{"id":16633,"date":"2009-09-17T22:22:20","date_gmt":"2009-09-17T22:22:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=16633"},"modified":"2009-09-17T15:41:07","modified_gmt":"2009-09-17T15:41:07","slug":"equipe-de-primeira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/09\/17\/equipe-de-primeira\/","title":{"rendered":"Equipe de primeira"},"content":{"rendered":"<p>Os 144 pesquisadores de 29 institui\u00e7\u00f5es ligados ao Instituto Nacional de Ci\u00eancia e Tecnologia em Astrof\u00edsica (INCT-A) atingiram, nos primeiros oito meses de 2009, a marca de 100 artigos publicados em revistas internacionais de alto impacto. <\/p>\n<p>De acordo com Jo\u00e3o Steiner, coordenador do INCT de Astrof\u00edsica \u2013 que \u00e9 financiado pela FAPESP e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq) \u2013, ao aglutinar cientistas com tamanha capacidade produtiva, o instituto criado em janeiro j\u00e1 d\u00e1 o primeiro passo para cumprir sua meta: inserir a astronomia brasileira no futuro da astronomia mundial. <\/p>\n<p>\u201cEssa alta produtividade \u00e9 animadora e mostra que temos potencial para cumprir nossos objetivos. Sempre fizemos ci\u00eancia de alta qualidade, mas, falando de forma l\u00fadica, queremos agora jogar na primeira divis\u00e3o da astronomia mundial. E est\u00e1 provado que formamos um time capaz disso\u201d, disse Steiner \u00e0 Ag\u00eancia FAPESP. <\/p>\n<p>Fazer pesquisa em astronomia no mesmo n\u00edvel dos grandes centros, no entanto, n\u00e3o \u00e9 um desafio trivial, de acordo com o professor do Instituto de Astronomia, Geof\u00edsica e Ci\u00eancias Atmosf\u00e9ricas da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP). <\/p>\n<p>\u201cIsso n\u00e3o ocorre espontaneamente. Exige uma estrat\u00e9gia, que deve ser necessariamente coletiva. Esse \u00e9 o principal aspecto que diferencia o INCT de Astrof\u00edsica dos outros institutos: sua caracter\u00edstica \u00e9 uma atua\u00e7\u00e3o de car\u00e1ter estrat\u00e9gico, com a miss\u00e3o de inserir a astronomia brasileira no futuro da astronomia mundial\u201d, disse. <\/p>\n<p>Steiner salienta que os 100 artigos publicados n\u00e3o s\u00e3o exatamente fruto do instituto \u2013 caso ele n\u00e3o existisse, a produ\u00e7\u00e3o seria a mesma. Mas, segundo ele, a marca demonstra que se trata de um grupo com enorme capacidade de produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e com vis\u00e3o estrat\u00e9gica coletiva. <\/p>\n<p>\u201cAglutinar esses pesquisadores em torno do instituto \u00e9 uma maneira de potencializar ainda mais essa produ\u00e7\u00e3o, o que \u00e9 fundamental para n\u00f3s, j\u00e1 que o objetivo \u00e9 planejar o futuro\u201d, ressaltou. <\/p>\n<p>Segundo ele, os 100 artigos foram publicados em revistas indexadas e de circula\u00e7\u00e3o internacional, classificadas com bom conceito no sistema Qualis de avalia\u00e7\u00e3o da p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, da Coordena\u00e7\u00e3o de Aperfei\u00e7oamento de Pessoal de N\u00edvel Superior (Capes). <\/p>\n<p>\u201cDesse total, 84% foram publicados em revistas definidas pela Capes como sendo Qualis A e 11% em revistas Qualis B. Ou seja, s\u00e3o revistas de alt\u00edssima qualidade e impacto internacional\u201d, afirmou. <\/p>\n<p>Steiner conta que o INCT de Astrof\u00edsica se organiza em torno de cinco objetivos estrat\u00e9gicos: maximizar o retorno dos investimentos realizados; preparar a comunidade para extrair informa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica de grandes bancos de dados; implantar uma rede de observat\u00f3rios virtuais; propor novos projetos de infraestrutura cient\u00edfica; e estruturar cursos de ensino de astronomia a dist\u00e2ncia para professores de ci\u00eancias. <\/p>\n<p>\u201cO Brasil entrou nos cons\u00f3rcios internacionais dos telesc\u00f3pios