{"id":16780,"date":"2009-10-07T22:24:28","date_gmt":"2009-10-07T22:24:28","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=16780"},"modified":"2009-10-07T13:23:23","modified_gmt":"2009-10-07T13:23:23","slug":"setor-petrolifero-exige-profissionais-bem-habilitados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/10\/07\/setor-petrolifero-exige-profissionais-bem-habilitados\/","title":{"rendered":"Setor petrol\u00edfero exige profissionais bem habilitados"},"content":{"rendered":"<p>Ge\u00f3logos, engenheiros, geof\u00edsicos, qu\u00edmicos, tecn\u00f3logos: s\u00e3o in\u00fameras as profiss\u00f5es ligadas ao petr\u00f3leo. Afinal, o recurso natural n\u00e3o renov\u00e1vel \u00e9, hoje, a principal fonte de energia do mundo e, at\u00e9 que sejam descobertos e aperfei\u00e7oados meios alternativos de energia, todos os pa\u00edses continuar\u00e3o dependendo dele. &#8220;As perspectivas s\u00e3o extremamente promissoras para os profissionais ligados ao petr\u00f3leo, porque s\u00e3o campos de trabalho estrat\u00e9gicos para a civiliza\u00e7\u00e3o moderna. Basicamente, quase todas as atividades da vida cotidiana possuem rela\u00e7\u00e3o de depend\u00eancia ou vincula\u00e7\u00e3o com o petr\u00f3leo e continuar\u00e3o mantendo esse v\u00ednculo at\u00e9 encontrarmos e desenvolvermos estrat\u00e9gias de substitui\u00e7\u00e3o. E esse n\u00e3o \u00e9 um processo trivial&#8221;, relata o professor Geraldo Ferreira, coordenador do curso de Engenharia de Petr\u00f3leo, da UFF (Universidade Federal Fluminense). <\/p>\n<p>O professor adjunto da UFF Fernando Cunha Peixoto explica, em linhas gerais, que os ge\u00f3logos e geof\u00edsicos ajudam a mapear as \u00e1reas promissoras, no que se refere \u00e0 localiza\u00e7\u00e3o, profundidade, extens\u00e3o e at\u00e9 qualidade do reservat\u00f3rio. J\u00e1 os engenheiros de petr\u00f3leo definem, por exemplo, como e onde perfurar o po\u00e7o e qual a trajet\u00f3ria para atingir os objetivos de maneira mais eficiente; ajudam a prever como o reservat\u00f3rio responder\u00e1 \u00e0 produ\u00e7\u00e3o, em termos de vaz\u00f5es e press\u00f5es, e definem como ajudar que os flu\u00eddos cheguem at\u00e9 a superf\u00edcie. Os engenheiros mec\u00e2nicos e qu\u00edmicos, por sua vez, auxiliam na defini\u00e7\u00e3o de como esses flu\u00eddos devem ser transportados e armazenados; os qu\u00edmicos trabalham, ainda, no projeto e opera\u00e7\u00e3o das refinarias que produzir\u00e3o combust\u00edveis, derivados e insumos para a ind\u00fastria petroqu\u00edmica, al\u00e9m de atuar nela, gerando os produtos petroqu\u00edmicos. <\/p>\n<p>Para exercer essas \u00e1reas ligadas ao petr\u00f3leo, s\u00e3o necess\u00e1rios dois tipos de forma\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, como explica Alexandre Leiras Gomes, Coordenador do Curso Engenharia de Petr\u00f3leo da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). &#8220;Existem dois tipos de forma\u00e7\u00e3o b\u00e1sica: a de n\u00edvel t\u00e9cnico, mais diretamente ligado aos sistemas de produ\u00e7\u00e3o e aos laborat\u00f3rios de an\u00e1lises; e a de n\u00edvel superior, gradua\u00e7\u00e3o tradicional (bacharelado) em geologia, qu\u00edmica, engenharia de petr\u00f3leo e engenharia qu\u00edmica. Tamb\u00e9m encontram coloca\u00e7\u00e3o no mercado, diversos profissionais com as mais variadas forma\u00e7\u00f5es, mas que se especializaram com cursos de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o voltados para este setor&#8221;. <\/p>\n<p>Entretanto, a forma\u00e7\u00e3o mais ampla \u00e9 extremamente valorizada. Ricardo Cabral de Azevedo, docente do Departamento de Engenharia de Minas e Petr\u00f3leo da Escola Polit\u00e9cnica da USP (Universidade de S\u00e3o Paulo), explica que \u00e9 importante que esse profissional conhe\u00e7a um pouco de tudo. &#8220;Apesar de haver especialidades, hoje em dia \u00e9 muito valorizada uma forma\u00e7\u00e3o mais ampla. N\u00e3o posso falar pelas outras profiss\u00f5es, mas sei que, em n\u00edvel superior, se destacam a engenharia naval (quase todo o nosso petr\u00f3leo vem do mar), a geologia e a geof\u00edsica. Os tecn\u00f3logos ainda t\u00eam tido um pouco de dificuldade em encontrar aceita\u00e7\u00e3o nesse mercado. E, em n\u00edvel t\u00e9cnico, uma das \u00e1reas mais procuradas \u00e9 a de soldagem (importante na constru\u00e7\u00e3o dos muitos equipamentos utilizados na explora\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo)&#8221;. <\/p>\n<p>Reconhecido no Brasil pela Confea (Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia), em 1973, o curso de engenharia do petr\u00f3leo \u00e9, segundo o professor Alexandre, a \u00e1rea da engenharia que se preocupa com o desenvolvimento das acumula\u00e7\u00f5es de \u00f3leo e g\u00e1s (descobertas durante a fase de explora\u00e7\u00e3o de