{"id":17290,"date":"2010-02-02T22:31:50","date_gmt":"2010-02-02T22:31:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=17290"},"modified":"2010-02-02T11:52:39","modified_gmt":"2010-02-02T11:52:39","slug":"olho-brasileiro-no-espaco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/02\/02\/olho-brasileiro-no-espaco\/","title":{"rendered":"Olho brasileiro no espa\u00e7o"},"content":{"rendered":"<p><em>Miss\u00e3o do sat\u00e9lite CoRoT \u00e9 prorrogada devido aos bons resultados que alcan\u00e7ou, como a descoberta do primeiro exoplaneta com caracter\u00edsticas semelhantes \u00e0s da Terra<\/em><\/p>\n<p>Foi-se o tempo em que o Brasil assistia de longe \u00e0s grandes descobertas do mundo espacial. A participa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds em empreendimentos do setor \u00e9 cada vez maior. Exemplo disso \u00e9 o CoRoT, sat\u00e9lite desenvolvido por meio de um conv\u00eanio entre Brasil, Fran\u00e7a e seis pa\u00edses europeus. O equipamento acumula tantas descobertas que a dura\u00e7\u00e3o de sua miss\u00e3o foi ampliada em tr\u00eas anos. Assim, ele deve permanecer no espa\u00e7o pelo menos at\u00e9 2012. <\/p>\n<p>O CoRoT \u2014 sigla para Convection rotation and planetary transitssatelite \u2014 tem dois objetivos principais: descobrir exoplanetas (planetas localizados fora do Sistema Solar) e estudar as vibra\u00e7\u00f5es das estrelas, conhecidas como estelemotos (equivalente espacial aos terremotos \u2014 veja arte). Os dados enviados para a Terra s\u00e3o analisados por cientistas do Brasil e da Fran\u00e7a, al\u00e9m de outros seis pa\u00edses (Alemanha, \u00c1ustria, B\u00e9lgica, Espanha, Holanda e It\u00e1lia). \u201cA grande vantagem de nossa participa\u00e7\u00e3o no projeto \u00e9 que todo nosso investimento est\u00e1 sendo revertido em desenvolvimento. Est\u00e3o direcionados para nossos pesquisadores, nossas bases. Contribu\u00edmos com 2% do or\u00e7amento e temos acesso a 100% da pesquisa\u201d, explica o diretor de Sat\u00e9lites, Aplica\u00e7\u00f5es e Desenvolvimento da Ag\u00eancia Espacial Brasileira (AEB), Thyrso Villela. <\/p>\n<p>De acordo com o professor do Instituto de Astronomia, Geof\u00edsica e Ci\u00eancias Atmosf\u00e9ricas (IAG), da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), Eduardo Janot, tamb\u00e9m presidente do Comit\u00ea CoRoT-Brasil, o sat\u00e9lite abre um novo caminho para a pesquisa espacial brasileira. \u201cEssa \u00e9 a primeira vez que n\u00f3s temos direitos totais \u00e0s pesquisas de um sat\u00e9lite. At\u00e9 hoje, n\u00f3s apenas pod\u00edamos usar, quase que emprestados, os sat\u00e9lites de outros pa\u00edses\u201d, comemora. <\/p>\n<p>Parece que o pa\u00eds come\u00e7ou com o p\u00e9 direito. O CoRoT j\u00e1 est\u00e1 fazendo hist\u00f3ria, ao ser respons\u00e1vel pela descoberta, feita em fevereiro de 2009, do primeiro exoplaneta semelhante \u00e0 Terra. Batizado pelos cientistas de CoRoT-7B, ele orbita uma estrela denominada CoRoT-7, um pouco menor, mais fria e mais jovem do que o Sol. Localizada na constela\u00e7\u00e3o de Unic\u00f3rnio, a estrela est\u00e1 a cerca de 500 anos-luz da Terra. \u201cFoi a primeira vez que um planeta com essas caracter\u00edsticas foi localizado. Foi esta descoberta que comprovou que podem sim existir outros corpos semelhantes \u00e0 Terra\u201d, explica Janot. <\/p>\n<p>O interesse dos pesquisadores em encontrar planetas semelhantes ao nosso se deve \u00e0 possibilidade de identificar vida extraterrestre. \u201cPara que a vida se desenvolva \u00e9 preciso que haja condi\u00e7\u00f5es como temperatura e composi\u00e7\u00e3o rochosa parecidas com as da Terra. E o primeiro que poderia preencher