{"id":16607,"date":"2009-09-14T22:21:54","date_gmt":"2009-09-14T22:21:54","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=16607"},"modified":"2009-09-14T11:38:13","modified_gmt":"2009-09-14T11:38:13","slug":"estudo-mostra-que-ramal-da-ferroeste-ligando-pr-e-oeste-de-sc-e-viavel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/09\/14\/estudo-mostra-que-ramal-da-ferroeste-ligando-pr-e-oeste-de-sc-e-viavel\/","title":{"rendered":"Estudo mostra que ramal da Ferroeste ligando PR e Oeste de SC \u00e9 vi\u00e1vel"},"content":{"rendered":"<p>O estudo de viabilidade da 1a fase do ramal ferrovi\u00e1rio que liga a regi\u00e3o do Cantuquirigua\u00e7u, no Paran\u00e1, a Chapec\u00f3, em Santa Catarina, foi apresentado pela Ferroeste na sexta-feira, pela manh\u00e3, em primeira audi\u00eancia p\u00fablica, no munic\u00edpio de S\u00e3o Jorge do Oeste, no Sudoeste do Estado. <br \/>\nO presidente da empresa, Samuel Gomes, e t\u00e9cnicos da Lactec (Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento), contratada para executar o trabalho, detalharam o levantamento econ\u00f4mico e estat\u00edstico da produ\u00e7\u00e3o regional, confirmando a expectativas: \u201cficou evidenciada a viabilidade da ferrovia\u201d, declarou o presidente da Ferroeste. <\/p>\n<p>\u201cO estudo, nessa fase inicia\u201d, observou Gomes, \u201cpara que n\u00e3o houvesse d\u00favida sobre a viabilidade do projeto, foi feito com grande dose de conservadorismo\u201d. Segundo ele, o estudo foi feito como se durante os pr\u00f3ximos 20 anos n\u00e3o houvesse crescimento na produ\u00e7\u00e3o regional. O levantamento do Lactec tamb\u00e9m n\u00e3o considerou os planos de expans\u00e3o dos agentes econ\u00f4micos locais (cooperativas e empresas). \u201cAinda assim a ferrovia se revela vi\u00e1vel\u201d, ressalta. <\/p>\n<p>Em um cen\u00e1rio mais conservador, a taxa m\u00e1xima de retorno do investimento (TIR) \u00e9 de 11% e tempo de retorno de investimento (pay back ) de 5 anos; por outro lado, num cen\u00e1rio mais favor\u00e1vel, a TIR m\u00e1xima alcan\u00e7ar\u00e1 a cifra de 19% e tempo de retorno de 3 anos. <\/p>\n<p><strong>CARTA DE S\u00c3O JORGE DO OESTE<\/strong> <\/p>\n<p>Ao final da audi\u00eancia p\u00fablica foi elaborada a \u201cCarta de S\u00e3o Jorge do Oeste\u201d que reafirma a determina\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o \u201cperseguir o sonho de uma ferrovia\u201d que integre as economias do Paran\u00e1, Santa Catarina e Rio Grande do Sul \u201catrav\u00e9s da expans\u00e3o da Ferroeste\u201d. O documento pede a \u201cgest\u00e3o p\u00fablica, moderna e eficiente\u201d da ferrovia e afirma que a regi\u00e3o vai passar \u201ca de exigir do governo federal apoio determinado, com recursos p\u00fablicos do or\u00e7amento, do PAC e do BNDES\u201d. <\/p>\n<p>\u201cA audi\u00eancia cumpriu seu objetivo\u201d, ressaltou Samuel Gomes, \u201creuniu os setores pol\u00edtico, empresarial e universit\u00e1rio da regi\u00e3o e teve, pela primeira vez, a participa\u00e7\u00e3o do Rio Grande do Sul\u201d. O prefeito da cidade ga\u00facha de Nonoai, Jo\u00e3o Rubin, representando 45 munic\u00edpios da Amzop (Associa\u00e7\u00e3o dos Munic\u00edpios da Zona de Produ\u00e7\u00e3o), Norte do Estado, disse ap\u00f3s a reuni\u00e3o que \u201cvai mobilizar as for\u00e7as pol\u00edticas da regi\u00e3o, prefeitos e parlamentares, para levar uma audi\u00eancia p\u00fablica da Ferroeste