{"id":17088,"date":"2009-11-17T22:28:53","date_gmt":"2009-11-17T22:28:53","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=17088"},"modified":"2009-11-17T11:55:12","modified_gmt":"2009-11-17T11:55:12","slug":"revolucao-automobilistica-em-andamento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/11\/17\/revolucao-automobilistica-em-andamento\/","title":{"rendered":"Revolu\u00e7\u00e3o automobil\u00edstica em andamento"},"content":{"rendered":"<p><em>O Brasil pode aproveitar o boom dos autom\u00f3veis el\u00e9tricos para criar uma ind\u00fastria pr\u00f3pria diante da iminente crise clim\u00e1tica e petrol\u00edfera e da morte anunciada do motor \u00e0 explos\u00e3o.<\/p>\n<p><\/em>O ve\u00edculo el\u00e9trico, h\u00edbrido ou puro, provocar\u00e1 uma revolu\u00e7\u00e3o industrial e energ\u00e9tica no mundo nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas, golpeando em especial os combust\u00edveis l\u00edquidos. Mas o etanol vegetal sobreviver\u00e1 e crescer\u00e1, afirmam especialistas brasileiros ouvidos pelo Terram\u00e9rica. A atual ind\u00fastria automobil\u00edstica \u201cestar\u00e1 sepultada dentro de 15 anos\u201d se a produ\u00e7\u00e3o chinesa de carros el\u00e9tricos atingir suas metas, estima o economista Gustavo dos Santos, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES). Dessa forma, a expans\u00e3o do etanol (mais limpo do que a gasolina) ser\u00e1 menor do que a esperada pelo governo brasileiro e ser\u00e1 interrompida em 2020, prev\u00ea Santos. <\/p>\n<p>A montadora chinesa BYD (Build Your Dreams \u2013 Construa seus Sonhos), que come\u00e7ou como uma f\u00e1brica de baterias, espera vender 700 mil carros el\u00e9tricos em 2010, e tem como meta elevar sua produ\u00e7\u00e3o anual para oito milh\u00f5es de unidades at\u00e9 2025, metade para exporta\u00e7\u00e3o, disse Santos ao Terram\u00e9rica. O governo da China decidiu converter o pa\u00eds em uma pot\u00eancia automobil\u00edstica e subsidia a venda de ve\u00edculos el\u00e9tricos ou h\u00edbridos, que combinam bateria e motor de combust\u00e3o. O avan\u00e7o destes novos carros, de maior efici\u00eancia energ\u00e9tica do que os que utilizam apenas combust\u00e3o, foi bloqueado desde seu nascimento pelo grande poder pol\u00edtico das companhias de petr\u00f3leo, recordou Santos. Inclusive o setor automotivo resiste \u00e0s mudan\u00e7as porque elas representam a perda de toda uma estrutura implantada durante mais de um s\u00e9culo. <\/p>\n<p>Entretanto, agora a amea\u00e7a da mudan\u00e7a clim\u00e1tica tende a tornar \u201cinevit\u00e1vel\u201d a revolu\u00e7\u00e3o da energia e de toda cadeia metal-mec\u00e2nica, com consequ\u00eancias em outras duas ind\u00fastrias centrais, a eletroeletr\u00f4nica e a qu\u00edmica, e no ordenamento urbano, disse o economista. Os gases emitidos pelo transporte automotivo baseado em derivados de petr\u00f3leo, como gasolina e diesel, aquecem a atmosfera. No mundo, teve in\u00edcio uma corrida tecnol\u00f3gica que se reflete nos numerosos modelos el\u00e9tricos exibidos no 63\u00ba Sal\u00e3o do Autom\u00f3vel de Frankfurt \u2013 que come\u00e7ou no dia 17 e vai at\u00e9 o dia 27 deste m\u00eas \u2013 reiterando a tend\u00eancia de mostras semelhantes. Praticamente, todas as grandes f\u00e1bricas est\u00e3o produzindo esse tipo de ve\u00edculo. <\/p>\n<p>Os governos de pa\u00edses ricos subsidiam em grande parte o desenvolvimento e a venda desses carros. A General Motors, salva da bancarrota pela interven\u00e7\u00e3o do governo