{"id":17125,"date":"2009-11-23T22:29:19","date_gmt":"2009-11-23T22:29:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=17125"},"modified":"2009-11-23T11:23:05","modified_gmt":"2009-11-23T11:23:05","slug":"engenharia-para-o-progresso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/11\/23\/engenharia-para-o-progresso\/","title":{"rendered":"Engenharia para o progresso"},"content":{"rendered":"<p><em>A historiadora Aline Silva Lima tra\u00e7a a atua\u00e7\u00e3o dos engenheiros do Iocs e projeto do \u00f3rg\u00e3o no combate \u00e0 seca <\/p>\n<p><\/em>Fortaleza H\u00e1 100 anos, o surgimento da Inspetoria de Obras contra as Secas (Iocs) sinaliza n\u00e3o apenas uma mudan\u00e7a na aten\u00e7\u00e3o dispensada a uma regi\u00e3o do Brasil marcada pela estiagem. H\u00e1 toda uma mobiliza\u00e7\u00e3o que busca levar um conhecimento superior, de base cient\u00edfica, para alterar n\u00e3o apenas a paisagem, mas as rela\u00e7\u00f5es do homem com o meio. <\/p>\n<p>Este \u00e9 um dos focos da disserta\u00e7\u00e3o que ser\u00e1 defendida pela historiadora Aline Silva Lima. Mestranda em Hist\u00f3ria Social pela Universidade Federal do Cear\u00e1 (UFC), a historiadora trabalha, a partir da documenta\u00e7\u00e3o do acervo do Dnocs, o projeto de combate \u00e0s secas preconizado tanto pelo Iocs quanto pelos engenheiros que supervisionavam as diversas obras do \u00f3rg\u00e3o na regi\u00e3o do semi\u00e1rido. <\/p>\n<p>&#8220;Na \u00e9poca havia um discurso entre os engenheiros de resolver o problema da seca n\u00e3o s\u00f3 com a constru\u00e7\u00e3o de reservat\u00f3rios e outras benfeitorias, mas formar o campon\u00eas para lidar com o ambiente de outra forma, \u00b4salvando-o da ignor\u00e2ncia\u00b4. Tanto que todas as obras do Iocs com mais de 50 oper\u00e1rios tinham escolas. O Iocs tamb\u00e9m tinha uma perspectiva de um trabalho mais organizado, estrat\u00e9gico&#8221;, avalia. <\/p>\n<p>O trabalho aborda a atua\u00e7\u00e3o do engenheiro amazonense Abelardo Andr\u00e9 dos Santos. Entre 1912 e 1918, o engenheiro administrou as obras de constru\u00e7\u00e3o do A\u00e7ude Tucunduba, em Senador S\u00e1, que na \u00e9poca era termo (uma esp\u00e9cie de distrito) de Santana do Acara\u00fa. <\/p>\n<p><strong>Conflito de vis\u00f5es <br \/>\n<\/strong>Formado pela Escola Polit\u00e9cnica da Bahia em 1911, os documentos mostram que originalmente ele trabalhava na Inspetoria de Portos e Canais da Bahia, \u00f3rg\u00e3o que, assim como o Iocs, era ligado ao Minist\u00e9rio de Via\u00e7\u00e3o e Obras. &#8220;Na documenta\u00e7\u00e3o pesquisada, n\u00e3o consegui identificar concurso, cess\u00e3o ou transfer\u00eancia do engenheiro entre os dois \u00f3rg\u00e3os. O que se sabe \u00e9 que ele vem por indica\u00e7\u00e3o de um inspetor do Iocs&#8221;, explica a pesquisadora. <\/p>\n<p>O engenheiro tinha cerca de 26 anos quando chegou ao Cear\u00e1, acompanhado da fam\u00edlia. &#8220;Na \u00e9poca era preciso seguir de barco de Fortaleza at\u00e9 Camocim e de l\u00e1 pegava-se um trem at\u00e9 Santana do Acara\u00fa. A parte final da travessia era feita em lombo de animal. O trajeto tinha dura\u00e7\u00e3o de dois dias&#8221;. Ap\u00f3s o Tucunduba, ele supervisionou a constru\u00e7\u00e3o de outros a\u00e7udes e da estrada de rodagem que ligaria Baturit\u00e9 a Guaramiranga. O engenheiro se aposentou em 1932, na Para\u00edba, quando o \u00f3rg\u00e3o j\u00e1 tinha a denomina\u00e7\u00e3o de Inspetoria Federal de Obras Contra as Secas (Ifocs). <\/p>\n<p>Segundo Aline Silva Lima, a concep\u00e7\u00e3o de levar o progresso e a ci\u00eancia a regi\u00f5es in\u00f3spitas do Pa\u00eds de que o engenheiro estava imbu\u00eddo logo entra em confronto com os interesses e modos de atua\u00e7\u00e3o locais, muito marcados por rela\u00e7\u00f5es de compadrio. Pouco depois de sua chegada, em 1913, Abelardo dos Santos baixa uma norma estabelecendo a rela\u00e7\u00e3o de um feitor para um grupo de seis oper\u00e1rios, como forma de organizar o servi\u00e7o e diminuir custos. <\/p>\n<p>A medida levou a demiss\u00e3o de v\u00e1rios feitores, o que desagradou o l\u00edder pol\u00edtico da localidade vizinha, Riach\u00e3o, o comerciante Jos\u00e9 Belarmino. <\/p>\n<p>O engenheiro passou a receber cartas com desenhos e amea\u00e7as de morte e, numa ocasi\u00e3o, ele e um auxiliar chegaram a ser encurralados por um grupo armado dos feitores demitidos. &#8220;De acordo com o inqu\u00e9rito policial