{"id":17203,"date":"2009-12-02T22:30:26","date_gmt":"2009-12-02T22:30:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=17203"},"modified":"2009-12-02T12:03:58","modified_gmt":"2009-12-02T12:03:58","slug":"bloco-dos-sujos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/12\/02\/bloco-dos-sujos\/","title":{"rendered":"Bloco dos sujos"},"content":{"rendered":"<p>Em dezembro, quando a delega\u00e7\u00e3o brasileira estiver em Copenhague, chefiada pela ministra Dilma Rousseff, o Brasil estar\u00e1 fazendo um leil\u00e3o de energia, para 2015, em que devem sair vencedores tr\u00eas usinas a carv\u00e3o importado, tr\u00eas usinas a carv\u00e3o nacional e uma a g\u00e1s natural liquefeito. Esse ser\u00e1 apenas o sinal mais expl\u00edcito, e em hora mais constrangedora, da op\u00e7\u00e3o brasileira por sujar a matriz. <\/p>\n<p>Como \u00e9 poss\u00edvel andar na dire\u00e7\u00e3o oposta da que se deveria andar? Simples. Basta fazer um planejamento energ\u00e9tico preso a ideias do passado. <\/p>\n<p>\u2014 No Brasil s\u00f3 se pensa em barragem ou t\u00e9rmica a combust\u00edvel f\u00f3ssil. Isso porque o planejamento do setor energ\u00e9tico brasileiro envelheceu. Precisamos de um Plano Real na energia que fa\u00e7a o Brasil pensar de forma moderna sobre essa quest\u00e3o \u2014 diz Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE). <\/p>\n<p>Uma das caracter\u00edsticas comuns nos dois \u00faltimos governos foi que a maior parte da nova capacidade instalada \u00e9 de origem t\u00e9rmica, na maioria, f\u00f3ssil. Confira nos dois gr\u00e1ficos abaixo enviados por Adriano Pires. Da energia nova contratada nos leil\u00f5es de energia do governo Lula, 63% s\u00e3o de termel\u00e9tricas e 37% de hidrel\u00e9tricas. No outro gr\u00e1fico, repare a divis\u00e3o das t\u00e9rmicas: s\u00f3 3% de biomassa, que \u00e9 renov\u00e1vel. O resto \u00e9 f\u00f3ssil, mas alguns piores, como carv\u00e3o mineral, que responde por 17%, e \u00f3leo combust\u00edvel, 45%. <\/p>\n<p>Que n\u00e3o fale o roto do rasgado. O governo do PSDB tamb\u00e9m privilegiou as t\u00e9rmicas. \u00c9 uma armadilha: toda a estrutura t\u00e9cnica do setor el\u00e9trico s\u00f3 consegue pensar em hidrel\u00e9tricas. Que s\u00e3o uma op\u00e7\u00e3o melhor, mas que ter\u00e3o cada vez mais dificuldade de ter licen\u00e7as ambientais pelos danos que causam na hora da constru\u00e7\u00e3o da usina e das linhas de transmiss\u00e3o. Como as grandes barragens tamb\u00e9m interessam aos pol\u00edticos, a gest\u00e3o politizada favorece isso tamb\u00e9m. A licen\u00e7a ambiental emperra, em muitos casos em obst\u00e1culos reais, e a segunda op\u00e7\u00e3o do setor \u00e9 sempre f\u00f3ssil. <\/p>\n<p>\u2014 N\u00e3o se pensa em usar todas as fontes que a natureza nos deu. N\u00e3o se pensa que o Brasil \u00e9 continental, e que a tend\u00eancia agora \u00e9 descentralizar, especializando por \u00e1rea: o Nordeste \u00e9 mais prop\u00edcio a e\u00f3lica, Rio e Esp\u00edrito Santo, g\u00e1s natural \u2014 o mais limpo dos f\u00f3sseis \u2014 S\u00e3o Paulo tem muita biomassa do baga\u00e7o da cana \u2014 diz Adriano Pires. <\/p>\n<p>Enquanto isso, a China, que tem abundante carv\u00e3o barato, est\u00e1 