{"id":16972,"date":"2009-11-04T22:27:11","date_gmt":"2009-11-04T22:27:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=16972"},"modified":"2009-11-04T11:38:48","modified_gmt":"2009-11-04T11:38:48","slug":"uma-obra-que-nao-sai-do-lugar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/11\/04\/uma-obra-que-nao-sai-do-lugar\/","title":{"rendered":"Uma obra que n\u00e3o sai do lugar"},"content":{"rendered":"<p><em>Depois de 10 anos de estudos e debates, s\u00f3 duas pontes foram constru\u00eddas para integrar a infraestrutura da Am\u00e9rica do Sul&nbsp;<br \/>\n<\/em><br \/>\nDepois de quase uma d\u00e9cada de reuni\u00f5es e estudos, apenas duas pontes. Esse \u00e9 o saldo de obras conclu\u00eddas entre as 31 consideradas priorit\u00e1rias pelos pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul para a integra\u00e7\u00e3o f\u00edsica do continente. Lan\u00e7ada em 2000, a Iniciativa para a Integra\u00e7\u00e3o Sul-Americana (Iirsa) termina no ano que vem e, por enquanto, os principais avan\u00e7os s\u00e3o pol\u00edticos. <\/p>\n<p>A diferen\u00e7a entre a Iirsa no papel e na pr\u00e1tica \u00e9 grande. No papel, o projeto re\u00fane 510 obras e corta o continente em 10 grandes eixos de transporte. O investimento estimado \u00e9 de US$ 74,3 bilh\u00f5es. Na pr\u00e1tica, at\u00e9 agora, 52 obras, ou 10% do total, foram finalizadas, o que representa um gasto efetivo de US$ 6 bilh\u00f5es, conforme levantamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). <\/p>\n<p>Mesmo entre as obras priorit\u00e1rias, o resultado n\u00e3o \u00e9 animador. Est\u00e3o prontas apenas as pontes sobre os Rios Acre e Takutu, que ligam o Brasil ao Peru e \u00e0 Guiana, respectivamente. Ambas foram inauguradas pessoalmente pelo presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva. Desse grupo de projetos, 19 est\u00e3o em execu\u00e7\u00e3o, mas 10 ainda n\u00e3o sa\u00edram da fase de projeto. <\/p>\n<p>Algumas obras significativas, como a duplica\u00e7\u00e3o da BR 101, a &#8220;Rodovia do Mercosul&#8221;, caminham a um ritmo razo\u00e1vel. A expectativa \u00e9 que esteja totalmente duplicada at\u00e9 o fim do ano que vem, mas ainda devem faltar algumas obras, como pontes e t\u00faneis. <\/p>\n<p>O coordenador do Iirsa no BID, Mauro Marcondes Rodrigues, mant\u00e9m o otimismo e chega a prever que mais 22 projetos priorit\u00e1rios v\u00e3o ser conclu\u00eddos, ou quase, at\u00e9 o fim de 2010. &#8220;Os pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul n\u00e3o v\u00e3o fazer feio na hora de prestar contas&#8221;, disse. <\/p>\n<p>A presta\u00e7\u00e3o de contas est\u00e1 cada vez mais pr\u00f3xima. A Iirsa foi lan\u00e7ada em setembro de 2000, durante uma reuni\u00e3o presidencial em Bras\u00edlia, comandada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Na \u00e9poca, os presidentes deram um mandato de 10 anos para o projeto, prazo que expira em dezembro do pr\u00f3ximo ano. <\/p>\n<p>Mas o tempo foi mais curto do que parece. Os pa\u00edses gastaram os primeiros quatro anos para decidir em quais obras investir. At\u00e9 hoje a carteira de projetos ainda permanece o maior avan\u00e7o da Iirsa, ou seja, os pa\u00edses sabem o que devem fazer, o problema \u00e9 a execu\u00e7\u00e3o. Em 2004, os presidentes decidiram focar os projetos mais urgentes e estabeleceram a agenda considerada priorit\u00e1ria. <\/p>\n<p>&#8220;A partida \u00e9 muito dif\u00edcil&#8221;, reconhece o secret\u00e1rio de Planejamento e Investimentos Estrat\u00e9gicos do Minist\u00e9rio do Planejamento e coordenador brasileiro da Iirsa, Afonso Oliveira de Almeida. &#8220;N\u00e3o podemos esquecer que estamos em uma regi\u00e3o do planeta com hist\u00f3ricas dificuldades de financiamento e com barreiras f\u00edsicas importantes, como a Cordilheira dos Andes&#8221;, completou. <\/p>\n<p>Segundo o secret\u00e1rio, os projetos ligados ao Brasil caminham um pouco mais r\u00e1pido porque, apesar de todas as dificuldades, o Pa\u00eds tem mais disponibilidade de caixa que os vizinhos. Al\u00e9m disso, algumas obras da Iirsa foram inclu\u00eddas no Programa de Acelera\u00e7\u00e3o do Crescimento (PAC) e se tornaram fundamentais para o governo brasileiro. <\/p>\n<p>Entre conclu\u00eddos e em fase de execu\u00e7\u00e3o, a Iirsa conta hoje com 236 projetos, o que significa investimentos de US$ 43,5 bilh\u00f5es. O levantamento do BID mostra que mais da metade desse valor, US$ 22,49 