aberto na ocasi\u00e3o, o Jos\u00e9 Belarmino teria comandado esse grupo armado, mas nada aconteceu porque os demais trabalhadores foram ao socorro do engenheiro. O Jos\u00e9 Belarmino era s\u00f3cio da casa de com\u00e9rcio e fornecedor de g\u00eaneros para a obra, j\u00e1 que aquele era um local ent\u00e3o longe de tudo. Ele acaba sendo expulso ap\u00f3s a investiga\u00e7\u00e3o feita pelo capit\u00e3o Ladislau, de Camocim, por conta das amea\u00e7as. O interessante \u00e9 que o capit\u00e3o, ap\u00f3s terminar a investiga\u00e7\u00e3o, envia uma carta ao engenheiro pedindo trabalho na obra a dois conhecidos&#8221;. <\/p>\n<p><strong>Relat\u00f3rios e recursos<\/strong> <br \/>\nA principal fonte de pesquisa s\u00e3o os relat\u00f3rios mensais que o engenheiro envia para a sede do \u00f3rg\u00e3o durante o transcurso da obra. Escritos na linguagem t\u00e9cnica, pr\u00f3pria desse tipo de documento, eles trazem, no entanto, uma descri\u00e7\u00e3o rica sobre o meio, a condu\u00e7\u00e3o dos trabalhos, as regras e puni\u00e7\u00f5es, as rela\u00e7\u00f5es com os trabalhadores e at\u00e9 mesmo as quest\u00f5es pol\u00edticas envolvendo o \u00f3rg\u00e3o nascente. <\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 poss\u00edvel perceber que, apesar da Inspetoria buscar imprimir uma atua\u00e7\u00e3o baseada na efici\u00eancia e na administra\u00e7\u00e3o, j\u00e1 havia o problema da falta de regularidade no envio de recursos, sempre na depend\u00eancia do interesse ou n\u00e3o dos governantes da ocasi\u00e3o&#8221;, pontua Aline. <\/p>\n<p>Tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel depreender, pelo material pesquisado, que nem sempre os trabalhadores se envolviam com as ideias do projeto. &#8220;Muitos procuravam as frentes s\u00f3 no per\u00edodo de seca, eles eram conduzidos mais pela sobreviv\u00eancia do que por um sentimento nacional&#8221;. <\/p>\n<p><strong>REESTRUTURA\u00c7\u00c3O<\/strong> <br \/>\nDnocs quer atuar em todo o Brasil <\/p>\n<p>Fortaleza Numa \u00e9poca de celebra\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es realizadas ao longo dos 100 anos do Departamento Nacional de Obras contra as Secas, este tamb\u00e9m \u00e9 um per\u00edodo de pensar no que pode ser feitos nas d\u00e9cadas futuras. &#8220;H\u00e1 quem diga que o Dnocs j\u00e1 cumpriu a sua miss\u00e3o, mas eu diria que \u00e9 exatamente o contr\u00e1rio. O Dnocs ter\u00e1, daqui a 100 anos, uma fun\u00e7\u00e3o ainda mais relevante por conta da degrada\u00e7\u00e3o provocada pelo aquecimento global&#8221;, analisa o diretor geral do \u00f3rg\u00e3o, Elias Fernandes. <\/p>\n<p>Segundo ele, a preocupa\u00e7\u00e3o encontra base diante dos processos de desertifica\u00e7\u00e3o identificados em Estados como Cear\u00e1, Para\u00edba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. &#8220;Estamos lutando no Congresso Nacional para que haja mudan\u00e7as na estrutura do Dnocs a fim de que ele possa atuar n\u00e3o s\u00f3 na regi\u00e3o do semi\u00e1rido, mas em todo Brasil, quando a situa\u00e7\u00e3o assim o exigir. O que se percebe \u00e9 que h\u00e1 processos de estiagem em locais como o Rio Grande do Sul e Tocantins, e nesses casos o Dnocs poderia atuar&#8221;, ressalta. <\/p>\n<p>Para ele, as principais realiza\u00e7\u00f5es do \u00f3rg\u00e3o ao longo de sua atua\u00e7\u00e3o foram a fixa\u00e7\u00e3o do homem no campo e garantir o abastecimento de \u00e1gua em regi\u00f5es at\u00e9 ent\u00e3o dependentes do fornecimento natural. Por conta disso, o \u00f3rg\u00e3o chegou a ter 100 mil pessoas contratadas em frentes de servi\u00e7o para a constru\u00e7\u00e3o de a\u00e7udes e barragens. Hoje, segundo o diretor geral do Dnocs, a perspectiva \u00e9 terceirizar parte dos trabalhos. <\/p>\n<p>&#8220;Nosso pessoal t\u00e9cnico trabalha mais no acompanhamento das obras. Terceirizar projetos acaba sendo uma forma mais r\u00e1pida de realizar a\u00e7\u00f5es do que ter um quadro pr\u00f3prio&#8221;. <\/p>\n<p>Apesar disso, h\u00e1 car\u00eancia do que ele chama de quadro b\u00e1sico, como engenheiros e equipes administrativas, que est\u00e3o definhando \u00e0 medida que os servidores est\u00e3o se aposentando. O \u00faltimo concurso p\u00fablico para o \u00f3rg\u00e3o foi realizado h\u00e1 cerca de 40 anos. &#8220;Nossa proposta era de que fossem abertas 620 vagas, mas s\u00f3 foram liberadas 97 para o concurso que vai ser feito em janeiro. \u00c9 dif\u00edcil, no governo