{"id":17080,"date":"2009-11-16T22:28:45","date_gmt":"2009-11-16T22:28:45","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=17080"},"modified":"2009-11-16T11:41:46","modified_gmt":"2009-11-16T11:41:46","slug":"sp-quer-multiplicar-por-seis-o-uso-de-hidrovias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/11\/16\/sp-quer-multiplicar-por-seis-o-uso-de-hidrovias\/","title":{"rendered":"SP quer multiplicar por seis o uso de hidrovias"},"content":{"rendered":"<p>Servidor p\u00fablico h\u00e1 42 anos, o secret\u00e1rio estadual de Transportes de S\u00e3o Paulo, Mauro Arce, admite que o estado tem o desafio de diminuir a utiliza\u00e7\u00e3o das rodovias &#8211; que hoje representam 93% de todos os modais regionais &#8211; para garantir a fluidez do tr\u00e2nsito e de mercadorias. Ele destaca que, embora represente apenas 0,5%, a utiliza\u00e7\u00e3o das hidrovias tem crescido 20% ao ano por ter custo menor de locomo\u00e7\u00e3o e por gerar impacto menor ao meio ambiente e pode crescer seis vezes mais. Outro destaque s\u00e3o as dutovias. Segundo Arce, seria inconceb\u00edvel transportar mais de 5 bilh\u00f5es de litros de etanol por caminh\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n<p>Apesar disso, os grandes investimentos da pasta continuam alocados nas rodovias. Segundo o secret\u00e1rio, o percentual do asfalto produzido pelo Pa\u00eds usado pelo estado subiu de 15% para 40% nos \u00faltimos anos. Arce destaca o Rodoanel como sendo a execu\u00e7\u00e3o mais importante da sua \u00e1rea e reafirma que o trecho sul ser\u00e1 entregue em mar\u00e7o pr\u00f3ximo. A entrevista com Arce ocorreu em cinco de novembro, portanto n\u00e3o foi abordado o acidente ocorrido na \u00faltima sexta-feira, quando vigas dessa obra ca\u00edram sobre a Rodovia R\u00e9gis Bittencourt e sobre tr\u00eas ve\u00edculos, ferindo tr\u00eas pessoas. <\/p>\n<p>O secret\u00e1rio comenta ainda os investimentos em vicinais, aeroportos e na Baixada Santista para atender \u00e0 demanda originada pela camada de petr\u00f3leo do pr\u00e9-sal, em entrevista ao programa &#8220;Panorama do Brasil&#8221;, comandado por Roberto M\u00fcller e com a participa\u00e7\u00e3o dos jornalistas Sheila Wada, do DCI, e Milton Paes, da r\u00e1dio Nova Brasil FM. Acompanhe alguns trechos. <\/p>\n<p>Roberto M\u00fcller: Secret\u00e1rio, a sua pasta \u00e9 seguramente uma das secretarias mais importantes, seja pela import\u00e2ncia que tem para que as mercadorias possam fluir, seja pelos crescentes desafios. O que j\u00e1 foi superado e o que falta fazer? <\/p>\n<p>Mauro Arce: A secretaria tem um programa extenso, muita coisa sendo feita na regi\u00e3o metropolitana. Eu diria que a obra maior \u00e9 a do trecho sul do Rodoanel, dada a sua import\u00e2ncia n\u00e3o s\u00f3 para a cidade de S\u00e3o Paulo como tamb\u00e9m para a regi\u00e3o metropolitana e para as pessoas que chegam pelas nossas rodovias em dire\u00e7\u00e3o ao Porto de Santos, por exemplo. Essa interven\u00e7\u00e3o deve ser conclu\u00edda no fim de mar\u00e7o do pr\u00f3ximo ano. \u00c9 um investimento pesado, de R$ 4,6 bilh\u00f5es, e est\u00e1 sendo constru\u00eddo num tempo recorde: come\u00e7ou oficialmente no fim de junho de 2007 e ser\u00e1 conclu\u00edda agora em mar\u00e7o. S\u00e3o 60 quil\u00f4metros. Hoje, o Rodoanel Oeste j\u00e1 liga a Bandeirantes \u00e0 Anhanguera, \u00e0 Castello Branco, \u00e0 Raposo Tavares, \u00e0 R\u00e9gis Bittencourt. E no sul n\u00f3s vamos ter a integra\u00e7\u00e3o com o Sistema Anchieta-Imigrantes, que vai levar \u00e0 Baixada Santista, em particular ao Porto de Santos. Al\u00e9m disso, estamos fazendo interven\u00e7\u00f5es importantes na Marginal do