{"id":17334,"date":"2010-01-06T22:32:30","date_gmt":"2010-01-06T22:32:30","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=17334"},"modified":"2010-01-06T15:43:04","modified_gmt":"2010-01-06T15:43:04","slug":"historia-da-riosantos-e-a-cronica-dos-deslizamentos-de-terra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/01\/06\/historia-da-riosantos-e-a-cronica-dos-deslizamentos-de-terra\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria da Rio-Santos \u00e9 a cr\u00f4nica dos deslizamentos de terra"},"content":{"rendered":"<p>A liga\u00e7\u00e3o rodovi\u00e1ria entre o Rio de Janeiro e Santos, conclu\u00edda efetivamente em 1971 em seus mais de 500 quil\u00f4metros (km), \u00e9 a cr\u00f4nica de erros repetidos com perseveran\u00e7a e muita teimosia, como se depreende dos registros hist\u00f3ricos e da lembran\u00e7a de antigos engenheiros que acompanharam a constru\u00e7\u00e3o dessa estrada, v\u00edtima de deslizamentos de encosta a qualquer chuva mais forte. <\/p>\n<p>\u00c9 o caso de Geraldo Gayoso, de 81 anos, atual diretor t\u00e9cnico do P\u00eder Mau\u00e1, cons\u00f3rcio que administra o Porto do Rio de Janeiro, testemunha da insist\u00eancia de autoridades municipais e federais em construir a estrada em terreno francamente adverso e da maneira menos recomendada. <\/p>\n<p>\u201cA estrada atravessa \u00e1reas de taludes muito inclinados e com vegeta\u00e7\u00e3o muito densa. Para fazer a obra, desmatou-se e cortou-se a serra, construindo-se plat\u00f4s de concreto para o leito da estrada\u201d, lembra o engenheiro. <\/p>\n<p>O resultado foi o enfraquecimento do terreno pela retirada da vegeta\u00e7\u00e3o natural e a sobrecarga do solo abaixo dos plat\u00f4s, o que reflete nos deslizamentos e nos rompimentos do asfalto nas \u00e9pocas de chuvas. H\u00e1 meio s\u00e9culo, as t\u00e9cnicas de engenharia n\u00e3o permitiam prever problemas que hoje parecem \u00f3bvios, mas a estrada foi aberta em ritmo lento, ao longo de d\u00e9cadas e d\u00e9cadas, at\u00e9 o ano de 1971, o que permitiria corre\u00e7\u00f5es, observa Gayoso. <\/p>\n<p>\u201cO projeto original estava errado a partir da op\u00e7\u00e3o do desmatamento e dos plat\u00f4s. A estrada deveria abrir t\u00faneis na rocha e viadutos onde fosse poss\u00edvel. Isto, com as obras de geot\u00e9cnica para a conten\u00e7\u00e3o de encostas, seria a op\u00e7\u00e3o correta e at\u00e9 mais barata, considerando-se os preju\u00edzos materiais e as perdas humanas dos deslizamentos e rachaduras na estrada\u201d. <\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 uma coincid\u00eancia o fato de a abertura da Rio-Santos ter inaugurado, tamb\u00e9m, o desenvolvimento urban\u00edstico de Angra dos Reis e Paraty. At\u00e9 ent\u00e3o quase inacess\u00edveis, as duas cidades experimentaram, a partir dos anos 70, um grande crescimento imobili\u00e1rio. <\/p>\n<p>Foi no governo Juscelino Kubitschek que alguns trechos da Rio-Santos come\u00e7aram a rasgar a serra, serpenteando nas alturas, bem junto ao mar. A motiva\u00e7\u00e3o principal dos prefeitos da regi\u00e3o era integrar-se \u00e0 onda desenvolvimentista nacional, vencendo as dificuldades topogr\u00e1ficas com os instrumentos de que dispunham. <\/p>\n<p>Nos primeiros anos do regime militar, a press\u00e3o municipal sobre o governo federal se fez mais forte, baseada na nova ordem e no seu car\u00e1ter autorit\u00e1rio e centralizador. O ent\u00e3o Minist\u00e9rio de Via\u00e7\u00e3o e Obras P\u00fablicas, hoje dos Transportes, era chefiado pelo general Juarez T\u00e1vora, da inteira confian\u00e7a do general-presidente, Castello Branco. Geraldo Gayoso, secret\u00e1rio particular do ministro, conduziu ao gabinete um grupo de oito prefeitos da regi\u00e3o sul-fluminense, eles queriam verba para concluir a Rio-Santos. <\/p>\n<p>\u201cJuarez deu um soco na mesa e encerrou a reuni\u00e3o com dois argumentos: primeiro, os prefeitos j\u00e1 estavam servidos pela Via Dutra, pela ferrovia Rio-S\u00e3o Paulo e pelos portos de Santos e do Rio de Janeiro. E, segundo, n\u00e3o respeitavam a origem nordestina do ministro, do interior cearense, onde n\u00e3o havia estrada nem para a popula\u00e7\u00e3o buscar \u00e1gua\u201d. <\/p>\n<p>Alguns anos depois, a argumenta\u00e7\u00e3o se revelou fr\u00e1gil diante da sede desenvolvimentista do regime militar, sobretudo do Programa Nuclear cujas usinas estavam previstas para Angra dos Reis. A liga\u00e7\u00e3o rodovi\u00e1ria Rio-Santos deixou de ser reclama\u00e7\u00e3o de uns poucos prefeitos e se tornou imposi\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica. <\/p>\n<p>Uma vez aberta, a estrada trouxe o turismo, a ocupa\u00e7\u00e3o do solo e a explos\u00e3o imobili\u00e1ria, para Angra dos Reis, fundada em 1502 e que viveu \u00e9pocas de apogeu no ciclo do ouro e depois no ciclo da cana-de-a\u00e7\u00facar, at\u00e9 a liberta\u00e7\u00e3o dos escravos. Cidade que a partir de 1888, voltou ao sossego natural, interrompido em definitivo na d\u00e9cada de 1950.<\/p>\n<p><b>Autor: Ag\u00eancia Brasil<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A liga\u00e7\u00e3o rodovi\u00e1ria entre o Rio de Janeiro e Santos, conclu\u00edda efetivamente em 1971 em seus mais de 500 quil\u00f4metros (km), \u00e9 a cr\u00f4nica de erros repetidos com perseveran\u00e7a e muita teimosia, como se depreende dos registros hist\u00f3ricos e da lembran\u00e7a de antigos engenheiros que acompanharam a constru\u00e7\u00e3o dessa estrada, v\u00edtima de deslizamentos de encosta [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[31,6],"tags":[],"class_list":{"0":"post-17334","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-meio-ambiente","7":"category-noticias"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - 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