{"id":17092,"date":"2009-11-17T22:28:56","date_gmt":"2009-11-17T22:28:56","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=17092"},"modified":"2009-11-17T13:12:15","modified_gmt":"2009-11-17T13:12:15","slug":"software-em-4d-faz-projecoes-de-degradacao-em-usinas-nucleares","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/11\/17\/software-em-4d-faz-projecoes-de-degradacao-em-usinas-nucleares\/","title":{"rendered":"Software em 4D faz proje\u00e7\u00f5es de degrada\u00e7\u00e3o em usinas nucleares"},"content":{"rendered":"<p>Como acompanhar e prever o processo de degrada\u00e7\u00e3o de estruturas mar\u00edtimas? Para responder, a empresa PhDSoft desenvolveu o software C4D, capaz de mapear em 4D \u2013 al\u00e9m dos 3 eixos da modelagem tridimensional, acrescenta-se a dimens\u00e3o do tempo \u2013 plataformas e navios, detectar sinais de corros\u00e3o, ou mesmo aqueles pontos que possivelmente exigir\u00e3o reparos em certo tempo, antecipando a necessidade de reparos. O programa, elaborado para a \u00e1rea de seguran\u00e7a mar\u00edtima, logo teve sua utiliza\u00e7\u00e3o ampliada para o setor de petr\u00f3leo.&nbsp;<\/p>\n<p>E at\u00e9 o final de 2010, com recursos do edital Rio Inova\u00e7\u00e3o, da FAPERJ, ganha mais um campo de atua\u00e7\u00e3o: as usinas nucleares. \u00c9 nesse sentido que os especialistas da empresa agora trabalham, desenvolvendo as modifica\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para que o software possa dar conta das especificidades de mais esse setor. <\/p>\n<p>Capaz de visualizar a estrutura de plataformas off-shore, acompanhar o hist\u00f3rico dos reparos realizados ao longo do tempo e fazer proje\u00e7\u00f5es de degrada\u00e7\u00e3o com base nas medi\u00e7\u00f5es efetuadas, a nova vers\u00e3o do C4D \u00e9 mais leve, e pode ser usada em praticamente qualquer computador. &#8220;Nosso software \u00e9 capaz de mapear e prever a necessidade de reparos em plataformas ou em grandes estruturas de explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo&#8221;, explica Duperron Marangon, engenheiro naval pela USP e mestre em Engenharia Oce\u00e2nica pela Coppe\/UFRJ, e diretor-presidente da PhDsoft. <\/p>\n<p>Professor de engenharia naval e oce\u00e2nica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na d\u00e9cada de 1990, ele foi, na \u00e9poca, contratado pela companhia Vale do Rio Doce para calcular o volume de a\u00e7o necess\u00e1rio para prolongar a vida \u00fatil de um de seus navios. Como resultado, Marangon e equipe acabaram criando a vers\u00e3o original do programa e abrindo a empresa PhDSoft. Segundo Marangon, o C4D \u00e9 o primeiro software do g\u00eanero no mundo. <\/p>\n<p>Ele explica que para antecipar-se \u00e0 necessidade de reparos em grandes estruturas, como as de um navio, por exemplo, \u00e9 necess\u00e1rio saber sua idade. Isso permite fazer os c\u00e1lculos necess\u00e1rios para avaliar o processo de degrada\u00e7\u00e3o em determinado tempo. &#8220;Numa plataforma off-shore, ou mesmo em navios que naveguem por rotas diferentes, podemos calcular a deteriora\u00e7\u00e3o do casco, j\u00e1 que os materiais empregados se comportam, em m\u00e9dia, de forma previs\u00edvel&#8221;, diz. Mas quando se trata de tanques de FPSOs (Floating Production Storage and Offloading) \u2013 os grandes navios convertidos em plataformas e empregados pela ind\u00fastria petrol\u00edfera para a explora\u00e7\u00e3o e armazenamento de petr\u00f3leo ou g\u00e1s natural, quando os locais de produ\u00e7\u00e3o est\u00e3o distantes da costa \u2013 isso fica bem mais complicado, uma vez que eles geralmente s\u00e3o resultado da reforma de outros navios para mudan\u00e7a do perfil de opera\u00e7\u00e3o. &#8220;Com isso, perdem-se as refer\u00eancias de idade das pe\u00e7as e se tem um conjunto de materiais de diferentes origens, que apresenta diferentes n\u00edveis de degrada\u00e7\u00e3o em pontos diversos de uma mesma embarca\u00e7\u00e3o&#8221;, esclarece. <\/p>\n<p>\u00c9 a\u00ed que entra o C4D, que conseguiu reunir em sua nova vers\u00e3o c\u00e1lculos demorados e trabalhosos que anteriormente tinham que ser feitos pelos engenheiros. &#8220;Esse foi o nosso ganho, conseguimos fazer proje\u00e7\u00f5es para navios FPSOs&#8221;, entusiasma-se Marangon. Esse salto no programa