Tiet\u00ea, ampliando o n\u00famero de faixas. Hoje j\u00e1 existe l\u00e1 a via local, a via expressa, e estamos criando uma via central com pelo menos mais tr\u00eas faixas para melhorar a fluidez nessa via t\u00e3o importante. A liga\u00e7\u00e3o Jacu P\u00eassego Sul vai ligar o ABC Paulista diretamente \u00e0 zona leste de S\u00e3o Paulo. O trecho norte j\u00e1 foi feito at\u00e9 a Rodovia Ayrton Senna e estamos fazendo agora a liga\u00e7\u00e3o em Mau\u00e1, onde termina esse trecho sul do Rodoanel, cruzando e entrando na Jacu P\u00eassego, que \u00e9 uma importante avenida de S\u00e3o Paulo. Al\u00e9m disso, no interior h\u00e1 um programa important\u00edssimo pelo qual o governador tem um carinho muito grande, que \u00e9 a recupera\u00e7\u00e3o das vicinais. <\/p>\n<p>Milton Paes: Essa quest\u00e3o das vicinais \u00e9 uma quest\u00e3o bastante interessante, inclusive no acesso que se tem aos bairros que beiram a Rodovia Anhanguera. Qual o saldo do programa? <\/p>\n<p>Mauro Arce: Nos 645 munic\u00edpios do estado quase 13 mil quil\u00f4metros de estradas municipais foram pavimentados ao longo do tempo, a partir do Governo Franco Montoro, e estavam num estado prec\u00e1rio porque as prefeituras n\u00e3o t\u00eam condi\u00e7\u00f5es de fazer manuten\u00e7\u00e3o. O governador resolveu recuper\u00e1-las, j\u00e1 fizemos mais de 50% do programa e estamos fazendo mais 25%. S\u00e3o quatro etapas. Estamos licitando a quarta etapa de forma tal que no fim do pr\u00f3ximo ano toda essa malha estar\u00e1 completamente renovada. Elas s\u00e3o importantes para dar condi\u00e7\u00f5es para quem mora na zona rural transportar as mercadorias para os grandes centros, para as grandes estruturas rodovi\u00e1rias. Este programa \u00e9 aquele pelo qual o governador tem um carinho muito grande. Hoje s\u00e3o 12 ou 13 mil quil\u00f4metros e, assim, vai ultrapassar os 16 mil quil\u00f4metros recuperados. <\/p>\n<p>Milton Paes: As concession\u00e1rias de alguma forma colaboram nesse planejamento? <\/p>\n<p>Mauro Arce: Nas novas concess\u00f5es, ainda por inspira\u00e7\u00e3o do governador, n\u00f3s introduzimos a obriga\u00e7\u00e3o de as novas concession\u00e1rias -at\u00e9 porque est\u00e3o pr\u00f3ximas- n\u00e3o refazerem as estradas, mas cuidarem da manuten\u00e7\u00e3o. Mais mil quil\u00f4metros est\u00e3o garantidos pelos pr\u00f3ximos 30 anos. Os prefeitos podem ficar sossegados que a concession\u00e1ria vai cuidar dessas estradas e isso vai ser fiscalizado pela nossa ag\u00eancia reguladora, evidentemente sem nenhum ped\u00e1gio. H\u00e1 16 estradas consideradas \u00f3timas pela pesquisa que saiu da Federa\u00e7\u00e3o Nacional dos Transportes. Do total das \u00f3timas, 15 est\u00e3o em S\u00e3o Paulo. <\/p>\n<p>Sheila Wada: O senhor citou a obra do trecho sul do Rodoanel como a mais importante da sua pasta. Com a conclus\u00e3o, quais ser\u00e3o os impactos tanto para a economia do estado como para o tr\u00e2nsito? <\/p>\n<p>Mauro Arce: No caso da Avenida dos Bandeirantes e da Marginal do Pinheiros \u00e9 onde n\u00f3s vamos ver o resultado mais sens\u00edvel. N\u00f3s esperamos redu\u00e7\u00e3o de 40% de caminh\u00f5es. E eles passam aqui n\u00e3o porque queiram passar, mas por falta de op\u00e7\u00e3o. O Rodoanel vai dar essa op\u00e7\u00e3o. A\u00ed a prefeitura vai regulamentar, a partir da possibilidade de um caminho alternativo, que \u00e9 mais r\u00e1pido, que tira toda a interfer\u00eancia de algum acidente com esses ve\u00edculos, pois acidentes s\u00e3o muito frequentes e paralisam a cidade por longo tempo. Al\u00e9m do ganho de tempo que se dar\u00e1. <\/p>\n<p>Roberto M\u00fcller: S\u00f3 na \u00e1rea rodovi\u00e1ria, quanto