{"id":16754,"date":"2009-10-02T22:24:02","date_gmt":"2009-10-02T22:24:02","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=16754"},"modified":"2009-10-02T14:00:21","modified_gmt":"2009-10-02T14:00:21","slug":"conhecimento-interligado-em-alta-velocidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/10\/02\/conhecimento-interligado-em-alta-velocidade\/","title":{"rendered":"Conhecimento interligado em alta velocidade"},"content":{"rendered":"<p>Uma rede de fibras \u00f3pticas com capacidade de transmiss\u00e3o de 10 gigabits por segundo (Gbps) est\u00e1 \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o dos pesquisadores baseados no Estado de S\u00e3o Paulo. Essa nova infraestrutura abre novas possibilidades de estudos colaborativos para cientistas paulistas, nas mais variadas \u00e1reas do conhecimento, al\u00e9m de conect\u00e1-los virtualmente \u00e0 rede acad\u00eamica mundial. <\/p>\n<p>O f\u00edsico e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) Luis Fernandez Lopez, coordenador do Programa Tecnologia da Informa\u00e7\u00e3o no Desenvolvimento da Internet Avan\u00e7ada (Tidia) da FAPESP, explica que, no \u00e2mbito da rede acad\u00eamica do Estado de S\u00e3o Paulo, a funda\u00e7\u00e3o paulista apoia dois projetos de internet: o projeto Kyatera e a rede ANSP (Academic Network at S\u00e3o Paulo, na sigla em ingl\u00eas). <\/p>\n<p>O projeto Kyatera mant\u00e9m uma rede de fibras \u00f3pticas que conecta todos os laborat\u00f3rios de pesquisa do Estado que precisem de acesso com mais capacidade de banda \u00e0 internet e desenvolvem estudos cient\u00edficos em redes. <\/p>\n<p>\u201cO Kyatera conta com links de 1 a 10 Gbps que interligam todos os laborat\u00f3rios com capacidade para desenvolver pesquisas cient\u00edficas de alto n\u00edvel, especialmente em fot\u00f4nica e aplica\u00e7\u00f5es em redes\u201d, disse Lopez, que tamb\u00e9m \u00e9 professor do Center for Internet Augmented Research and Assessment (Ciara) da Florida International University, nos Estados Unidos, \u00e0 Ag\u00eancia FAPESP. <\/p>\n<p>\u201cOs links do projeto Kyatera tamb\u00e9m s\u00e3o utilizados por outros projetos apoiados pela FAPESP para a transfer\u00eancia dos mais diversos tipos de arquivos\u201d, explica. <\/p>\n<p>A elevada capacidade de banda, prossegue o pesquisador, \u00e9 importante em casos que envolvam a troca de arquivos muito pesados, como imagens em alta resolu\u00e7\u00e3o, em programas como o Coopera\u00e7\u00e3o Interinstitucional de Apoio a Pesquisas sobre o C\u00e9rebro (CInAPCe) e o Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas Globais. <\/p>\n<p>Na 10\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Festival Internacional de Linguagem Eletr\u00f4nica (File), que ocorreu no m\u00eas de julho, em S\u00e3o Paulo, foi realizada uma transmiss\u00e3o que serviu como teste pr\u00e1tico definitivo do novo link que funciona nas redes de fibras \u00f3pticas do KyaTera com taxas de at\u00e9 10 Gbps. <\/p>\n<p>Na ocasi\u00e3o foi transmitido de S\u00e3o Paulo para San Diego e T\u00f3quio um filme digital em alta defini\u00e7\u00e3o, com streaming de v\u00eddeo de 3,5 Gbps cont\u00ednuo, por mais de uma hora. No dia seguinte foi realizada ainda uma videoconfer\u00eancia de tr\u00eas pontos em full HD (alta defini\u00e7\u00e3o) entre as tr\u00eas cidades. <\/p>\n<p>\u201cTrata-se de uma infraestrutura valiosa que a FAPESP disponibiliza para a comunidade acad\u00eamica do Estado e que vem sendo cada vez mais utilizada por projetos de pesquisa, principalmente nas \u00e1reas de f\u00edsica de part\u00edculas de alta energia, fot\u00f4nica, engenharia de redes, clima, telemedicina e neurologia\u201d, disse. <\/p>\n<p>\u201c\u00c9 importante destacar que pesquisadores de outras \u00e1reas do conhecimento, al\u00e9m