{"id":17473,"date":"2010-02-01T22:34:35","date_gmt":"2010-02-01T22:34:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=17473"},"modified":"2010-02-01T14:27:18","modified_gmt":"2010-02-01T14:27:18","slug":"trembala-muda-o-destino-das-cidades","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/02\/01\/trembala-muda-o-destino-das-cidades\/","title":{"rendered":"Trem-bala muda o destino das cidades"},"content":{"rendered":"<p>O Jap\u00e3o, que criou o primeiro trem-bala do mundo h\u00e1 45 anos, conseguiu espalhar pelos trilhos do pa\u00eds o desenvolvimento econ\u00f4mico obtido em T\u00f3quio no p\u00f3s-guerra. Com 2176 quil\u00f4metros de linhas prontas e 589 quil\u00f4metros em constru\u00e7\u00e3o, a meta do governo \u00e9 conectar todo o pa\u00eds. Enquanto isso, no Brasil, terminou na sexta-feira a consulta p\u00fablica da Ag\u00eancia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para a cria\u00e7\u00e3o do primeiro Trem de Alta Velocidade (TAV) do pa\u00eds com uma audi\u00eancia em Barra Mansa (RJ). No evento, a prefeitura de Volta Redonda (RJ), que pretende &#8220;roubar&#8221; da cidade vizinha uma esta\u00e7\u00e3o prevista no edital, apresentou um projeto de desenvolvimento municipal. <\/p>\n<p>A experi\u00eancia japonesa explica muito bem o porqu\u00ea da disputa entre as cidades por uma esta\u00e7\u00e3o. Seja em T\u00f3quio, de onde partiu o primeiro trem de alta velocidade, ou em cidades onde as esta\u00e7\u00f5es s\u00e3o mais recentes, como Kyoto e Hiroshima, e at\u00e9 mesmo naquelas onde as linhas est\u00e3o em constru\u00e7\u00e3o, o trem-bala altera a din\u00e2mica e a hist\u00f3ria do munic\u00edpio. O impacto \u00e9 principalmente forte nas cidades menores porque ele provoca um aumento na migra\u00e7\u00e3o de pessoas e tamb\u00e9m porque cria empregos. <\/p>\n<p>O ministro do Territ\u00f3rio, Infraestrutura e Transporte do Jap\u00e3o, Seiji Maehara, disse ao Valor que tamb\u00e9m no Jap\u00e3o houve muita disputa entre as cidades para abrigar as esta\u00e7\u00f5es do trem-bala porque naquelas onde ele passa o desenvolvimento econ\u00f4mico \u00e9 mais acelerado. A estrat\u00e9gia japonesa para criar um n\u00famero maior de esta\u00e7\u00f5es foi criar tr\u00eas tipos de trens, conta. Um deles \u00e9 expresso entre grandes cidades. Outro trem para em mais esta\u00e7\u00f5es e um terceiro para em todas elas, para atender a migra\u00e7\u00e3o di\u00e1ria de trabalhadores que usam o meio de transporte para ir ao trabalho e voltar. O projeto da ANTT para o eixo Rio-S\u00e3o Paulo-Campinas tem previs\u00e3o similar no edital. <\/p>\n<p>A mudan\u00e7a nas cidades \u00e9 vis\u00edvel. A hist\u00f3rica Kyoto, por exemplo, tem cerca de 1200 templos budistas e xinto\u00edsta e foi rasgada por um arranha-c\u00e9u em 1997, depois que o trem-bala passou a incorporar a antiga esta\u00e7\u00e3o de trem. O pr\u00e9dio \u00e9 um imenso complexo comercial, que inclui hotel, shopping center, loja de departamentos, cinema e in\u00fameros restaurantes e estabelecimentos p\u00fablicos. Um plebiscito foi feito na cidade para ouvir a popula\u00e7\u00e3o sobre a cria\u00e7\u00e3o do edif\u00edcio. O povo aprovou o projeto de desenvolvimento, desde que fosse mantida e preservada a parte mais hist\u00f3rica da cidade. <\/p>\n<p>Uma caracter\u00edstica un\u00e2nime em todas as cidades por onde passa o trem-bala &#8211; ou shinkansen, como \u00e9 conhecido &#8211; \u00e9 um planejamento em n\u00edveis federal e municipal para que a cidade receba de forma controlada o impacto da esta\u00e7\u00e3o. Em Shin-Yokohama, uma das primeiras esta\u00e7\u00f5es criadas em 1964, a 30 quil\u00f4metros de T\u00f3quio, o terreno por onde o trem-bala passava passou d\u00e9cadas subocupado. Desde 1985, quando a esta\u00e7\u00e3o se conectou ao metr\u00f4 e \u00e0 linha convencional