{"id":17202,"date":"2009-12-02T22:30:25","date_gmt":"2009-12-02T22:30:25","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=17202"},"modified":"2009-12-02T11:58:53","modified_gmt":"2009-12-02T11:58:53","slug":"industria-de-automoveis-experimenta-seu-maior-desafio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/12\/02\/industria-de-automoveis-experimenta-seu-maior-desafio\/","title":{"rendered":"Ind\u00fastria de autom\u00f3veis experimenta seu maior desafio"},"content":{"rendered":"<p>O mundo automobil\u00edstico virou de pernas para ao ar depois de dois abalos s\u00e9rios: a disparada do pre\u00e7o de petr\u00f3leo que chegou a US$ 145, em julho de 2008, e a grave crise financeira mundial em cascata iniciada pela fal\u00eancia do banco americano Lehman Brothers, em setembro do mesmo ano. Fabricantes que j\u00e1 enfrentavam dificuldades tiveram que pedir concordata e mesmo os mais rent\u00e1veis sofreram preju\u00edzos bilion\u00e1rios. Sem contar o mergulho em queda livre das vendas, com reflexos ainda um ano depois, e desorganiza\u00e7\u00e3o do sistema produtivo. Se j\u00e1 se discutia como a ind\u00fastria poderia atender tantos desafios simult\u00e2neos, o estrangulamento financeiro tornou tudo mais dif\u00edcil. <\/p>\n<p>Na realidade existiam duas vertentes sobre as mudan\u00e7as necess\u00e1rias na matriz energ\u00e9tica automobil\u00edstica. A Uni\u00e3o Europeia levantou a bandeira de controle das emiss\u00f5es de di\u00f3xido de carbono (CO2), um dos gases que agravam o efeito estufa, seguida pelo Jap\u00e3o. Mas os EUA resistiam at\u00e9 o in\u00edcio deste ano, quando a posse do novo presidente, Barak Obama, praticamente alinhou o pa\u00eds ao pensamento prevalente no mundo. <\/p>\n<p>Pode se questionar a \u00eanfase ou a velocidade com que se deve combater o aquecimento da Terra. Ainda h\u00e1 d\u00favidas se apenas as atividades humanas e os combust\u00edveis f\u00f3sseis, que liberam carbono para a atmosfera, s\u00e3o os \u00fanicos respons\u00e1veis pela mudan\u00e7a do clima, que j\u00e1 ocorreu em outras eras. Os transportes por terra, mar e ar respondem por cerca de 15%, talvez 20% dependendo de como se calcula, das emiss\u00f5es de CO2 no planeta. Gera\u00e7\u00e3o de energia e agropecu\u00e1ria t\u00eam peso maior, entre outras fontes. <\/p>\n<p>No entanto, o apelo da sustentabilidade, a necessidade de economizar as fontes de energia n\u00e3o renov\u00e1veis ou reserv\u00e1-las para fins mais nobres falam mais alto. O CO2 \u00e9 at\u00f3xico e sem a letalidade do mon\u00f3xido de carbono (CO). S\u00f3 no sentido leigo da palavra \u00e9 considerado poluente. Sem ele as plantas deixariam de existir e inviabilizaria a vida no planeta. Para controlar sua emiss\u00e3o nos escapamentos de ve\u00edculos n\u00e3o existe um catalisador ou p\u00f3s-tratamento. \u00danico meio \u00e9 diminuir o consumo de combust\u00edveis f\u00f3sseis (gasolina, diesel) ou utilizar biocombust\u00edveis, capazes de absorver o CO2 e devolver oxig\u00eanio \u00e0 atmosfera no processo de fotoss\u00edntese das plantas, \u00e1rvores, vegetais. <\/p>\n<p>Diminuir o consumo e manter os custos do ve\u00edculo sob controle, de tal forma que os compradores possam suportar, \u00e9 o maior desafio que a centen\u00e1ria ind\u00fastria de autom\u00f3veis j\u00e1 experimentou. Depende de tempo para pesquisas e de pesados investimentos em um momento de fontes financeiras escassas. <br \/>\n<strong>Alternativas poss\u00edveis<\/strong> <\/p>\n<p>Alterar a matriz energ\u00e9tica do setor \u00e9 algo extremamente complexo. Depende de a\u00e7\u00f5es pol\u00edticas, mudan\u00e7a de mentalidade, influ\u00eancias contr\u00e1rias (da ind\u00fastria petrol\u00edfera aos ambientalistas radicais) e de a\u00e7\u00f5es coordenadas dos governos. <\/p>\n<p>Na Europa, criou-se