{"id":17365,"date":"2010-01-13T22:32:59","date_gmt":"2010-01-13T22:32:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=17365"},"modified":"2010-01-13T12:24:31","modified_gmt":"2010-01-13T12:24:31","slug":"a-engenharia-e-a-competitividade-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/01\/13\/a-engenharia-e-a-competitividade-do-brasil\/","title":{"rendered":"A engenharia e a competitividade do Brasil"},"content":{"rendered":"<p>Com crescimento e o desenvolvimento do Brasil, que aumenta sua inser\u00e7\u00e3o internacional entre as pot\u00eancias emergentes, a educa\u00e7\u00e3o, a ci\u00eancia, a tecnologia e a inova\u00e7\u00e3o -e, em particular, a capacidade de fazer engenharia- tornam-se ferramentas estrat\u00e9gicas. Sendo assim, o deficit na forma\u00e7\u00e3o de recursos humanos na \u00e1rea de engenharia tem preocupado. Essa defasagem se apresenta com o crescimento do PIB, com o necess\u00e1rio aumento da infraestrutura e com os avan\u00e7os da ind\u00fastria. Logo, \u00e9 uma quest\u00e3o estrat\u00e9gica.&nbsp;<\/p>\n<p>Para aumentar o n\u00famero de engenheiros no Brasil, \u00e9 preciso intensificar as a\u00e7\u00f5es dos governos, das universidades, do setor produtivo e do Congresso. Nesse contexto, h\u00e1 que considerar a complexidade da forma\u00e7\u00e3o de recursos humanos, algo muito diferente da produ\u00e7\u00e3o de bens materiais. \u00c9 um processo de longo prazo, custoso, que se inicia na educa\u00e7\u00e3o fundamental e n\u00e3o pode ser interrompido.&nbsp;<\/p>\n<p>Cientes dessa preocupa\u00e7\u00e3o, desde 2003 as universidades federais iniciaram o Programa de Apoio a Planos de&nbsp;Reestrutura\u00e7\u00e3o e Expans\u00e3o das Universidades Federais (Reuni), que contempla a cria\u00e7\u00e3o de novas universidades e novos cursos (com \u00eanfase nos noturnos) e novos campi (notadamente no interior do pa\u00eds). As vagas nos cursos de engenharia devem dobrar, saindo de 12 mil em 2006 para 24 mil em 2010.&nbsp;<\/p>\n<p>Essa \u00e9 a contribui\u00e7\u00e3o mais direta das universidades na forma\u00e7\u00e3o de engenheiros. Por\u00e9m, elas reconhecem que \u00e9 preciso acelerar tal empreitada, n\u00e3o s\u00f3 em termos quantitativos mas tamb\u00e9m qualitativos. Mais que de engenheiros que operem complexos equipamentos importados, precisamos de profissionais que desenvolvam tecnologia brasileira. Nos \u00faltimos meses, a Andifes (Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Dirigentes das Institui\u00e7\u00f5es Federais de Ensino Superior) tamb\u00e9m tem dialogado com o Confea (Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia) e a Abenge (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Ensino de Engenharia). Para essa miss\u00e3o, existem dois gargalos: um antes da gradua\u00e7\u00e3o e outro depois. Primeiro, a necessidade de formar mais alunos no ensino m\u00e9dio -potenciais engenheiros-, o que leva a uma maior demanda de professores para a educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica.&nbsp;<\/p>\n<p>O desfalque, notadamente nas ci\u00eancias exatas, j\u00e1 est\u00e1 sendo tratado pelas universidades federais, que se empenham em projetos de forma\u00e7\u00e3o e qualifica\u00e7\u00e3o de docentes. Por\u00e9m, mesmo que sanado esse problema, o deficit de engenheiros n\u00e3o seria resolvido apenas com o esfor\u00e7o das universidades federais. A participa\u00e7\u00e3o do setor privado tamb\u00e9m \u00e9 necess\u00e1ria, desde que garantida a qualidade. Nesse ponto surge a segunda dificuldade, que \u00e9 a qualifica\u00e7\u00e3o daqueles que ser\u00e3o professores na educa\u00e7\u00e3o privada. Para solucion\u00e1-la, o setor p\u00fablico tem outro papel fundamental, destacando-se a import\u00e2ncia da p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>Uma das principais pautas da Andifes, o Programa de Apoio \u00e0 P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o das Ifes (PAPG-Ifes), apresentado no ano passado ao presidente Lula, \u00e0 ministra Dilma Rousseff, ao Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio, ao Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia e Tecnologia, \u00e0 CNI e ao MEC, torna-se estrat\u00e9gico nesse contexto. O PAPG-Ifes projeta um crescimento de 143 cursos de mestrado em engenharia para 216, e de 79 cursos de doutorado na \u00e1rea para 131. A rela\u00e7\u00e3o com o setor produtivo, aperfei\u00e7oando e modernizando engenheiros j\u00e1 formados, \u00e9 atividade rotineira das Ifes.&nbsp;<\/p>\n<p>Toda essa intera\u00e7\u00e3o visa coordenar a forma\u00e7\u00e3o de engenheiros com as demandas do setor produtivo, com a pol\u00edtica industrial, com o PAC da ci\u00eancia e tecnologia e com as potencialidades das universidades federais. Nesse esfor\u00e7o, procurou-se tamb\u00e9m superar as assimetrias regionais. Percebe-se, ent\u00e3o, que, para vencer o grande desafio de formar engenheiros, um conjunto complexo de tarefas e atores deve estar articulado. Podemos afirmar que, at\u00e9 este momento, n\u00e3o tem faltado apoio dos governos e de todos os partidos no Congresso, inclusive na cria\u00e7\u00e3o de cargos para a amplia\u00e7\u00e3o das universidades. No entanto, \u00e9 preciso pisar no acelerador e combinar a a\u00e7\u00e3o direta na forma\u00e7\u00e3o com a intera\u00e7\u00e3o plena com a educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, a forma\u00e7\u00e3o de mestres e doutores e as demandas do setor produtivo.<\/p>\n<p>&nbsp;O futuro j\u00e1 chegou e n\u00e3o aguardar\u00e1 os retardat\u00e1rios. Em 2010, resta saber o que pensam os candidatos a presidente sobre o tema. As universidades federais, como \u00f3rg\u00e3os de Estado, est\u00e3o engajadas nesse processo e na parceria com os atores envolvidos.&nbsp;<\/p>\n<p><em>*Alan Barciero , engenheiro agr\u00f4nomo, \u00e9 presidente da Andifes (Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Dirigentes das Institui\u00e7\u00f5es Federais de Ensino Superior). Fl\u00e1vio Ant\u00f4nio dos Santos, engenheiro el\u00e9trico, \u00e9 vice-presidente da Andifes. Gustavo Balduino, engenheiro mec\u00e2nico, \u00e9 secret\u00e1rio-executivo da Andifes.<\/em><\/p>\n<p><b>Autor: *Por Alan Barciero, Fl\u00e1vio Ant\u00f4nio dos Santos e Gustavo Balduino para a Folha de S.Paulo<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com crescimento e o desenvolvimento do Brasil, que aumenta sua inser\u00e7\u00e3o internacional entre as pot\u00eancias emergentes, a educa\u00e7\u00e3o, a ci\u00eancia, a tecnologia e a inova\u00e7\u00e3o -e, em particular, a capacidade de fazer engenharia- tornam-se ferramentas estrat\u00e9gicas. Sendo assim, o deficit na forma\u00e7\u00e3o de recursos humanos na \u00e1rea de engenharia tem preocupado. 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