de trem, o n\u00famero de passageiros saltou de cerca de 10 mil para chegar os 60 mil atuais. O n\u00famero de edifica\u00e7\u00f5es em Shin-Yokohama passou de cinco para mais de 100 depois da interconex\u00e3o, incluindo a cria\u00e7\u00e3o do est\u00e1dio que abrigou uma das sedes da Copa do Mundo de 2002. <\/p>\n<p>Sakudaria fica a caminho da cidade tur\u00edstica de Nagano, partindo de T\u00f3quio pelo trem-bala. A regi\u00e3o da esta\u00e7\u00e3o era um grande arrozal at\u00e9 os anos 80. Desde o in\u00edcio das obras do trem e da cria\u00e7\u00e3o da esta\u00e7\u00e3o, em 1991, at\u00e9 2004, o n\u00famero de moradores nos arredores da esta\u00e7\u00e3o cresceu 20% &#8211; no mesmo per\u00edodo, a popula\u00e7\u00e3o do Jap\u00e3o aumentou 3%. <\/p>\n<p>J\u00f6etsu \u00e9 uma cidade litor\u00e2nea do Jap\u00e3o onde neva muito em janeiro. Seus habitantes esperam receber as benesses desenvolvimentistas do shinkansen em breve. A economia de J\u00f6etsu, que parece uma grande vila, tem base na agricultura, ind\u00fastria eletr\u00f4nica e no porto. <\/p>\n<p>Do ch\u00e3o da cidade, v\u00ea-se os pilares onde correr\u00e3o os trilhos, a cerca de 20 metros de altura. Ao longe, est\u00e3o os t\u00faneis que cortam a regi\u00e3o montanhosa do pa\u00eds. Antes da constru\u00e7\u00e3o, foi feita a desapropria\u00e7\u00e3o do terreno onde o trem passar\u00e1. No entanto, como no Brasil, os desapropriados e indenizados s\u00e3o apenas aqueles com terrenos exatamente onde a linha passa, deixando os vizinhos com o inc\u00f4modo de ter um trem passando a mais de 250 quil\u00f4metros por hora perto da janela. Mas as linhas japonesas s\u00e3o protegidas com barreiras antirru\u00eddo onde h\u00e1 moradores nas redondezas. <\/p>\n<p>Em J\u00f6etsu, o planejamento urbano para receber a nova esta\u00e7\u00e3o j\u00e1 est\u00e1 em curso. Ser\u00e1 feita uma nova rua, um estacionamento, uma \u00e1rea residencial e um parque, onde ser\u00e3o colocados os restos arqueol\u00f3gicos achados em outras obras de infraestrutura pelo pa\u00eds. Atenta ao impacto que a esta\u00e7\u00e3o trar\u00e1 \u00e0 cidade, a prefeitura resolveu tamb\u00e9m investir e adequar o tra\u00e7ado do trem local ao do shinkansen, para que eles compartilhem a mesma esta\u00e7\u00e3o e seja facilitado o acesso dos moradores ao trem-bala. <\/p>\n<p>Segundo Harutoshi Hayasaka, da \u00e1rea de assuntos internacionais da Ag\u00eancia de Constru\u00e7\u00e3o, Tecnologia e Transporte Ferrovi\u00e1rio do Jap\u00e3o (JRTT), apesar da disputa pol\u00edtica, a escolha da cidade onde ser\u00e1 instalada a esta\u00e7\u00e3o do shinkansen \u00e9 ponderada, primeiramente, pela dist\u00e2ncia m\u00ednima para as esta\u00e7\u00f5es vizinhas, depois pela demanda. &#8220;Em primeiro lugar est\u00e1 a rota por onde ele passa; em segundo, o espa\u00e7o entre as esta\u00e7\u00f5es e, em terceiro, empecilhos ou est\u00edmulos pol\u00edticos&#8221;, diz ele. <\/p>\n<p>No Brasil, a escolha da localiza\u00e7\u00e3o das esta\u00e7\u00f5es &#8211; afora as obrigat\u00f3rias em Campinas, Viracopos, S\u00e3o Paulo, Guarulhos, Aparecida do Norte, Rio e Gale\u00e3o &#8211; dever\u00e1 ser feita pelo cons\u00f3rcio que for o vencedor do edital. <\/p>\n<p>Aparecida do Norte (SP) ganhou o direito a uma esta\u00e7\u00e3o por receber turistas em per\u00edodos de menor fluxo no trem. Jundia\u00ed, entre Campinas e S\u00e3o Paulo, torce para ter uma parada. No Vale do Para\u00edba, em S\u00e3o Paulo e Rio, a disputa \u00e9 grande, como mostra o embate entre as vizinhas Barra Mansa, Volta Redonda e Resende na se\u00e7\u00e3o fluminense, e S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos, Jacare\u00ed e Taubat\u00e9, na parte paulista. Volta Redonda e Resende criaram projetos complexos de desenvolvimento para receber a esta\u00e7\u00e3o e convencer os empres\u00e1rios. Jacare\u00ed, no interior paulista, pede que ao menos os centros de controle e tecnol\u00f3gico fiquem no seu territ\u00f3rio. <\/p>\n<p>Segundo H\u00e9lio Mauro Fran\u00e7a, superintendente-executivo da ANTT, foram mais de 500 as contribui\u00e7\u00f5es ao edital do TAV na audi\u00eancia p\u00fablica encerrada na sexta-feira. Nas sete sess\u00f5es p\u00fablicas, houve 1355 pessoas.