ao Rio Grande do Sul\u201d. Segundo ele, \u00e9 de extrema import\u00e2ncia colocar o Norte do Estado \u201cno mapa da Ferroeste\u201d. <\/p>\n<p><strong>DEMANDA <br \/>\n<\/strong><br \/>\nO fluxo de gr\u00e3os entre o Mato Grosso do Sul e Santa Catarina, a exporta\u00e7\u00e3o de congelados (aves e su\u00ednos), o transporte de calc\u00e1rio da regi\u00e3o metropolitana de Curitiba e de fertilizantes do porto para as regi\u00f5es produtoras, a movimenta\u00e7\u00e3o de derivados de petr\u00f3leo, e a distribui\u00e7\u00e3o dos armaz\u00e9ns de grandes empresas, como Sa\u00edda, Perdig\u00e3o e Bunge, al\u00e9m de cooperativas, est\u00e3o dentro da \u00e1rea de influ\u00eancia da Ferroeste e do novo ramal. <\/p>\n<p>A ferrovia vai baratear os insumos da produ\u00e7\u00e3o de carnes, milho e soja nas regi\u00f5es abrangidas pelo ramal, al\u00e9m de reduzir o pre\u00e7o do calc\u00e1rio, adubos, fertilizantes e combust\u00edveis. \u201cA ferrovia reduzir\u00e1 as tarifas do transporte, vai baratear os custos dos insumos, estimular a ind\u00fastria, promover a competitividade agroindustrial e acelerar o desenvolvimento s\u00f3cio-econ\u00f4mico de v\u00e1rias regi\u00f5es do Sul do pa\u00eds\u201d, disse Samuel Gomes. <\/p>\n<p>De acordo com Gomes, a ferrovia tamb\u00e9m \u201cvai atrair a instala\u00e7\u00e3o de novas empresas, gerar empregos, e permitir maior integra\u00e7\u00e3o regional\u201d. Gomes mencionou que a fixa\u00e7\u00e3o de homem no campo e a diminui\u00e7\u00e3o de acidentes rodovi\u00e1rios s\u00e3o outras vantagens promovidas pela estrada de ferro. <\/p>\n<p>O Lactec apresentou tr\u00eas alternativas de tra\u00e7ado e mostrou com seu estudo a estrutura de armazenagem de toda a regi\u00e3o. A ferrovia de 330 quil\u00f4metros de extens\u00e3o ser\u00e1 constru\u00edda base nos modernos padr\u00f5es da Ferroeste com rampas de 1,5% no sentido da importa\u00e7\u00e3o e 1,8% no sentido da exporta\u00e7\u00e3o, raios de 312 metros e velocidade de 60 Km por hora. O estudo tomou como refer\u00eancia o custo do quil\u00f4metro da ferrovia Norte-Sul (R$ 2,7 mil) e o investimento estimado da obra ser\u00e1 de R$ 891,3 milh\u00f5es. <\/p>\n<p>O estudo do Lactec, coordenado por Jefferson Schreiber e Renato Vieira Ribeiro, e com supervis\u00e3o t\u00e9cnica do engenheiro Lino Gomes, diretor de Produ\u00e7\u00e3o da Ferroeste, foi realizado pelo seguinte corpo t\u00e9cnico: Josefina Scaramella &#8211; economista, Carlos Eug\u00eancio Staub \u2013 engenheiro cart\u00f3grafo, Jos\u00e9 Carlos Pereira Coninck, doutor em f\u00edsica e graduando em estat\u00edstica, e Robson Costa, estat\u00edstico e t\u00e9cnico em inform\u00e1tica. <\/p>\n<p>\n<strong>Audi\u00eancia p\u00fablica no Sudoeste Repercute entre lideran\u00e7as<\/strong> <\/p>\n<p>A primeira audi\u00eancia p\u00fablica para a discuss\u00e3o do resultado do estudo preliminar de viabilidade do novo ramal da Ferroeste, no munic\u00edpio de S\u00e3o Jorge do Oeste, teve repercuss\u00e3o entre lideran\u00e7as pol\u00edticas setoriais da economia paranaense. <\/p>\n<p>O presidente do Sistema Fecom\u00e9rcio, Sesc, Senac (PR), Darci Piana, afirma que \u00e9 preciso \u201cdar mais aten\u00e7\u00e3o ao transporte ferrovi\u00e1rio, para que ele se intensifique como alternativa economicamente vi\u00e1vel no escoamento da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola\u201d. Segundo ele, \u201cest\u00e1 comprovado