uma legisla\u00e7\u00e3o que imp\u00f5e a diminui\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es de CO2 por meio de impostos e metas estritas a serem cumpridas pela m\u00e9dia de todos os modelos produzidos por cada fabricante. Para 2015 estabeleceu-se o limite de 130 g\/km de CO2: acima disso paga-se mais imposto; abaixo, menos. Em 2020 o limite ser\u00e1 reduzido. <br \/>\nA ind\u00fastria europeia vem diminuindo o consumo e o n\u00edvel emitido de CO2 desde 1995. Em 13 anos a queda foi de quase 20%. Paralelamente a esse esfor\u00e7o, que continuar\u00e1, a Associa\u00e7\u00e3o dos Construtores Europeus de Autom\u00f3veis (ACEA) defende a\u00e7\u00f5es coordenadas. <\/p>\n<p>Dos governos pede incentivos fiscais, melhoria na infraestrutura vi\u00e1ria, medidas para facilitar o fluxo de tr\u00e1fego e mais apoio a combust\u00edveis alternativos ou renov\u00e1veis. Dos usu\u00e1rios de seus produtos, um modo de dirigir mais econ\u00f4mico e uso racional do autom\u00f3vel. Dos fornecedores de combust\u00edveis, o planejamento de uma rede de abastecimento capilar para hospedar a futura era do hidrog\u00eanio ou mesmo de eletricidade. Nada muito f\u00e1cil de ser alcan\u00e7ado&#8230; <\/p>\n<p>O maior desafio \u00e9 eleger o melhor caminho. A Confer\u00eancia de Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas, em Copenhagen, em dezembro pr\u00f3ximo, incluir\u00e1 muito debate. A Europa j\u00e1 tem 17 pa\u00edses com taxa\u00e7\u00f5es sobre ve\u00edculos baseadas em emiss\u00f5es de CO2. A ind\u00fastria de ve\u00edculos europeia explicitar\u00e1 sua posi\u00e7\u00e3o em torno da harmoniza\u00e7\u00e3o da legisla\u00e7\u00e3o, sugerindo uma taxa\u00e7\u00e3o linear baseada em cada grama\/km emitido. Tamb\u00e9m faz quest\u00e3o de defender que a tecnologia utilizada seja neutra, sem direcionamentos ou tentativas de escolher a \u201csolu\u00e7\u00e3o vencedora\u201d. Isso, certamente, provocou muita discuss\u00e3o acalorada na ACEA, talvez rea\u00e7\u00f5es iradas em choques de interesses entre marcas premium e generalistas nos diferentes pa\u00edses. <\/p>\n<p>Nos EUA ainda h\u00e1 quest\u00f5es em aberto. Provavelmente o pa\u00eds investir\u00e1 em uma matriz energ\u00e9tica diversificada que incluiria petr\u00f3leo, g\u00e1s, biocombust\u00edveis e eletricidade. Por enquanto, discutem-se metas de redu\u00e7\u00e3o de consumo de 40% at\u00e9 2020 e forte est\u00edmulo fiscal para convencer os compradores a eleger alternativas caras, a exemplo de carros el\u00e9tricos ou h\u00edbridos. A crise financeira torna-se grande empecilho por exaurir o caixa do governo americano. <\/p>\n<p>Ve\u00edculos el\u00e9tricos representam mudan\u00e7a radical nos transportes. Os consumidores precisam acreditar na cria\u00e7\u00e3o de infraestrutura de abastecimento. A tecnologia de baterias quanto \u00e0 autonomia, tempo de recarga, peso, densidade energ\u00e9tica, pot\u00eancia e reciclagem n\u00e3o est\u00e1 perto de solu\u00e7\u00f5es econ\u00f4mica e t\u00e9cnica vi\u00e1veis. E tamb\u00e9m n\u00e3o se sabe quanto custar\u00e1 a gera\u00e7\u00e3o de eletricidade para milh\u00f5es de autom\u00f3veis, mesmo \u00e0 noite. Se de origem t\u00e9rmica (carv\u00e3o, \u00f3leo ou g\u00e1s), o balan\u00e7o entre energia e polui\u00e7\u00e3o seria negativo. Restam usinas hidroel\u00e9tricas e at\u00f4micas tamb\u00e9m com impactos ambientais. <\/p>\n<p>Hidrog\u00eanio talvez seja a solu\u00e7\u00e3o definitiva. Alimentaria as pilhas a bordo (fuel cells) para motores el\u00e9tricos, deixando como subproduto apenas vapor d\u2019\u00e1gua e contornaria o problema das baterias. Entretanto, obter hidrog\u00eanio de fontes n\u00e3o f\u00f3sseis implica usar grande quantidade de energia el\u00e9trica com as d\u00favidas j\u00e1 citadas. Sem contar a car\u00edssima