{"id":16913,"date":"2009-10-28T22:26:20","date_gmt":"2009-10-28T22:26:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=16913"},"modified":"2009-10-28T15:11:41","modified_gmt":"2009-10-28T15:11:41","slug":"biocombustiveis-atraem-atencao-e-investimentos-de-grandes-petroliferas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/10\/28\/biocombustiveis-atraem-atencao-e-investimentos-de-grandes-petroliferas\/","title":{"rendered":"Biocombust\u00edveis atraem aten\u00e7\u00e3o, e investimentos, de grandes petrol\u00edferas"},"content":{"rendered":"<p>O setor de biocombust\u00edvel, fortemente atingido pelo aperto de cr\u00e9dito mundial, est\u00e1 recebendo um al\u00edvio de uma nova fonte \u2014 as grandes petrol\u00edferas. <\/p>\n<p>Entre elas, a BP PLC e a Royal Dutch Shell PLC tem sido as que mais investem no setor. Mas a ideia est\u00e1 come\u00e7ando a atrair at\u00e9 companhias mais conservadoras como a Exxon Mobil Corp., cujo diretor-presidente, Rex Tillerson, uma vez chamou etanol \u00e0 base de milho de &#8220;moonshine&#8221;, a g\u00edria americana para u\u00edsque falsificado de milho. A Exxon anunciou em julho que estava investindo US$ 600 milh\u00f5es numa firma iniciante de combust\u00edvel \u00e0 base de algas, a Synthetic Genomics Inc. <\/p>\n<p>&#8220;Foi um importante sinal para a ind\u00fastria de biocombust\u00edveis&#8221;, diz Bruce Jamerson, diretor-presidente da Mascoma Corp., fabricante de etanol celul\u00f3sico, que \u00e9 feito de plantas n\u00e3o-comest\u00edveis. <\/p>\n<p>Grandes petrol\u00edferas e empresas de biotecnologia parecem uma combina\u00e7\u00e3o ex\u00f3tica. Os lucros das companhias de petr\u00f3leo s\u00e3o gerados por gasolina e diesel, combust\u00edveis f\u00f3sseis tradicionais. Os biocombust\u00edveis s\u00e3o alternativas que t\u00eam uma presen\u00e7a marginal no mercado. Ent\u00e3o, por que mudar para grama? <\/p>\n<p>A resposta est\u00e1 nas pol\u00edticas de redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es de carbono que est\u00e3o sendo implantadas no mundo desenvolvido. Nos Estados Unidos, por exemplo, os Padr\u00f5es de Combust\u00edveis Renov\u00e1veis exige um crescimento anual nas vendas de biocombust\u00edveis at\u00e9 2022. O Departamento de Energia espera que a produ\u00e7\u00e3o americana de biocombust\u00edveis cres\u00e7a de menos de meio milh\u00e3o de barris por dia em 2007 para 2,3 milh\u00f5es de barris por dia em 2030. \u00c9 inevit\u00e1vel que isso corroa os neg\u00f3cios convencionais das grandes petrol\u00edferas. <\/p>\n<p>&#8220;As petrol\u00edferas (&#8230;) veem se aproximar um mundo de restri\u00e7\u00f5es para combust\u00edveis que t\u00eam muito carbono, e elas precisam de alternativas&#8221;, diz Jamerson. <\/p>\n<p>A ind\u00fastria de biocombust\u00edveis tamb\u00e9m est\u00e1 se beneficiando de um foco mais concentrado em investimento por parte das petrol\u00edferas. Durante anos, empresas como a BP e a Shell investiam em todo tipo de energia limpa. O diretor-presidente da BP, Tony Hayward, descreve a pol\u00edtica inicial da companhia como &#8220;mil flores se abrindo por todo o mundo&#8221;. Mas no ano passado, diz ele, a empresa come\u00e7ou a canalizar seus investimentos para os projetos que a BP considera comercialmente vi\u00e1veis e uma boa combina\u00e7\u00e3o para seus neg\u00f3cios atuais. Biocombust\u00edveis foram aprovados, em parte porque se encaixam bem na infraestrutura da empresa de refinarias, oleodutos, gasodutos e redes de distribui\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>&#8220;As petrol\u00edferas t\u00eam uma afinidade natural com o neg\u00f3cio de biocombust\u00edveis&#8221;, diz Katrina Landis, diretora da divis\u00e3o Energia Alternativa da BP. Combinar o conhecimento de produzir e distribuir combust\u00edveis com o potencial de empresas iniciantes de biotecnologia cria uma &#8220;parceria muito poderosa&#8221;, diz ela. <\/p>\n<p>A Shell deu uma cartada similar, anunciando em mar\u00e7o que n\u00e3o iria expandir sua carteira de energia solar e do