que o custo Brasil seria reduzido se o trem fosse mais \u2013 e melhor \u2013 utilizado, no transporte da produ\u00e7\u00e3o at\u00e9 o Porto de Paranagu\u00e1\u201d. <\/p>\n<p>Piana prossegue afirmando que \u201co estudo do Lactec mostra que o trem pode colaborar, sim, para que a produ\u00e7\u00e3o reduza o custo e possa competir ainda em melhores condi\u00e7\u00f5es com outros pa\u00edses. Esta iniciativa merece aplausos, porque expande os trilhos e d\u00e1 alternativa aos produtores paranaenses. Os estados do Sul (Paran\u00e1, Santa Catarina e Mato Grosso) ser\u00e3o intensamente beneficiados com essa iniciativa\u201d. <\/p>\n<p>Para o presidente da Federa\u00e7\u00e3o das Associa\u00e7\u00f5es Comerciais e Empresariais do Paran\u00e1 (Faciap), Ardisson Akel, entidade que ap\u00f3ia a audi\u00eancia p\u00fablica em S\u00e3o Jorge do Oeste, fica claro para quem conhece \u00a8o pulsar da economia\u00a8 no interior que a iniciativa \u201c\u00e9 muito bem-vinda\u201d. <\/p>\n<p>O Sudoeste do Paran\u00e1, segundo ele, \u201cprecisa melhorar suas vias de transporte e de acesso log\u00edstico, principalmente ao Porto do Paranagu\u00e1, e \u00e9 oportuno integrar o Oeste catarinense nesse corredor de exporta\u00e7\u00e3o, agregando volume de tr\u00e1fico \u00e0 ferrovia para que seja viabilizada economicamente\u201d. <\/p>\n<p>Akel lembrou que para viabilizar esse ramal e o outro que vai de Cascavel a Gua\u00edra (PR) e Maracaju (RS), \u201cdois ramais extremamente importantes\u201d, \u00e9 importante resolver \u201co gargalo da liga\u00e7\u00e3o entre Guarapuava e Curitiba\u201d. Segundo ele, \u201c\u00e9 importante que o ramal da Ferroeste at\u00e9 o Porto de Paranagu\u00e1, passando por Engenheiro Bley (na Lapa), seja executado\u201d. <\/p>\n<p>Para o prefeito de Francisco Beltr\u00e3o, Wilmar Reichembach, vice-presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Munic\u00edpios do Sudoeste do Paran\u00e1 (Amsop), o projeto da Ferroeste \u00e9 uma &#8220;unanimidade de opini\u00f5es\u201d. <\/p>\n<p>A ferrovia na regi\u00e3o, segundo ele, \u00e9 \u201cmuito importante em fun\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o industrial e agr\u00edcola: precisamos reverter o modelo de transporte utilizando meios mais vi\u00e1veis e mais econ\u00f4micos. A ferrovia tem maior capacidade de carga com redu\u00e7\u00e3o de custos\u201d, ressalta. <\/p>\n<p>Tamb\u00e9m o presidente da Associa\u00e7\u00e3o das C\u00e2maras de Vereadores do Sudoeste do Paran\u00e1 (Acamsop14), prefeito de Pato Branco, Rovanir Jos\u00e9 Noll, considera que \u201ca Ferroeste s\u00f3 vem a somar no Sudoeste, que necessita de muitos investimentos nessa \u00e1rea ferrovi\u00e1ria, completamente esquecida por governos anteriores. A ferrovia vai aumentar a movimenta\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os, aves e su\u00ednos em toda a regi\u00e3o. Um fluxo que traz o desenvolvimento para a regi\u00e3o\u201d, concluiu. <\/p>\n<p><b>Autor: Intelog<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O estudo de viabilidade da 1a fase do ramal ferrovi\u00e1rio que liga a regi\u00e3o do Cantuquirigua\u00e7u, no Paran\u00e1, a Chapec\u00f3, em Santa Catarina, foi apresentado pela Ferroeste na sexta-feira, pela manh\u00e3, em primeira audi\u00eancia p\u00fablica, no munic\u00edpio de S\u00e3o Jorge do Oeste, no Sudoeste do Estado. 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