{"id":17171,"date":"2009-11-27T22:29:58","date_gmt":"2009-11-27T22:29:58","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=17171"},"modified":"2009-11-27T09:23:51","modified_gmt":"2009-11-27T09:23:51","slug":"veja-entrevistas-com-tres-especialistas-em-monotrilho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/11\/27\/veja-entrevistas-com-tres-especialistas-em-monotrilho\/","title":{"rendered":"Veja entrevistas com tr\u00eas especialistas em monotrilho"},"content":{"rendered":"<p><em>No m\u00eas de outubro, o Instituto de Engenharia realizou o semin\u00e1rio Transporte de M\u00e9dia Capacidade para S\u00e3o Paulo: Propostas e Solu\u00e7\u00f5es. Durante um dia, profissionais de diversas empresas e institui\u00e7\u00f5es discutiram e colocaram os pr\u00f3s e contras da ades\u00e3o de monotrilhos ou dos Ve\u00edculos Leves Sobre Trilhos \u2013 VLT &#8211; para melhorar a quest\u00e3o do transporte p\u00fablico na cidade de S\u00e3o Paulo. A seguir, veja as opini\u00f5es coletadas com alguns dos participantes do semin\u00e1rio.&nbsp;<\/p>\n<p><\/em><br \/>\n<strong><em><u>Halan Lemos Moreira \u2013 vice-presidente Comercial e Marketing da Brascomi empresa do grupo Scomi<\/u><\/em>&nbsp;<\/p>\n<p><\/strong>A empresa atua na \u00e1rea de transporte de \u00f3leo e g\u00e1s e \u00e9 um dos principais fornecedores de fluidos de perfura\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo na \u00c1sia. Especializou-se na \u00e1rea de transporte de tecnologia monotrilho. O segmento de monotrilho est\u00e1 concentrado em algumas regi\u00f5es do mundo, como \u00c1sia \u2013 Mumbai &#8211; onde est\u00e1 em constru\u00e7\u00e3o o tra\u00e7ado, mas os trens j\u00e1 produzidos percorreram 20 mil km e receberam certificados internacionais- , Meio Oriente e Am\u00e9rica do Sul, com destaque para o Brasil, n\u00e3o s\u00f3 em S\u00e3o Paulo, mas em todo o Pa\u00eds.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Fale um pouco sobre a entrada da Brascomi na concorr\u00eancia.<\/strong>&nbsp;<\/p>\n<p>O que chamou a aten\u00e7\u00e3o da empresa foram as semelhan\u00e7as das necessidades de Mumbai e de S\u00e3o Paulo, a come\u00e7ar pela popula\u00e7\u00e3o que em Mumbai \u00e9 de 20 milh\u00f5es de habitantes. As caracter\u00edsticas s\u00e3o parecidas, apesar de as estruturas serem diferentes e S\u00e3o Paulo ter mais infraestrutura implantada, o sistema de tr\u00e2nsito deles sofre de uma forma muito parecida com o de S\u00e3o Paulo. <br \/>\nAs entidades p\u00fablicas da \u00cdndia passaram cinco anos estudando poss\u00edveis solu\u00e7\u00f5es. Por que esse tempo? Devido ao fato de o Pa\u00eds ter 1 bilh\u00e3o de habitantes e o crescimento populacional ainda ser problem\u00e1tico. J\u00e1 no Brasil, com os estudos, o governo de S\u00e3o Paulo chegou a conclus\u00e3o que combinar todos os sistemas existentes, sem que um eliminasse o outro, seria a melhor solu\u00e7\u00e3o. Assim, chegaram ao monotrilho.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Explique.<\/strong>&nbsp;<\/p>\n<p>O sistema de mobilidade do monotrilho n\u00e3o tem que estar necessariamente em linha reta, pode fazer curvas em um raio de 50m. S\u00e3o poucos os sistemas de m\u00e9dia capacidade que podem fazer isso, o Metr\u00f4, por exemplo, n\u00e3o consegue. <br \/>\nA vantagem do monotrilho \u00e9 que podemos alimentar os demais sistemas e ir, por exemplo, onde o Metr\u00f4 n\u00e3o consegue. Em muitos lugares, como na pr\u00f3pria \u00cdndia, eles continuam com um centro pelo qual o monotrilho corta a linha pegando a demanda de passageiros. <\/p>\n<p><strong>Como est\u00e1 a negocia\u00e7\u00e3o?