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Exig\u00eancias de edital ainda preocupam cons\u00f3rcio <br \/>\n<\/strong><br \/>\nO cons\u00f3rcio formado por Mitsui, Toshiba, Hitachi e Mitsubishi ainda v\u00ea muitos riscos no edital do trem de alta velocidade (TAV), mas diz ter experi\u00eancia e motivos tecnol\u00f3gicos para acreditar que o modelo japon\u00eas seja o melhor para o Brasil. Eles desenvolveram um sistema de tra\u00e7\u00e3o que reduz a possibilidade de acidentes e aumentaria a velocidade do trem-bala nas subidas e descidas no trecho carioca do trem-bala. &#8220;A Serra das Araras implica alta dificuldade ao projeto e a efici\u00eancia da tra\u00e7\u00e3o ter\u00e1 impacto direto no seu custo&#8221;, diz Kazuhisa Ota, chefe da equipe que projeta o TAV na Mitsui. <\/p>\n<p>Embora o cons\u00f3rcio ainda n\u00e3o tenha fechado acordo com uma das grandes empreiteiras brasileiras, que ser\u00e3o respons\u00e1veis pela constru\u00e7\u00e3o civil &#8211; grande parte dos R$ 34,6 bilh\u00f5es de or\u00e7amento do TAV -, o shinkansen \u00e9 visto como refer\u00eancia tecnol\u00f3gica indiscut\u00edvel pelo governo brasileiro. Mas, para o cons\u00f3rcio, as exig\u00eancias do edital brasileiro s\u00e3o pouco restritivas e mais adequadas aos padr\u00f5es europeus. <\/p>\n<p>Segundo os representantes do cons\u00f3rcio, os japoneses s\u00e3o capazes de fazer t\u00faneis 28% menores do que os europeus, o que reduziria custos &#8211; o edital prev\u00ea cerca de 90 quil\u00f4metros de t\u00faneis. A velocidade do shinkansen poderia chegar a 300 km\/h, dependendo das leis nacionais. No Jap\u00e3o, a velocidade \u00e9 limitada por normas que preveem um teto para o volume de emiss\u00e3o sonora do trem-bala. Mesmo levando em conta a lei japonesa, o cons\u00f3rcio considera razo\u00e1vel o limite de tempo de 1h33 estabelecido para a viagem entre S\u00e3o Paulo e Rio. <\/p>\n<p>O peso menor do modelo japon\u00eas \u00e9 outra vantagem, na avalia\u00e7\u00e3o do cons\u00f3rcio, porque implica menor gasto de energia e de manuten\u00e7\u00e3o peri\u00f3dica dos trilhos. Outro ponto forte do trem japon\u00eas \u00e9 a pontualidade. O atraso dos trens \u00e9 de menos de um minuto, na m\u00e9dia anual. Em 45 anos de opera\u00e7\u00e3o do trem-bala no Jap\u00e3o, n\u00e3o foi registrado nenhum acidente com v\u00edtimas. <\/p>\n<p>No cons\u00f3rcio, a Mitsubishi ficaria com a gest\u00e3o do TAV, a Toshiba com a alimenta\u00e7\u00e3o el\u00e9trica do sistema, a Hitachi construiria o material rodante e a Mitsui faria o papel comercial e financeiro. A tarefa mais dif\u00edcil do grupo \u00e9 levantar apoio financeiro, porque essa \u00e9 uma vari\u00e1vel fundamental para escolha do vencedor. O ministro do Territ\u00f3rio, Infraestrutura e Transporte do Jap\u00e3o, Seiji Maehara, afirmou que o governo japon\u00eas far\u00e1 grande esfor\u00e7o para que as suas empresas ganhem a concorr\u00eancia do TAV no Brasil <\/p>\n<p><b>Autor: Valor Econ\u00f4mico<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Jap\u00e3o, que criou o primeiro trem-bala do mundo h\u00e1 45 anos, conseguiu espalhar pelos trilhos do pa\u00eds o desenvolvimento econ\u00f4mico obtido em T\u00f3quio no p\u00f3s-guerra. Com 2176 quil\u00f4metros de linhas prontas e 589 quil\u00f4metros em constru\u00e7\u00e3o, a meta do governo \u00e9 conectar todo o pa\u00eds. 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