vento, e que iria se concentrar em biocombust\u00edveis, al\u00e9m de captura e armazenagem de carbono, ou CCS na sigla em ingl\u00eas, uma tecnologia para combater o aquecimento global prendendo di\u00f3xido de carbono emitido por termel\u00e9tricas e enterrando-o no subsolo. <\/p>\n<p>Com biocombust\u00edveis, as grandes deixaram de lado o \u00e1lcool \u00e0 base de milho (algumas t\u00eam investido em etanol de cana, contudo) para se concentrar na pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o de combust\u00edveis, que n\u00e3o dependem de alimentos. Elas est\u00e3o produzindo mais combust\u00edvel de celulose, a espinha dorsal fibrosa das plantas. <\/p>\n<p>A BP, por exemplo, tem uma joint venture com a Verenium Corp., fabricante de etanol celul\u00f3sico. A Chevron Corp. tem uma com a madeireira Weyerhaeuser Co. para fazer combust\u00edvel \u00e0 base de biomassa como a &#8220;switchgrass&#8221;, uma grama de pradarias nativa do sudeste dos Estados Unidos. E a Shell est\u00e1 trabalhando com a canadense Iogen Corp. para produzir combust\u00edvel de palha de trigo, e com a Choren Industries GmbH, da Alemanha, para fazer combust\u00edvel de restos de madeira. <\/p>\n<p>Alguns no setor veem com suspeita os fundos que as grandes est\u00e3o investindo. &#8220;\u00c9 menos do que uns trocados para eles, dado o tamanho de seus or\u00e7amentos de investimento&#8221;, diz Steen Riisgaard, diretor da Novozymes AS, uma companhia dinamarquesa que faz enzimas usadas na produ\u00e7\u00e3o de \u00e1lcool combust\u00edvel. <\/p>\n<p>A Shell, por exemplo, j\u00e1 gastou cerca de US$ 1,7 bilh\u00e3o em energia alternativa e tecnologias de redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es de carbono como a CCS nos \u00faltimos cinco anos, embora seu or\u00e7amento de investimento de capital no ano passado foi de US$ 32 bilh\u00f5es. O investimento da BP em energia alternativa totalizou US$ 1,4 bilh\u00e3o no ano passado, cerca de 6% de seu or\u00e7amento de gastos de capital no ano, e vai cair para entre US$ 500 milh\u00f5es e US$ 1 bilh\u00e3o este ano porque o enfraquecimento mundial da economia reduziu a demanda por combust\u00edveis. <\/p>\n<p>Mas outros acham que o atual n\u00edvel de investimento \u00e9 s\u00f3 o come\u00e7o de uma tend\u00eancia de longo prazo. &#8220;Os maiores investimentos vir\u00e3o no ano que vem, quando as instala\u00e7\u00f5es comerciais come\u00e7arem a ganhar ritmo&#8221;, diz Carlos Riva, diretor-presidente da Verenium. <\/p>\n<p>&#8220;O investimento em d\u00f3lares n\u00e3o diz tudo&#8221;, acrescenta Riva. Outra importante contribui\u00e7\u00e3o s\u00e3o as &#8220;habilidades administrativas que (as grandes petrol\u00edferas) trazem, em termos de projeto e engenharia e de entrega de projetos comerciais de grande escala&#8221;. <\/p>\n<p>&#8220;Isso \u00e9 algo de que a ind\u00fastria de biocombust\u00edvel realmente precisa&#8221;, diz ele. <\/p>\n<p>No final das contas, algumas pessoas do setor veem um futuro de biorefinarias integradas, onde as grandes petrol\u00edferas ter\u00e3o um grupo de produtos de baixa emiss\u00e3o de carbono que poder\u00e3o misturar em quantidades diferentes para diferentes mercados. <\/p>\n<p>Por enquanto, contudo, as grandes est\u00e3o mantendo uma posi\u00e7\u00e3o cautelosa mesmo enquanto investem em biocombust\u00edveis, uma posi\u00e7\u00e3o compartilhada por analistas do setor. &#8220;\u00c9 uma \u00e1rea excitante, mas n\u00e3o testada&#8221;, diz Angus McCrone, analista senior da New Energy Finance Ltd., um firma de an\u00e1lise do setor de energia alternativa. &#8220;Ainda n\u00e3o sabemos se d\u00e1 para produzi-la a um custo que seja econ\u00f4mico (&#8230;) \u00c9 uma aposta&#8221; <\/p>\n<p><b>Autor: The Wall Street Journal<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O setor de biocombust\u00edvel, fortemente atingido pelo aperto de cr\u00e9dito mundial, est\u00e1 recebendo um al\u00edvio de uma nova fonte \u2014 as grandes petrol\u00edferas. 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