{"id":16844,"date":"2009-10-19T22:25:25","date_gmt":"2009-10-19T22:25:25","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=16844"},"modified":"2009-10-19T11:17:35","modified_gmt":"2009-10-19T11:17:35","slug":"novas-tecnologias-podem-virar-o-jogo-da-energia-limpa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/10\/19\/novas-tecnologias-podem-virar-o-jogo-da-energia-limpa\/","title":{"rendered":"Novas tecnologias podem virar o jogo da energia limpa"},"content":{"rendered":"<p>\u00c9 um objetivo muito dif\u00edcil: nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas o mundo ter\u00e1 que se libertar da sua depend\u00eancia dos combust\u00edveis f\u00f3sseis e reduzir bem os gases de efeito estufa. As tecnologias atuais s\u00f3 podem nos levar at\u00e9 certo ponto; s\u00e3o necess\u00e1rios avan\u00e7os revolucion\u00e1rios. <\/p>\n<p>Eis um resumo de quatro tecnologias que, se derem certo, podem mudar radicalmente o cen\u00e1rio energ\u00e9tico mundial. <\/p>\n<p>Nada garante o sucesso, \u00e9 claro. Essas tecnologias apresentam dif\u00edceis desafios de engenharia e algumas exigem grandes saltos cient\u00edficos. E as inova\u00e7\u00f5es t\u00eam que ser implementadas a um custo que n\u00e3o torne a energia muito mais cara. Se der para conseguir tudo isso, qualquer uma destas tecnologias pode virar o jogo. <\/p>\n<p>Energia solar baseada no espa\u00e7o H\u00e1 mais de tr\u00eas d\u00e9cadas, vision\u00e1rios j\u00e1 imaginam captar a energia solar onde o sol sempre brilha \u2014 no espa\u00e7o. Se desse para colocar pain\u00e9is solares gigantes em \u00f3rbita em torno da Terra, e enviar para a Terra at\u00e9 mesmo uma fra\u00e7\u00e3o da energia dispon\u00edvel, eles poderiam abastecer qualquer lugar do planeta, ininterruptamente. <\/p>\n<p>Essa tecnologia pode parecer fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, mas \u00e9 simples: pain\u00e9is solares em \u00f3rbita, a cerca de 35.000 quil\u00f4metros da Terra, enviam energia sob a forma de microondas para o solo, onde ela \u00e9 transformada em eletricidade e conectada \u00e0 rede el\u00e9trica. (Esses raios de baixa pot\u00eancia s\u00e3o considerados seguros.) Uma esta\u00e7\u00e3o receptora em terra, com 1.600 metros de di\u00e2metro, poderia produzir cerca de 1.000 megawatts \u2014 o suficiente para alimentar cerca de 1.000 resid\u00eancias nos Estados Unidos. <\/p>\n<p>O custo de enviar esses coletores solares ao espa\u00e7o \u00e9 o maior obst\u00e1culo; assim, \u00e9 necess\u00e1rio projetar um sistema leve o bastante para exigir apenas alguns lan\u00e7amentos. Um punhado de pa\u00edses e empresas tenciona implementar a energia solar baseada no espa\u00e7o dentro de cerca de dez anos. <\/p>\n<p>Baterias melhores para ve\u00edculos Carros el\u00e9tricos podem reduzir radicalmente o uso do petr\u00f3leo e ajudar na despolui\u00e7\u00e3o do ar (se a energia el\u00e9trica adotar combust\u00edveis de baixa emiss\u00e3o de carbono, como o vento ou a energia nuclear). Mas \u00e9 necess\u00e1rio haver baterias melhores. <\/p>\n<p>As baterias de \u00edon de l\u00edtio, comuns nos laptops, s\u00e3o as favoritas para os ve\u00edculos el\u00e9tricos e h\u00edbridos do tipo &#8220;plug in&#8221;, que podem ser carregados numa tomada comum. Elas t\u00eam mais pot\u00eancia do que as baterias comuns, mas s\u00e3o caras e ainda n\u00e3o conseguem muita quilometragem por carga; o Chevy Volt, h\u00edbrido plug-in da GM que chega ao mercado no pr\u00f3ximo ano, pode rodar cerca de 65 quil\u00f4metros s\u00f3 com a bateria. O ideal \u00e9 que o carro el\u00e9trico alcance perto de 650 quil\u00f4metros por carga. Embora as melhorias sejam poss\u00edveis, o potencial das baterias de \u00edon de l\u00edtio \u00e9 limitado. <\/p>\n<p>Uma alternativa, a bateria de l\u00edtio e ar, promete um desempenho dez vezes superior \u00e0s de \u00edon de l\u00edtio e poderia gerar a