estrutura de abastecimento. <\/p>\n<p>Por isso tudo, conclui-se que n\u00e3o existe a certeira bala de prata para enfrentar o problema energ\u00e9tico do planeta. O carro el\u00e9trico pode ser alternativa em pa\u00edses de pequena extens\u00e3o territorial e em algumas aplica\u00e7\u00f5es urbanas de nicho. Aumentar a efici\u00eancia do motor a combust\u00e3o e utiliz\u00e1-lo em conjunto com motor el\u00e9trico (solu\u00e7\u00e3o h\u00edbrida) trariam certa racionalidade. O g\u00e1s natural seria apenas solu\u00e7\u00e3o pontual por fatores como rede de distribui\u00e7\u00e3o cara e rarefeita, al\u00e9m do custo de adapta\u00e7\u00e3o aos autom\u00f3veis. <\/p>\n<p>Etanol de segunda gera\u00e7\u00e3o (celulose e restos org\u00e2nicos) teria a vantagem tripla de quase neutralizar as emiss\u00f5es de CO2, evitar gastos com a troca da infraestrutura existente para combust\u00edveis l\u00edquidos e aproveitar os motores atuais melhorados. J\u00e1 o etanol de primeira gera\u00e7\u00e3o depende de grandes extens\u00f5es territoriais, terra agricult\u00e1vel, sol e \u00e1gua, al\u00e9m de uma planta privilegiada, a cana-de-a\u00e7\u00facar. Em pa\u00edses como o Brasil \u2013 e outros em condi\u00e7\u00f5es semelhantes \u2013 seria a energia renov\u00e1vel e alternativa que tanto se procura. Tamb\u00e9m j\u00e1 se fala de etanol de terceira gera\u00e7\u00e3o a partir de algas. <\/p>\n<p><strong>Quanto ainda vai durar <br \/>\n<\/strong><br \/>\nUm interessante estudo publicado no portal Energia da Europa (http:\/\/www.energy.eu\/#depletion) mostrou a expectativa de esgotamento das reservas mundiais de combust\u00edveis f\u00f3sseis, tamb\u00e9m conhecidos por n\u00e3o renov\u00e1veis. Tomaram-se como refer\u00eancia produ\u00e7\u00e3o atual, reservas conhecidas, ritmo de novas descobertas e manuten\u00e7\u00e3o do consumo. <\/p>\n<p>Sabe-se, no entanto, que o consumo deve subir, apesar dos esfor\u00e7os para controlar as emiss\u00f5es de gases de efeito estufa. Somente em dezembro, poder\u00e1 se saber se algum consenso foi alcan\u00e7ado na confer\u00eancia de Copenhagen. Ainda assim, nada garante que a curva crescente de consumo de combust\u00edveis f\u00f3sseis seja invertida. Talvez sofra apenas uma leve inflex\u00e3o. <\/p>\n<p><strong>As previs\u00f5es s\u00e3o as seguintes:<\/strong> <\/p>\n<p>Carv\u00e3o (em toneladas) <br \/>\nTotal de reservas mundiais em 1\/1\/ 2009: 841.086.192.000 <br \/>\nConsumo mundial por segundo: 203 <br \/>\nData estimada de exaust\u00e3o: 19 maio 2140 <\/p>\n<p>Ur\u00e2nio (em toneladas de U-235) <br \/>\nTotal de reservas mundiais em 1\/1\/ 2009: 18.096 <br \/>\nConsumo mundial por segundo: 0,0000042222017 <br \/>\nData estimada de exaust\u00e3o: 28 novembro 2144 <\/p>\n<p>G\u00e1s natural (em metros c\u00fabicos) <br \/>\nTotal de reservas mundiais em 1\/1\/ 2009: 174.436.171.550.404 <br \/>\nConsumo mundial por segundo: 92.653 <br \/>\nData estimada de exaust\u00e3o: 12 setembro 2068 <\/p>\n<p>Petr\u00f3leo (em barris) <br \/>\nTotal de reservas mundiais em 1\/1\/ 2009: 1.206.780.968.626 <br \/>\nConsumo mundial por segundo: 986 <br \/>\nData estimada de exaust\u00e3o: 22 outubro 2047 <\/p>\n<p>Nos c\u00e1lculos n\u00e3o se consideraram as reservas mundiais de areia betuminosa e xisto betuminoso, cuja extra\u00e7\u00e3o \u00e9 cara demais e poluente, embora abundantes. <\/p>\n<p><b>Autor: WebMotors<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O mundo automobil\u00edstico virou de pernas para ao ar depois de dois abalos s\u00e9rios: a disparada do pre\u00e7o de petr\u00f3leo que chegou a US$ 145, em julho de 2008, e a grave crise financeira mundial em cascata iniciada pela fal\u00eancia do banco americano Lehman Brothers, em setembro do mesmo ano. 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