{"id":17195,"date":"2009-12-01T22:30:19","date_gmt":"2009-12-01T22:30:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=17195"},"modified":"2009-12-01T15:34:54","modified_gmt":"2009-12-01T15:34:54","slug":"em-que-direcao-segue-o-desenvolvimento-do-carro-do-futuro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/12\/01\/em-que-direcao-segue-o-desenvolvimento-do-carro-do-futuro\/","title":{"rendered":"Em que dire\u00e7\u00e3o segue o desenvolvimento do carro do futuro?"},"content":{"rendered":"<p>H\u00edbridos, el\u00e9tricos, sistema flex, downsizing de motores, alum\u00ednio, pl\u00e1stico, fibras naturais, nanotecnologia, GPS, comandos por voz. Novidades n\u00e3o faltam quando o assunto \u00e9 desenvolvimento automotivo. Como tudo na \u201cera da globaliza\u00e7\u00e3o\u201d, tend\u00eancias surgem a toda hora e logo s\u00e3o ultrapassadas por tecnologias ainda mais inovadoras. Se por um lado isso \u00e9 \u00f3timo para o desenvolvimento do setor, por outro, dificulta minha ambi\u00e7\u00e3o de tra\u00e7ar um rascunho do ve\u00edculo do futuro. Contudo, como um bom engenheiro, fico entusiasmado a cada inova\u00e7\u00e3o e isso me leva a imaginar o que vai equipar nossos carros daqui a alguns anos. <\/p>\n<p>Hoje, com a preocupa\u00e7\u00e3o ambiental em alta, um dos maiores cuidados dos fabricantes \u00e9 com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 emiss\u00e3o de poluentes. Para isso, h\u00e1 uma s\u00e9rie de motoriza\u00e7\u00f5es que apresentam alternativas para minimizar, ou at\u00e9 mesmo zerar, o impacto do carro no meio ambiente. Em meio a tantas novidades e discuss\u00f5es, o carro do futuro ser\u00e1 uma composi\u00e7\u00e3o de tudo isso? <\/p>\n<p>Particularmente, creio que o ve\u00edculo do futuro ser\u00e1 a solu\u00e7\u00e3o para todas as quest\u00f5es em debate hoje. Ent\u00e3o, do que precisamos? Al\u00e9m de conforto, temos necessidade de carros leves e menores, mas com performance adequada. Primeiro por conta da mobilidade urbana, depois porque autom\u00f3veis mais leves consomem menos combust\u00edvel e, consequentemente, emitem menos poluentes. Para reduzir o peso, atualmente, a ind\u00fastria estuda a aplica\u00e7\u00e3o \u2013 em alguns casos at\u00e9 j\u00e1 aplica &#8211; de novos materiais ao ve\u00edculo, como o pl\u00e1stico, alum\u00ednio e pol\u00edmeros. <\/p>\n<p>Isso sem falar que esses materiais tamb\u00e9m trabalham a quest\u00e3o ambiental. O Brasil come\u00e7a a perceber nos modelos fabricados aqui muita pe\u00e7a em pl\u00e1stico, como para-choque, que \u00e9 mais leve e facilita a integra\u00e7\u00e3o no desenho do ve\u00edculo. Al\u00e9m disso, esse material come\u00e7a a integrar componentes do motor e do ar-condicionado. Outro componente que tamb\u00e9m atua nesse sentido s\u00e3o as fibras naturais. Hoje, buscamos um carro que seja 100% recicl\u00e1vel, que conviva em harmonia com a natureza. Assim, sabemos que o carro do futuro ser\u00e1 \u201cverde\u201d. <\/p>\n<p>Atualmente, fala-se muito em reduzir as emiss\u00f5es, contudo, isso n\u00e3o est\u00e1 ligado somente \u00e0 queima do combust\u00edvel, mas est\u00e1 relacionado a todo o processo de fabrica\u00e7\u00e3o do combust\u00edvel, o chamado \u201cwell to whell\u201d. Neste ponto, a tecnologia brasileira do sistema flex leva vantagem em rela\u00e7\u00e3o aos outros combust\u00edveis, pois se pode usar o etanol como combust\u00edvel e a planta\u00e7\u00e3o da cana-de-a\u00e7\u00facar para a fabrica\u00e7\u00e3o