{"id":17333,"date":"2010-01-06T22:32:29","date_gmt":"2010-01-06T22:32:29","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=17333"},"modified":"2010-01-06T14:47:56","modified_gmt":"2010-01-06T14:47:56","slug":"petroliferas-intensificam-apostas-em-aguas-profundas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/01\/06\/petroliferas-intensificam-apostas-em-aguas-profundas\/","title":{"rendered":"Petrol\u00edferas intensificam apostas em \u00e1guas profundas"},"content":{"rendered":"<p>As grandes petrol\u00edferas nunca quiseram estar aqui, em \u00e1guas com 1.300 metros de profundidade no meio do Golfo do M\u00e9xico, perfurando quase 8 quil\u00f4metros de rochas. <\/p>\n<p>\u00c9 um jeito caro de procurar petr\u00f3leo. A Chevron Corp. paga quase US$ 500.000 por dia ao dono da Clear Leader, uma das plataformas de explora\u00e7\u00e3o mais novas e poderosas do mundo. O novo po\u00e7o, na costa do Estado americano de Louisiana, ser\u00e1 conectado a uma plataforma gigantesca nas proximidades cuja constru\u00e7\u00e3o custou US$ 650 milh\u00f5es para a Chevron. A primeira fase desse projeto levou mais de dez anos e custou US$ 2,7 bilh\u00f5es \u2014 sem qualquer garantia de retorno. <\/p>\n<p>A Chevron veio para c\u00e1, a uma hora de helic\u00f3ptero ao sul de Nova Orleans, porque muitos lugares em que preferiria estar \u2014 campos f\u00e1ceis de explorar e pr\u00f3ximos da costa \u2014 n\u00e3o est\u00e3o mais acess\u00edveis. As petrol\u00edferas dos pa\u00edses ricos foram expulsas da maior parte do Oriente M\u00e9dio nas \u00faltimas d\u00e9cadas, tiveram seus ativos expropriados na Venezuela e ficaram impedidas de perfurar na maior parte dos Estados Unidos por causa da regulamenta\u00e7\u00e3o ambiental. Seu acesso ao Ir\u00e3 \u00e9 limitado pelas san\u00e7\u00f5es; na R\u00fassia, enfrentam bloqueios ao investimento estrangeiro; no Iraque s\u00e3o afugentadas pela viol\u00eancia. <\/p>\n<p>Por isso, a Chevron e outras petrol\u00edferas multinacionais come\u00e7aram a se afastar cada vez mais da costa em busca de petr\u00f3leo. A busca tem dado retorno, com as empresas descobrindo quantidades inesperadamente vastas de petr\u00f3leo \u2014 um recurso que s\u00f3 elas t\u00eam a tecnologia e o caixa para explorar e produzir. <\/p>\n<p>Em maio, os primeiros po\u00e7os do projeto mais recente da Chevron no Golfo do M\u00e9xico come\u00e7aram a produzir. Desses po\u00e7os, bombeiam-se 125.000 barris de petr\u00f3leo por dia, o que torna o projeto um dos maiores produtores do golfo. Em setembro, a BP PLC anunciou o que pode ser a maior descoberta no golfo em v\u00e1rios anos: um campo que pode ter 3 bilh\u00f5es de barris. <\/p>\n<p>Al\u00e9m do Golfo do M\u00e9xico, as petrol\u00edferas j\u00e1 anunciaram grandes descobertas nos mares do Brasil e de Gana, motivando alguns especialistas a cogitar a exist\u00eancia de uma jazida gigantesca no Oceano Atl\u00e2ntico da \u00c1frica \u00e0 Am\u00e9rica do Sul. A produ\u00e7\u00e3o dos projetos em \u00e1guas profundas \u2014 localizados em profundidades de no m\u00ednimo 300 metros \u2014 cresceu 67%, ou 2,3 milh\u00f5es de barris di\u00e1rios, entre 2005 e 2008, segundo a consultoria PFC Energy, de Washington. <\/p>\n<p>As descobertas ocorrem ao mesmo tempo em que muitos dos campos gigantescos dos \u00faltimos cem anos come\u00e7am a secar, e alguns especialistas alertam que a produ\u00e7\u00e3o petrol\u00edfera mundial logo pode chegar ao auge e come\u00e7ar a cair. Os novos campos em \u00e1guas profundas representam uma fonte enorme e inexplorada da commodity, que pode ajudar a diminuir os temores de que o mundo n\u00e3o conseguir\u00e1 atender \u00e0 demanda de combust\u00edveis, que deve crescer rapidamente nos pr\u00f3ximos anos. <\/p>\n<p>Para as petrol\u00edferas, as descobertas significam algo mais: depois de uma d\u00e9cada em retirada, as multinacionais dos pa\u00edses ricos voltaram \u00e0 vanguarda da explora\u00e7\u00e3o petrol\u00edfera. &#8220;Muita gente pode extrair o petr\u00f3leo f\u00e1cil&#8221;, diz George Kirkland, vice-presidente do conselho da Chevron. &#8220;S\u00f3 que n\u00e3o sobrou muito dele.