dos f\u00edsicos e astr\u00f4nomos, tamb\u00e9m podem utilizar essa infraestrutura corriqueiramente\u201d, aponta Lopez. <\/p>\n<p><strong>Rede ANSP<\/strong> <\/p>\n<p>O outro projeto financiado pela FAPESP \u00e9 a rede ANSP (Academic Network at S\u00e3o Paulo, na sigla em ingl\u00eas), que faz o provimento do acesso da comunidade acad\u00eamica do Estado \u00e0 internet comercial e \u00e0 internet acad\u00eamica nacional e internacional, sendo que as universidades se conectam \u00e0 ANSP por meio de conex\u00f5es pr\u00f3prias para receber seus servi\u00e7os. <\/p>\n<p>Segundo Lopez, dentro do Estado de S\u00e3o Paulo, a rede ANSP interconecta hoje praticamente todas as universidades que desenvolvem algum tipo de pesquisa cient\u00edfica e tecnol\u00f3gica. <\/p>\n<p>\u201cAs conex\u00f5es pertencem \u00e0s universidades e, portanto, variam muito em capacidade. Mas, em geral, v\u00e3o de 10 megabits por segundo (Mbps) para algumas institui\u00e7\u00f5es privadas menores a 1 Gbps para as institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas estaduais. Essas conex\u00f5es s\u00e3o usadas principalmente para acesso \u00e0 internet comercial\u201d, explicou. <\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s conex\u00f5es entre S\u00e3o Paulo e os demais Estados brasileiros, a rede ANSP mant\u00e9m um acordo para a troca de tr\u00e1fego com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) para a internet acad\u00eamica, cujo tr\u00e1fego tamb\u00e9m \u00e9 de 10 Gbps. <\/p>\n<p>\u201cCom isso, as universidades paulistas est\u00e3o conectadas virtualmente a todas as universidades p\u00fablicas e privadas que fazem algum tipo de pesquisa cient\u00edfica e tecnol\u00f3gica no pa\u00eds\u201d, aponta Lopez. <\/p>\n<p><strong>Dados do LHC<\/strong> <\/p>\n<p>Na Am\u00e9rica Latina, que tem baixa conectividade entre seus pa\u00edses e com o resto do mundo, atualmente os pesquisadores paulistas contam com um link de 155 Mbps que interliga S\u00e3o Paulo a Santiago do Chile para atender aos estudos com os telesc\u00f3pios Gemini e Soar (Southern Observatory for Astrophysical Research, na sigla em ingl\u00eas), este \u00faltimo com apoio da FAPESP, ambos situados no norte do Chile. <\/p>\n<p>\u201cEsse link \u00e9 utilizado para a transfer\u00eancia de arquivos e a realiza\u00e7\u00e3o de algumas tarefas por controle remoto, mas a banda ainda \u00e9 muito estreita para que possam ser dados passos importantes na dire\u00e7\u00e3o do controle remoto de todas as atividades dos telesc\u00f3pios. Por isso, atualmente h\u00e1 grandes esfor\u00e7os para a amplia\u00e7\u00e3o do link de 155 Mbps entre S\u00e3o Paulo e Santiago para 1,2 Gbps\u201d, indicou Lopez. <\/p>\n<p>A conex\u00e3o do Estado de S\u00e3o Paulo com Miami, nos Estados Unidos, ocorre por meio de um ponto de troca de tr\u00e1fego acad\u00eamico localizado na capital paulista, nomeado de Southern Light, e o novo link de 10 Gbps no cabo submarino da empresa Latin American Nautilus. <\/p>\n<p>\u201cDeve-se destacar que o Southern Light \u00e9 um dos dois \u00fanicos pontos de troca de tr\u00e1fego de pesquisa no hemisf\u00e9rio Sul. O outro \u00e9 conhecido como Southern Cross e se localiza na Austr\u00e1lia\u201d, explicou o coordenador do Tidia. <\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a expectativa \u00e9 que a RNP adquira tamb\u00e9m outro link de 10 Gbps, para que o Southern Light passe a operar com capacidade total de 20 Gbps a partir do in\u00edcio de 2010. \u201cCom a coopera\u00e7\u00e3o entre ANSP e RNP, os pesquisadores brasileiros poder\u00e3o contar com uma banda de acesso \u00e0s redes acad\u00eamicas internacionais do mesmo n\u00edvel das americanas e europeias\u201d, destacou. <\/p>\n<p>Segundo Lopez, com uma banda de 20 Gbps ser\u00e1 poss\u00edvel