mesma quantidade de energia que a gasolina em rela\u00e7\u00e3o ao seu peso. Como a bateria de l\u00edtio-ar suga oxig\u00eanio do ar para se carregar, ela pode ser menor e mais leve. H\u00e1 um punhado de laborat\u00f3rios trabalhando nessa tecnologia, mas os cientistas cr\u00eaem que sem uma descoberta revolucion\u00e1ria, ainda podem se passar dez anos at\u00e9 a comercializa\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Armazenamento de eletricidade Todo mundo est\u00e1 torcendo pelo sucesso da energia e\u00f3lica e solar. Mas para o vento e o sol fazerem diferen\u00e7a, eles precisam de melhor armazenamento. <\/p>\n<p>Uma maneira em estudo utiliza a energia produzida quando o vento est\u00e1 soprando para comprimir o ar em c\u00e2meras subterr\u00e2neas; o ar ent\u00e3o vai para turbinas movidas a g\u00e1s, fazendo-as funcionar com mais efici\u00eancia. Um dos obst\u00e1culos: encontrar grandes cavernas utiliz\u00e1veis. <\/p>\n<p>Ou ent\u00e3o, baterias gigantes podem armazenar a energia do vento, mas algumas tecnologias j\u00e1 existentes s\u00e3o caras, e outras n\u00e3o s\u00e3o eficientes. Embora novos materiais para melhorar o desempenho estejam em estudo, grandes saltos tecnol\u00f3gicos n\u00e3o s\u00e3o prov\u00e1veis. <\/p>\n<p>A tecnologia de \u00edon de l\u00edtio pode ser a mais promissora para o armazenamento na rede el\u00e9trica, onde n\u00e3o enfrenta tantas limita\u00e7\u00f5es como nas baterias para carros. \u00c0 medida que o desempenho melhora e os pre\u00e7os baixam, as el\u00e9tricas poderiam distribuir baterias de \u00edon de l\u00edtio na periferia da rede el\u00e9trica, mais perto dos consumidores. Ali poderiam armazenar o excesso de pot\u00eancia gerado pelas fontes renov\u00e1veis e ajudar a compensar as pequenas flutua\u00e7\u00f5es de pot\u00eancia, reduzindo a necessidade de usinas de reserva movidas a combust\u00edveis f\u00f3sseis.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Biocombust\u00edveis do futuro<\/strong> <\/p>\n<p>Uma maneira de acabar com a depend\u00eancia do petr\u00f3leo \u00e9 utilizar fontes renov\u00e1veis de combust\u00edvel para o transporte. Isso significa uma nova gera\u00e7\u00e3o de biocombust\u00edveis feitos a partir de fontes n\u00e3o-aliment\u00edcias <\/p>\n<p>Os pesquisadores est\u00e3o projetando novas maneiras de transformar restos de madeira e de v\u00e1rias colheitas, lixo e plantas n\u00e3o-comest\u00edveis em combust\u00edveis de pre\u00e7o competitivo. Por\u00e9m a maior promessa vem das algas. <\/p>\n<p>As algas crescem depressa, consomem di\u00f3xido de carbono e podem gerar mais de 19.000 litros anuais por 4.000 m2 de biocombust\u00edvel, comparados com 1.320 litros anuais provindos do etanol de milho. O combust\u00edvel baseado em algas pode ser acrescentado diretamente aos sistemas j\u00e1 existentes de refino e distribui\u00e7\u00e3o; em tese, os EUA poderiam produzir o suficiente para atender a toda a necessidade de transporte do pa\u00eds. <\/p>\n<p>Mas ainda \u00e9 cedo. Dezenas de empresas j\u00e1 iniciaram projetos pilotos e produ\u00e7\u00e3o em pequena escala. Mas produzir biocombust\u00edveis de algas em quantidade significa encontrar fontes garantidas de \u00e1gua e nutrientes a pre\u00e7o acess\u00edvel, controlar os agentes patog\u00eanicos capazes de reduzir a produ\u00e7\u00e3o e desenvolver e cultivar as cepas de algas mais produtivas. <\/p>\n<p><b>Autor: The Wall Street Journal<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 um objetivo muito dif\u00edcil: nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas o mundo ter\u00e1 que se libertar da sua depend\u00eancia dos combust\u00edveis f\u00f3sseis e reduzir bem os gases de efeito estufa. As tecnologias atuais s\u00f3 podem nos levar at\u00e9 certo ponto; s\u00e3o necess\u00e1rios avan\u00e7os revolucion\u00e1rios. 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