&#8221; <\/p>\n<p>Mas j\u00e1 existem concorrentes ao dom\u00ednio das grandes petrol\u00edferas nas \u00e1guas profundas. O Brasil indicou recentemente que vai dar uma fatia maior de suas reservas mar\u00edtimas \u00e0 Petrobras. Um punhado de empresas menores, como a Anadarko Petroleum Corp. e a Tullow Oil PLC, foram bem-sucedidas na explora\u00e7\u00e3o oce\u00e2nica, especialmente em Gana, onde gigantes como BP e Exxon Mobil Corp. agora tentam alcan\u00e7\u00e1-las. <\/p>\n<p>O enorme investimento de tempo e dinheiro necess\u00e1rio para projetos como esses deixou muitos especialistas desconfiados da premissa de que podem aliviar a press\u00e3o de longo prazo no suprimento mundial. Por causa da escala desses projetos, poucas empresas pequenas t\u00eam recursos para desenvolv\u00ea-los. A Devon Energy Corp., pequena petrol\u00edfera americana sediada em Oklahoma City, anunciou recentemente planos de abandonar seus neg\u00f3cios de explora\u00e7\u00e3o em \u00e1guas profundas para se concentrar em projetos mais baratos em terra, que ela afirma que d\u00e3o retorno melhor. <\/p>\n<p>&#8220;Essa tecnologia \u00e9 capaz de levar algu\u00e9m \u00e0 Lua&#8221;, diz Robin West, presidente do conselho da consultoria PFC Energy, e envolve &#8220;incerteza extraordin\u00e1ria, n\u00edveis imensos de processamento de dados, montantes estarrecedores&#8221;. <\/p>\n<p>A explora\u00e7\u00e3o no mar \u00e9 t\u00e3o antiga quando a ind\u00fastria petrol\u00edfera. Na d\u00e9caca de 1890, as empresas come\u00e7aram a buscar petr\u00f3leo em p\u00eders na praia de Santa Barbara, na Calif\u00f3rnia. A Gulf Oil abriu o primeiro po\u00e7o mar\u00edtimo em pilares de cedro, num lago raso perto de Oil City, Louisiana, em 1911. <\/p>\n<p>Da\u00ed para frente, as petrol\u00edferas se afastaram gradualmente da praia e expandiram dos p\u00e2ntanos de Louisiana para o Golfo do M\u00e9xico, onde em 1947 a petrol\u00edfera americana Kerr McGee abriu o primeiro po\u00e7o sem terra \u00e0 vista. <\/p>\n<p>A expans\u00e3o para \u00e1guas mais profundas ganhou for\u00e7a na \u00faltima d\u00e9cada. <\/p>\n<p>&#8220;O que nos permitiu fazer isso \u00e9 a tecnologia&#8221;, diz David Rainey, diretor de explora\u00e7\u00e3o da BP no Golfo do M\u00e9xico. &#8220;Expandimos os limites da tecnologia de mapeamento s\u00edsmico e de perfura\u00e7\u00e3o.&#8221; <\/p>\n<p>O maior motivo para a \u00eanfase recente na explora\u00e7\u00e3o de \u00e1guas profundas talvez seja a falta de op\u00e7\u00f5es das petrol\u00edferas. Nas primeiras d\u00e9cadas da era do petr\u00f3leo, as empresas dos pa\u00edses ricos eram as \u00fanicas com a tecnologia para tocar projetos de grande porte. Mas, \u00e0 medida que a tecnologia se disseminou e as petrol\u00edferas estatais se tornaram mais sofisticadas, os governos passaram a depender menos da ajuda de fora e passaram a exigir mais controle sobre seus recursos petrol\u00edferos. <\/p>\n<p>Com poucas exce\u00e7\u00f5es, as petrol\u00edferas estatais evitavam as \u00e1guas profundas, com seus desafios tecnol\u00f3gicos substanciais e necessidade de investir v\u00e1rios bilh\u00f5es