{"id":17049,"date":"2009-11-12T22:28:18","date_gmt":"2009-11-12T22:28:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=17049"},"modified":"2009-11-12T09:25:19","modified_gmt":"2009-11-12T09:25:19","slug":"a-reconstrucao-de-uma-carreira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/11\/12\/a-reconstrucao-de-uma-carreira\/","title":{"rendered":"A reconstru\u00e7\u00e3o de uma carreira"},"content":{"rendered":"<p><em>O crescimento da economia deu novo f\u00f4lego aos cursos <br \/>\nde engenharia. A maioria dos que se formam hoje j\u00e1 sai <br \/>\nda faculdade trabalhando ou com promessa de emprego<\/p>\n<p><\/em>A engenharia \u00e9 assim: vai bem quando o pa\u00eds vai bem. As associa\u00e7\u00f5es de classe da profiss\u00e3o estimam que seus filiados estejam envolvidos na produ\u00e7\u00e3o de mais da metade da riqueza nacional. Como a economia brasileira cresce consistentemente desde o lan\u00e7amento do Plano Real, a carreira segue uma trajet\u00f3ria semelhante. Tanto que a engenharia voltou \u00e0 segunda posi\u00e7\u00e3o entre as profiss\u00f5es mais procuradas do Brasil. Apenas nos \u00faltimos cinco anos, dobrou o n\u00famero de engenheiros que se formam anualmente. As 1 200 faculdades que oferecem forma\u00e7\u00e3o na \u00e1rea receberam, no ano passado, 300 000 novos alunos e graduaram 30 000 profissionais. A grande maioria deles j\u00e1 chegou ao mercado empregada ou com promessa de contrata\u00e7\u00e3o. E a grande maioria delas tamb\u00e9m. No que antes era considerado um reduto masculino, as mulheres v\u00eam ganhando espa\u00e7o. Hoje, elas comp\u00f5em 14% dos engenheiros em atividade no pa\u00eds. Nos anos 70, eram menos de 4%. Em alguns ramos, a demanda por engenheiros \u00e9 tamanha que supera a atual capacidade das universidades de gradu\u00e1-los. Sobram vagas, por exemplo, para formados nos setores naval e de minas. &#8220;Se o Brasil voltar a crescer 5% ao ano, a oferta de trabalho para engenheiros triplicar\u00e1&#8221;, afirma Marcos T\u00falio de Melo, presidente do Conselho Federal de Engenharia.&nbsp;<\/p>\n<p>Nos anos 80, o equipamento obrigat\u00f3rio de um engenheiro era composto de calculadora cient\u00edfica, prancheta e r\u00e9gua-t\u00ea, que j\u00e1 foi o s\u00edmbolo da profiss\u00e3o e hoje poucos estudantes sabem como usar. Os computadores aposentaram tais aparatos, com vantagens evidentes. &#8220;Os softwares atuais reduziram a um quinto o tempo que eu levava para concluir um projeto&#8221;, diz Cat\u00e3o Ribeiro, de 57 anos, que assina a Ponte Estaiada Octavio Frias de Oliveira, o novo cart\u00e3o-postal de S\u00e3o Paulo. O progresso tecnol\u00f3gico aumentou a necessidade de o engenheiro manter-se atualizado. Em alguns campos, os conhecimentos se tornam obsoletos em um prazo n\u00e3o superior a seis anos. Isso quer dizer que, ao longo da vida \u00fatil, um profissional precisar\u00e1 rever o que aprendeu na faculdade de seis a sete vezes. H\u00e1 outros requisitos. Como na maioria das profiss\u00f5es, passou-se a exigir que os engenheiros sejam fluentes em l\u00ednguas estrangeiras, aspecto fundamental para os que trabalham em multinacionais. Hoje, um modelo de carro \u00e9 desenvolvido simultaneamente por unidades de uma montadora em diversos pa\u00edses. S\u00f3 participa dessas equipes quem domina, ao menos, o ingl\u00eas. O mercado tamb\u00e9m d\u00e1 prefer\u00eancia a quem se comunica com desenvoltura e tem habilidade para manter amplas teias de relacionamento &#8211; sinais que denotam um profissional com capacidade de lideran\u00e7a. <\/p>\n<p>Quem ingressa em engenharia tem, ainda, a possibilidade de enveredar por outros caminhos. Na