{"id":17274,"date":"2009-12-14T22:31:35","date_gmt":"2009-12-14T22:31:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=17274"},"modified":"2009-12-14T09:57:53","modified_gmt":"2009-12-14T09:57:53","slug":"o-futuro-e-verde","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/12\/14\/o-futuro-e-verde\/","title":{"rendered":"O futuro \u00e9 verde"},"content":{"rendered":"<p>Como numa trama policial, no filme &#8220;Quem Matou o Carro El\u00e9trico?&#8221; buscam-se culpados pelo desaparecimento do EV (&#8220;electric vehicle&#8221;), um autom\u00f3vel movido a baterias que de fato chegou a ser produzido pela General Motors e vendido na Calif\u00f3rnia em 1996. O document\u00e1rio aponta quatro suspeitos pelo &#8220;assassinato&#8221;: as companhias petrol\u00edferas, por motivos \u00f3bvios; a ind\u00fastria automobil\u00edstica, que estaria mais interessada nos lucrativos carr\u00f5es movidos a combust\u00e3o; as baterias, que, al\u00e9m de caras e pesadas, limitavam a autonomia; e o pr\u00f3prio consumidor, que, menos envolvido com a causa ambiental na \u00e9poca, n\u00e3o estava disposto a pagar por um ve\u00edculo mais caro. <\/p>\n<p>Lan\u00e7ado em 2006, o filme americano causou pol\u00eamica por exibir testemunhos de consumidores, pol\u00edticos, ambientalistas e dirigentes das montadoras. Nos dias de hoje, no entanto, se algu\u00e9m se interessasse em produzir um filme sobre o mesmo tema a hist\u00f3ria seria outra. O ve\u00edculo movido a eletricidade certamente ganharia papel de her\u00f3i, em substitui\u00e7\u00e3o ao vil\u00e3o do motor poluente, acusado como um dos principais respons\u00e1veis pelo aquecimento global. <\/p>\n<p>A causa ambiental for\u00e7ou a ind\u00fastria a acelerar o desenvolvimento de modelos que usam motores movidos a bateria. Os primeiros lan\u00e7amentos estar\u00e3o no mercado j\u00e1 no pr\u00f3ximo ano. Mas, por enquanto, o carro el\u00e9trico s\u00f3 vai circular nas ruas dos pa\u00edses desenvolvidos. Por se tratar de uma tecnologia ainda cara, os primeiros ser\u00e3o vendidos \u00e0 custa de subs\u00eddios governamentais no Jap\u00e3o, Estados Unidos e parte da Europa. <\/p>\n<p>Nos pa\u00edses emergentes, a mudan\u00e7a da propuls\u00e3o veicular para o sistema a bateria dever\u00e1 ser mais lenta. Historicamente, pa\u00edses mais pobres costumam ir para o fim da fila quando o assunto \u00e9 a emiss\u00e3o de poluentes no transporte. Vale lembrar que os caminh\u00f5es que rodam hoje na Europa seguem regras de emiss\u00e3o que no Brasil entrar\u00e3o em vigor somente em 2012. As montadoras que produzem e vendem no Brasil s\u00e3o as mesmas que est\u00e3o na Europa. Mas aqui as empresas tiram proveito de uma legisla\u00e7\u00e3o mais branda, que elas mesmas ajudam a elaborar. <\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o aos autom\u00f3veis, com a estagna\u00e7\u00e3o da demanda nos pa\u00edses ricos, a expans\u00e3o do consumo se voltou para as regi\u00f5es de renda per capita mais baixa. \u00c9 nesses mercados que a ind\u00fastria planeja aumentar as suas vendas. E por isso tem investido na amplia\u00e7\u00e3o do parque industrial. <\/p>\n<p>Nesse cen\u00e1rio n\u00e3o h\u00e1 espa\u00e7o para o carro el\u00e9trico, um produto ainda caro, que depende de incentivos que apenas governos dos pa\u00edses ricos se comprometem a oferecer. Mesmo com incentivos, os primeiros modelos movidos a baterias chegar\u00e3o ao consumidor a pre\u00e7os mais elevados que os os autom\u00f3veis com motor a combust\u00e3o. <\/p>\n<p>No caso do Brasil, o el\u00e9trico vai demorar mais ainda para chegar. Aqui ele encontra um forte concorrente, o chamado carro flex, que j\u00e1 conquistou espa\u00e7o na causa ambiental e na ind\u00fastria. O pa\u00eds se antecipou na descoberta de uma fonte de energia renov\u00e1vel. A descoberta de um sistema que permite o uso de um combust\u00edvel l\u00edquido derivado da cana no mesmo tanque que carrega gasolina consagrou o Brasil e facilitou a vida dos fabricantes. Mas no longo prazo distanciar\u00e1 os brasileiros do modelo de transporte da nova era. <\/p>\n<p>Por