norte-americano, espera se recuperar com a venda de seu modelo Volt, um h\u00edbrido recarreg\u00e1vel que poder\u00e1 desequilibrar o jogo porque \u201cn\u00e3o tem compromissos com a ind\u00fastria petrol\u00edfera nem com a velha ind\u00fastria automobil\u00edstica\u201d, afirma Santos em um artigo publicado na edi\u00e7\u00e3o junho-julho da revista Custo Brasil. O objetivo da China de popularizar o autom\u00f3vel, necess\u00e1rio para manter o crescimento econ\u00f4mico atual, se torna imposs\u00edvel com o petr\u00f3leo devido \u00e0 insufici\u00eancia da oferta mundial, acrescentou o economista. <\/p>\n<p>As baterias, ainda muito grandes e caras, exigem muitas horas de recarga para percorrer trechos limitados, e continuam sendo o calcanhar-de-aquiles do carro el\u00e9trico. Por\u00e9m, sua adequa\u00e7\u00e3o \u00e9 apenas quest\u00e3o de tempo, porque ao seu desenvolvimento s\u00e3o destinados grandes investimentos pelas ind\u00fastrias automobil\u00edsticas, de inform\u00e1tica e de telefonia celular. Santos acredita que o futuro depende \u201cmais das disputas pol\u00edticas do que de fatores t\u00e9cnicos\u201d. Al\u00e9m das press\u00f5es de toda a cadeia metal-mec\u00e2nica e das companhias de petr\u00f3leo, Estados Unidos, Europa e Jap\u00e3o tentar\u00e3o impedir que a China se converta em uma pot\u00eancia automobil\u00edstica, diz o economista, acrescentando que n\u00e3o se deve descartar uma rea\u00e7\u00e3o protecionista que poderia jogar o mundo em outra recess\u00e3o. <\/p>\n<p>O carro el\u00e9trico pode promover uma revolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica que impulsionaria os investimentos, sustentando um crescimento ambientalmente s\u00e3o, ao \u201cdestruir boa parte da capacidade produtiva mundial\u201d, diz Santos. A partir de uma fonte de redu\u00e7\u00e3o do consumo, o pre\u00e7o do petr\u00f3leo come\u00e7aria a cair dentro de aproximadamente dez anos. Em consequ\u00eancia, o Brasil tem pouco tempo para aproveitar as gigantescas reservas descobertas, em 2007, sob uma camada de sal em \u00e1guas profundas do Oceano Atl\u00e2ntico, ressaltou. <\/p>\n<p>Paulo C\u00e9sar Lima, assessor da C\u00e2mara dos Deputados especializado em quest\u00f5es energ\u00e9ticas, concorda com Santos. Com base em previs\u00f5es do setor, segundo as quais 30% dos ve\u00edculos a serem fabricados em 2030 ser\u00e3o el\u00e9tricos, Lima alerta que a extra\u00e7\u00e3o das jazidas do pr\u00e9-sal poderia ser invi\u00e1vel dentro de quatro d\u00e9cadas devido ao baixo pre\u00e7o que o petr\u00f3leo teria. Descoberto a cerca de sete mil metros de profundidade, o \u00f3leo brasileiro ter\u00e1 custos muito altos de produ\u00e7\u00e3o, cerca de US$ 40 por barril de 159 litros, segundo autoridades da \u00e1rea energ\u00e9tica. O \u201cfator determinante\u201d, para Lima, ser\u00e1 a quest\u00e3o ambiental, que for\u00e7ar\u00e1 a vig\u00eancia do ve\u00edculo el\u00e9trico. Este, por sua vez, \u201cpode afetar o mercado do etanol\u201d e sua passagem \u00e0 categoria de commodity (mercadoria de livre comercializa\u00e7\u00e3o), prev\u00ea o especialista. <\/p>\n<p>Por\u00e9m, a revolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica n\u00e3o impedir\u00e1 a sobreviv\u00eancia e expans\u00e3o do etanol, pois este reduz a emiss\u00e3o de gases causadores do efeito estufa, acrescenta Lima. O etanol brasileiro feito a partir da cana-de-a\u00e7\u00facar \u00e9 reconhecido por seus benef\u00edcios ambientais, ao contr\u00e1rio do obtido do