a sua secretaria j\u00e1 investiu desde o in\u00edcio do governo? <\/p>\n<p>Mauro Arce: Olha, o investimento \u00e9 muito pesado. S\u00f3 no caso do Rodoanel s\u00e3o R$ 4,6 bilh\u00f5es. No programa de vicinais, s\u00e3o perto de R$ 3 bilh\u00f5es. N\u00f3s estamos recuperando todos os acessos \u00e0s cidades: s\u00e3o aqueles trechos entre a rodovia principal e os munic\u00edpios. Algo como R$ 4 bilh\u00f5es ou R$ 5 bilh\u00f5es por ano nesse per\u00edodo. A\u00ed entra uma engenharia financeira que incluiu a venda, n\u00e3o da Nossa Caixa, mas da folha do banco. H\u00e1 ainda os recursos que v\u00eam da outorga, que n\u00f3s recebemos pela concess\u00e3o do trecho oeste. S\u00e3o R$ 2 bilh\u00f5es que n\u00f3s investimos no Rodoanel. Nas concess\u00f5es que acabamos de fazer, foram mais R$ 3,5 bilh\u00f5es de outorga. Antes, us\u00e1vamos 15% do asfalto produzido no Brasil, e este ano vamos chegar a 40%. <\/p>\n<p>Roberto M\u00fcller: A pasta dos Transportes n\u00e3o vive s\u00f3 de construir, desenvolver e manter as rodovias. Vive tamb\u00e9m de aeroportos e da nossa querida Hidrovia Tiet\u00ea-Paran\u00e1. Como v\u00e3o essas outras \u00e1reas? <\/p>\n<p>Mauro Arce: Comecemos pelos aeroportos: n\u00f3s temos 31. O de Congonhas e o de Viracopos eram estaduais. A partir dos anos 80, houve uma negocia\u00e7\u00e3o como governo do estado e eles foram incorporados \u00e0 Infraero [Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportu\u00e1ria] com o compromisso de que a estatal transferiria ao estado 30% da receita de cada um. Isso foi feito durante 15 anos e depois parou-se de fazer isso. Ent\u00e3o, temos aeroportos important\u00edssimos. O de Ribeir\u00e3o Preto tem um movimento muito grande; o de Bauru acabou de ser constru\u00eddo; o de Presidente Prudente&#8230; s\u00e3o aeroportos que t\u00eam empresas a\u00e9reas operando e uma condi\u00e7\u00e3o muito boa. Nos demais, o resultado \u00e9 completamente negativo do ponto de vista de opera\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o, isso sem falar nos investimentos. <\/p>\n<p>Roberto M\u00fcller: N\u00e3o se pretende privatizar mais nenhum? <\/p>\n<p>Mauro Arce: Imaginamos fazer um processo de concess\u00e3o em que quem ganhasse um aeroporto destes grandes, como Ribeir\u00e3o Preto e tal, levasse como obriga\u00e7\u00e3o. Seria uma parceria p\u00fablico-privada porque, como d\u00e1 resultado negativo, o nosso modelo indicaria que o estado continuaria a colocar o que j\u00e1 coloca hoje como m\u00e1ximo e ganharia a licita\u00e7\u00e3o a empresa que pedisse a menor contrapartida do estado. Esse programa est\u00e1 sendo elaborado, estamos discutindo com a Ag\u00eancia Nacional de Avia\u00e7\u00e3o Civil [Anac] e \u00e9 poss\u00edvel que encontremos um caminho nessa dire\u00e7\u00e3o. E o que garantiria a manuten\u00e7\u00e3o desses aeroportos, que hoje \u00e9 feita pelo Departamento Aerovi\u00e1rio do Estado de S\u00e3o Paulo (Daesp). A hidrovia est\u00e1 crescendo, ela tem crescido a uma taxa muito grande, n\u00e3o a taxa que n\u00f3s gostar\u00edamos porque exige uma integra\u00e7\u00e3o com outros modais e chega uma hora em que n\u00e3o d\u00e1 mais.Estamos ampliando alguns v\u00e3os de pontes. <\/p>\n<p>Roberto M\u00fcller: J\u00e1 \u00e9 expressivo, na sua opini\u00e3o? <\/p>\n<p>Mauro Arce: J\u00e1 \u00e9 expressivo. Evidentemente n\u00e3o o \u00e9 quando voc\u00ea compara com o rodovi\u00e1rio, at\u00e9 porque parte da carga acaba caindo em algum caminh\u00e3o em algum local, ou em Pederneiras, ou aqui mais perto, em Conchas. Existe hoje um grande trabalho no sentido de expandir. O pr\u00f3prio Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes [Dnit] est\u00e1 interessado, e temos feito reuni\u00f5es para a expans\u00e3o da hidrovia no Paranapanema, subindo o rio Parana\u00edba, entrando no rio Grande, como um meio de transporte barato e amigo da natureza porque cada chapa daquelas corresponde a um n\u00famero muito grande de caminh\u00f5es e tem um consumo baix\u00edssimo de combust\u00edvel e um pre\u00e7o extremamente baixo comparado com o rodovi\u00e1rio. Mas tudo isso exige a intermodalidade. E tem outro sistema de transporte ainda mais barato, que s\u00e3o as dutovias. Seria inconceb\u00edvel, seria um pecado sob todos os aspectos -econ\u00f4mico, ambiental- que eu fosse exportar etanol, o nosso \u00e1lcool, em quantidade grande, mais de 5 bilh\u00f5es de litros por ano, com caminh\u00e3o. Seria uma coisa terr\u00edvel. O n\u00famero de acidentes e o custo seriam muito altos. A dutovia \u00e9 tamb\u00e9m um dos assuntos que o governo do estado est\u00e1 incentivando em parceria com a iniciativa privada, e seguramente o mercado externo, a exporta\u00e7\u00e3o de \u00e1lcool, s\u00f3 ser\u00e1 poss\u00edvel atrav\u00e9s do sistema dutovi\u00e1rio chegando ao Porto de Santos, ao Porto de S\u00e3o Sebasti\u00e3o. S\u00f3 para lembrar que n\u00f3s temos um porto. Temos uma empresa hoje, a Companhia Docas S\u00e3o Sebasti\u00e3o, que \u00e9 do governo do estado. Ela foi criada em outubro de 2007 e n\u00f3s j\u00e1 conseguimos dobrar a carga transportada l\u00e1. Evidentemente o porto est\u00e1 ligado \u00e0 expans\u00e3o da Rodovia dos Tamoios, que vai em dire\u00e7\u00e3o a S\u00e3o Sebasti\u00e3o e ao litoral norte. <\/p>\n<p>Sheila Wada: \u00c9 poss\u00edvel medir percentualmente o quanto s\u00e3o utilizadas essas vias alternativas e a previs\u00e3o de amplia\u00e7\u00e3o? <\/p>\n<p>Mauro Arce: No caso da rodovi\u00e1ria, o percentual \u00e9 de 93%. Os outros 7% t\u00eam uma grande parcela que \u00e9 ferrovi\u00e1rio, muito pequena, que podia ser muito maior pela quantidade de quil\u00f4metros de ferrovias que n\u00f3s temos no estado. A hidrovia transporta 0,5%, apesar de estar crescendo 20% ao ano. <\/p>\n<p>Roberto M\u00fcller: E pode chegar a quanto? <\/p>\n<p>Mauro Arce: Ela [hidrovia] \u00e9 muito complementar. D\u00e1 para multiplicar umas seis vezes sem que haja necessidade de duplica\u00e7\u00e3o. Mas para isso n\u00f3s temos de ter esses processos intermodais de transfer\u00eancia de carga da hidrovia para o trem, para o caminh\u00e3o, para a dutovia, no caso dos produtos sucroalcooleiros. E hoje muita coisa \u00e9 transportada atrav\u00e9s da hidrovia: h\u00e1 um tr\u00e1fego longitudinal e um tr\u00e1fego transversal de um lado para outro que ocupa hoje toda aquela regi\u00e3o da Alta Paulista, da Sorocabana, da margem esquerda, que era usada para plantio de cana e est\u00e1 sendo utilizada. Ampliou toda aquela fronteira. <\/p>\n<p>Roberto M\u00fcller: O senhor pode comentar o trem de alta velocidade (TAV), que \u00e9 extremamente importante em fun\u00e7\u00e3o principalmente da Copa do Mundo de 2014? <\/p>\n<p>Mauro Arce: Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Copa, o governo do estado tem um grupo de trabalho com multissecretarias que \u00e9 coordenado pela do Secretaria do Planejamento, respons\u00e1vel por essa parte de mobilidade e infraestrutura. Com rela\u00e7\u00e3o ao trem de alta velocidade, durante o processo de audi\u00eancias p\u00fablicas n\u00f3s colhemos contribui\u00e7\u00f5es, at\u00e9 porque 70% da demanda do TAV est\u00e1 entre S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos, S\u00e3o Paulo e Campinas. \u00c9 um trem de alta velocidade inusitado do ponto de vista do que j\u00e1 foi constru\u00eddo no