um bom tempo, o Brasil, sexto maior produtor de ve\u00edculos do mundo, dever\u00e1 se acomodar na solu\u00e7\u00e3o do etanol. O problema \u00e9 que o pa\u00eds vai se isolar quando os projetos dos modelos el\u00e9tricos ganharem f\u00f4lego no resto do mundo. Os outros grandes produtores de ve\u00edculos n\u00e3o t\u00eam como explorar o etanol e tamb\u00e9m j\u00e1 mostraram que n\u00e3o pretendem depender de abastecimento brasileiro. <\/p>\n<p>Hoje, o n\u00edvel de emiss\u00f5es de um motor movido a \u00e1lcool \u00e9 praticamente o mesmo de um a gasolina, segundo os t\u00e9cnicos da ind\u00fastria. A vantagem ambiental est\u00e1 no ciclo do plantio da cana-de-a\u00e7\u00facar, que compensa o di\u00f3xido de carbono emitido na combust\u00e3o. Carro movido a \u00e1lcool tem hoje o mesmo formato do que roda com gasolina. Mas o modelo el\u00e9trico tende a ficar diferente, com o tempo, porque n\u00e3o precisar\u00e1 acomodar as mesmas pe\u00e7as que hoje existem nos modelos que funcionam com motor a combust\u00e3o. <\/p>\n<p>Apesar das evid\u00eancias de que sem ele n\u00e3o haver\u00e1 solu\u00e7\u00e3o para o aquecimento global, algumas quest\u00f5es ainda conspiram contra o carro el\u00e9trico. Uma delas \u00e9 a depend\u00eancia de muitas economias na atividade das autope\u00e7as. &#8220;A ind\u00fastria metal-mec\u00e2nica tem sido a base de desenvolvimento de grandes na\u00e7\u00f5es desde o final do s\u00e9culo XIX, quando substituiu a t\u00eaxtil&#8221;, afirma Gustavo Galv\u00e3o dos Santos, doutor em economia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). <\/p>\n<p>No trabalho &#8220;Carro El\u00e9trico, e Revolu\u00e7\u00e3o Geopol\u00edtica e Econ\u00f4mica dos S\u00e9culo XXI e o Desenvolvimento do Brasil&#8221;, publicado pela revista &#8220;Oikos&#8221;, Santos e mais tr\u00eas pesquisadores em economia e engenharia abordam o natural esvaziamento da ind\u00fastria de autope\u00e7as. Mudar a estrutura do autom\u00f3vel ter\u00e1 impactos num pa\u00eds como o Brasil, onde a ind\u00fastria de pe\u00e7as tem mais de 50 anos, ao contr\u00e1rio da China, onde o desenvolvimento do setor automotivo \u00e9 bem mais recente. <\/p>\n<p>Entre os cerca de 4 mil componentes que comp\u00f5em um autom\u00f3vel hoje, centenas est\u00e3o ligados a um trem de for\u00e7a idealizado para o motor a combust\u00e3o. S\u00e3o pe\u00e7as fundidas e forjadas, diversos pequenos motores e tudo o que envolve os equipamentos de transmiss\u00e3o e suspens\u00e3o. Essa estrutura tamb\u00e9m alimenta o setor de oficinas de manuten\u00e7\u00e3o, que certamente ser\u00e1 bem menos complexo na era do carro el\u00e9trico. <\/p>\n<p>O autom\u00f3vel que circula nas ruas hoje tamb\u00e9m carrega forra\u00e7\u00f5es especiais para portas, tetos e cap\u00f4s, que ajudam a diminuir o ru\u00eddo do motor. O carro el\u00e9trico \u00e9 silencioso. N\u00e3o precisa de nada disso. A partir da sua cria\u00e7\u00e3o, os desenhistas tamb\u00e9m ganhar\u00e3o mais liberdade. <\/p>\n<p>Mas o custo ainda pesa contra o carro el\u00e9trico. Os fabricantes de ve\u00edculos est\u00e3o em busca de parcerias para diluir despesas com desenvolvimento de produto. E quando o produto estiver no mercado ser\u00e1 preciso contar com subs\u00eddios de governos. Um dos primeiros el\u00e9tricos que devem aparecer no mercado japon\u00eas em 2010 \u00e9 o i-Miev, da Mitsubishi. As primeiras informa\u00e7\u00f5es d\u00e3o conta de que o pre\u00e7o desse modelo chegaria a US$ 47,5 mil. Mas o fabricante espera que o governo ofere\u00e7a subs\u00eddios de pelo menos US$ 14 mil. <\/p>\n<p>A ajuda dos governos, n\u00e3o apenas com os de b\u00f4nus na venda do ve\u00edculo, como tamb\u00e9m na organiza\u00e7\u00e3o da infraestrutura necess\u00e1ria para carregar as baterias, determinar\u00e1 a agenda dos lan\u00e7amentos. A Nissan escolheu Portugal, Israel e Dinamarca para a primeira fase de lan\u00e7amento do seu modelo el\u00e9trico, o Leaf, no fim de 2010, porque os governos desses pa\u00edses se comprometeram a dar incentivos e a espalhar os chamados eletropostos. O governo