milho e de outras mat\u00e9rias-primas agr\u00edcolas nos Estados Unidos e na Europa. Contudo, enfrenta cr\u00edticas pelas penosas condi\u00e7\u00f5es de trabalho nos canaviais e por ocupar espa\u00e7os de cultivos de alimentos. <\/p>\n<p>A substitui\u00e7\u00e3o do combust\u00edvel l\u00edquido \u201cser\u00e1 um processo lento\u201d, e por muito tempo vai predominar o carro h\u00edbrido, que emprega motor a combust\u00e3o para gerar a eletricidade propulsora, prev\u00ea Pietro Erber, presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira do Ve\u00edculo El\u00e9trico. Para o h\u00edbrido, o etanol oferece vantagens sobre os derivados de petr\u00f3leo, especialmente o diesel que \u00e9 importado pelo Brasil para abastecer caminh\u00f5es e \u00f4nibus, acrescenta. Essa vantagem pode ser ampliada se o petr\u00f3leo for taxado para desestimular seu consumo e em benef\u00edcio do clima, afirma Erber. <\/p>\n<p>Jayme Buarque de Hollanda, diretor do n\u00e3o governamental Instituto Nacional de Efici\u00eancia Energ\u00e9tica, afirma que o petr\u00f3leo perder\u00e1 mercado, mas n\u00e3o o etanol, pois \u00e9 um combust\u00edvel \u201cmais homog\u00eaneo\u201d e por isso se mistura com a gasolina para melhorar o desempenho e reduzir a polui\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, n\u00e3o se trata apenas do etanol, mas da biomassa como fonte de energia renov\u00e1vel e menos poluente. A partir da cana tamb\u00e9m se gera eletricidade, com o baga\u00e7o, al\u00e9m da produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar e vinha\u00e7a fertilizante, destaca Jayme. O uso diversificado da biomassa \u00e9 uma voca\u00e7\u00e3o do Brasil, que possui \u00e1gua, sol e terra em abund\u00e2ncia. Existe pela frente um futuro amplo de pesquisa e desenvolvimento para substituir boa parte dos \u201ctr\u00eas mil produtos obtidos a partir do petr\u00f3leo\u201d, acrescenta Fernando Siqueira, presidente da Associa\u00e7\u00e3o de Engenheiros da Petrobr\u00e1s. <\/p>\n<p>Para esse futuro, o Brasil deveria investir em c\u00e9lulas de combust\u00edvel, destinadas a substituir as baterias, segundo Santos. Este dispositivo eletroqu\u00edmico converte a energia do combust\u00edvel em eletricidade com maior efici\u00eancia do que a bateria e daria ao etanol viabilidade no longo prazo, diante da morte anunciada do motor \u00e0 explos\u00e3o. Para o economista, a atual mudan\u00e7a de modelo, ao reduzir obst\u00e1culos permite uma singular oportunidade para que o pa\u00eds crie, como a China, uma ind\u00fastria automobil\u00edstica nacional de carros el\u00e9tricos com marca pr\u00f3pria. Para isso disp\u00f5e de enormes recursos energ\u00e9ticos e de capacidade tecnol\u00f3gica, concluiu Santos. <\/p>\n<p>* Este artigo \u00e9 parte de uma s\u00e9rie produzida pela IPS (Inter Press Service) e pela IFEJ (sigla em ingl\u00eas de Federa\u00e7\u00e3o Internacional de Jornalistas Ambientais) para a Alian\u00e7a de Comunicadores para o Desenvolvimento Sustent\u00e1vel <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.complusalliance.org \">http:\/\/www.complusalliance.org <\/a> <\/p>\n<p><b>Autor: Terramerica &#8211; Por Mario Osava &#8211; IPS\/IFEJ<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil pode aproveitar o boom dos autom\u00f3veis el\u00e9tricos para criar uma ind\u00fastria pr\u00f3pria diante da iminente crise clim\u00e1tica e petrol\u00edfera e da morte anunciada do motor \u00e0 explos\u00e3o. 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