d\u00e9cada de 80 e na primeira metade da de 90, por exemplo, muitos engenheiros foram absorvidos pelo mercado financeiro. Deram-se bem porque sua forma\u00e7\u00e3o privilegia a objetividade, a l\u00f3gica, a vis\u00e3o estrat\u00e9gica e a persegui\u00e7\u00e3o de resultados. Essas caracter\u00edsticas fazem com que n\u00e3o s\u00f3 bancos mas tamb\u00e9m empresas de setores n\u00e3o financeiros recrutem executivos na engenharia. Por todos os motivos elencados, os engenheiros est\u00e3o entre os profissionais mais bem pagos e cobi\u00e7ados do pa\u00eds (em geral, trocam de emprego tr\u00eas vezes durante a carreira, quase sempre em curva ascendente). Quem chega a cargos de chefia pode contar com remunera\u00e7\u00f5es que variam de 15 000 a 30 000 reais. Engenharia foi o segundo curso universit\u00e1rio aberto no Brasil, tr\u00eas anos depois do de medicina. O pioneiro data de 1811 e formava profissionais para o Ex\u00e9rcito. Hoje, h\u00e1 cursos para formar engenheiros em 92 especializa\u00e7\u00f5es &#8211; e emprego para quase todos eles.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Aposta certa no setor privado<\/p>\n<p><\/strong>Em 1984, a economia brasileira estava estagnada. O setor p\u00fablico parou de encomendar obras e a construtora brasiliense Villela e Carvalho foi obrigada a fechar as portas. Quatro anos depois, Eduardo Villela, filho de um dos seus fundadores, a ressuscitou com foco no setor privado. A Villela e Carvalho decolou construindo im\u00f3veis para a popula\u00e7\u00e3o de maior renda per capita do pa\u00eds, a de Bras\u00edlia. Com seis projetos em andamento, estima um faturamento de 100 milh\u00f5es de reais neste ano, e Eduardo Villela, hoje com 47 anos, orgulha-se de n\u00e3o participar de nenhuma licita\u00e7\u00e3o h\u00e1 quinze anos.<\/p>\n<p><strong>Nos estaleiros da Coreia<\/p>\n<p><\/strong>Em maio, o engenheiro naval Frederico Schultz, de 27 anos, deixou S\u00e3o Paulo rumo \u00e0 Coreia do Sul. Morar\u00e1 na cidade de Geoje por dois anos, enquanto acompanha a constru\u00e7\u00e3o de tr\u00eas navios encomendados pelo grupo brasileiro Schahin ao estaleiro Samsung. Schultz s\u00f3 se formou h\u00e1 dez meses. Como todos os seus colegas, saiu da faculdade empregado. Trabalhava no Instituto de Pesquisas Tecnol\u00f3gicas de S\u00e3o Paulo, onde tinha estagiado e para o qual havia sido aprovado em concurso. L\u00e1, o Schahin o seduziu com um sal\u00e1rio de 10 000 reais por m\u00eas.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Uma vida n\u00f4made<br \/>\n<\/strong><br \/>\nO baiano Daniel Villar, de 36 anos, come\u00e7ou sua carreira construindo estradas na Floresta Amaz\u00f4nica, na fronteira entre a Col\u00f4mbia e o Equador. &#8220;A cada 28 dias isolado na selva, eu descansava sete na cidade&#8221;, diz. Passou dois anos assim. Depois, morou outros oito anos no Peru. Um mestrado em finan\u00e7as foi passaporte para seu cargo atual. Hoje, ele comanda as opera\u00e7\u00f5es da Odebrecht na L\u00edbia. &#8220;N\u00e3o teria chegado aqui nem ganharia meu sal\u00e1rio atual se tivesse optado pelo conforto dos grandes centros.&#8221; O cargo alto n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica vantagem de seu novo emprego. A Odebrecht paga um adicional de 50% a quem trabalha em locais remotos.<\/p>\n<p><b>Autor: Veja<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O crescimento da economia deu novo f\u00f4lego aos cursos de engenharia. A maioria dos que se formam hoje j\u00e1 sai da faculdade trabalhando ou com promessa de emprego A engenharia \u00e9 assim: vai bem quando o pa\u00eds vai bem. 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