da Fran\u00e7a j\u00e1 se comprometeu a providenciar um milh\u00e3o de pontos de recarga at\u00e9 2015. <\/p>\n<p>Mas o que mais tira o sono das equipes de desenvolvimento do carro el\u00e9trico \u00e9 a limita\u00e7\u00e3o da autonomia. Embora as baterias tenham melhorado muito ao longo dos \u00faltimos anos, com uma carga completa \u00e9 poss\u00edvel chegar no m\u00e1ximo a 160, ou 165 quil\u00f4metros. &#8220;Melhorar a autonomia \u00e9 um grande desafio&#8221;, diz o engenheiro Marco Saltini, vice-presidente da Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Fabricantes de Ve\u00edculos Automotores, que representa as montadoras no Brasil. Saltini, um dos executivos mais envolvidos nas discuss\u00f5es sobre emiss\u00f5es e matriz energ\u00e9tica no pa\u00eds, diz n\u00e3o ter d\u00favidas de que o carro el\u00e9trico vai chegar. Mas, ao mesmo tempo, ele considera que &#8220;\u00e9 preciso tomar cuidado com o excesso de otimismo&#8221; em rela\u00e7\u00e3o a um produto que, por ser ainda caro, provocar\u00e1 impacto negativo nos mercados. Para o executivo, \u00e9 bom lembrar o &#8220;trunfo que o Brasil sustenta com o etanol, o melhor combust\u00edvel renov\u00e1vel do mundo&#8221;. <\/p>\n<p>Os carros el\u00e9tricos que est\u00e3o sendo desenvolvidos pela ind\u00fastria usam, na maioria, baterias do tipo \u00edon-l\u00edtio, que podem ser recarregadas em tomadas comuns. O tempo de carregamento \u00e9 de sete a oito horas. Mas se a tomada for trif\u00e1sica, \u00e9 poss\u00edvel completar 80% da carga em meia hora. <\/p>\n<p>Os defensores do carro alimentado por baterias lembram que, em uso urbano, cerca de 80% dos propriet\u00e1rios de autom\u00f3veis percorrem menos que 70 quil\u00f4metros por dia, o que torna o el\u00e9trico com a autonomia de hoje ideal. &#8220;Mas o que faria um motorista de taxi?&#8221;, questiona Saltini. <\/p>\n<p>O tempo que levar\u00e1 para que os carros el\u00e9tricos sejam vistos em grandes quantidades depende de v\u00e1rios fatores. Entre as proje\u00e7\u00f5es otimistas consideradas sensatas, o presidente do grupo Renault\/Nissan, Carlos Ghosn, estima que, at\u00e9 2020, 10% dos carros vendidos no mundo ser\u00e3o movidos por baterias. <\/p>\n<p>A origem da energia abre espa\u00e7o para outra discuss\u00e3o. Para o economista Gustavo Galv\u00e3o dos Santos, o jogo de for\u00e7as entre os pa\u00edses dever\u00e1 ficar mais definido a partir das discuss\u00f5es em Copenhague. Essa nova rela\u00e7\u00e3o de for\u00e7as definir\u00e1 a futura matriz energ\u00e9tica mundial &#8211; da mesma forma como o monop\u00f3lio americano no refino do petr\u00f3leo ditou regras quando os Estados Unidos inventaram a linha de montagem, h\u00e1 100 anos. Desta vez, por\u00e9m, pesa tamb\u00e9m a urg\u00eancia em resolver o problema do aquecimento global. <\/p>\n<p>Santos lembra que Jap\u00e3o e Europa est\u00e3o menos ligados aos interesses da ind\u00fastria petrol\u00edfera. Tendem, ent\u00e3o, a acelerar mais o processo de lan\u00e7amento dos ve\u00edculos el\u00e9tricos do que os Estados Unidos. Por isso, talvez venham do Jap\u00e3o os lan\u00e7amentos dos primeiros modelos puramente el\u00e9tricos, previstos para 2010 (i-Miev, da Mitsubishi, e Leaf, da Nissan), embora quase todas as montadoras tenham projetos prontos. <\/p>\n<p>Nesse cen\u00e1rio, a posi\u00e7\u00e3o da China \u00e9 a grande inc\u00f3gnita. Em princ\u00edpio, os chineses n\u00e3o teriam pressa em usar carros el\u00e9tricos porque, nesse aspecto, o pa\u00eds est\u00e1 em d\u00edvida com o ambiente: o carv\u00e3o \u00e9 a principal fonte de energia dos chineses. Mas se a energia el\u00e9trica ditar o rumo do transporte mundial daqui para a frente, os chineses j\u00e1 t\u00eam um modelo de ve\u00edculo el\u00e9trico para os mais pobres. A montadora chinesa BYD (&#8220;Build your dreams&#8221;) tem pronto um modelo que promete vender por pouco mais de US$ 20 mil. O pre\u00e7o cai porque as baterias s\u00e3o de ferro. Embora mais pesadas, custam menos. <\/p>\n<p>Mesmo que o Brasil ainda esteja em fase de lua de mel com o etanol, o pa\u00eds