{"id":16793,"date":"2009-10-08T22:24:41","date_gmt":"2009-10-08T22:24:41","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=16793"},"modified":"2009-10-08T13:51:34","modified_gmt":"2009-10-08T13:51:34","slug":"laboratorio-brasileiro-vai-estudar-vida-fora-da-terra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/10\/08\/laboratorio-brasileiro-vai-estudar-vida-fora-da-terra\/","title":{"rendered":"Laborat\u00f3rio brasileiro vai estudar vida fora da Terra"},"content":{"rendered":"<p>O primeiro laborat\u00f3rio de astrobiologia no Brasil ser\u00e1 inaugurado no in\u00edcio de 2010, vinculado ao Instituto de Astronomia, Geof\u00edsica e Ci\u00eancias Atmosf\u00e9ricas (IAG) da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP). As instala\u00e7\u00f5es ficar\u00e3o no Observat\u00f3rio Abrah\u00e3o de Moraes, em Valinhos (SP). <\/p>\n<p>Astrobiologia \u00e9 o estudo da origem, da evolu\u00e7\u00e3o, da distribui\u00e7\u00e3o e do desenvolvimento da vida no Universo. Esse campo de pesquisas inclui a busca por locais habit\u00e1veis no Sistema Solar e em outros planetas e luas, conhecidos como exoplanetas e exoluas. <\/p>\n<p>\u00c9 por isto que a astrobiologia \u00e9 tamb\u00e9m conhecida como exobiologia. Outra denomina\u00e7\u00e3o comum \u00e9 bioastronomia. O campo \u00e9 multidisciplinar e envolve contribui\u00e7\u00f5es da astronomia, biologia molecular, qu\u00edmica, meteorologia, geof\u00edsica e geologia. <\/p>\n<p><strong>Simula\u00e7\u00e3o de ambientes espaciais<\/strong> <\/p>\n<p>A maior novidade do projeto brasileiro ser\u00e1 a instala\u00e7\u00e3o da primeira c\u00e2mara de simula\u00e7\u00e3o de ambientes espaciais do hemisf\u00e9rio Sul, que j\u00e1 est\u00e1 sendo constru\u00edda no local. <\/p>\n<p>O equipamento, que reproduz condi\u00e7\u00f5es e ambientes extraterrestres, dever\u00e1 entrar em funcionamento no segundo semestre de 2010. &#8220;Com a c\u00e2mara, conseguiremos simular par\u00e2metros de ambientes fora da Terra, como as condi\u00e7\u00f5es do espa\u00e7o ou de outros planetas&#8221;, afirma Douglas Galante, coordenador do projeto. <\/p>\n<p>&#8220;Se precisamos entender como um organismo vivo sobreviveria em Marte, por exemplo, \u00e9 poss\u00edvel recriar as caracter\u00edsticas marcianas, controlando vari\u00e1veis como temperatura, composi\u00e7\u00e3o gasosa, press\u00e3o atmosf\u00e9rica e radia\u00e7\u00e3o ultravioleta, de modo que as amostras inseridas dentro da c\u00e2mara s\u00e3o acompanhadas por detectores&#8221;, explicou o pesquisador do Departamento de Astronomia do IAG. <\/p>\n<p><strong>Vida fora da Terra<\/strong> <\/p>\n<p>O objetivo \u00e9 que o laborat\u00f3rio seja usado pela comunidade cient\u00edfica nacional e internacional em pesquisas te\u00f3rico-experimentais, contribuindo para o avan\u00e7o do conhecimento em quest\u00f5es diversas da astrobiologia. <\/p>\n<p>Entre elas est\u00e3o a possibilidade de existir vida fora da Terra, a origem da vida no planeta e o futuro da vida na Terra e em outros corpos celestes. &#8220;A \u00fanica certeza que temos hoje \u00e9 que existe vida na