<\/strong>&nbsp;<\/p>\n<p>Estamos vivendo um edital para o qual os fabricantes do sistema v\u00e3o apresentar suas solu\u00e7\u00f5es Existem tr\u00eas fabricantes de transporte de massa e por mais que suas tecnologias sejam parecidas, elas s\u00e3o diferentes. A alimenta\u00e7\u00e3o \u00e9 diferente, assim como a estrutura dos cabos.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Qual o diferencial da sua empresa?<\/strong>&nbsp;<\/p>\n<p>O nosso diferencial \u00e9 quando entramos no sistema de monotrilho vimos onde poder\u00edamos melhorar, por exemplo, na leveza \u2013 quanto mais leve melhor, pois teremos uma estrutura elevada. Temos de ter um material resistente que carregue o mesmo n\u00famero de passageiros e que fosse mais leve que o a\u00e7o.&nbsp;<\/p>\n<p>Quando o sistema \u00e9 leve, n\u00e3o h\u00e1 necessidade de uma estrutura t\u00e3o robusta de constru\u00e7\u00e3o civil. H\u00e1 menos desgaste de pneu da suspens\u00e3o pneum\u00e1tica, inclusive nas laterais, n\u00e3o tem contato com a viga, o que tamb\u00e9m proporciona maior conforto para os passageiros. Todos equipamentos operacionais sofrem menos desgastes.&nbsp;<\/p>\n<p>J\u00e1 o motor, pelo motivo de ser refrigerado \u00e0 \u00e1gua, tem capacidade maior de transporte, pois pesa menos. H\u00e1 outras surpresas que n\u00e3o posso passar integralmente, pois s\u00e3o diferen\u00e7as comerciais, mas posso afirmar que investimos muitos recursos para encontrar um material mais leve.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>H\u00e1 inten\u00e7\u00e3o de trazer a produ\u00e7\u00e3o para o Brasil?<\/strong>&nbsp;<\/p>\n<p>Nosso objetivo \u00e9 fabricar no Brasil. Entretanto, a primeira coisa que se deve fazer \u00e9 avaliar a demanda, Existe sim uma demanda para uma produ\u00e7\u00e3o nacional do monotrilho, n\u00f3s j\u00e1 estamos no processo de nacionalizar, a empresa traria alguns componentes para produ\u00e7\u00e3o aqui, mas o objetivo da empresa \u00e9 fabricar 100% do trem no Brasil para atender a Am\u00e9rica Latina e a Am\u00e9rica em geral.&nbsp;<\/p>\n<p>No Brasil, estamos tratando em Manaus, Belo Horizonte, Florian\u00f3polis \u2013 que lan\u00e7ou o edital para viabilidade e projeto b\u00e1sico para o sistema de monotrilho-, nas cidades da Copa, temos um potencial e estamos avan\u00e7ando em diversas conversas. Foi solicitada nossa presen\u00e7a em Natal, Fortaleza, Salvador, Porto Alegre e Curitiba.&nbsp;<\/p>\n<p>Em S\u00e3o Paulo, se v\u00ea um n\u00famero grande de linhas e de oportunidades. Temos uma linha de 23km, 17km e outra de 22km, com m\u00e9dia de 16km a 25 km. <br \/>\nEm Manaus, est\u00e1 bem avan\u00e7ado. J\u00e1 saiu a audi\u00eancia p\u00fablica e existe a inten\u00e7\u00e3o de colocar 15km de linha para atender n\u00e3o s\u00f3 a necessidade imediata da Copa 2014, mas a necessidade de transporte di\u00e1rio da popula\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em><u>Vicente Abate \u2013 presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria Ferrovi\u00e1ria &#8211; Abifer<\/u><\/em>&nbsp;<br \/>\n<\/strong><br \/>\n<strong>Quais as diferen\u00e7as entre o monotrilho e o VLT ?