tamb\u00e9m tirar\u00e1 proveito quando o carro el\u00e9trico chegar, segundo o engenheiro Leonardo Cavaliere, supervisor de inova\u00e7\u00f5es e ve\u00edculos especiais da Fiat. Ele lembra que, al\u00e9m das usinas hidrel\u00e9tricas, o Brasil tem a vantagem dos ventos no desenvolvimento da energia e\u00f3lica e tamb\u00e9m potencial como poucos para explorar a energia solar. &#8220;O pior ponto de capta\u00e7\u00e3o de energia solar no Brasil hoje equivale a 60% do melhor ponto da Alemanha, o pa\u00eds que hoje mais explora energia solar&#8221;, destaca Cavaliere. <\/p>\n<p>O engenheiro da Fiat comanda uma experi\u00eancia brasileira com carro el\u00e9trico. H\u00e1 dois anos, a usina de Itaipu encomendou 50 unidades do modelo Palio movido com baterias. A entrega do \u00faltimo lote ser\u00e1 nos pr\u00f3ximos dias. A frota, que serve para uso interno da usina, utiliza uma bateria \u00e0 base de cloreto de s\u00f3dio, totalmente recicl\u00e1vel, importada da Sui\u00e7a. F\u00e3 do autom\u00f3vel el\u00e9trico, Cavaliere diz que, ao longo desses dois anos, aprendeu que &#8220;uma mudan\u00e7a cultural, que ultrapassa os limites da engenharia automotiva, est\u00e1 a caminho&#8221;. <\/p>\n<p>\u00c9 poss\u00edvel tamb\u00e9m que, por bom tempo, o mundo conviva com dois ou at\u00e9 tr\u00eas tipos de ve\u00edculos. Isso significa que as cidades teriam modelos movidos a combust\u00e3o, el\u00e9tricos e tamb\u00e9m h\u00edbridos. Os dois representantes da ind\u00fastria no Brasil &#8211; Cavaliere e Saltini &#8211; preveem que, antes de chegar ao carro el\u00e9trico, muitos pa\u00edses que ainda n\u00e3o experimentaram o carro h\u00edbrido, como \u00e9 o caso do Brasil, dever\u00e3o passar por essa fase. <\/p>\n<p>O carro h\u00edbrido \u00e9 aquele que leva dois motores, um el\u00e9trico e outro a combust\u00e3o. O propulsor a combust\u00e3o carrega o el\u00e9trico e a tra\u00e7\u00e3o do ve\u00edculo pode ser feita por ambos ou s\u00f3 pelo el\u00e9trico. <\/p>\n<p>O h\u00edbrido tem a vantagem da autonomia, j\u00e1 que n\u00e3o \u00e9 preciso parar o carro para carregar a bateria. Mas est\u00e1 longe da proposta de emiss\u00e3o zero, garantida pelo el\u00e9trico. O n\u00edvel de poluentes desse tipo de ve\u00edculo cai 40% em rela\u00e7\u00e3o ao que funciona s\u00f3 com motor a combust\u00e3o, segundo a ind\u00fastria. Vale lembrar que nos Estados Unidos, a participa\u00e7\u00e3o dos h\u00edbridos nas vendas n\u00e3o tem passado de 2%. O Prius da Toyota, um dos h\u00edbridos mais populares, foi lan\u00e7ado h\u00e1 dez anos. Mas at\u00e9 hoje n\u00e3o chegou no Brasil. Segundo argumentos repetidos pela ind\u00fastria, a baixa escala n\u00e3o justificaria o alto custo de produ\u00e7\u00e3o. Agora a Toyota se prepara para lan\u00e7ar o chamado Prius plug-in, que poder\u00e1 ser carregado na tomada, o que reduzir\u00e1 o gasto de combust\u00edvel. <\/p>\n<p>A General Motors se prepara para lan\u00e7ar o modelo Volt no in\u00edcio do ano. O autom\u00f3vel da GM tem dois motores. Um el\u00e9trico e outro que pode funcionar com gasolina (ou mesmo \u00e1lcool). Apesar de n\u00e3o ser um puro el\u00e9trico, o modelo entra nessa categoria porque o motor a gasolina \u00e9 utilizado somente para a recarga do el\u00e9trico, que efetivamente cuida da tra\u00e7\u00e3o do ve\u00edculo. <\/p>\n<p>As condi\u00e7\u00f5es para revolucionar o sistema de transporte existem. A dura\u00e7\u00e3o da pol\u00eamica em torno de cada dificuldade \u00e9 o que pode retardar as mudan\u00e7as. O jogo de for\u00e7as mal come\u00e7ou. No filme &#8220;Quem Matou o Carro El\u00e9trico?&#8221;, um representante da Ford sai em defesa da ind\u00fastria: &#8220;O consumidor quer o carro el\u00e9trico, mas n\u00e3o quer pagar por ele; e eu n\u00e3o posso fabric\u00e1-lo por menos&#8221;. No mesmo filme, ex-usu\u00e1rios contam como se sentiram quando os el\u00e9tricos foram retirados pela ind\u00fastria das ruas da Calif\u00f3rnia. Entre eles, o ator Mel Gibson questiona: &#8220;Quem controlar\u00e1 o futuro? Quem tiver o taco maior&#8221;. <\/p>\n<p><b>Autor: Valor Econ\u00f4mico<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Como numa trama policial, no filme &#8220;Quem Matou o Carro El\u00e9trico?