anterior chegou-se a propor a extin\u00e7\u00e3o do Dnocs, o que n\u00e3o aconteceu por conta da bancada nordestina. Hoje disponibilizamos de R$ 2 bilh\u00f5es para obras, mas h\u00e1 muito a fazer&#8221;. <\/p>\n<p><b>Autor: Di\u00e1rio do Nordeste<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A historiadora Aline Silva Lima tra\u00e7a a atua\u00e7\u00e3o dos engenheiros do Iocs e projeto do \u00f3rg\u00e3o no combate \u00e0 seca Fortaleza H\u00e1 100 anos, o surgimento da Inspetoria de Obras contra as Secas (Iocs) sinaliza n\u00e3o apenas uma mudan\u00e7a na aten\u00e7\u00e3o dispensada a uma regi\u00e3o do Brasil marcada pela estiagem. H\u00e1 toda uma mobiliza\u00e7\u00e3o que [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[26,6],"tags":[],"class_list":{"0":"post-17125","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-infraestrutura","7":"category-noticias"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Engenharia para o progresso - Instituto de Engenharia<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/11\/23\/engenharia-para-o-progresso\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Engenharia para o progresso - Instituto de Engenharia\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"A historiadora Aline Silva Lima tra\u00e7a a atua\u00e7\u00e3o dos engenheiros do Iocs e projeto do \u00f3rg\u00e3o no combate \u00e0 seca Fortaleza H\u00e1 100 anos, o surgimento da Inspetoria de Obras contra as Secas (Iocs) sinaliza n\u00e3o apenas uma mudan\u00e7a na aten\u00e7\u00e3o dispensada a uma regi\u00e3o do Brasil marcada pela estiagem. H\u00e1 toda uma mobiliza\u00e7\u00e3o que [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/11\/23\/engenharia-para-o-progresso\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Instituto de Engenharia\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2009-11-23T22:29:19+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"TMax Tecnologia\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@iengenharia\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@iengenharia\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"TMax Tecnologia\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"6 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2009\\\/11\\\/23\\\/engenharia-para-o-progresso\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2009\\\/11\\\/23\\\/engenharia-para-o-progresso\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"TMax Tecnologia\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f\"},\"headline\":\"Engenharia para o progresso\",\"datePublished\":\"2009-11-23T22:29:19+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2009\\\/11\\\/23\\\/engenharia-para-o-progresso\\\/\"},\"wordCount\":1288,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#organization\"},\"articleSection\":[\"Infraestrutura\",\"Not\u00edcias\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2009\\\/11\\\/23\\\/engenharia-para-o-progresso\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2009\\\/11\\\/23\\\/engenharia-para-o-progresso\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2009\\\/11\\\/23\\\/engenharia-para-o-progresso\\\/\",\"name\":\"Engenharia para o progresso - Instituto de Engenharia\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#website\"},\"datePublished\":\"2009-11-23T22:29:19+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2009\\\/11\\\/23\\\/engenharia-para-o-progresso\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2009\\\/11\\\/23\\\/engenharia-para-o-progresso\\\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2009\\\/11\\\/23\\\/engenharia-para-o-progresso\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Engenharia para o progresso\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/\",\"name\":\"Instituto de Engenharia\",\"description\":\"O Instituto de Engenharia promove a Engenharia em benef\u00edcio do desenvolvimento e da qualidade de vida da sociedade.\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#organization\",\"name\":\"Instituto de Engenharia\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2019\\\/03\\\/logo-novo-IE2018-1.