<\/strong>&nbsp;<\/p>\n<p>Eles s\u00e3o diferentes na concep\u00e7\u00e3o e na utiliza\u00e7\u00e3o. O VLT anda sobre trilhos e \u00e9 de estrutura leve e tem maior capacidade que o monotrilho por m\u00e9dia de capacidade. Ele \u00e9 mais apropriado para o que se quer fazer na cidade de S\u00e3o Paulo e em outras cidades do Pa\u00eds. O custo de instala\u00e7\u00e3o \u00e9 quase que equivalente ao monotrilho. Al\u00e9m disso, h\u00e1 a integra\u00e7\u00e3o urbana do VLT que podemos citar dois tipos: segregado, de superf\u00edcie, e o que conviva com os carros e \u00f4nibus dentro da cidade.&nbsp;<\/p>\n<p>Para escolher, tem de saber qual a capacidade que quer transportar, o custo que quer ter de obra, que varia se \u00e9 ou n\u00e3o segregado. A implanta\u00e7\u00e3o custar\u00e1 menos e ter\u00e1 menor capacidade, por\u00e9m sempre ter\u00e1 capacidade maior, embora m\u00e9dia, que o monotrilho.&nbsp;<\/p>\n<p>O monotrilho corre sobre pneus, n\u00e3o \u00e9 um ve\u00edculo ferrovi\u00e1rio. H\u00e1 a quest\u00e3o do desgaste dos pneus, o risco de furar. Sem contar na quest\u00e3o da seguran\u00e7a. Por ser um sistema suspenso, em situa\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia, em que tenha que evacuar as pessoas, ainda n\u00e3o se encontrou uma solu\u00e7\u00e3o para isso. Deve-se entrar em discuss\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Qual a escala de capacidade?&nbsp;<br \/>\n<\/strong><br \/>\nPara ter uma ideia, o Metr\u00f4 tem capacidade alta, maior de 60 mil passageiros hora\/sentido. O VLT tem capacidade de 40 mil passageiros hora\/sentido sem ser segregado. Se for segregado, tem de 20 a 30 passageiros hora\/sentido. O monotrilho n\u00e3o chega \u00e0 capacidade do VLT, \u00e9 menor, sem contar os dem\u00e9ritos da parte de seguran\u00e7a.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Como est\u00e1 a quest\u00e3o da propriedade da tecnologia?<\/strong>&nbsp;<\/p>\n<p>A Abifer defende a ind\u00fastria local instalada brasileira ou multinacional, por\u00e9m instalada localmente, e nos parece que a solu\u00e7\u00e3o do monotrilho seria trazer um ve\u00edculo pronto de fora \u2013 temos op\u00e7\u00f5es canadense e japonesa &#8211; e isso n\u00e3o interessa para o Pa\u00eds. O VLT ainda n\u00e3o foi fabricado aqui, entretanto temos a tecnologia de empresas da Abifer e com escala maior de dissemina\u00e7\u00e3o al\u00e9m da cidade de S\u00e3o Paulo. J\u00e1 temos VLT projetado para Santos\u2013S\u00e3o Vicente, Bras\u00edlia. A medida que come\u00e7amos a aumentar a massa do VLT teremos condi\u00e7\u00f5es de fabricar no Pa\u00eds. Al\u00e9m disso, o VLT \u00e9 um ve\u00edculo essencialmente ferrovi\u00e1rio e o monotrilho n\u00e3o \u00e9.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>N\u00e3o haveria interesse de instalar uma f\u00e1brica aqui?<\/strong>&nbsp;<\/p>\n<p>N\u00e3o queremos nos pronunciar quanto a isso. O trem de alta velocidade n\u00e3o tem tecnologia no Brasil, mas vir\u00e1 de fora depois de uma licita\u00e7\u00e3o que acontecer\u00e1 no final do ano. Existem f\u00e1bricas j\u00e1 instaladas que podem fazer isso, que fazem normalmente o sistema de trens convencionais, e mesmo f\u00e1bricas que n\u00e3o o fazem, mas que tem capacidade instalada. \u00c9 uma sugest\u00e3o da Abifer que se traga essa tecnologia, al\u00e9m de transferir para o Brasil, que \u00e9 ponto obrigat\u00f3rio no edital, que o fabricante externo traga a maior parte dos itens do TAV. Sugerimos o mesmo para o caso do monotrilho, entretanto n\u00f3s n\u00e3o sentimos essa predisposi\u00e7\u00e3o para o monotrilho, caberia \u00e0s empresas envolvidas se manifestarem.