Terra, ainda que n\u00e3o saibamos de que forma ela surgiu. Sabemos tamb\u00e9m que talvez tenha existido vida em Marte no passado, quando l\u00e1 havia \u00e1gua mais abundante&#8221;, disse Galante. <\/p>\n<p>&#8220;V\u00e1rias sondas trabalham naquele planeta para tentar identificar esses ind\u00edcios de vida. Isso mostra que estamos apenas engatinhando no entendimento de como a vida surge, evolui e algum dia pode se extinguir, na Terra e fora dela&#8221;, afirmou. <\/p>\n<p><strong>Extremos da vida<\/strong> <\/p>\n<p>Na c\u00e2mara de simula\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria ser\u00e3o realizados, em um primeiro momento, experimentos com os extrem\u00f3filos, microrganismos que servem de modelo para diversas pesquisas por serem capazes de sobreviver em condi\u00e7\u00f5es ambientais extremas, como a aus\u00eancia de luz solar ou n\u00edveis muito altos ou baixos de press\u00e3o, temperatura, \u00e1gua e oxig\u00eanio. <\/p>\n<p>&#8220;Os extrem\u00f3filos vivem em alta press\u00e3o no fundo dos mares, em ambientes extremamente frios e tamb\u00e9m em locais muito quentes, como em fontes geotermais, al\u00e9m de ambientes com alta radia\u00e7\u00e3o. Se esperamos encontrar vida em Marte, muito provavelmente ela ser\u00e1 bem-parecida com a desses microrganismos&#8221;, diz Galante. <\/p>\n<p>Os pesquisadores do IAG mant\u00eam amostras de extrem\u00f3filos em laborat\u00f3rio e atualmente j\u00e1 estudam esses microrganismos em equipamentos de simula\u00e7\u00e3o do Laborat\u00f3rio Nacional de Luz S\u00edncrotron (LNLS), em Campinas (SP). <\/p>\n<p><strong>Outras formas de vida<\/strong> <\/p>\n<p>&#8220;Com a c\u00e2mara de simula\u00e7\u00e3o de ambientes espaciais queremos pegar tamb\u00e9m amostras ambientais aqui da Terra e test\u00e1-las para ver se encontramos novos organismos resistentes semelhantes aos extrem\u00f3filos&#8221;, aponta Galante. Para isso, a partir do in\u00edcio de 2010, os pesquisadores estudar\u00e3o amostras da Ant\u00e1rtica e do deserto do Atacama, no Chile, para tentar descobrir novos organismos que tamb\u00e9m possam existir em outros planetas. <\/p>\n<p>&#8220;Al\u00e9m da simula\u00e7\u00e3o de ambientes extraterrestres, a c\u00e2mara tamb\u00e9m poder\u00e1 ser usada em estudos tecnol\u00f3gicos e aplicados, como na \u00e1rea de ci\u00eancia dos materiais, visando ao desenvolvimento de equipamentos que podem ser usados no espa\u00e7o por sat\u00e9lites&#8221;, afirmou. <\/p>\n<p><strong>Planetas parecidos com a Terra <br \/>\n<\/strong><br \/>\nAl\u00e9m das sondas espaciais e dos rob\u00f4s que j\u00e1 est\u00e3o procurando por formas de vida em Marte e na Lua, a procura por planetas semelhantes \u00e0 Terra fora do Sistema Solar constitui um elemento-chave nos esfor\u00e7os da astrobiologia. <\/p>\n<p>Desde a descoberta do primeiro planeta extrassolar, feita pelo astr\u00f4nomo su\u00ed\u00e7o Michel Mayor, em 1995, no Observat\u00f3rio de Haut Provence, na Fran\u00e7a, j\u00e1 foram encontrados mais de 300 outros. No entanto, devido \u00e0s limita\u00e7\u00f5es dos m\u00e9todos atuais de