&#8221; buscam-se culpados pelo desaparecimento do EV (&#8220;electric vehicle&#8221;), um autom\u00f3vel movido a baterias que de fato chegou a ser produzido pela General Motors e vendido na Calif\u00f3rnia em 1996. O document\u00e1rio aponta quatro suspeitos pelo &#8220;assassinato&#8221;: as companhias petrol\u00edferas, por motivos \u00f3bvios; a ind\u00fastria [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[24,6],"tags":[],"class_list":{"0":"post-17274","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-energia","7":"category-noticias"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>O futuro \u00e9 verde - Instituto de Engenharia<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/12\/14\/o-futuro-e-verde\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"O futuro \u00e9 verde - Instituto de Engenharia\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Como numa trama policial, no filme &#8220;Quem Matou o Carro El\u00e9trico?&#8221; buscam-se culpados pelo desaparecimento do EV (&#8220;electric vehicle&#8221;), um autom\u00f3vel movido a baterias que de fato chegou a ser produzido pela General Motors e vendido na Calif\u00f3rnia em 1996. O document\u00e1rio aponta quatro suspeitos pelo &#8220;assassinato&#8221;: as companhias petrol\u00edferas, por motivos \u00f3bvios; a ind\u00fastria [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/12\/14\/o-futuro-e-verde\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Instituto de Engenharia\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2009-12-14T22:31:35+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"TMax Tecnologia\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@iengenharia\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@iengenharia\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"TMax Tecnologia\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"12 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/12\/14\/o-futuro-e-verde\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/12\/14\/o-futuro-e-verde\/\"},\"author\":{\"name\":\"TMax Tecnologia\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f\"},\"headline\":\"O futuro \u00e9 verde\",\"datePublished\":\"2009-12-14T22:31:35+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/12\/14\/o-futuro-e-verde\/\"},\"wordCount\":2498,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization\"},\"articleSection\":[\"Energia\",\"Not\u00edcias\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/12\/14\/o-futuro-e-verde\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/12\/14\/o-futuro-e-verde\/\",\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/12\/14\/o-futuro-e-verde\/\",\"name\":\"O futuro \u00e9 verde - Instituto de Engenharia\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website\"},\"datePublished\":\"2009-12-14T22:31:35+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/12\/14\/o-futuro-e-verde\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/12\/14\/o-futuro-e-verde\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/12\/14\/o-futuro-e-verde\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"O futuro \u00e9 verde\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/\",\"name\":\"Instituto de Engenharia\",\"description\":\"O Instituto de Engenharia promove a Engenharia em benef\u00edcio do desenvolvimento e da qualidade de vida da sociedade.