mundo se n\u00f3s considerarmos que os trens de alta velocidade em geral correm ao n\u00edvel do mar e que este vai ter de subir a Serra das Araras, vai passar por uma regi\u00e3o muito urbanizada e a\u00ed vai exigir t\u00faneis. Quando n\u00f3s olhamos o Estado de S\u00e3o Paulo, n\u00f3s vemos a urbaniza\u00e7\u00e3o que existe aqui. Tem esse desafio t\u00e9cnico que precisa ser vencido. Ent\u00e3o esta \u00e9 uma obra muito cara que ainda faz divergir a opini\u00e3o das pessoas. Seguramente s\u00e3o mais de R$ 30 bilh\u00f5es, alguns acham que s\u00e3o R$ 40 bilh\u00f5es. S\u00f3 para dar um n\u00famero: o Plano Nacional de Transportes, at\u00e9 2025, prev\u00ea um investimento de R$ 225 bilh\u00f5es. Mas, de qualquer forma, n\u00f3s estamos trabalhando nessa dire\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Sheila Wada: Secret\u00e1rio, outra quest\u00e3o importante \u00e9 a explora\u00e7\u00e3o da camada do pr\u00e9-sal e a amplia\u00e7\u00e3o do Porto de Santos. Deve haver uma demanda maior por transporte na regi\u00e3o. Quais s\u00e3o as a\u00e7\u00f5es previstas do governo para essa quest\u00e3o? <\/p>\n<p>\nO Porto de Santos ter\u00e1 transportado ou operado 90 milh\u00f5es de toneladas de carga at\u00e9 o fim do ano. E 85% dessa carga \u00e9 transportada por via rodovi\u00e1ria, o que \u00e9 uma situa\u00e7\u00e3o que, se comparada com a de qualquer porto do tamanho do Porto de Santos no mundo, \u00e9 inaceit\u00e1vel. Porque h\u00e1 cargas que n\u00e3o se adaptam a caminh\u00e3o, h\u00e1 cargas perigosas, \u00e9 antiecon\u00f4mico al\u00e9m de tudo. E n\u00f3s temos uma estrada de ferro pouco utilizada que \u00e9 a antiga Sorocabana, que desce at\u00e9 S\u00e3o Vicente. E, de S\u00e3o Vicente, chega at\u00e9 o porto. Ent\u00e3o, precisa haver um investimento grande para se tirarem alguns gargalos que existem l\u00e1 na Baixada. H\u00e1 duas empresas operando. Isso n\u00e3o \u00e9 nada demais, desde que seja de forma coordenada, que n\u00e3o fique uma situa\u00e7\u00e3o de &#8220;cada um puxa para o seu lado&#8221;. E o Porto de Santos pretende chegar a 200 milh\u00f5es de toneladas. Se se pensasse em fazer isso de caminh\u00e3o seria o caos para a Baixada. Hoje voc\u00ea tem em Cubat\u00e3o um estacionamento para quatro mil caminh\u00f5es. Comparando, o Porto de Cingapura, que fica num lugar que n\u00e3o tem espa\u00e7o, se tiver um estacionamento de quatro mil caminh\u00f5es l\u00e1, o pessoal vai ter de se mudar: n\u00e3o cabem as pessoas l\u00e1 dentro. Fazer uma nova descida pela Imigrantes, por Itanha\u00e9m, n\u00e3o \u00e9 vi\u00e1vel. O problema do porto tem de ser resolvido com outros meios de transporte, como eu falei. Com dutovia, com esteira para transportar min\u00e9rio, por exemplo. H\u00e1 v\u00e1rias oportunidades. Agora as pessoas s\u00f3 v\u00e3o de carro e esse \u00e9 o grande gargalo. L\u00e1 embaixo a gente est\u00e1 fazendo investimentos. A Imigrantes termina em S\u00e3o Vicente. Estamos passando recursos para a prefeitura e temos obras em andamento para melhorar. Mas, estruturalmente, eu s\u00f3 acredito no crescimento do Porto de Santos se n\u00f3s tivermos uma multimodalidade, se aumentarmos a participa\u00e7\u00e3o de outros modais. <\/p>\n<p><b>Autor: DCI<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Servidor p\u00fablico h\u00e1 42 anos, o secret\u00e1rio estadual de Transportes de S\u00e3o Paulo, Mauro Arce, admite que o estado tem o desafio de diminuir a utiliza\u00e7\u00e3o das rodovias &#8211; que hoje representam 93% de todos os modais regionais &#8211; para garantir a fluidez do tr\u00e2nsito e de mercadorias. 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