detec\u00e7\u00e3o desses corpos &#8211; medi\u00e7\u00e3o da velocidade radial da estrela \u00e0 qual est\u00e3o ligados -, a maioria deles tem sido do tamanho ou maior do que J\u00fapiter, maior planeta do Sistema Solar. Ou seja, os planetas encontrados s\u00e3o muito maiores do que a Terra. <\/p>\n<p>&#8220;Parece que a tecnologia est\u00e1 chegando a um ponto cr\u00edtico. Mas acredito que em dois anos seremos capazes de encontrar o primeiro planeta de massa equivalente \u00e0 da Terra ainda usando o m\u00e9todo tradicional de mensura\u00e7\u00e3o de velocidade radial&#8221;, disse Mayor, professor do Departamento de Astronomia da Universidade de Genebra. <\/p>\n<p>&#8220;Est\u00e1 se tornando cada vez mais claro que planetas com massa inferior \u00e0 de J\u00fapiter s\u00e3o comuns no Universo&#8221;, afirmou o astr\u00f4nomo que, depois de descobrir o primeiro planeta fora do Sistema Solar &#8211; na \u00f3rbita da estrela 51 Pegasi (a 47,9 anos-luz da Terra) -, j\u00e1 detectou mais de 150 orbitando outras estrelas, muitos compondo sistemas multiplanet\u00e1rios. <\/p>\n<p><strong>T\u00e9cnicas indiretas<\/strong> <\/p>\n<p>No m\u00e9todo da medi\u00e7\u00e3o da velocidade radial de estrelas, detecta-se a exist\u00eancia de um planeta ao se observar uma altera\u00e7\u00e3o no ritmo dessa acelera\u00e7\u00e3o. Na maioria dos casos, n\u00e3o se pode ver o planeta. Sua exist\u00eancia \u00e9 deduzida de acordo com a diminui\u00e7\u00e3o ou aumento na velocidade estelar. <\/p>\n<p>Assim, quanto maior for a velocidade da estrela, maior o planeta. A din\u00e2mica \u00e9 explicada por Augusto Damineli, professor do Instituto Astron\u00f4mico e Geof\u00edsico da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP). <\/p>\n<p>&#8220;A estrela obriga o planeta a girar em torno dela. O planeta, por sua vez, pela Terceira Lei de Newton, o princ\u00edpio da a\u00e7\u00e3o e rea\u00e7\u00e3o, reage e obriga a estrela a se mover tamb\u00e9m. Os dois orbitam em torno de um ponto comum, e quanto maior a massa do planeta, maior a velocidade da estrela. Assim, indiretamente se deduz a exist\u00eancia do planeta&#8221;, explicou. <\/p>\n<p>Segundo ele, a dificuldade de se achar um planeta do tamanho da Terra com esse m\u00e9todo \u00e9 que ele produz uma pequena rea\u00e7\u00e3o na estrela, tornando dif\u00edcil a mensura\u00e7\u00e3o de sua velocidade. Uma gama de planetas foi detectada usando esse m\u00e9todo, mas as expectativas para o futuro s\u00e3o grandes. <\/p>\n<p>O m\u00e9todo de detec\u00e7\u00e3o pela t\u00e9cnica do tr\u00e2nsito &#8211; tamb\u00e9m chamado de m\u00e9todo de oculta\u00e7\u00e3o &#8211; poder\u00e1 vir a ser mais preciso na busca por planetas menores. Quando o planeta se encontra na conjun\u00e7\u00e3o inferior e passa na frente do Sol, visto da Terra, diz-se que est\u00e1 em tr\u00e2nsito. <\/p>\n<p>Por isso, a abordagem do m\u00e9todo de oculta\u00e7\u00e3o \u00e9 simples: &#8220;Quando o planeta est\u00e1 em tr\u00e2nsito e passa na frente da estrela na qual orbita, esta d\u00e1 uma &#039;apagadinha&#039; e ele pode