deste etanol, que neutraliza as emiss\u00f5es do CO2, g\u00e1s causador do efeito estufa. Aqui no Brasil, pelo menos nos pr\u00f3ximos 10 anos, essa tecnologia continuar\u00e1 dominando o mercado, pois o nosso etanol \u00e9 barato e atua para o equil\u00edbrio do meio ambiente. <\/p>\n<p>Tamb\u00e9m podemos perceber que cada vez mais tecnologias de seguran\u00e7a s\u00e3o incorporadas ao ve\u00edculo. No Brasil, demos um importante passo neste aspecto com a obrigatoriedade do airbag e dos freios ABS, que devem sair de f\u00e1brica em todos os carros a partir de 2014. Com a imposi\u00e7\u00e3o da lei, a ind\u00fastria ganha em volume e, com isso, reduz o custo da fabrica\u00e7\u00e3o do produto. <\/p>\n<p>Mas j\u00e1 vemos novos e importantes desenvolvimentos que visam a seguran\u00e7a dos motoristas e passageiros, principalmente no exterior, como os sistemas de frenagem de seguran\u00e7a, em que o ve\u00edculo freia automaticamente quando se aproxima de outro ve\u00edculo. Outra tecnologia \u00e9 o Lane Keeping Assistance, que pode fazer pequenas conex\u00f5es de dire\u00e7\u00e3o quando h\u00e1 imin\u00eancia de sa\u00edda da pista. S\u00e3o desenvolvimentos que um dia veremos nos autom\u00f3veis fabricados no Brasil, o que significa mais seguran\u00e7a e menos acidentes. <\/p>\n<p>A evolu\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 forte na \u00e1rea da eletr\u00f4nica, como no motor, que avan\u00e7a para otimizar o consumo de energia e combust\u00edvel. Os ve\u00edculos do futuro dever\u00e3o ter grande n\u00famero de tecnologias embarcadas, que aumentam a intera\u00e7\u00e3o do carro e passageiros com sistemas de informa\u00e7\u00f5es virtuais, indicando rotas e caminhos alternativos para os congestionamentos e gerando maior interatividade com o motorista e demais ve\u00edculos. <\/p>\n<p>Por fim, ressalto ainda a nanotecnologia, uma revolu\u00e7\u00e3o no setor. Hoje, todas as grandes montadoras desenvolvem pesquisas na \u00e1rea, com aplica\u00e7\u00f5es em novos materiais, sistemas de energia, sistemas inteligentes e nanoeletr\u00f4nica. Sua aplica\u00e7\u00e3o pode trazer benef\u00edcios at\u00e9 para as quest\u00f5es ambientais, ao facilitar a reciclagem de componentes e ajudar na redu\u00e7\u00e3o do peso do ve\u00edculo. <\/p>\n<p>Os desafios do carro do futuro no Brasil? O Pa\u00eds precisa ser r\u00e1pido no desenvolvimento de novas solu\u00e7\u00f5es, materiais e garantir volume, a fim de obtermos pre\u00e7os competitivos. Quando os primeiros ve\u00edculos come\u00e7aram a aparecer com ar-condicionado, era uma tecnologia para poucos, devido ao custo elevado. Mas, ela foi popularizada e ganhou volume de produ\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>O Brasil deve investir em inova\u00e7\u00e3o, s\u00f3 assim melhora a sua competitividade.&nbsp;<\/p>\n<p><em>*Ricardo Reimer \u00e9&nbsp; Engenheiro, presidente do Congresso SAE BRASIL 2009 <br \/>\n<\/em><\/p>\n<p><b>Autor: *Ricardo Reimer para o Canal do Transporte<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00edbridos, el\u00e9tricos, sistema flex, downsizing de motores, alum\u00ednio, pl\u00e1stico, fibras naturais, nanotecnologia, GPS, comandos por voz. Novidades n\u00e3o faltam quando o assunto \u00e9 desenvolvimento automotivo. Como tudo na \u201cera da globaliza\u00e7\u00e3o\u201d, tend\u00eancias surgem a toda hora e logo s\u00e3o ultrapassadas por tecnologias ainda mais inovadoras. 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