Gemini e Soar, ambos localizados em Cerro Pach\u00f3n, no Chile. Esses projetos est\u00e3o come\u00e7ando a dar frutos e, por isso, um de nossos objetivos estrat\u00e9gicos \u00e9 maximizar o retorno desses investimentos \u2013 tanto do ponto de vista cient\u00edfico como de incentivo ao desenvolvimento de instrumenta\u00e7\u00e3o, forma\u00e7\u00e3o de recursos humanos e incentivo a grupos emergentes\u201d, explicou. O cons\u00f3rcio Soar conta com apoio financeiro da FAPESP. <\/p>\n<p>Quanto ao segundo objetivo, o pesquisador destaca que \u00e9 preciso instrumentalizar a comunidade cient\u00edfica brasileira para que possa lidar com as imensas quantidades geradas pelos bancos de dados atuais. \u201cEstamos entrando em uma era na qual o problema n\u00e3o \u00e9 mais produzir dados \u2013 eles est\u00e3o sendo obtidos em n\u00edveis gigantescos. O problema \u00e9 que essa quantidade \u00e9 t\u00e3o grande que temos que repensar como extra\u00ed-los e process\u00e1-los\u201d, disse. <\/p>\n<p>Forma\u00e7\u00e3o de recursos humanos <\/p>\n<p>A estrutura\u00e7\u00e3o e implanta\u00e7\u00e3o de redes de observat\u00f3rios virtuais, segundo Steiner, tamb\u00e9m \u00e9 um ponto fundamental na estrat\u00e9gia geral do instituto. \u201cEventualmente, podemos produzir ci\u00eancia de alta qualidade sem precisar de novos dados, mas apenas observando os dados existentes sob uma \u00f3tica diferente. Essas redes dar\u00e3o essa oportunidade \u00e0 comunidade cient\u00edfica.\u201d <\/p>\n<p>As caracter\u00edsticas da pesquisa na \u00e1rea de astrof\u00edsica levaram o instituto a eleger a infraestrutura tamb\u00e9m como uma \u00e1rea estrat\u00e9gica. \u201cNa nossa \u00e1rea, implantar infraestrutura para pesquisa leva, em geral, mais de uma d\u00e9cada. Por isso \u00e9 preciso pensar a longo prazo e come\u00e7ar a trabalhar agora na infraestrutura do futuro\u201d, disse Steiner. <\/p>\n<p>A prepara\u00e7\u00e3o de plataformas de ensino a dist\u00e2ncia para professores de ci\u00eancias \u00e9 outra atividade que exige tempo e dedica\u00e7\u00e3o. \u201cAl\u00e9m de preparar o material, vamos fazer um projeto piloto para que isso funcione corretamente. Nossa proposta \u00e9 eleger os professores de ci\u00eancias de primeiro e segundo graus como alvos de a\u00e7\u00f5es que tenham impacto na qualidade do ensino b\u00e1sico\u201d, disse. <\/p>\n<p>Um dos principais desafios a serem enfrentados pelo INCT de Astrof\u00edsica \u00e9 o de implantar uma cultura de desenvolvimento tecnol\u00f3gico no ambiente de pesquisa b\u00e1sico. \u201cEssa \u00e9 uma luta que leva d\u00e9cadas\u201d, apontou Steiner. <\/p>\n<p>Outro desafio fundamental ser\u00e1 o de formar e apoiar grupos emergentes, pois, segundo o coordenador, no Brasil h\u00e1 um enorme n\u00famero de universidades que n\u00e3o t\u00eam um \u00fanico professor de astronomia. <\/p>\n<p>\u201cPortanto, precisamos fazer com que exista uma diversidade institucional, uma ramifica\u00e7\u00e3o e uma difus\u00e3o s\u00f3lidas para regi\u00f5es em desenvolvimento Ser\u00e1 importante, tamb\u00e9m, fazer com que os jovens aprendam a utilizar equipamentos de classe mundial. Isso \u00e9 dif\u00edcil, porque muitas vezes os pr\u00f3prios professores n\u00e3o t\u00eam essa pr\u00e1tica\u201d, disse. <\/p>\n<p>Mais informa\u00e7\u00f5es: <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.astro.iag.usp.br\/~incta \">www.astro.iag.usp.br\/~incta <br \/>\n<\/a><\/p>\n<p><b>Autor: Ag\u00eancia FAPESP<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os 144 pesquisadores de 29 institui\u00e7\u00f5es ligados ao Instituto Nacional de Ci\u00eancia e Tecnologia em Astrof\u00edsica (INCT-A) atingiram, nos primeiros oito meses de 2009, a marca de 100 artigos publicados em revistas internacionais de alto impacto. 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