de d\u00f3lares. As petrol\u00edferas dos pa\u00edses ricos foram se afastando da costa, n\u00e3o apenas no Golfo do M\u00e9xico mas em lugares como Nig\u00e9ria, Mal\u00e1sia, Noruega e Austr\u00e1lia. <\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, campos tradicionais come\u00e7aram a secar. No M\u00e9xico, s\u00e9timo maior produtor do mundo, o volume di\u00e1rio extra\u00eddo caiu 23% desde 2004, \u00e0 medida que a produ\u00e7\u00e3o do gigantesco campo Cantarell desabava. Outros pa\u00edses tamb\u00e9m tiveram seus pr\u00f3prios decl\u00ednios, na maioria menores. <\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o em decl\u00ednio alimentou os temores de que a oferta mundial poderia estar perto do ponto em que passaria a cair. As reservas mundiais \u2014 um indicador de quanto petr\u00f3leo foi encontrado mas ainda n\u00e3o explorado \u2014 ca\u00edram em 2008 pela primeira vez em dez anos, segundo o relat\u00f3rio estat\u00edstico anual da BP. Ainda por cima, h\u00e1 sinais de que a demanda pode logo ultrapassar a oferta. O consumo mundial subiu 5,4 milh\u00f5es de barris di\u00e1rios nos \u00faltimos cinco anos, enquanto a produ\u00e7\u00e3o subiu apenas 4,8 milh\u00f5es de barris di\u00e1rios. <\/p>\n<p>Esses temores ajudaram a impulsionar rapidamente a cota\u00e7\u00e3o do petr\u00f3leo para quase US$ 150 o barril em julho de 2008. A recess\u00e3o mundial arrefeceu a demanda e derrubou os pre\u00e7os, embora muitos especialistas prevejam que o pre\u00e7o vai subir de novo quando a economia se recuperar. A cota\u00e7\u00e3o j\u00e1 se recuperou para cerca de US$ 80 o barril, ante US$ 35 em dezembro de 2008. <\/p>\n<p>A alta do pre\u00e7o incentivou a explora\u00e7\u00e3o mar\u00edtima. Em 2008, cerca de 8% da produ\u00e7\u00e3o petrol\u00edfera mundial veio dos campos em \u00e1guas profundas. <\/p>\n<p>Mesmo assim, s\u00f3 os grandes projetos em \u00e1guas profundas talvez n\u00e3o sejam o suficiente para aliviar os problemas da oferta mundial. A maior plataforma de \u00e1guas profundas do mundo, a Thunder Horse, da BP, no Golfo do M\u00e9xico, produz 250.000 barris di\u00e1rios, s\u00f3 0,3% do consumo mundial. <\/p>\n<p>A corrida para as \u00e1guas profundas nem sempre encontrou ondas calmas. Esses projetos s\u00e3o caros, demorados e tendem a fracassar. A Chevron se orgulha de um \u00edndice geral de sucesso de 45% nos \u00faltimos anos, uma taxa not\u00e1vel pelos padr\u00f5es do setor, mas que tamb\u00e9m indica que a empresa gastou bilh\u00f5es em projetos que n\u00e3o deram resultado. <\/p>\n<p>Os sucessos da Chevron tiveram mais peso que seus fracassos. A previs\u00e3o \u00e9 que ela tenha sido a petrol\u00edfera cuja produ\u00e7\u00e3o mais cresceu em 2009, gra\u00e7as, em boa parte, aos novos projetos em \u00e1guas profundas no Golfo do M\u00e9xico e no Brasil. Outras empresas que apostaram na explora\u00e7\u00e3o oce\u00e2nica, como a BP, tamb\u00e9m conseguiram bom crescimento, enquanto as que n\u00e3o entraram na \u00e1rea est\u00e3o correndo atr\u00e1s. <\/p>\n<p>A Exxon, que n\u00e3o enfatizou tanto a explora\u00e7\u00e3o em \u00e1guas profundas quanto as rivais, ofereceu recentemente US$ 4 bilh\u00f5es por uma participa\u00e7\u00e3o num campo na costa de Gana. <\/p>\n<p><b>Autor: The Wall Street Journal<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As grandes petrol\u00edferas nunca quiseram estar aqui, em \u00e1guas com 1.300 metros de profundidade no meio do Golfo do M\u00e9xico, perfurando quase 8 quil\u00f4metros de rochas. \u00c9 um jeito caro de procurar petr\u00f3leo. 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