&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em><u>Juarez Barcellos Filho &#8211; Siemens Ltda Brazil<\/u><\/em><\/strong>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em><u>Como os fabricantes mundiais est\u00e3o vendo a iniciativa do governo de construir quatro ou mais linhas de monotrilhos em S\u00e3o Paulo?<\/u><\/em><\/strong>&nbsp;<\/p>\n<p>Alguns fabricantes est\u00e3o contentes com a solu\u00e7\u00e3o, mas a maioria n\u00e3o est\u00e1 vendo com bons olhos essa solu\u00e7\u00e3o. Na verdade, essa alternativa do monotrilho n\u00e3o \u00e9 a melhor para S\u00e3o Paulo.&nbsp;<br \/>\nN\u00f3s, da Siemens, n\u00e3o estamos convencidos tecnicamente que essa seja a solu\u00e7\u00e3o mais adequada, na verdade estamos convencidos do contr\u00e1rio. Temos que enxergar S\u00e3o Paulo sempre \u00e0 frente, especialmente em projetos como o Expresso Tiradentes. A Cidade Tiradentes \u00e9 uma regi\u00e3o de alta densidade demogr\u00e1fica, com enorme potencial de crescimento.&nbsp;<\/p>\n<p>A comunidade metroferroviaria, de uma maneira geral, tem questionado muito a ado\u00e7\u00e3o dessa solu\u00e7\u00e3o \u2013 falo ado\u00e7\u00e3o pois j\u00e1 foi realizada audi\u00eancia p\u00fablica, e a solu\u00e7\u00e3o j\u00e1 foi mostrada como sendo o monotrilho, pelo menos para esse projeto do Expresso Tiradentes e da liga\u00e7\u00e3o S\u00e3o Judas\u2013Congonhas.&nbsp;<\/p>\n<p>Hoje n\u00e3o existe no mundo monotrilho operando com capacidade superior a 10 mil passageiros por hora\/sentido. Entendemos que essa solu\u00e7\u00e3o seja equivocada, por exemplo, com rela\u00e7\u00e3o ao potencial da capacidade que esse transporte pode oferecer para a popula\u00e7\u00e3o. Acreditamos que existam outras alternativas muito mais adequadas e superiores ao monotrilho.&nbsp;<\/p>\n<p>Os fabricantes de monotrilho est\u00e3o falando em 20 mil passageiros hora\/sentido. O governo do estado de S\u00e3o Paulo, o Metr\u00f4, tem falado que esse projeto tem sido direcionado para mais 40 mil passageiros hora\/sentido . N\u00e3o existe referencial no mundo onde um sistema de transporte como esse consiga transportar mais de 10 mil passageiros por hora\/sentido.&nbsp;<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 nada com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 tecnologia em si, ao monotrilho em si, mas o que se questiona \u00e9 a adequa\u00e7\u00e3o dessa solu\u00e7\u00e3o para cidade de S\u00e3o Paulo, para cidade de hoje e de amanh\u00e3, e a capacidade desse sistema que tende a nascer com sua capacidade esgotada e superada.&nbsp;<\/p>\n<p>A Siemens v\u00ea com muita preocupa\u00e7\u00e3o essa decis\u00e3o. Inclusive na audi\u00eancia p\u00fablica provocamos por meio de algumas perguntas, mas as respostas que tivemos n\u00e3o foi convincente sob o ponto de vista t\u00e9cnico que \u00e9 o que est\u00e1 sendo discutido. Ent\u00e3o nos convencemos que deve ter outras raz\u00f5es, n\u00e3o s\u00f3 o aspecto est\u00e9tico.&nbsp;<\/p>\n<p>Pensar em implantar o transporte de massa levando em considera\u00e7\u00e3o o aspecto est\u00e9tico&#8230;, acho que isso deve ser considerado, mas n\u00e3o pode prevalecer na tomada de decis\u00e3o de uma coisa importante como essa e com investimento elevado para que n\u00e3o traga uma solu\u00e7\u00e3o efetiva no transporte.