levou a outro. &#8220;Como tudo o que envolve tecnologia, a tend\u00eancia \u00e9 que o uso em larga escala transcenda a aplica\u00e7\u00e3o original para outros setores que tamb\u00e9m sejam afetados pela corros\u00e3o, como os parques industriais. Ou para instala\u00e7\u00f5es nucleares, como estamos fazendo agora&#8221;, fala. <\/p>\n<p>No caso das usinas nucleares, tem sido mais uma quest\u00e3o da adapta\u00e7\u00e3o do programa. E \u00e9 exatamente nisso que os especialistas da empresa est\u00e3o trabalhando. &#8220;Sempre que se pensa em seguran\u00e7a numa usina nuclear, imaginamos pontos cr\u00edticos, como os reatores e equipamentos, cuja opera\u00e7\u00e3o envolve risco, mas nos esquecemos das pr\u00f3prias estruturas que os abrigam, expostas ao tempo e \u00e0 degrada\u00e7\u00e3o decorrente. Ou da deteriora\u00e7\u00e3o de tubula\u00e7\u00f5es&#8221;, exemplifica Marangon. O programa, que at\u00e9 ent\u00e3o n\u00e3o inclu\u00eda c\u00e1lculos ou proje\u00e7\u00f5es para concreto, passar\u00e1 a faz\u00ea-lo. &#8220;Agora estamos coletando dados para mais essa adapta\u00e7\u00e3o. Nesse caso, in\u00fameras variantes est\u00e3o sendo acrescentadas ao software&#8221;, diz. <\/p>\n<p>A inclus\u00e3o do setor nuclear como uma nova aplica\u00e7\u00e3o do software C4D, para Marangon, tem amplas justificativas. At\u00e9 porque, como ele avalia, para crescer, a economia fluminense precisa expandir sua oferta energ\u00e9tica. &#8220;Ainda se trata de um assunto pol\u00eamico, sobre o qual pairam certos estigmas. Mas num estado, como o Rio de Janeiro, que j\u00e1 conta com as usinas nucleares de Angra dos Reis \u2013 hoje com capacidade produtiva equivalente a metade da energia el\u00e9trica consumida no estado \u2013, o mais vi\u00e1vel \u00e9 estender a vida \u00fatil dessas usinas&#8221;, fala, apontando os exemplos bem-sucedidos da Fran\u00e7a e Estados Unidos no uso desse tipo de energia. &#8220;Tamb\u00e9m precisamos reduzir o risco de acidentes nucleares e os \u00edndices de polui\u00e7\u00e3o, tendo em vista que a energia termonuclear \u00e9 considerada uma fonte limpa e menos impactante em termos de aquecimento global. E se otimizarmos as estruturas existentes, conseq\u00fcentemente reduziremos os custos de manuten\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m os custos de produ\u00e7\u00e3o de energia&#8221;, acrescenta. <\/p>\n<p>O projeto, uma vez conclu\u00eddo, poder\u00e1 contar com o apoio da Epri (Eletric Power Research Institute), organiza\u00e7\u00e3o mundial independente, que realiza pesquisas e, principalmente, elabora e fiscaliza normas de seguran\u00e7a para usinas de energia. &#8220;Executivos da entidade ficaram muito entusiasmados com o novo uso dessa tecnologia e afirmaram que centenas de usinas espalhadas pelo mundo se beneficiariam com seu uso. Eles at\u00e9 se prontificaram em nos apresentar aos respons\u00e1veis pela manuten\u00e7\u00e3o das plantas depois que o projeto estivesse implantado no Brasil&#8221;, diz Marangon. <\/p>\n<p>O executivo da PhDSoft anima-se ainda mais por saber que grande parte do que est\u00e3o projetando para aplica\u00e7\u00e3o nas instala\u00e7\u00f5es nucleares tamb\u00e9m poder\u00e1 ser utilizado nas grandes estruturas de concreto de pontes e outras constru\u00e7\u00f5es do g\u00eanero. Para isso, a adapta\u00e7\u00e3o do software deve estar conclu\u00edda at\u00e9 o final de 2010. Enquanto isso, prosseguem os contatos informais com a Eletronuclear. A PhDSoft j\u00e1 opera com empresas na Europa e Estados Unidos, al\u00e9m de ser a \u00fanica firma brasileira a participar da Australasian Oil &amp;Gas. Para Duperron Marangon, a empresa, que vem se firmando no exterior, tamb\u00e9m se mostra cada vez mais carioca. &#8220;O Rio de Janeiro vem expandindo sua voca\u00e7\u00e3o em tr\u00eas \u00e1reas: na ind\u00fastria naval, no petr\u00f3leo e no setor nuclear. J\u00e1 atuamos em duas delas, e at\u00e9 o final do ano que vem, estaremos trabalhando nos tr\u00eas setores&#8221;, conclui.<\/p>\n<p><b>Autor: Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o FAPERJ<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Como acompanhar e prever o processo de degrada\u00e7\u00e3o de estruturas mar\u00edtimas? 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