um campo petrol\u00edfero), e com atividades que v\u00e3o desde a perfura\u00e7\u00e3o de po\u00e7os at\u00e9 o processamento prim\u00e1rio do petr\u00f3leo. Nele, os estudantes ir\u00e3o encontrar conte\u00fados como geoengenharia de reservat\u00f3rios, engenharia de po\u00e7o, processos e sistemas de produ\u00e7\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o no mar. <\/p>\n<p>Sobre o local de atua\u00e7\u00e3o, o mercado fluminense ainda \u00e9 o maior para os profissionais ligados ao setor petrol\u00edfero trabalharem, j\u00e1 que o Rio de Janeiro concentra 70% da produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo do pa\u00eds. Mas h\u00e1 muitas regi\u00f5es produtoras no Brasil, como Bahia, Esp\u00edrito Santo, Paran\u00e1, Santa Catarina e S\u00e3o Paulo , que com a nova descoberta do pr\u00e9-sal, pode tornar-se o mercado predominante. <\/p>\n<p>No entanto, n\u00e3o \u00e9 qualquer pessoa que pode ser um engenheiro de petr\u00f3leo. Para exercer a fun\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio ingl\u00eas fluente e a capacidade de lidar com grandes press\u00f5es, como explica o professor Ricardo Cabral de Azevedo. &#8220;Esse profissional precisa falar ingl\u00eas bem, j\u00e1 que a \u00e1rea \u00e9 muito internacionalizada e existe o contato com profissionais, equipes e empresas de diversas partes do mundo, trabalhando em conjunto. Al\u00e9m disso, ele precisa lidar com grandes responsabilidades, relativas \u00e0 seguran\u00e7a das opera\u00e7\u00f5es, \u00e0s altas quantias envolvidas (\u00e9 uma das ind\u00fastrias mais caras do mundo) e \u00e0s altas incertezas, j\u00e1 que \u00e9 uma das ind\u00fastrias mais imprevis\u00edveis do mundo (com risco alto de n\u00e3o encontrar \u00f3leo em um novo po\u00e7o, ou dele n\u00e3o produzir como se esperava, etc.)&#8221;. <\/p>\n<p>Exig\u00eancias como essas tornam a \u00e1rea muito restrita quando a quest\u00e3o \u00e9 profissionais qualificados. Segundo o professor da USP, a gradua\u00e7\u00e3o em engenharia de petr\u00f3leo ainda \u00e9 nova no Brasil, forma poucos profissionais por ano, e a ind\u00fastria tem crescido muito, aumentando a dificuldade de encontrar bons profissionais, o que faz com que essa \u00e1rea da engenharia pague os maiores sal\u00e1rios do mercado. Em contrapartida, Geraldo Ferreira lembra que os diversos governos brasileiros v\u00eam tomando atitudes para mudar esse cen\u00e1rio. &#8220;As op\u00e7\u00f5es tomadas na hist\u00f3ria recente do pa\u00eds para alcan\u00e7ar a autossufici\u00eancia na produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo, envolvendo o aumento em investimento em estudos e pesquisas, promoveram aquecimento substantivo do mercado para profissionais relacionados \u00e0 ind\u00fastria do petr\u00f3leo. Com a confirma\u00e7\u00e3o das novas reservas e g\u00e1s nas camadas do pr\u00e9-sal, haver\u00e1 incremento significativo na demanda por profissionais com forma\u00e7\u00e3o nessa \u00e1rea e que atuem na cadeia produtiva do petr\u00f3leo&#8221;. <\/p>\n<p>Sobre a proximidade ou n\u00e3o do fim do petr\u00f3leo, os especialistas afirmam que isso n\u00e3o dever\u00e1 atingir os profissionais ligados ao setor, j\u00e1 que \u00e9 cada vez mais real o uso de fontes alternativas de energia, como explica o professor Fernando. &#8220;A consolida\u00e7\u00e3o e amadurecimento dos empregos das fontes alternativas de energia diminuem a demanda por petr\u00f3leo para este fim, o qual deve passar a ser, cada vez mais, destinado \u00e0 petroqu\u00edmica. Este fator, analogamente, alarga os horizontes de disponibilidade do petr\u00f3leo, afastando o decl\u00ednio da demanda por profissionais da \u00e1rea. Contudo, como todo profissional, esse engenheiro tem que se manter atualizado para poder atender a eventuais mudan\u00e7as de cen\u00e1rio com a mesma agilidade com que acontecerem&#8221;. Ricardo de Azevedo complementa dizendo que, no futuro, esses profissionais dever\u00e3o abranger outras \u00e1reas da energia. &#8220;Na verdade, o fim do petr\u00f3leo n\u00e3o parece t\u00e3o pr\u00f3ximo assim e muito menos deve afetar os atuais profissionais ou os que est\u00e3o entrando no mercado agora. Mas a tend\u00eancia \u00e9 que os cursos, as empresas e toda a \u00e1rea, gradualmente migrem para o conceito mais amplo de energia (engenheiro de petr\u00f3leo, por exemplo, poder\u00e1 se transformar em engenheiro de energia, enquanto que a Petrobras j\u00e1 \u00e9 considerada, hoje, uma empresa de energia, trabalhando com \u00e1lcool, biodiesel, etc.)&#8221;. <\/p>\n<p><b>Autor: Paran\u00e1 OnLine<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ge\u00f3logos, engenheiros, geof\u00edsicos, qu\u00edmicos, tecn\u00f3logos: s\u00e3o in\u00fameras as profiss\u00f5es ligadas ao petr\u00f3leo. 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