estes requisitos \u00e9 o CoRoT-7B\u201d, conta o professor da USP. <\/p>\n<p>No entanto, pesquisas j\u00e1 mostraram que n\u00e3o foi desta vez que provamos que n\u00e3o estamos s\u00f3s no universo. O planeta completa uma transla\u00e7\u00e3o em torno de sua estrela em pouco mais de 20 horas, estando 23 vezes mais pr\u00f3ximo dela do que Merc\u00fario est\u00e1 do Sol. \u201cPortanto, ele \u00e9 muito quente para abrigar qualquer tipo de vida, mesmo das formas mais primitivas. Mas como descobrimos esse, podemos achar outros ainda mais promissores\u201d, completa. <\/p>\n<p><strong>Softwares<\/strong> <br \/>\nOs programas que comandam e garantem o funcionamento do CoRoT foram totalmente desenvolvidos por engenheiros brasileiros. \u201cQuando entramos no projeto, enviamos seis engenheiros para Toulouse, na Fran\u00e7a, onde o projeto \u00e9 baseado, e eles desenvolveram toda a parte de software do sat\u00e9lite\u201d, explica Eduardo Janot. <\/p>\n<p>Outra contribui\u00e7\u00e3o fundamental para o sucesso das pesquisas vem da base aeroespacial de Alc\u00e2ntara, no Maranh\u00e3o. \u00c9 para l\u00e1 que s\u00e3o direcionados os dados colhidos quando o sat\u00e9lite est\u00e1 orbitando o Hemisf\u00e9rio Sul. \u201cS\u00e3o apenas tr\u00eas centos de recep\u00e7\u00e3o de dados: dois no Hemisf\u00e9rio Norte, localizados na Fran\u00e7a e no \u00c1rtico, e o do Brasil\u201d, conta Janot. <\/p>\n<p>Al\u00e9m de identificar novos planetas, o CoRoT ajuda em estudos sobre os chamados estelemotos, que s\u00e3o esp\u00e9cies de terremotos que ocorrem dentro de estrelas. O fen\u00f4meno pode ajudar a compreender o comportamento e a estrutura das estrelas. \u201cN\u00f3s estudamos estrelas mais velhas na tentativa de prever como ser\u00e1 o comportamento do Sol, que \u00e9 a principal fonte da vida na Terra\u201d, diz Janot. \u201cUma pequena altera\u00e7\u00e3o em sua densidade seria fatal para n\u00f3s. Da\u00ed a import\u00e2ncia de conhecer t\u00e3o bem as estrelas.\u201d <\/p>\n<p>Depois de tr\u00eas anos em \u00f3rbita, o sat\u00e9lite seria desativado no fim do ano passado. Entretanto, a miss\u00e3o do CoRoT foi t\u00e3o bem-sucedida que os pesquisadores do cons\u00f3rcio de sete pa\u00edses que o controlam decidiram prorrogar sua miss\u00e3o por mais tr\u00eas anos. \u201c\u00c9 um custo muito alto manter equipes em v\u00e1rias partes do mundo monitorando e recebendo os dados de um sat\u00e9lite, mas as descobertas foram tantas que as ag\u00eancias espaciais optaram por n\u00e3o interromper o experimento agora\u201d, explica o cientista paulista. <\/p>\n<p>Com sua data de aposentadoria marcada para 2012, o CoRoT j\u00e1 tem um sucessor em desenvolvimento. Quando parar de funcionar, ser\u00e1 substitu\u00eddo pelo Planto, uma vers\u00e3o muito maior e mais moderna. A participa\u00e7\u00e3o brasileira j\u00e1 est\u00e1 garantida nessa segunda etapa. \u201cNo setor espacial, a coopera\u00e7\u00e3o internacional \u00e9 muito importante, e n\u00f3s estamos cada vez mais ampliando nossa participa\u00e7\u00e3o\u201d, comenta o diretor da Ag\u00eancia Espacial Brasileira, Thyrso Villela.<\/p>\n<p><b>Autor: Correio Braziliense<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Miss\u00e3o do sat\u00e9lite CoRoT \u00e9 prorrogada devido aos bons resultados que alcan\u00e7ou, como a descoberta do primeiro exoplaneta com caracter\u00edsticas semelhantes \u00e0s da Terra Foi-se o tempo em que o Brasil assistia de longe \u00e0s grandes descobertas do mundo espacial. A participa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds em empreendimentos do setor \u00e9 cada vez maior. 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