>\n<p>Claro que pessoas s\u00e3o diferentes e, portanto, suas necessidades tamb\u00e9m s\u00e3o diferentes. Cada um, do mais importante executivo ao mais humilde empregado, tem a sua pr\u00f3pria necessidade de usar tecnologia. Colocar a novidade tecnol\u00f3gica a servi\u00e7o das pessoas \u00e9 o grande diferencial entre sucesso e fracasso dessa jornada. <\/p>\n<p>Pensando nisso tudo para atender a jornalista citada l\u00e1 no come\u00e7o desta nossa conversa, me lembrei de uma situa\u00e7\u00e3o onde o tal do comando de voz, que ningu\u00e9m usa, era indispens\u00e1vel e acabou criando uma enorme raz\u00e3o de usabilidade. L\u00e1 vai a hist\u00f3ria, com algumas ilustra\u00e7\u00f5es: <\/p>\n<p>O cara era um t\u00e9cnico superespecializado, que trabalhava com manuten\u00e7\u00e3o de v\u00e1lvulas complexas. S\u00f3 que as v\u00e1lvulas estavam quase sempre no topo de torres muito altas. Tipo estas aqui: <\/p>\n<p>Para fazer o seu trabalho, volta e meia o meu amigo superespecializado precisava consultar manuais com detalhes t\u00e9cnicos da v\u00e1lvula na qual ele estava trabalhando. Diagramas mec\u00e2nicos, circuitos, mapas de constru\u00e7\u00e3o etc. Sabendo disso, o meu amigo poderia selecionar a ferramenta adequada para trabalhar e fazer tudo melhor e mais r\u00e1pido. Um detalhe: ele levava um monte de ferramentas penduradas em um cintur\u00e3o. Estava tudo ali. <\/p>\n<p>L\u00e1 em cima da torre venta demais, por isso n\u00e3o d\u00e1 para levar os manuais, plantas e outras refer\u00eancias t\u00e9cnicas, que normalmente est\u00e3o impressas em papel. Imagine a situa\u00e7\u00e3o: manusear um manual no meio da maior ventania? Esque\u00e7a! <\/p>\n<p>Do jeito que as coisas eram feitas, o pobre do meu amigo subia na torre e, quando precisava consultar uma informa\u00e7\u00e3o de manual, tinha que descer, olhar a papelada aqui em baixo e depois subir de novo. Cruel! <\/p>\n<p>Diante dessa situa\u00e7\u00e3o, uma coisa ficou clara: ali estava uma pessoa com uma necessidade profissional bem espec\u00edfica. A quest\u00e3o era saber se a tecnologia poderia ser \u00fatil para essa pessoa. <\/p>\n<p>Com esse quadro na cabe\u00e7a, fui \u00e0 luta para encontrar a tecnologia que fosse us\u00e1vel, pudesse ser usada e, portanto, fosse \u00fatil nesta situa\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Era \u00f3bvio que eu deveria deixar as m\u00e3os do meu amigo totalmente livres para ele lidar com as ferramentas. A\u00ed me lembrei da tecnologia que permite o acionamento de um engenho por comando de voz. <\/p>\n<p>O passo seguinte foi encontrar os peda\u00e7os necess\u00e1rios para montar um quebra-cabe\u00e7a. O primeiro deles foi um computador bem pequeno, conhecido como \u201ccomputador de vestir\u201d. Em Ingl\u00eas, \u201cwearable computer\u201d. Olha ele a\u00ed ao lado. <\/p>\n<p>Viu que este \u201ccomputador de vestir\u201d tem uma antena? Pois \u00e9, esta antena faz com que este peda\u00e7o de tecnologia pendurado na cintura do carinha a\u00ed \u00e0 esquerda funcione como um celular. Um computador que liga para outro computador, parecido com o que voc\u00ea faz hoje com o seu Skype. <\/p>\n<p>Um detalhe interessante: quem desenvolveu e mais usa este tal de \u201ccomputador de vestir\u201d foi o setor militar. Aqui do lado, um soldado usa o seu \u201ccomputador de vestir\u201d. <\/p>\n<p>Notou que o soldado tem um quadradinho estranho bem em frente do seu olho direito? Sabe o que \u00e9 isso? Um monitorzinho! Esta caixinha preta tem uma