\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization\",\"name\":\"Instituto de Engenharia\",\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg\",\"width\":1486,\"height\":1879,\"caption\":\"Instituto de Engenharia\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/\"},\"sameAs\":[\"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia\",\"https:\/\/x.com\/iengenharia\",\"https:\/\/www.instagram.com\/institutodeengenharia\/\",\"https:\/\/www.linkedin.com\/company\/instituto-de-engenharia\/\",\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCXiCAlsSMe977vamW915HxA\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f\",\"name\":\"TMax Tecnologia\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"TMax Tecnologia\"},\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/author\/tmax\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"O futuro \u00e9 verde - Instituto de Engenharia","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/12\/14\/o-futuro-e-verde\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"O futuro \u00e9 verde - Instituto de Engenharia","og_description":"Como numa trama policial, no filme &#8220;Quem Matou o Carro El\u00e9trico?&#8221; buscam-se culpados pelo desaparecimento do EV (&#8220;electric vehicle&#8221;), um autom\u00f3vel movido a baterias que de fato chegou a ser produzido pela General Motors e vendido na Calif\u00f3rnia em 1996. O document\u00e1rio aponta quatro suspeitos pelo &#8220;assassinato&#8221;: as companhias petrol\u00edferas, por motivos \u00f3bvios; a ind\u00fastria [&hellip;]","og_url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/12\/14\/o-futuro-e-verde\/","og_site_name":"Instituto de Engenharia","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia","article_published_time":"2009-12-14T22:31:35+00:00","author":"TMax Tecnologia","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@iengenharia","twitter_site":"@iengenharia","twitter_misc":{"Escrito por":"TMax Tecnologia","Est. tempo de leitura":"12 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/12\/14\/o-futuro-e-verde\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/12\/14\/o-futuro-e-verde\/"},"author":{"name":"TMax Tecnologia","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f"},"headline":"O futuro \u00e9 verde","datePublished":"2009-12-14T22:31:35+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/12\/14\/o-futuro-e-verde\/"},"wordCount":2498,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization"},"articleSection":["Energia","Not\u00edcias"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/12\/14\/o-futuro-e-verde\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/12\/14\/o-futuro-e-verde\/","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/12\/14\/o-futuro-e-verde\/","name":"O futuro \u00e9 verde - Instituto de Engenharia","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website"},"datePublished":"2009-12-14T22:31:35+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/12\/14\/o-futuro-e-verde\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/12\/14\/o-futuro-e-verde\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/12\/14\/o-futuro-e-verde\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"O futuro \u00e9 verde"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/","name":"Instituto de Engenharia","description":"O Instituto de Engenharia promove a Engenharia em benef\u00edcio do desenvolvimento e da qualidade de vida da sociedade.","publisher":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization","name":"Instituto de Engenharia","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg","width":1486,"height":1879,"caption":"Instituto de Engenharia"},"image":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia","https:\/\/x.com\/iengenharia","https:\/\/www.instagram.com\/institutodeengenharia\/","https:\/\/www.linkedin.com\/company\/instituto-de-engenharia\/","https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCXiCAlsSMe977vamW915HxA"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f","name":"TMax Tecnologia","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","caption":"TMax Tecnologia"},"url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/author\/tmax\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17274","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17274"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17274\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17274"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17274"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17274"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}