{"id":16912,"date":"2009-10-28T22:26:19","date_gmt":"2009-10-28T22:26:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=16912"},"modified":"2009-10-28T15:09:21","modified_gmt":"2009-10-28T15:09:21","slug":"como-a-china-comeca-a-moldar-os-futuros-carros-do-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/10\/28\/como-a-china-comeca-a-moldar-os-futuros-carros-do-mundo\/","title":{"rendered":"Como a China come\u00e7a a moldar os futuros carros do mundo"},"content":{"rendered":"<p>Dez anos atr\u00e1s, enquanto buscava inspira\u00e7\u00e3o para projetar um Mercedes-Benz ultraluxuoso, o designer Olivier Boulay estudou a cultura japonesa do carro com chofer. <\/p>\n<p>Agora, enquanto sonha com o futuro do autom\u00f3vel, ele circula pelas ruas de Pequim numa bicicleta el\u00e9trica de US$ 367, lado a lado com a massa de moradores da capital chinesa. <\/p>\n<p>&#8220;A China \u00e9 o lugar perfeito para se pensar qual ser\u00e1 o futuro formato da mobilidade&#8221;, diz Boulay, de 52 anos, diretor de design da divis\u00e3o chinesa da Mercedes-Benz, marca da Daimler AG. Boulay se mudou de T\u00f3quio para Pequim este ano. &#8220;\u00c9 meu trabalho aqui direcionar a equipe a ser criativa e imaginar o futuro mundial do autom\u00f3vel a partir de Pequim.&#8221; <\/p>\n<p>Boulay espelha uma mudan\u00e7a profunda na ind\u00fastria automotiva. Enquanto o mercado chin\u00eas se expande, as montadoras mundiais tomam cada vez mais decis\u00f5es de design na China. O resultado \u00e9 que as tend\u00eancias locais de consumo s\u00e3o refletidas em modelos vendidos em todo o mundo. <\/p>\n<p>As grandes montadoras, da General Motors Co. \u00e0 Volkswagen AG e \u00e0 Toyota Motor Corp., est\u00e3o despejando recursos na China, que h\u00e1 alguns anos tirou do Jap\u00e3o o posto de segundo maior mercado de autom\u00f3veis do mundo e deve ultrapassar os Estados Unidos este ano, tornando-se o maior do mundo. <\/p>\n<p>As consequ\u00eancias dessa mudan\u00e7a s\u00e3o claramente vis\u00edveis no Sal\u00e3o do Autom\u00f3vel de T\u00f3quio, que vai at\u00e9 o dia 4 de novembro. Expositores habituais como Mercedes-Benz, GM e a sul-coreana Hyundai Motor Co. preferiram ficar em casa este ano. <\/p>\n<p>Depois de sair da recupera\u00e7\u00e3o judicial, em julho, a GM transferiu sua sede internacional para Xangai, onde tem sua principal joint venture no pa\u00eds, com a Shanghai Automotive Industry Corp. E a Ford Motor Co. decidiu recentemente transferir sua sede na regi\u00e3o da \u00c1sia e Oceania de Bancoc, na Tail\u00e2ndia, para a China. <\/p>\n<p>A GM j\u00e1 tem tr\u00eas carros mundiais projetados com aspectos inspirados na China: os modelos LaCrosse e Regal, da marca Buick, e o Chevy Cruze. O LaCrosse surgiu de um carro conceito chamado Invicta GM desenvolvido pelos centros de design da montadora em Xangai e Warren, no Estado americano de Michigan. <\/p>\n<p>O interior do LaCrosse \u00e9 repleto de cores claras e quentes. O tom de madeira do volante e do painel se combinam de maneira quase impercept\u00edvel, uma concess\u00e3o aos chineses, acostumados a sobreposi\u00e7\u00f5es de cores iguais. <\/p>\n<p>&#8220;Levamos muito a s\u00e9rio as sugest\u00f5es de nossos clientes e funcion\u00e1rios chineses&#8221;, diz Lowell Paddock, diretor de desenvolvimento de produto das opera\u00e7\u00f5es internacionais da GM. <\/p>\n<p>Na China, as montadoras mundiais tentam prever n\u00e3o apenas qual ser\u00e1 o pr\u00f3ximo ciclo de modelos em quatro ou cinco anos, mas tamb\u00e9m o formato dos carros daqui a dez ou quinze anos. <\/p>\n<p>&#8220;A China \u00e9 um pilar muito importante para a Daimler e sua estrat\u00e9gia mundial&#8221;, diz Ulrich Walker, presidente da Daimler Northeast Asia que supervisiona a expans\u00e3o da Mercedes-Benz na China. <\/p>\n<p>A Mercedes-Benz vendeu 44.300 carros na China em setembro, 52% a mais que h\u00e1 um ano, segundo dados da empresa. Durante o mesmo per\u00edodo, as vendas dela no Jap\u00e3o ca\u00edram 28%, para 21.829 unidades. (As vendas nos EUA foram de 147.800 unidades.) <\/p>\n<p>Separadamente, a Daimler divulgou