ser, ent\u00e3o, detectado&#8221;, disse Damineli no m\u00eas passado, durante a 27\u00aa Assembleia da Uni\u00e3o Astron\u00f4mica Internacional (UAI), no Rio de Janeiro. <\/p>\n<p><strong>Zona habit\u00e1vel<\/strong> <\/p>\n<p>As expectativas s\u00e3o grandes em torno de dois projetos atuais de ca\u00e7a a planetas, ambos usando o m\u00e9todo do tr\u00e2nsito: a miss\u00e3o euro-brasileira Corot e a miss\u00e3o norte-americana Kepler &#8211; veja Telesc\u00f3pio espacial Kepler vai come\u00e7ar busca por outras Terras. <\/p>\n<p>Apesar das dificuldades tecnol\u00f3gicas, este ano um planeta duas vezes maior que a Terra foi descoberto na \u00f3rbita de uma das estrelas mais pr\u00f3ximas \u00e0 Terra &#8211; a Gliese 581, distante 20,5 anos-luz &#8211; por meio do espectr\u00f3grafo Harps, um dos maiores ca\u00e7adores de planetas extrassolares, instalado no telesc\u00f3pio de 3,6 metros do European Southern Observatory (ESO), no deserto de Atacama, em La Silla, no Chile. <\/p>\n<p>O planeta tamb\u00e9m se localiza no que os astr\u00f4nomos chamam de &#8220;zona habit\u00e1vel&#8221;, onde, supostamente, pode existir \u00e1gua oce\u00e2nica. Baseando-se em uma proje\u00e7\u00e3o da temperatura \u00e0 superf\u00edcie, astr\u00f4nomos apontam que esse poder\u00e1 ser o primeiro planeta extrassolar semelhante \u00e0 Terra. <\/p>\n<p><strong>Tra\u00e7os de vida<\/strong> <\/p>\n<p>Ali\u00e1s, investigar a possibilidade de exist\u00eancia de vida nesses planetas &#8211; e procurar pelos chamados &#8220;biotra\u00e7os&#8221; (tra\u00e7os de vida) &#8211; \u00e9 o pr\u00f3ximo passo, de acordo com o astr\u00f4nomo alem\u00e3o Claus Madsen, do ESO. &#8220;A nova gera\u00e7\u00e3o de telesc\u00f3pios ser\u00e1 capaz de ver os planetas extrassolares com mais precis\u00e3o&#8221;, afirmou. <\/p>\n<p>Um exemplo \u00e9 o Extremely Large Telescope (ELT), que dever\u00e1 ser conclu\u00eddo pelo ESO em 2017. Ele poder\u00e1, segundo Madsen, detectar a luz de planetas extrassolares muito pequenos e observar caracter\u00edsticas biol\u00f3gicas, tais como a exist\u00eancia de oxig\u00eanio. <\/p>\n<p>Sobre a exist\u00eancia de \u00e1gua, Madsen \u00e9 enf\u00e1tico. &#8220;Existe hidrog\u00eanio em todo o Universo e com a exist\u00eancia de oxig\u00eanio em um determinado planeta h\u00e1 a possibilidade de existir \u00e1gua, j\u00e1 que esta \u00e9 composta por esses dois elementos. Resta saber em que forma vamos encontrar essa \u00e1gua. A exist\u00eancia de \u00e1gua em sua forma l\u00edquida vai depender da temperatura da superf\u00edcie da estrela e a dist\u00e2ncia entre esta e o planeta&#8221;, disse <\/p>\n<p><b>Autor: Inova\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O primeiro laborat\u00f3rio de astrobiologia no Brasil ser\u00e1 inaugurado no in\u00edcio de 2010, vinculado ao Instituto de Astronomia, Geof\u00edsica e Ci\u00eancias Atmosf\u00e9ricas (IAG) da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP). As instala\u00e7\u00f5es ficar\u00e3o no Observat\u00f3rio Abrah\u00e3o de Moraes, em Valinhos (SP). 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