bilh\u00f5es, est\u00e1 sendo pago pelos Tesouros Nacionais. Outros US$ 13,2 bilh\u00f5es v\u00eam de Parceiras P\u00fablico-Privadas (PPPs) e apenas US$ 7,79 bilh\u00f5es s\u00e3o recursos estritamente privados. <\/p>\n<p>O BID, a Corpora\u00e7\u00e3o Andina de Fomento (CAF) e o Fonplata financiam atualmente 24% dos recursos totais, o que significa US$ 10,56 bilh\u00f5es. O BNDES n\u00e3o tem nenhum projeto da Iirsa em sua carteira, apesar da participa\u00e7\u00e3o de construtoras brasileiras em algumas obras. A legisla\u00e7\u00e3o n\u00e3o permite que o banco financie projetos no exterior, mas apenas a exporta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os das empresas nacionais. <\/p>\n<p>Segundo Rodrigues, do BID, havia uma expectativa que a iniciativa privada se envolvesse mais em obras de infraestrutura no come\u00e7o da Iirsa, at\u00e9 para compensar as restri\u00e7\u00f5es fiscais dos Estados, o que acabou n\u00e3o ocorrendo. &#8220;O setor privado n\u00e3o apareceu&#8221;, disse. <\/p>\n<p>Paulo Godoy, presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Infraestrutura e Ind\u00fastrias de Base (Abdib), explica que o setor privado tem dificuldade para participar de projetos de integra\u00e7\u00e3o regional por falta de marcos regulat\u00f3rios compar\u00e1veis entre os pa\u00edses. &#8220;No setor el\u00e9trico, o Brasil \u00e9, de longe, o pa\u00eds que tem as regras mais desenvolvidas&#8221;, disse. <\/p>\n<p>Outro problema \u00e9 a falta de viabilidade econ\u00f4mica dos projetos. O executivo avalia que a Iirsa visa mais a integra\u00e7\u00e3o dos povos que das empresas. As obras de transporte, por exemplo, que englobam 87% da carteira, ligam regi\u00f5es pouco populosas. &#8220;\u00c9 importante fazer uma estrada entre o Brasil e o Peru e abrir uma sa\u00edda para o Pac\u00edfico, mas o Acre \u00e9 distante dos principais mercados brasileiros. \u00c9 caro chegar l\u00e1.&#8221; <\/p>\n<p>Para Godoy, um plano de integra\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica da Am\u00e9rica do Sul \u00e9 essencial e faz mais sentido economicamente, j\u00e1 que sobra energia em alguns pa\u00edses e falta em outros. No entanto, o setor de energia representa apenas 11% do n\u00famero total de projetos. O setor de telecomunica\u00e7\u00f5es fica com os 2% restantes. Nessa \u00e1rea, est\u00e1 um projeto de exporta\u00e7\u00e3o regional via correio direcionado para pequenas e m\u00e9dias empresas e um plano de implementar um acordo de roaming para celulares entre os pa\u00edses da regi\u00e3o. <\/p>\n<p><strong>CONSTRUTORAS<\/strong> <\/p>\n<p>As obras da Iirsa representaram oportunidades importantes para as construtoras brasileiras, como Odebrecht e Andrade Gutierrez. O projeto mais ambicioso em que ambas est\u00e3o envolvidas \u00e9 a chamada Rodovia Interoce\u00e2nica, uma megaobra com 2.586 quil\u00f4metros, que vai ligar os portos de Ilo e Matarani, no sul do Peru, \u00e0 cidade de Assis Brasil, no Acre. <\/p>\n<p>A Odebrecht tamb\u00e9m participa de outro projeto no Peru, conhecido como Eixo Amazonas Norte. \u00c9 uma rodovia de 955 quil\u00f4metros que sai do Porto de Paita, no Oceano Pac\u00edfico, e vai at\u00e9 o Porto de Yurimaguas, no Rio Huallaga, que \u00e9 uma afluente do Rio Mara\u00f1on (nome do Rio Amazonas no Peru). A partir da da\u00ed, pessoas e mercadorias podem ser transportadas por hidrovia at\u00e9 Manaus, Bel\u00e9m e o Oceano Atl\u00e2ntico. <\/p>\n<p>Segundo informa\u00e7\u00f5es da empresa, a maior dificuldade desse tipo de obra \u00e9 a diversidade de culturas e as barreiras geogr\u00e1ficas. A Rodovia Interoce\u00e2nica, no Peru, cruza as montanhas dos Andes, com altas altitudes e clima seco, mas tamb\u00e9m \u00e1reas chuvosas e \u00famidas da Amaz\u00f4nia. <\/p>\n<p>A Andrade Gutierrez tamb\u00e9m est\u00e1 envolvida nas obras da Interoce\u00e2nica. A construtora informa que 110 quil\u00f4metros da obra s\u00e3o de descidas nos Andes, fortemente acidentadas. Segundo a empresa, o projeto come\u00e7ou em 2006 e ser\u00e1 finalizado em mar\u00e7o de 2010. <\/p>\n<p><b>Autor: O Estado de S.Paulo<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Depois de 10 anos de estudos e debates, s\u00f3 duas pontes foram constru\u00eddas para integrar a infraestrutura da Am\u00e9rica do Sul&nbsp; Depois de quase uma d\u00e9cada de reuni\u00f5es e estudos, apenas duas pontes. 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