procurando outras fontes. De 2004 a 2008, ela construiu o equivalente a uma Itaipu em energia e\u00f3lica: 14 mil megawatts. A meta era chegar a 30 mil MW at\u00e9 2020, mas o novo plano de revi$\u00e7\u00e3o da energia renov\u00e1vel aumentou para impressionantes 100 mil MW de energia e\u00f3lica at\u00e9 2020, porque a meta de 30 mil ser\u00e1 alcan\u00e7ada em 2010. A China tem hoje a quarta maior capacidade instalada em energia do vento, depois dos Estados Unidos, Alemanha e Espanha. A ind\u00fastria chinesa de pain\u00e9is para energia fotovoltaica (solar) j\u00e1 \u00e9 a segunda do mundo, depois do Jap\u00e3o. O carv\u00e3o, dominante em sua matriz, est\u00e1 provocando desastres. Um deles: a chuva \u00e1cida cai em 30% das terras chinesas, destruindo safras e contaminando \u00e1guas. <\/p>\n<p>H\u00e1 15 anos o Brasil vem errando na \u00e1rea de energia. Investe menos do que precisa, est\u00e1 ampliando a presen\u00e7a de energia f\u00f3ssil, deixa o pa\u00eds sujeito aos apag\u00f5es e ocupa o comando do setor com partidos pol\u00edticos. O que mudou entre um governo e outro \u00e9 o partido que recebe o quinh\u00e3o el\u00e9trico. Era o ent\u00e3o PFL no governo passado, \u00e9 o PMDB no atual governo. <\/p>\n<p>No Brasil a maneira como \u00e9 feito o c\u00e1lculo dos custos das novas fontes de energia faz com que elas estejam fora do leil\u00e3o, sejam mais caras do que suas competidoras a combust\u00edvel f\u00f3ssil. <\/p>\n<p>\u2014 Com o pr\u00e9-sal, a tend\u00eancia \u00e9 aumentar, porque haver\u00e1 maior oferta de petr\u00f3leo aqui dentro \u2014 diz Adriano Pires. <\/p>\n<p>O governo Fernando Henrique, segundo o estudo do CBIE, aumentou em 48% a capacidade instalada, de 54 mil para 80 mil MW. O governo Lula, na hip\u00f3tese otimista, vai aumentar at\u00e9 o fim do mandato 43% da capacidade. Os dois s\u00e3o equivalentes. Nos dois governos, a nova energia \u00e9 mais f\u00f3ssil do que renov\u00e1vel. O governo Fernando Henrique come\u00e7ou a privatizar, depois parou, mas n\u00e3o deixava as estatais investirem. O governo Lula, sob o comando de Dilma, deu mais poderes \u00e0s estatais. Nos dois per\u00edodos, o Brasil fez escolhas erradas e que n\u00e3o levam em considera\u00e7\u00e3o um ponto fundamental: o mundo est\u00e1 mudando. <\/p>\n<p>Na nova vers\u00e3o Dilma-baixa-emiss\u00e3o, que interpreta atualmente, a ministra ter\u00e1 o constrangimento de estar l\u00e1 em Copenhague dizendo que o Brasil se compromete com metas de redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es, enquanto aqui o modelo energ\u00e9tico, do qual ela \u00e9 uma das inspiradoras, estar\u00e1 contratando as mais sujas das op\u00e7\u00f5es de energia. <\/p>\n<p><b>Autor: Miriam Leit\u00e3o e Alvaro Gribel para o Globo<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em dezembro, quando a delega\u00e7\u00e3o brasileira estiver em Copenhague, chefiada pela ministra Dilma Rousseff, o Brasil estar\u00e1 fazendo um leil\u00e3o de energia, para 2015, em que devem sair vencedores tr\u00eas usinas a carv\u00e3o importado, tr\u00eas usinas a carv\u00e3o nacional e uma a g\u00e1s natural liquefeito. 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