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Qual a solu\u00e7\u00e3o que a Siemens sugere?<\/strong>&nbsp;<\/p>\n<p>Duas alternativas: o VLT, de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o, com solu\u00e7\u00f5es testadas, comprovadas e implementadas no mundo todo com sucesso. O VLT \u00e9 uma solu\u00e7\u00e3o que pode ser implantada em n\u00edvel e tamb\u00e9m em via elevada. Assim, n\u00e3o teria problema em implantar em linha elevada, pois hoje as estruturas s\u00e3o simples, leves e o impacto visual na cidade n\u00e3o vai diferir em nada na solu\u00e7\u00e3o do monotrilho, por exemplo. Sem contar que tem capacidade quatro ou cinco vezes superior ao monotrilho (45 passageiros hora\/destino), e a implanta\u00e7\u00e3o \u00e9 similar.&nbsp;<\/p>\n<p>A outra \u00e9 o Cityval, que \u00e9 um ve\u00edculo autom\u00e1tico leve mas sobre pneus. Diferentemente do VLT , ele precisa trafegar em via segregada em fun\u00e7\u00e3o do sistema de alimenta\u00e7\u00e3o de energia dele, o VLT tem o sistema de alimenta\u00e7\u00e3o por meio de rede a\u00e9rea. No nosso caso temos um sistema que opera sem rede a\u00e9rea tamb\u00e9m, isso permite que compartilhe as vias urbanas com esse ve\u00edculo. J\u00e1 o Cityval necessita de uma segrega\u00e7\u00e3o da faixa, ent\u00e3o, em fun\u00e7\u00e3o do sistema de alimenta\u00e7\u00e3o de energia, que \u00e9 o terceiro trilho, que fica no n\u00edvel do solo, \u00e9 necess\u00e1rio separar essa faixa de opera\u00e7\u00e3o, que n\u00e3o poderia ser compartilhada com outros ve\u00edculos.&nbsp;<\/p>\n<p>Entretanto, sua solu\u00e7\u00e3o \u00e9 perfeitamente adequada ao Expresso Tiradentes e \u00e0 liga\u00e7\u00e3o S\u00e3o Judas-Congonhas que ser\u00e1 em linha elevada. O Cityval se encaixaria muito bem, al\u00e9m disso tem capacidade na ordem de 45 mil passageiros hora\/destino &#8211; ordem porque depende da taxa de ocupa\u00e7\u00e3o de seis passageiros por metro quadrado.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Essas tecnologias viriam de fora?&nbsp;<br \/>\n<\/strong><br \/>\nA tecnologia de todas elas n\u00e3o s\u00e3o produzidas no Brasil. Estamos acabando de construir a primeira f\u00e1brica da Siemens para material rodante, pr\u00f3ximo \u00e0 Jundiai, na regi\u00e3o de Cabre\u00fava, que deve ser inaugurada no pr\u00f3ximo m\u00eas. A nossa ideia \u00e9 fabricar l\u00e1 fora a cadeia de tra\u00e7\u00e3o, por exemplo, e trazer as partes do ve\u00edculos para serem montados no Brasil e agregar todos os componentes que as empresas nacionais tem condi\u00e7\u00f5es de oferecer. Isso, al\u00e9m de uma inten\u00e7\u00e3o, \u00e9 uma necessidade de reduzir os pre\u00e7os e ser mais competitivo.&nbsp;<\/p>\n<p>O projeto seria feito por n\u00f3s e tudo que pode ser adquirido na ind\u00fastria nacional seria adquirido. Fabricar\u00edamos a caixa de tra\u00e7\u00e3o na Europa, provavelmente a caixa, a estrutura do ve\u00edculo tamb\u00e9m, e todos demais componentes no mercado interno, montagem e m\u00e3o-de-obra seriam nacionais. <\/p>\n<p><b>Autor: Instituto de Engenharia<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No m\u00eas de outubro, o Instituto de Engenharia realizou o semin\u00e1rio Transporte de M\u00e9dia Capacidade para S\u00e3o Paulo: Propostas e Solu\u00e7\u00f5es. 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