participar de qualquer projeto internacional, como no processamento de dados a ser gerado pelo Large Hadron Collider (LHC), o maior acelerador de part\u00edculas do mundo, sem que seja necess\u00e1rio se preocupar com a banda dispon\u00edvel. <\/p>\n<p>\u201cO link de 10 Gbps que j\u00e1 est\u00e1 funcionando, no entanto, \u00e9 importante porque oferece a capacidade necess\u00e1ria para todas as experi\u00eancias e projetos que a comunidade cient\u00edfica do Estado de S\u00e3o Paulo necessita neste momento\u201d, explica Lopez. <\/p>\n<p>Em abril, a FAPESP enviou \u00e0 Organiza\u00e7\u00e3o Europeia para a Pesquisa Nuclear (Cern), que controla o LHC, um memorando de entendimento para formalizar a participa\u00e7\u00e3o de pesquisadores paulistas no Worldwide LHC Computing Grid (WLCG), uma colabora\u00e7\u00e3o global que re\u00fane mais de 140 centros de computa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica em 35 pa\u00edses. <\/p>\n<p>O objetivo do WLCG \u00e9 fornecer e manter a infraestrutura de an\u00e1lise e armazenamento de dados de toda a comunidade de f\u00edsica de altas energias que participa dos experimentos do LHC. O acordo entre FAPESP e Cern tamb\u00e9m envolve a Universidade Estadual Paulista (Unesp) por meio do Programa de Integra\u00e7\u00e3o da Capacidade Computacional da Unesp, mais conhecido como GridUnesp, que foi lan\u00e7ado no dia 25 de setembro, em S\u00e3o Paulo. <\/p>\n<p>Trata-se de um conjunto de clusters (aglomerados de computadores interconectados) formado por, al\u00e9m do n\u00facleo principal instalado na capital paulista, estruturas paralelas em outros seis diferentes campi, nas cidades de Araraquara, Bauru, Botucatu, Ilha Solteira, Rio Claro e S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto. A conex\u00e3o do GridUnesp entre os clusters no interior de S\u00e3o Paulo ocorre por meio da rede KyaTera. <\/p>\n<p><strong>Rede aberta a pesquisadores<\/strong> <\/p>\n<p>A ANSP, por meio do Southern Light, tamb\u00e9m \u00e9 membro do Global Lambda Integrated Facility (GLIF), que re\u00fane redes acad\u00eamicas com conex\u00f5es de 10 Gbps, permitindo o acesso dos pesquisadores paulistas a todas as demais redes desse tipo no mundo para experimentos cient\u00edficos e tecnol\u00f3gicos compartilhados. <\/p>\n<p>A ANSP mant\u00e9m ainda acordos de troca de tr\u00e1fego com diversas outras redes de institutos de pesquisa dos Estados Unidos e de pa\u00edses da Europa, \u00c1sia e Oceania, al\u00e9m de acordos especiais com tr\u00eas outras redes que s\u00e3o consideradas \u201cirm\u00e3s\u201d da ANSP e do Kyatera. <\/p>\n<p>S\u00e3o elas a Florida Lambda Rail, a Cenic (Corporation for Education Network Initiatives in California, na sigla em ingl\u00eas) e a C Wave. Esta \u00faltima foi utilizada para fazer o percurso de Miami a Los Angeles pelo projeto KyaTera na primeira transmiss\u00e3o de cinema em superalta defini\u00e7\u00e3o da Am\u00e9rica Latina para os Estados Unidos e Jap\u00e3o, realizada em 30 de julho na capital paulista. <\/p>\n<p>Os recursos da rede ANSP s\u00e3o utilizados automaticamente sempre que uma rede de computadores \u00e9 usada nas universidades do Estado de S\u00e3o Paulo. Para utilizar ou fazer parte da rede Kyatera, o pesquisador deve entrar em contato com o coordenador do projeto, professor Hugo Fragnito, do Instituto de F\u00edsica Gleb Wataghin da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).<\/p>\n<p><b>Autor: Ag\u00eancia FAPESP<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma rede de fibras \u00f3pticas com capacidade de transmiss\u00e3o de 10 gigabits por segundo (Gbps) est\u00e1 \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o dos pesquisadores baseados no Estado de S\u00e3o Paulo. 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