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2019\\\/03\\\/logo-novo-IE2018-1.jpg\",\"width\":1486,\"height\":1879,\"caption\":\"Instituto de Engenharia\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\"},\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/www.facebook.com\\\/institutodeengenharia\",\"https:\\\/\\\/x.com\\\/iengenharia\",\"https:\\\/\\\/www.instagram.com\\\/institutodeengenharia\\\/\",\"https:\\\/\\\/www.linkedin.com\\\/company\\\/instituto-de-engenharia\\\/\",\"https:\\\/\\\/www.youtube.com\\\/channel\\\/UCXiCAlsSMe977vamW915HxA\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f\",\"name\":\"TMax Tecnologia\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"TMax Tecnologia\"},\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/author\\\/tmax\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Engenharia para o progresso - Instituto de Engenharia","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/11\/23\/engenharia-para-o-progresso\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Engenharia para o progresso - Instituto de Engenharia","og_description":"A historiadora Aline Silva Lima tra\u00e7a a atua\u00e7\u00e3o dos engenheiros do Iocs e projeto do \u00f3rg\u00e3o no combate \u00e0 seca Fortaleza H\u00e1 100 anos, o surgimento da Inspetoria de Obras contra as Secas (Iocs) sinaliza n\u00e3o apenas uma mudan\u00e7a na aten\u00e7\u00e3o dispensada a uma regi\u00e3o do Brasil marcada pela estiagem. H\u00e1 toda uma mobiliza\u00e7\u00e3o que [&hellip;]","og_url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/11\/23\/engenharia-para-o-progresso\/","og_site_name":"Instituto de Engenharia","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia","article_published_time":"2009-11-23T22:29:19+00:00","author":"TMax Tecnologia","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@iengenharia","twitter_site":"@iengenharia","twitter_misc":{"Escrito por":"TMax Tecnologia","Est. tempo de leitura":"6 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/11\/23\/engenharia-para-o-progresso\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/11\/23\/engenharia-para-o-progresso\/"},"author":{"name":"TMax Tecnologia","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f"},"headline":"Engenharia para o progresso","datePublished":"2009-11-23T22:29:19+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/11\/23\/engenharia-para-o-progresso\/"},"wordCount":1288,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization"},"articleSection":["Infraestrutura","Not\u00edcias"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/11\/23\/engenharia-para-o-progresso\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/11\/23\/engenharia-para-o-progresso\/","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/11\/23\/engenharia-para-o-progresso\/","name":"Engenharia para o progresso - Instituto de Engenharia","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website"},"datePublished":"2009-11-23T22:29:19+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/11\/23\/engenharia-para-o-progresso\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/11\/23\/engenharia-para-o-progresso\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/11\/23\/engenharia-para-o-progresso\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Engenharia para o progresso"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/","name":"Instituto de Engenharia","description":"O Instituto de Engenharia promove a Engenharia em benef\u00edcio do desenvolvimento e da qualidade de vida da sociedade.","publisher":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization","name":"Instituto de Engenharia","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg","width":1486,"height":1879,"caption":"Instituto de Engenharia"},"image":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia","https:\/\/x.com\/iengenharia","https:\/\/www.instagram.com\/institutodeengenharia\/","https:\/\/www.linkedin.com\/company\/instituto-de-engenharia\/","https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCXiCAlsSMe977vamW915HxA"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f","name":"TMax Tecnologia","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","caption":"TMax Tecnologia"},"url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/author\/tmax\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17125","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17125"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17125\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17125"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17125"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17125"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}