telinha e funciona como um monitor. <\/p>\n<p>Nesta hora, achei que tinha montado o quebra-cabe\u00e7as por completo! E o esquema todo era assim: os documentos com os detalhes das v\u00e1lvulas ser\u00e3o todos digitalizados. Dependendo da quantidade de informa\u00e7\u00e3o, o documento digitalizado pode estar no \u201ccomputador de vestir\u201d ou, ent\u00e3o, em outro computador maior em algum outro canto, um servidor. O t\u00e9cnico de manuten\u00e7\u00e3o vai usar um \u201ccomputador de vestir\u201d, que tem um monitorzinho maneiro na frente de um olho. Coloco um microfone no quebra-cabe\u00e7a e, l\u00e1 do alto da torre, o t\u00e9cnico usa a voz para acionar o sistema e encontrar o diagrama da v\u00e1lvula, que vai aparecer no monitor bem em frente do seu olho. <\/p>\n<p>Tinha conseguido encontrar uma forma de colocar a tecnologia a servi\u00e7o de uma pessoa, usando a outra tecnologia de comando de voz, que todo celular tem, mas que pouca gente usa. E tinha certeza que nesse caso, ela seria usada! Porque era us\u00e1vel e seria \u00fatil! <\/p>\n<p>O di\u00e1logo era mais ou menos assim: <\/p>\n<p>&#8211; L\u00e1 no alto da torre, o t\u00e9cnico falava no microfone \u201cV\u00e1lvula TRS34D\u201d. A voz acionava o sistema e o computadorzinho procurava os manuais desta v\u00e1lvula no \u201ccomputador de vestir\u201d. A imagem do manual aparecia no monitorzinho, na frente do olho do t\u00e9cnico. <\/p>\n<p>&#8211; Conhecendo o manual, o t\u00e9cnico agora dizia \u201cP\u00e1gina 70\u201d e l\u00e1 vai o comando de voz encontrar a p\u00e1gina 70, que tamb\u00e9m aparecia no monitor. <\/p>\n<p>&#8211; Se de repente, tem algo que n\u00e3o est\u00e1 armazenado no \u201ccomputador de vestir\u201d, bastava o t\u00e9cnico comandar por voz \u201cConectar Servidor\u201d e l\u00e1 vai o acionamento que conecta o engenho menor no servidor, onde est\u00e3o mais manuais, diagramas e outros detalhes. <\/p>\n<p>Se funcionou? Sim, mas foi necess\u00e1rio um ajuste. L\u00e1 no meio da ventania, o ru\u00eddo do vento criava uma interfer\u00eancia no microfone e o comando de voz n\u00e3o funcionava direito. A solu\u00e7\u00e3o deste problema de ru\u00eddo de fundo tem um nome estranho: laringofone. E laringofone \u00e9 isto aqui, no pesco\u00e7o da mo\u00e7a:&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c9 um tipo de microfone que fica colado no pesco\u00e7o (perto da laringe) e que capta a voz diretamente das cordas vocais. D\u00e1 pra falar mais baixo e o ru\u00eddo externo n\u00e3o prejudica o funcionamento. <\/p>\n<p>Pronto! Com algum esfor\u00e7o, foi poss\u00edvel selecionar a tecnologia que de fato funcionou a servi\u00e7o de uma pessoa. <\/p>\n<p>Ei, espera a\u00ed! Esta hist\u00f3ria toda complicada aconteceu comigo, que trabalho nesta \u00e1rea. Com voc\u00ea vai ser bem mais simples. \u00c9 s\u00f3 voc\u00ea se lembrar que a tecnologia que voc\u00ea precisa \u00e9 aquela que vai servi-lo, por ser \u00fatil. Assim, ela ser\u00e1 usada, se for us\u00e1vel. <\/p>\n<p><b>Autor: \u00c9poca<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em geral, os ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o gostam de novas tecnologias. Aquelas que, exatamente por serem novas, despertam certo fasc\u00ednio nos leitores e expectadores. Nada melhor do que mostrar o novo celular, o nov\u00edssimo game, a mais recente TV e o mais moderno computador. Ou at\u00e9 mesmo um novo engenho com uso meio indefinido. 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