ontem queda de 80% no lucro l\u00edquido do terceiro trimestre, mas se recuperou de dois trimestre de preju\u00edzos, gra\u00e7as \u00e0 melhora nas vendas da Mercedes. Sediada em Stuttgart, a montadora alem\u00e3 informou que o lucro do terceiro trimestre foi de 41 milh\u00f5es de euros (US$ 60,9 milh\u00f5es). A receita do terceiro trimestre caiu 21%, para 19,3 bilh\u00f5es de euros. <\/p>\n<p>O Jap\u00e3o \u00e9 agora o oitavo maior mercado do mundo para a Mercedes-Benz; h\u00e1 tr\u00eas anos, estava em sexto lugar. A China se tornou o quarto maior mercado da marca, ante a d\u00e9cima coloca\u00e7\u00e3o em 2006. <\/p>\n<p>A China \u00e9 um dos maiores mercados da montadora alem\u00e3 para o sed\u00e3 topo de linha Classe S, cujo novo modelo foi lan\u00e7ado mais cedo na China este ano depois de receber um volume significativo de sugest\u00f5es de consumidores chineses. A Mercedes chegou at\u00e9 a pagar passagem de avi\u00e3o para Alemanha a clientes seus e de montadoras rivais para ver os primeiros prot\u00f3tipos do carro. <\/p>\n<p>Embora a China represente apenas uns 4% das vendas mundiais da Mercedes, clientes do mundo inteiro j\u00e1 enxergam nos carros da marca recursos apreciados pelos chineses, como bancos traseiros maiores, no estilo das limusines, com sistemas de entretenimento e de climatiza\u00e7\u00e3o mais avan\u00e7ados, entre outras amenidades. Na China, muitos compradores endinheirados da Mercedes t\u00eam chofer e s\u00f3 dirigem no fim de semana. Esses compradores geralmente t\u00eam 30 a 40 anos, muito mais jovens que no resto do mundo. Eles preferem que o interior do carro tenha cores claras, como bege, n\u00e3o os tons de preto e cinza geralmente preferidos em outras regi\u00f5es. <\/p>\n<p>A chegada de Boulay a Pequim mostra a ascens\u00e3o da China. Nascido na Fran\u00e7a, ele passou 17 anos no Jap\u00e3o. Como chefe do centro de design da Mercedes em T\u00f3quio no fim dos anos 90, ele projetou o Maybach, ultraluxuoso carro de passeio da Mercedes. <\/p>\n<p>Em Pequim, ele quer se empapu\u00e7ar com a fascina\u00e7\u00e3o recente do pa\u00eds com as bicicletas e carros movidos a eletricidade, para desenvolver conceitos para futuros produtos mundiais da Mercedes, como um carro el\u00e9trico de luxo. O centro avan\u00e7ado de design na China \u00e9 um dos cinco que a Mercedes opera ao redor do mundo. <\/p>\n<p>Boulay \u00e9 especialmente fascinado com a maneira como o povo chin\u00eas adotou as bicicletas el\u00e9tricas para o transporte di\u00e1rio, e tamb\u00e9m como o governo do pa\u00eds em todos os n\u00edveis est\u00e1 impulsionando a r\u00e1pida ado\u00e7\u00e3o de carros puramente el\u00e9tricos e de h\u00edbridos recarreg\u00e1veis na tomada. <\/p>\n<p>&#8220;D\u00e1 pra ver como uma nova gera\u00e7\u00e3o de consumidores neste pa\u00eds est\u00e1 muito mais \u00e0 frente&#8221;, diz Boulay. <\/p>\n<p>Ele acredita que a mudan\u00e7a para carros movidos a eletricidade abre novas possibilidades de os designers exercitarem a criatividade, por causa da simplicidade desses carros, que n\u00e3o precisam de motores ou c\u00e2mbio volumosos. Algumas empresas, como a Nissan Motor Co., do Jap\u00e3o, est\u00e3o experimentando com carros el\u00e9tricos redondos parecidos com os das hist\u00f3rias em quadrinhos e sem cap\u00f4 ou bagageiro. <\/p>\n<p>A cultura de consumismo desenfreado da China e seu amplo mercado de luxo garantem que o pa\u00eds seja um lugar ideal para &#8220;gerar novas ideias e novos conceitos&#8221;, diz Boulay. <\/p>\n<p>&#8220;Queremos usar a China como uma vantagem para nos impulsionar&#8221;, diz ele. &#8220;\u00c9 por isso que estou aqui e porque estamos montando um centro de design avan\u00e7ado \u2014 igualzinho ao que fizemos anos atr\u00e1s no Jap\u00e3o.&#8221; <\/p>\n<p><b>Autor: The Wall Street Journal<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dez anos atr\u00e1s, enquanto buscava inspira\u00e7\u00e3o para projetar um Mercedes-Benz ultraluxuoso, o designer Olivier Boulay estudou a cultura japonesa do carro com chofer. 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